Corporações globais dos venenos agrícolas: ganhos bilionários, mas com crescentes pressões contrárias

Lista de classificação das 20 principais empresas agroquímicas globais de 2019 recompostas, agraciadas por 11 empresas chinesa

pesticides

Recentemente, a AgroPages divulgou a lista de classificação das 20 maiores empresas agroquímicas globais de 2019. De acordo com a lista, no FY2019, as vendas totais dessas 20 maiores empresas agroquímicas alcançaram US $ 59,53 bilhões, crescendo US $ 3,13 bilhões, ou 5,6%, em comparação com US $ 56,396 bilhões no FY2018. A proporção da concentração foi aumentada ainda mais. Dessa forma, a lista do ranking das 20 melhores empresas foi recomposta. Os novos 4 jogadores principais foram: Bayer CropScience, Syngenta, BASF e Corteva, seguidos de perto por FMC e UPL. Especificamente, os 4 principais participantes responderam por 57% das vendas totais das 20 maiores empresas e os 10 principais participantes representaram quase 90%. Em termos de taxa de crescimento, o UPL liderou a lista, com uma taxa colossal de 66%. O destaque foi que até 11 empresas chinesas figuraram na lista. 

De acordo com dados estatísticos da Phillips McDougall, com base nos níveis ex-fábrica, em 2019 o mercado global de agrotóxicos para lavouras registrou vendas de US $ 59,827 bilhões, representando uma queda de 0,8% em comparação com o nível de US $ 60,304 bilhões em 2018. 2019, o mercado global de pesticidas foi afetado negativamente por uma ampla gama de fatores. Para começar, muitas partes do globo enfrentaram duros desafios climáticos – principalmente as enchentes que infligiram a América do Norte e as secas que afetaram o sudeste da Ásia e a Austrália – limitando assim a aplicação de produtos de proteção à lavoura. Em segundo lugar, as disputas comerciais China-EUA têm afetado o cenário global do comércio de safras. Terceiro, as políticas draconianas da Europa sobre o manejo de pesticidas resultaram no banimento do uso de alguns dos produtos fitossanitários básicos. Finalmente, A China impôs regulamentos mais rígidos sobre segurança e proteção ambiental. Em termos de mercados regionais, a América Latina foi a única região que obteve ganhos. A região registrou um crescimento expressivo de 17,6%, compensando efetivamente o declínio em todas as outras regiões.

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Quatro gigantes prometem ser recompostos

Graças à aquisição da Monsanto, em 2019, a Bayer CropScience ultrapassou a Syngenta, liderando a lista com US $ 10,374 bilhões em vendas. Isso permitiu que a Bayer se tornasse a maior empresa de agrotóxicos do mundo, que teve um crescimento de desempenho de 7,6% ano a ano. No portfólio de agrotóxicos da Bayer, o herbicida tem um papel de liderança, respondendo por 46,9%. Em 2019, as vendas de herbicidas chegaram a €5,097 bilhões, um salto de 22,2% com relação ao ano anterior. Em 2019, a Bayer CropScience viu suas vendas na América do Norte – seu maior mercado regional (incluindo pesticidas e sementes) – aumentarem em 86,2%, para EUR 8,743 bilhões.

A Syngenta, que ficou em segundo lugar com uma pequena diferença, registrou vendas de agrotóxicos de US $ 10,118 bilhões, um aumento de 2,1% ano a ano. Herbicida, a maior categoria de produtos da Syngenta, rendeu à empresa US $ 3,538 bilhões em vendas em 2019. O nascimento do Syngenta Group, um titã agroquímico global, foi sem dúvida o maior marco para a indústria agroquímica global no ano. Em 2019, o Grupo Syngenta registrou vendas de até US $ 23 bilhões (incluindo cerca de US $ 14 bilhões em negócios de agrotóxicos), prometendo reescrever o ranking da lista mais uma vez.

Em 2019, as vendas de agrotóxicos da BASF Agricultural Solutions cresceram 3,0%, para US $ 7,123 bilhões. Herbicida, representando 41,1%, é a principal categoria de produtos da BASF e registrou EUR 2,616 bilhões em vendas em 2019. A América do Norte representa o maior mercado regional da BASF. Em 2019, as vendas da empresa na região atingiram EUR 3,108 bilhões (incluindo pesticidas e sementes), aumentando 43,5% ano a ano e respondendo por 39,8% das vendas totais da empresa. Europa; América do Sul, África, Oriente Médio como um todo; e a Ásia representou 27,1%, 23,0% e 10,0%, respectivamente.

Seguindo a BASF, a Corteva registrou vendas de agrotóxicos de US $ 6,256 bilhões, queda de 2,9% ano a ano. Do portfólio de defensivos agrícolas da Corteva, a América do Norte é o maior mercado regional, cujas vendas em 2019 alcançaram US $ 2,205 bilhões (representando 35,2%), queda de 9,6% ano a ano. América latina; Europa, Oriente Médio e África como um todo; e o Pacífico Asiático representou 28,1%, 21,8% e 14,9%, respectivamente.

