Marketing acadêmico: Uenf realiza V jornada internacional sobre “Políticas Sociais e a nova urbanidade” entre 09 e 13 de Junho

Mesmo em meio às graves dificuldades causadas pela asfixia financeira imposta pelo (des) governo Pezão, os programas de pós-graduação mantidos pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) continuam organizando eventos que têm como objetivo elevar a qualidade do debate sobre questões importantes da nossa atual conjuntura histórica.

Um exemplo disso será a realização da V Jornada Internacional do Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PGPS) que será centrada na temática das “políticas sociais e a nova urbanidade”. O evento contará com a presença de pesquisasdores vindos da Colômbia, França e da Espanha, mas também de docentes e graduados do próprio PGPS.

Estarei participando da mesa redonda intitulada “Questão fundiária e conflitos pela terra no Norte Fluminense” que ocorrerá no dia 12 de Junho a partir das 09 horas da manhã. Nesta mesa estarei dando ênfase ao conflito fundiário que está ocorrendo no entorno do Porto do Açu, mas outros participantes estarão tratando do problema a partir de uma base mais ampla, enfocando os problemas que cercam o cotidiano dos assentamentos de reforma agrária existentes no Norte Fluminense.

Abaixo segue a programação completa da  V Jornada Internacional do Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PGPS) que ocorrerá na Sala de Multimídia do Centro de Ciências do Homem da Uenf.

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Tiros na noite e a crise da (in) segurança instalada no campus da Uenf

Uma questão que tem sido fortemente debatida pela comunidade universitária da Uenf é sobre o status da segurança interna do campus Leonel Brizola e de outras unidades que a universidade possui nas cidades de Campos, Macaé e Itaocara. Enquanto uns acreditam que a falta de pagamentos e a diminuição do contigente da empresa K-9 ameaçam a segurança interna, outros acham que o problema não é assim tão grave e que as atividades poderiam continuar normalmente após o final da greve.

Pois bem, na noite desta 5a. feira (21/07) uma perseguição policial que se iniciou do lado de fora e chegou ao prédio do Centro de Ciências do Homem (CCH) mostrou que a violência que acontece do lado de fora dos muros pode sim chegar bem perto de professores, servidores e estudantes, como mostra a reprodução de uma matéria publicada sobre o incidente pelo jornal Folha da Manhã (ver reprodução abaixo).

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Da leitura da matéria saltam aos olhos três questôes. O primeiro é que um cidadão que não portava uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) resolveu se evadir de uma viatura policial, ensejando uma perseguição para o interior do campus da Uenf.  Tudo já não estaria normal se neste processo, tiros não fossem disparados em direção a um prédio que, apesar da greve em curso, estava ocupada por pessoas que não tinham a ver com o início da perseguição. E o terceiro elemento tem a ver com a noticiada negação pelos policiais envolvidos na ação de que não dispararam os tiros que dezenas de testemunhas alegam ter ouvido.  O que levanta a questão imediata de porque algo que foi realizado publicamente está sendo negado, mesmo em face de inevitáveis testemunhas.

Afora os fatos que a matéria da Folha da Manhã já levanta, não há como deixar de observar que este pequeno incidente que não deixou, mas poderia ter deixado, vítimas fatais representa apenas uma micro-inserção no universo do modelo de (in) segurança pública em que vivemos, onde os mais pobres e habitantes das regiões periféricas comumente são alvos de perseguições e tiros, antes que se apure a razão de uma determinada ação, seja ela legal ou não. Além disso, esta situação revela , nas palavras dos seguranças patrimoniais que ainda atuam na Uenf apesar de 4 meses de salários atrasados, é a precariedade da segurança interna do campus Leonel Brizola como resultado do não cumprimento da obrigação básica do (des) governo do Rio de Janeiro de executar o orçamento aprovado para a Uenf trabalhar em 2016. 

De toda forma, o que eu espero é que não se fique apenas no alívio após o terror que muitos das testemunhas oculares sentiram. É preciso que a reitoria da Uenf e o Comando do 8o. Batalhão estabeleçam um diálogo urgente para impedir que os fatos da noite passada não se repitam. É que da próxima vez talvez o acaso não seja tão benévolo e algum inocente perca a sua vida.

 

Marketing acadêmico: UENF promove seminário sobre economia solidária

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Uma iniciativa sendo realizada no âmbito do Centro de Ciências do Homem da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), o Projeto Pescarte está convidando os interessados para participar do I Seminário de Economia Solidária do Projeto Pescarte: Práticas, Rumos e Possibilidades para a Emancipação Social, o qual ocorrerá entre nos dias 11 e 13 de Novembro no auditório do Hospital Veterinário

O evento promoverá um espaço de integração e debate nos campos acadêmico, institucional e de ação comunitária no contexto da Economia Solidária.