Empresas intermediárias miram alto

As empresas que ocupam o 5º ao 9º lugar na lista – incluindo FMC, UPL, ADAMA, Sumitomo Chemical e Nufarm – com vendas combinadas de US $ 17,77 bilhões, representaram 30% das vendas totais dos 20 principais jogadores. Exceto a ADAMA, que teve uma queda modesta nas vendas, os outros jogadores intermediários obtiveram crescimento em seu desempenho de vendas. A UPL viu o aumento mais forte de 66% com relação ao ano anterior, liderando a lista em termos de taxa de crescimento.

Em 2019, a FMC ocupou o 5º lugar na lista com vendas de US $ 4,61 bilhões, um aumento de 7,6% ano a ano. Esse crescimento se beneficiou principalmente de maiores volumes e preços elevados dos agrotóxicos da empresa. A empresa registrou o maior aumento na América Latina, onde suas vendas cresceram 19% ano a ano. A alta de preços também foi um dos fatores críticos que impulsionaram seu desempenho.

Beneficiando-se da aquisição bem-sucedida da Arysta LifeScience, a UPL teve um aumento colossal de 66% em suas vendas de agrotóxicos, com os agrotóxicos respondendo por 88% de seu negócio total. Exceto na Europa, as vendas denominadas em rúpias do negócio geral da UPL registraram crescimento de dois dígitos em todos os mercados regionais, com o mercado latino-americano registrando o salto mais forte de 24% com relação ao ano anterior. Em termos de vendas de pesticidas, a UPL ficou em 4º lugar no Brasil e em 1º lugar no México e na Colômbia.

Em 2019, as vendas de agrotóxicos da ADAMA, uma subsidiária do Syngenta Group, somaram US $ 3,611 bilhões (representando 90,3% de suas vendas totais), permanecendo praticamente estável em comparação com o nível de 2018 e permitindo que a empresa ocupasse a 7ª posição na lista das 20 maiores empresas. Entre os vários defensivos agrícolas da ADAMA, o herbicida representa a maior categoria de produtos, cujas vendas em 2019 alcançaram US $ 1,72 bilhão, representando 47% das vendas totais de todos os agrotóxicos. Quando se trata de vendas regionais (incluindo defensivos agrícolas e intermediários e ingredientes), Europa e América Latina, com vendas de US $ 1,030 e US $ 1,022 respectivamente, classificadas entre as melhores dos 5 principais mercados. Especificamente, o mercado europeu viu uma queda de 2,6% em suas vendas; enquanto o mercado latino-americano viu o maior, 9,3% de aumento ano-a-ano. Além do que, além do mais,

Afetada por condições climáticas extremas na América do Norte, a Sumitomo Chemical, que ficou em 8º lugar na lista, registrou US $ 2,575 bilhões em vendas no ano fiscal de 2019, um aumento modesto de 1,5% ano a ano. Notavelmente, no início de abril de 2020, a Sumitomo Chemical concluiu oficialmente sua aquisição das operações da Nufarm na América do Sul. Após esta aquisição, o negócio de agrotóxicos da Sumitomo Chemical na América do Sul ultrapassará o da América do Norte e verá as vendas na região excederem JPY 100 bilhões.

Devido às secas prolongadas na Austrália, a Nufarm, que ficou em 9º lugar na lista, viu seu crescimento nas vendas de agrotóxicos denominados em AUD em todas as regiões, exceto na Austrália e na Nova Zelândia. Por categoria de produto, as vendas de herbicidas aumentaram 8% para AUD 2,29 bilhões, com o crescimento dos herbicidas fenoxi compensando uma queda de 3% nas vendas de glifosato devido às condições climáticas desfavoráveis ​​na Austrália. As vendas de glifosato representaram aproximadamente 10% da margem bruta total da empresa em 2019. Outras receitas de herbicidas aumentaram 21% em relação ao ano anterior, sendo Dicamba, Flumioxazin, Bromoxinil e Fluazifop os principais contribuintes. As vendas de inseticidas aumentaram 21% para AUD 462 milhões, com crescimento impulsionado principalmente por uma contribuição de um ano inteiro dos portfólios europeus adquiridos e crescimento contínuo no Brasil.

As vendas de fungicidas aumentaram 30%, para AUD 410 milhões. O crescimento foi impulsionado principalmente por uma contribuição do ano inteiro dos portfólios europeus adquiridos com misturas de tebuconazol e procloraz apresentando forte crescimento, apesar do fornecimento restrito limitar as vendas.

Empresas chinesas ganham destaque

Nove das 11 empresas após as 9 primeiras na lista estavam sediadas na China, com a Yangnong Chemical completando as 10. Outras duas empresas japonesas foram Kumiai Chemical e Nissan Chemical, que classificaram em 15º e 16º, respectivamente.

Em 2019, a Yangnong Chemical viu suas vendas de agrotóxicos dispararem 58,8% com relação ao ano anterior, para US $ 1,251 bilhão, um salto que mudou sua posição de 14º em 2018 para 10º em 2019. Em 2019, Yangnong Chemical implementou uma importante reestruturação de ativos usando CNY 913 milhões em dinheiro para comprar uma participação de 100% na Sinochem Crop Care e uma participação de 100% na Shenyang Sinochem Agrochemicals R&D Co., Ltd, ambas controladas pela Sinochem International. Essa reestruturação colocou a empresa em uma posição muito mais forte para inovar agrotóxicos, promover preparações, operar de forma integrada (pesquisa, produção e comercialização) e competir no mercado. Além disso, a Yangnong Chemical, com base em sua força de sólidas capacidades de segurança de abastecimento, tenta satisfazer a demanda de clientes valiosos e clientes em potencial em casa, expandindo assim as vendas de agrotóxicos. A empresa é pró ativa no desenvolvimento de mercados para seu novo produto, a piraclostrobina, para criar um novo ponto de crescimento. Ela continua a aprofundar sua colaboração com a Sinochem Crop Care, aumentando drasticamente as vendas de preparações. Ele aumenta consistentemente a profundidade de sua cooperação estratégica com multinacionais agroquímicas em novos projetos e novos produtos. Enquanto isso, a empresa realiza o registro do produto com eficácia para estabelecer uma base sólida para a expansão dos negócios.

Beneficiando-se do progresso constante da “plataforma de acesso rápido ao mercado” globalmente, bem como de um profundo compromisso com suas marcas proprietárias, a Shandong Weifang Rainbow Chemical Co., Ltd. viu suas vendas atingirem US $ 880 milhões em 2019, um aumento de 8,8% no ano -no-ano. Depois da Rainbow Chemical, a Beijing Nutrichem divulgou vendas de pesticidas de US $ 757 milhões, uma queda acentuada de 19% com relação ao ano anterior. Esta queda nas vendas apontou principalmente para as fracas exportações da indústria em meio a situações complicadas de comércio internacional durante o período do relatório, disse a empresa. Diante desse cenário, a empresa aprofundou sua estrutura de negócios e encolheu seus negócios comerciais. No entanto, devido à suspensão da produção de sua subsidiária Yancheng Southchem, seu negócio de autoprodução viu uma queda na receita, resultando em menos lucro operacional. Além do mais, devido à desaceleração do setor,

Em 2019, a Nanjing Red Sun, que ocupava a 13ª posição na lista, viu suas vendas de agrotóxicos cairem 22,4%, para US $ 691 milhões. Adversidades e pressões internas e externas colocaram desafios aos resultados operacionais, observou a empresa. Diante dessas adversidades e pressões, a empresa viu o preço de seus principais produtos, como o paraquat, cair em meio à volatilidade e viu seus custos operacionais abrangentes subirem, levando a um declínio substancial nos resultados operacionais. Em resposta, a empresa se compromete com uma abordagem de negócios de “concentração no negócio principal, refinando as cadeias industriais de força e diversificando a linha de produtos principais”. Sob esta abordagem, a empresa se baseia em seus pontos fortes na tecnologia de pesticidas verdes decorrentes da transformação de pesticidas tradicionais usando “digitalização + tecnologia bioquímica”, bem como em seus pontos fortes em produtos e cadeias industriais. Trabalha em estreita colaboração com seus parceiros para estabilizar a produção e o fornecimento de produtos essenciais. Em particular, a empresa pressionou muito para promover e vender o Aquacide, seu carro-chefe, cujas vendas e participação de mercado aumentaram significativamente em comparação com os níveis do ano anterior. Isso não apenas freou a queda no desempenho da empresa no período atual, mas também estabeleceu uma base sólida para que a empresa se tornasse a pioneira no mercado a colher maiores benefícios. Trabalha em estreita colaboração com seus parceiros para estabilizar a produção e o fornecimento de produtos essenciais. Em particular, a empresa pressionou muito para promover e vender o Aquacide, seu carro-chefe, cujas vendas e participação de mercado aumentaram significativamente em comparação com os níveis do ano anterior. Isso não apenas freou a queda no desempenho da empresa no período atual, mas também estabeleceu uma base sólida para que a empresa se tornasse a pioneira no mercado a colher maiores benefícios. Trabalha em estreita colaboração com seus parceiros para estabilizar a produção e o fornecimento de produtos essenciais. Em particular, a empresa pressionou muito para promover e vender o Aquacide, seu carro-chefe, cujas vendas e participação de mercado aumentaram significativamente em comparação com os níveis do ano anterior. Isso não apenas freou a queda no desempenho da empresa no período atual, mas também estabeleceu uma base sólida para que a empresa se tornasse a pioneira no mercado a colher maiores benefícios.

Em 2019, a Lier Chemical viu suas vendas de agrotóxicos cair 3,3% com relação ao ano anterior, para US $ 586 milhões. Vários fatores foram responsáveis ​​pelo declínio nas vendas. Em primeiro lugar, os principais produtos da empresa contribuíram com menos lucro, em parte devido a quedas drásticas no preço de seus principais produtos, decorrentes do acirramento da competição de mercado, e em parte aos aumentos de preços de algumas matérias-primas. Em segundo lugar, a empresa precisava ter seus produtos registrados antes de chegarem aos mercados internacionais. Terceiro, os custos operacionais da empresa aumentaram à medida que ela investiu mais em pesquisa e desenvolvimento de produtos.