Abaixo segue o convite do evento.

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Marketing acadêmico: palestra na UENF sobre formação de docentes

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Políticas públicas educacionais contemporâneas e formação docente

Palestrante: Profa. Olinda Evangelista

Doutora em Educação (PUC-SP),  Professora aposentada da Universidade Federal de Santa Catarina.

Organização: Profa. Renata Maldonado

22 de junho, 14 horas, Sala Multimídia – Centro de Ciências do Homem- campus Leonel Brizola, UENF

Placa aparece em local diferente, mas sem as informações devidas

Acabo de receber mensagens eletrônicas de leitores deste blog indicando que a placa da obra do anexo do Centro de Ciências do Homem (CCH) da UENF não sumiu, mas apenas foi deslocada para outro ponto no entorno do canteiro de obras, como mostra a imagem abaixo que me foi gentilmente enviada faz poucos minutos.

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Já uma leitora confirmou que a placa ainda não apresenta as informações sobre o engenheiro responsável e tempo de duração da obra. 

Obra do anexo do CCH na UENF: placa sim, placa não, e cadê a segurança no trabalho?

Hoje cheguei para trabalhar na UENF e tive a grata satisfação de dar de cara com a placa de identificação da obra que envolve a construção do anexo do Centro de Ciências do Homem, como mostra a imagem abaixo.

obra 1A placa mostra, como deveria, a empresa responsável (Construtora Massari Ltda) pela obra, a fonte pagadora (a FINEP) e o custo total da obra (R$ 714.410,70). Até ai, tudo bem, apesar do atraso. Entretanto, com um olhar mais cuidadoso na placa é possível observar a ausência do nome do engenheiro responsável e do tempo de duração da obra! 

Mas a omissão de informações não é a única questão que está causando espécie entre quem vem acompanhando a construção desse anexo. Nesse sentido, um leitor do blog me enviou a imagem abaixo, que aparentemente mostra uma reunião no interior do canteiro de obras entre membros da equipe técnica da prefeitura do campus (inclusive o prefeito, o Professor Gustavo Xavier) e, provavelmente um representante da empresa responsável pela obra, sem que os presentes portem qualquer tipo de equipamento de proteção individual.

IMG-20150406-WA0006Em relação a esse aspecto, o leitor que enviou a imagem apenas acrescentou a pergunta: cadê a segurança? 

Finalmente, talvez por alguém ter notado que a placa estava com informações incompletas, ao retornar do horário do almoço, notei que a placa de identificação da obra já não estava mais no local.

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Diante disso tudo, eu apenas pergunto: MPT e CREA/RJ, pode isso?

 

UENF: Em meio a obras inacabadas, construção do anexo do CCH continua sem placa de identificação

Em meio a uma série de obras que estão inacabadas no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), uma que vem chamando a atenção é a do anexo do prédio do Centro de Ciências do Homem (CCH) que foi iniciada durante a segunda metade do mês de março e que hoje segue num ritmo acelerado. Mas com um pequeno detalhe: até hoje não foi providenciada a placa de identificação onde deveriam ter sido tornados públicos, os dados sobre custo e duração total da obra ou, sequer, a empresa que está encarregada de fazer a construção (ver imagens abaixo).

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Além dos problemas em torno da necessária transparência sobre uma obra que acaba de ser iniciada, o que anda causando espécie dentro da comunidade universitária é a falta de conclusões de outras que foram merecedoras das célebres placas de inauguração, como foi o caso da obra de acessibilidade que deveria ter facilitado a vida dos possuidores de necessidades físicas especiais.  Entretanto, apesar da pedra fundamental do projeto ter sido lançada com pompa e circunstância em Maio de 2011 (!) , até hoje o que se vê é a falta de condições mínimas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais ou não. Aliás, a falta de conclusão dessa obra está inclusive sendo “celebrada” nas redes sociais como bem demonstra a imagem abaixo.

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Diante dessa situação é que há uma crescente demanda por transparência em relação à situação envolvendo essas obras, coisa que, aliás, já vem de longe.  Mas para começo de conversa, uma questão que poderia ser respondida pelo escritório local do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia  do Rio de Janeiro (CREA/RJ) sobre a obra que está sendo construída sem uma placa de identificação.