A Hubei Xingfa Chemicals, que ocupava a 20ª posição na lista, foi a primeira nova empresa a entrar na lista e em 2019 viu suas vendas crescerem moderadamente 2,8%, para US $ 523 milhões. De acordo com a empresa, no primeiro semestre de 2019, devido a uma série de razões – incluindo melhora na taxa de produção da indústria, aumento da oferta do mercado, aumento do estoque de mercado, bem como redução da compra dos Estados Unidos, um importante consumidor de glifosato , tendo sofrido prolongados eventos climáticos terríveis – o mercado de glifosato estava lento e seus preços caíram em meio à volatilidade. Durante julho e agosto, devido às rígidas regulamentações impostas à indústria do fósforo amarelo no sudoeste da China, o preço do fósforo amarelo subiu, fornecendo suporte de custo mais forte para o glifosato e resultando em uma alta no preço de mercado do glifosato. De setembro a dezembro, devido à queda do preço do fósforo amarelo e também ao aumento do ritmo de operação da indústria, a demanda do mercado de glifosato voltou a desacelerar. Todos esses fatores afetaram o desempenho de vendas da empresa.

A Kumiai Chemical, que ficou em 15º lugar na lista, em 2019 viu suas vendas denominadas em US $ cair drasticamente em 24,7%, mas viu suas vendas denominadas em JPY subir 6,6%, para JPY 72,623 bilhões. De acordo com a empresa, para produtos agrícolas no mercado japonês, embora as vendas em grande escala do herbicida Effeeda para arrozais tenham começado, as vendas de produtos estabelecidos, como Top Gun e GanGan, diminuíram. Como resultado, as vendas de herbicida para os arrozais diminuíram em geral de ano para ano. Por outro lado, as vendas de inseticidas para controle de pragas do arroz aumentaram ano a ano porque novos agentes compostos contendo piraxalto foram lançados e as remessas de agentes compostos contendo isotianil expandiram. Assim, as vendas de agentes para os arrozais em geral foram maiores do que no ano fiscal anterior.

As vendas de produtos especiais em geral aumentaram ano a ano. Para as vendas de ingredientes ativos desenvolvidos internamente, Effeeda, um herbicida para arrozais, e Fantasista, um pesticida para horticultura, mantiveram um crescimento constante, e as vendas de produção consignada e vendas para campos de golfe e outras instalações não agrícolas também tiveram desempenho superior ao anterior ano fiscal.

As vendas para mercados fora do Japão aumentaram em relação ao ano fiscal anterior. As vendas do principal Axeev, um herbicida para agricultura de sequeiro, permaneceram robustas nos Estados Unidos, apesar de um declínio na área cultivada com grãos de soja, um importante produto alvo, devido às chuvas prolongadas do início da primavera e ao atrito comercial entre EUA e China. A ação herbicida do Axeev continuou a ser bem avaliada na Argentina e na Austrália também, e as vendas aumentaram de forma constante lá.

A Nissan Chemical, que ficou em 16º lugar na lista, em 2019 viu suas vendas denominadas em US $ aumentar em 14,7%, para US $ 655 milhões, e viu suas vendas denominadas em JPY subir 2,1% para JPY 64,038 bilhões. No mercado nacional de agrotóxicos, foram fortes as vendas de “GRACIA” (inseticida) lançado em maio no Japão. A receita de “ROUNDUP” (herbicida não seletivo para tratamento de folhas) aumentou em relação ao ano anterior devido a desastres naturais no primeiro semestre do exercício anterior ano, e se manteve estável no segundo semestre deste exercício. No mercado externo de agroquímicos, as vendas de “TARGE” (herbicida) diminuíram, mas as vendas de “GRACIA” para o mercado coreano e de “QUINTEC” (fungicida) adquiriram no terceiro trimestre contribuiu para as vendas.

Desempenho melhor ainda é esperado apesar dos desafios maiores

Desde 2020, o surto repentino de COVID-19 teve impactos sem precedentes na indústria agroquímica global. De acordo com os resultados financeiros do 2º trimestre do ano fiscal de2020 publicados pelos 5 maiores titãs agroquímicos – Bayer, BASF, Corteva, FMC e ADAMA, quatro dessas cinco empresas viram diferentes níveis de declínios em seus resultados do 2º trimestre, exceto ADAMA, que registrou um aumento modesto em seu vendas. COVID-19 impactou temporariamente o desempenho dessas empresas. Além disso, a pandemia está levando essas empresas a transformar e atualizar todos os elementos de suas cadeias de valor. Além do mais, COVID-19 significa fazer a indústria inovar com mais rapidez como um todo. Apesar das diversas pressões no mercado global de agroquímicos por enquanto, à medida que a população continua a aumentar e as pessoas precisam cada vez mais de produtos agrícolas.

fecho

Esta reportagem foi escrita inicialmente em inglês e publicada pela AgNews [Aqui! ].

Se pensa que o COI vem ao Brasil para promover o esporte, pense de novo! A atração real são os bilhões de dólares em lucros que os Jogos Olímpicos vão gerar

jogos

A matéria abaixo, assinada por Rodrigos Mattos para o site UOL é um daqueles chamados à realidade para aqueles que acreditam que os Jogos Olímpicos que começam dia 05/08 na cidade do Rio de Janeiro são algo a mais do que um megaevento esportivo destinado a garantir gordas taxas de lucros para as empresas que o promovem, especialmente o Comitê  Olímpico Internacional (COI).

E vamos esquecer a fábula de que este é um evento bancado pela iniciativa privada, pois como Rodrigo Mattos os governos acabam sendo penalizados por quaisquer investimentos que se façam necessários para garantir a realização do megaevento esportivo do COI. Além disso, afora todos os custos anteriores, apenas com a garantia da segurança pública, a mobilização sem precedentes que está ocorrendo no Rio de Janeiro se dá às custas do Estado brasileiro, incluindo o governo estadual do Rio de Janeiro.

O mais escandaloso é que, no exato momento em que os Jogos Olímpicos de 2016 forem iniciados, teremos hospitais públicos com suas melhores instalações separadas para atender eventuais necessidades do público que foi atraído para o Rio de Janeiro para garantir o lucro bilionário do COI e de quase 800 empresas que estarão faturando alto com todo tipo de produto, a população carioca estará entregue à própria sorte.

Eu definitivamente não irei a nenhum dos eventos que compõem a programação dos Jogos Olímpicos. Mas quem for e tiver lido as informações que estão sendo aqui disponibilizados tem que lembrar que ao fim e ao cabo de cada competição, o que importará aos organizadores são os lucros. Simples assim.

COI ganhará mais com Rio-2016 do que a Fifa com a Copa-2014

OAO PAULO ENGLELBREC

 

Anéis olímpicosimagem: OAO PAULO ENGLELBREC
Rodrigo Mattos, DO UOL, no Rio de Janeiro

O COI (Comitê Olímpica Internacional) ganhará mais dinheiro com a Olimpíada do Rio-2016 do que a Fifa arrecadou com a Copa-2014. É o que mostram os números financeiros e projeções feitas pelo comitê. A receita total com os Jogos, no entanto, ainda não está fechada, pois faltam itens a serem contabilizados.

Pelos números levantados pela reportagem, a renda da Olimpíada do Rio vai girar entre US$ 5 bilhões e US$ 6 bilhões (R$ 16,4 bilhões e R$ 19,7 bilhões), dependendo do resultado final da venda de ingressos. A Copa-2014 gerou US$ 4,8 bilhões (R$ 16 bilhões pelo câmbio da época) para a Fifa.

Tanto o COI quanto a federação internacional de futebol tiveram isenção fiscal da maioria dos impostos no Brasil – a maior parte do dinheiro nem passa por aqui. Enquanto isso, o país vai investir perto de R$ 40 bilhões na Olimpíada, sendo a maior parte em infraestrutura urbana e uma parcela considerável nas instalações olímpicas.

Ressalte-se que o comitê olímpico internacional contribui bem mais financeiramente para a organização da Olimpíada do que a Fifa com a Copa. Além disso, distribui mais o seu dinheiro entre outros comitês olímpicos e federações de esportes.

Até porque o COI é mais rico do que a Fifa. No último ciclo olímpico, de 2009 a 2012, a entidade olímpica ganhou US$ 8 bilhões, enquanto a entidade do futebol ficou com US$ 5,7 bilhões. Isso porque, além dos Jogos de Verão, lucra com a edição de inverno.

Mas o evento de verão é que é o carro-chefe. Londres-2012 rendeu US$ 5,3 bilhões quando discriminados os valores, e isso considerando que a renda dos patrocinadores top foi dividida. Ou seja, os Jogos de verão representam em torno de dois terços do total da receita olímpica.

O COI obteve um crescimento de 7,4% nas suas receitas de televisão e marketing para o período do Rio-2016. Por isso, a entidade já tinha garantido US$ 5,5 bilhões em receitas em 2014, data do último relatório financeiro. Mas ainda faltavam a bilheteria, patrocínios locais e licenciamento.

E, em relação a Londres, o Brasil deve ter uma renda menor de ingressos, já que ainda tem 20% de bilhetes disponíveis e os preços mais baixos pelo câmbio. A receita de patrocínios locais também deve ser menor considerando a diferença do câmbio, segundo membros do comitê Rio-2016.

Membros do COI ouvidos pelo UOL dizem que é preciso esperar o fim dos Jogos para saber o real número. No geral, o comitê projeta que deve ter uma renda igual ou levemente maior no ciclo de 2013 a 2016 em relação ao período anterior.

Do dinheiro que arrecada, o comitê olímpico investe boa parte nas organizações de suas edições de verão e inverno. A contribuição para o Rio-2016 certamente vai superar a casa de US$ 1 bilhão, fora o patrocínio local. Há ainda um percentual considerável, em torno de 40%, distribuído a comitês olímpicos nacionais e federações internacionais. O COI alega só ficar com 10% da receita.

Fato é que, como na Copa, o dinheiro abastece o cofre da organização esportiva enquanto o país-sede tem a maior parte dos gastos com o evento. Basta dizer que só o comitê organizador Rio-2016 tem orçamento de R$ 7 bilhões. Teoricamente, o dinheiro seria todo privado, mas, se houver déficit, quem terá de cobrir são os governos federal, municipal e estadual.

FONTE: http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2016/07/30/coi-ganhara-mais-com-rio-2016-do-que-a-fifa-com-a-copa-2014.htm

Fisgado no Swissleaks, HSBC pode fechar portas no Brasil

Envolvido em escândalos, banco HSBC pode deixar o Brasil, diz jornal Financial Times

HSBC 

Envolvido em uma série de escândalos e diante de fracos resultados financeiros em vários países, o banco britânico HSBC considera vender a operação de varejo e uma parte do seu banco de investimento no Brasil como parte do seu novo plano estratégico, segundo a edição online do jornal Financial Times. O desinvestimento no Brasil, conforme a publicação, faz parte do plano do banco de sair de mercados emergentes em um esforço para ser “simples e menor”.

Essa estratégia está acelerada e inclui não só venda de ativos no Brasil, mas também na Turquia, conforme publicou o FT, citando fontes que pediram anonimato. A saída de mercado emergentes vai, de acordo com a publicação, de encontro com o direcionamento anterior, que durante anos foi seguido pelo HSBC, de ser um banco global com atuação local.

Considerado o maior banco europeu em valor de mercado e com presença em mais de 80 países, a instituição tem adotado uma postura mais defensiva após o envolvimento em uma série de escândalos e ter apresentado o lucro anual mais baixo dos últimos cinco anos.

A filial do HSBC na Suíça é personagem central de um escândalo tributário que está sendo investigado em vários países. A subsidiária teria colaborado com algumas dezenas de milhares de clientes para evitar o pagamento de impostos. No Brasil, o HSBC também está sendo investigado por suposta relação entre contas da filial suíça com o escândalo de corrupção na Petrobras.

O Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, entrou em contato com a área de comunicação do HSBC em Londres, mas nenhum porta-voz estava disponível para comentar o tema.

Em fevereiro, o HSBC anunciou que a filial brasileira registrou prejuízo de US$ 247 milhões em 2014. Esse foi o pior resultado entre todas as filiais latino-americanas. A direção do banco explicou que o prejuízo foi gerado pelo ambiente econômico desfavorável e a continuidade dos ajustes gerados pelo reposicionamento do banco no País.

Em meio ao fraco resultado no Brasil, a instituição financeira fez uma grande provisão de US$ 640 milhões durante o 4º trimestre na América Latina, sem detalhar em qual país. Vale lembrar, porém, que várias instituições financeiras fizeram provisão ante o risco de eventual problema em empréstimos corporativos, especialmente ligados ao setor de petróleo e gás e construção.

Sem a provisão, o conjunto das unidades da América Latina do HSBC teria tido lucro ao invés do prejuízo reportado. Na região, as filiais mais importantes são do Brasil, Argentina e México.

O HSBC detalha anualmente o resultado financeiro de 21 filiais. Entre todas as subsidiárias, Brasil e Turquia têm reportado prejuízos consecutivos no segmento de varejo. Na filial brasileira, as perdas acontecem desde 2013. Na Turquia, a o resultado não é positivo desde 2012. Junto, o varejo das duas unidades gerou perdas de US$ 549 milhões nos últimos anos à sede. Entre as demais filiais, não há persistência de prejuízos como nos dois países emergentes.

No ano passado, a unidade de varejo da França também teve perda de US$ 181 milhões. O resultado negativo, porém, parece um ponto fora da curva, já que a unidade francesa apresenta normalmente o segundo melhor resultado da Europa – atrás apenas da sede no Reino Unido.

No início do mês, a imprensa mexicana também publicou que o banco inglês estuda vender os ativos no país e no Brasil. Segundo o jornal El Financiero os bancos Scotiabank e Ve por Más estariam negociando a compra. Procurado, o HSBC disse que não comentaria especulações de mercado.

Dieese: banco tiveram ano de recordes em lucros no Brasil

Mesmo num ano de crise como foi 2014, os cinco maiores bancos brasileiros tiveram recordes de lucro, segundo estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A informação é do portal UOL. As instituições ganharam com cobranças de taxas e serviços.

Segundo o levantamento, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Santander tiveram lucro de R$ 60,3 bilhões, o que significa 18,5% a mais que em 2013. “A rentabilidade seguiu elevada nos grandes bancos, mantendo o setor financeiro entre os mais rentáveis da economia nacional e mundial”, aponta o estudo.

FONTE: http://www.brasilpost.com.br/2015/04/18/hsbc-pode-deixar-o-brasil_n_7092064.html?utm_hp_ref=tw

Lucro de empresas e bancos está à frente da segurança alimentar

Por João Pedro Stedile

agrotox

O Brasil consome mais de um bilhão de litros de venenos agrícolas por ano. Isso representa 20% de todos os venenos consumidos no mundo, embora sejamos responsáveis por apenas 3% da produção agrícola mundial.

Despejamos 15 litros de venenos por hectare cultivado. Essa realidade não tem paralelo com nenhuma agricultura do mundo, nem há nenhum manual de agronomia que faça tal recomendação.

Esses venenos de origem química são produzidos por poucas grandes empresas transnacionais. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), somente as dez maiores empresas do setor foram responsáveis por 75% das vendas de agrotóxicos na última safra.

Isso lhes permite a maior taxa de lucro do mundo: US$ 8,5 bilhões de dólares na safra 2010/2011, e ainda desovam por aqui seus estoques de venenos proibidos em outros países.

Os venenos matam. Matam a biodiversidade existente na natureza, já que o agronegócio visa ao monocultivo absoluto, seja de soja, milho, algodão, cana ou pastagem extensiva. Mata os nutrientes, empobrece o solo e contamina o lençol freático fazendo com que muitas cidades com poço artesiano encontrem resíduos inaceitáveis para o consumo humano.

Os venenos também contaminam as chuvas. Quando o veneno secante não é absorvido, sobe para atmosfera e volta democraticamente para todos habitantes com a chuva. Mas, sobretudo, os venenos contaminam nossos alimentos. A Anvisa faz testes por amostragem apenas em algumas cidades a cada seis meses.

Mesmo com os níveis alarmantes, nenhum supermercado cumpre a lei do consumidor, que obriga que o rótulo ou a gôndola dos produtos avisem que aquele alimento é transgênico ou possui veneno.

Resultado: segundo os cientistas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), a cada ano, 500 mil brasileiros são acometidos por câncer, grande parte originário dos venenos dos alimentos. Quase metade destes brasileiros irá a óbito.

Em todos os países da Europa a pulverização aérea de veneno é proibida. Aqui no Brasil, porém, é a mais usada, causando todo tipo de consequência à natureza, aos rios e às pessoas. No ano passado, uma escola rural de Goiás foi atingida, causando problemas a centenas de crianças.

Na Holanda, por exemplo, já está proibido o uso do Glifosato, o mais usado no Brasil. Cientistas conseguiram comprovar que os agrotóxicos causam alterações genéticas e aumentam as probabilidades de contrair câncer, sofrer abortos espontâneos e nascimentos com malformações.

O Brasil consome 20% de todos os venenos do mundo, embora sejamos responsáveis por apenas 3% da produção agrícola mundial. João Pedro Stedile, membro da coordenação nacional do MST, sobre o uso de agrotóxicos

O Brasil, no entanto, caminha no sentido contrário da modernidade e da proteção da vida. Porque aqui, o lucro das empresas transnacionais e dos bancos que as financiam vem em primeiro lugar. E, ainda mais, o agronegócio tem hegemonia completa na mídia brasileira, que todo dia faz sua propaganda ideológica.

O Ministério da Agricultura, em vez de ser rigoroso no controle dos venenos, os libera – como é o caso do chamado D-4, proibido na maioria dos países. No Congresso Nacional, o agronegócio também tem hegemonia, com os deputados ruralistas se orgulhando desse modelo. Havia um deputado, líder ruralista, que defendia com entusiasmo o uso de agrotóxicos, alegando progresso e modernidade para agricultura. Deixou de fazê-lo. Há dois anos, Homero Pereira morreu de câncer no estômago.

A Esplanada dos Ministérios, por sua vez, justifica o apoio ao agronegócio pelo valor das exportações agrícolas, como se sustentassem nossa economia. Ledo engano. Nenhum país do mundo se desenvolveu exportando commodities agrícolas e minerais. Enquanto o agronegócio brasileiro representa 3% do comércio mundial agrícola, na Holanda, com seu “enorme” território, essa cifra é o dobro, porque compra nossas matérias-primas, as industrializa e revende a outros países.

Por essa realidade, que organismos internacionais, entidades de saúde pública e os movimentos camponeses de todo mundo declararam o dia 3 de dezembro como o Dia Mundial de Combate ao Uso de Agrotóxico.

Ajude a salvar vidas (inclusive a sua), vegetais, animais. Exija que o supermercado coloque no rótulo se tem ou não agrotóxico. Exija que o governo não permita, ao menos, os venenos já proibidos em outros países. E potencialize a fiscalização da Anvisa.

Cuide de sua saúde, e não se iluda com a cantilena do agronegócio e das empresas fabricantes de venenos, que somente querem o lucro, mesmo que para isso tenham que lhe enviar a um hospital.

FONTE: http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2014/12/03/lucro-de-empresas-e-bancos-esta-a-frente-da-seguranca-alimentar.htm

Telefônicas: lucra aqui, envia para lá

Por Milton Temer

lucro

A propaganda enganosa entope os canais de televisão. As teles privadas se disputam os incautos com promessas nunca cumpridas, e nunca cobradas pelos órgãos do governo que mais se preocupam de proteger seus privilégios do que em fiscalizá-las. Investimentos prometidos durante o processo de privatização, por conta da “concorrência”? Nem pensar. E a razão está aí, denunciada em matéria do insuspeito Globão. Não há investimento porque há uma deslavada e descontrolada remessa dos lucros obtidos no Brasil em direção à caixa das matrizes nos centros capitalistas do mundo. Fica a pergunta: o que faz esse governinho chinfrim para compensar tais perdas estratégicas? Nada. Está preocupado em manter boas relações com o empresariado, principalmente com os renhistes especuladores que controlam a política de juros sobre a qual se locupletam sem risco. Está preocupado com os quatro minutos de TV que seu cúmplice – PMDB – tem no horário eleitoral.

E ainda há petista histórico que acredita em Dilma como alternativa de fato a Aécio e Dudu campos, apesar da guinada que gerou esse patético neoPT? Francamente. 

Usando gíria da minha saudosa Vila Isabel, “tomem tenência. Se manquem”. E recuperem, com protestos concretos, a dignidade da legenda histórica do PT . Luta que Segue! porque a verdade não pode ser atropelada eternamente

FONTE: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=658669124169710&set=a.149176675118960.22513.100000798866786&type=1&theater

Roberto Henriques e a Auto Viação 1001: TAC é a solução?

Como não sou chegado a cometer injustiças, posto abaixo nota da Assessoria de Comunicação do Deputado Roberto Henriques que apareceu ontem no blog do Gustavo Matheus sobre o que estaria sendo feito para a elaboração de um Termo de Ajustamento de Condutas (TAC) com a “Auto Viação 1001”. Muito “legal”! Mas, se me permita o nobre parlamentar, a coisa precisa ir mais longe: é preciso quebrar este monopólio em nome dos interesses maiores da população fluminense. Mais simples do que isso, impossível!

Roberto Henriques cobra soluções concretas para resolver impasse da 1001

Por Gustavo Matheus 

O deputado estadual Roberto Henriques enviou ontem, dia 20, ao presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa (Alerj), o deputado estadual Marcelo Simão, um novo ofício esclarecendo alguns pontos sobre o edital da primeira reunião extraordinária, convocada pela Comissão de Transportes da Câmara, publicada em 19 de fevereiro de 2014. Dentre os temas elencados para a nova reunião estavam assuntos já abordados na audiência requerida por Henriques, em 11 de junho de 2013, para discutir as tarifas praticadas, estado de conservação da frota, horários e itinerários da Auto Viação 1001. O ofício tem como objetivo tentar agilizar a elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para atender às necessidades da população que utiliza transporte público intermunicipal.

“Durante a audiência de junho já ficou discutido, deliberado e definido os próximos passos a serem adotadas pela Comissão de Transportes da Alerj, a elaboração de um TAC. Está tudo descrito em ata. Precisamos de atos concretos e urgentes para atender as demandas da sociedade e não de novas reuniões”, afirmou o deputado estadual Roberto Henriques.

A audiência pública requerida pelo deputado estadual Roberto Henriques em junho de 2013 contou com a presença de representantes da empresa Auto Viação 1001, representantes do Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro-RJ) e sociedade civil organizada. Na ocasião foi discutido e decidido que seria proposta uma data, por intermédio da Comissão de Transportes da Alerj para a elaboração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para sanar os problemas constados em audiência como a melhoria na política de atendimento da empresa quanto a itinerários, manutenção da frota, higiene, observância de horários, dentro outros serviços. A revisão da prática tarifária definida pelo Dentro-RJ através de portaria publicada no Diário Oficial e executada pela empresa 1001 em suas respectivas linhas também compôs a pauta de reivindicações para o TAC. Segundo levantado em audiência pública pelos parlamentares, a empresa 1001 nos locais onde ela se faz única a tarifa praticada por quilômetro rodado está acima da praticada nos locais onde a empresa tem concorrência, podendo chegar ao dobro.

Preocupado com a demora para a elaboração do TAC e a postergação do sofrimento da população, o deputado estadual Roberto Henriques enviou dois ofícios pedindo maior rapidez para o presidente da comissão. O primeiro recebido em 21 de novembro de 2013 e o segundo em 11 de dezembro de 2013, ambos não receberam respostas do presidente.

“A população sofre com o descaso da empresa Auto Viação 1001. Não podemos postergar mais essa situação. O dever do deputado é fiscalizar e cobrar soluções concretas que atendam os anseios da sociedade. O TAC é a forma que mais atende as necessidades do caso. Acredito que meus colegas irão me ajudar nessa empreitada”, afirmou Henriques.

Ascom do deputado estadual Roberto Henriques

FONTE:http://fmanha.com.br/blogs/gustavomatheus/2014/02/21/roberto-henriques-cobra-solucoes-concretas-para-resolver-impasse-da-1001/