UFRJ alerta sobre ondas da pandemia de COVID-19 se sobrepondo

O Grupo de Trabalho para Enfrentamento da COVID-19 emitiu Nota Técnica que fala da necessidade de medidas urgentes

mascaraFoto: Artur Moês (CoordCom/UFRJ)

Por Assessoria de Imprensa da Reitoria

O Grupo de Trabalho para Enfrentamento da COVID-19 da UFRJ emitiu nesta segunda-feira, 30/11, nova Nota Técnica alertando para o aumento acelerado de casos da doença sem ter ocorrido o término da primeira onda. Os dados sugerem que há uma nova onda se sobrepondo à primeira, fato que torna o problema ainda mais grave e complexo, principalmente em virtude de aglomerações desnecessárias e declarações públicas de autoridades governamentais afirmando que não retrocederão nas medidas de flexibilização.

A Nota Técnica conclama os entes municipal, estadual e federal para uma ação unificada e a adoção de diversas medidas. Leia a íntegra do documento no arquivo abaixo.

Quem desejar ler a íntegra da Nota Técnica emitida pela UFRJ, basta clicar [Aqui!].

Ibama recusa proposta da Samarco e exige novo Plano de Recuperação Ambiental

nota técnica
Brasília (28/01/2016) – O Ibama encaminhou ofício nesta quarta-feira (27/01) à mineradora Samarco, responsável pela catástrofe provocada pelo rompimento de barragem em Mariana (MG), exigindo que a empresa apresente um novo Plano de Recuperação Ambiental da região afetada, com as complementações e atualizações necessárias.

Em 18/01, a Samarco, controlada pela Vale e pela BHP, protocolou na Superintendência do Ibama em Minas Gerais o Plano de Recuperação Ambiental, exigido por meio de notificação.

A equipe técnica responsável pela análise considerou que o levantamento dos impactos foi feito “de maneira genérica e superficial, sem considerar o imenso volume de informações produzidas e disponíveis até o momento”. As ações propostas foram classificadas como “pouco detalhadas e pouco fundamentadas do ponto de vista metodológico e científico”.

“O diagnóstico dos danos é extremamente superficial”, apontam os técnicos no documento. De acordo com a avaliação, a empresa “minimiza todos os impactos ambientais da ruptura da barragem”. “Em relação aos impactos sobre os organismos aquáticos, verifica-se a tendência a subestimar o problema, inclusive se omitindo completamente em relação ao volume e diversidade de peixes encontrados mortos ao longo da bacia do Rio Doce.”

A Nota Técnica produzida pelos analistas do Ibama ressalta que “a falta de prazos definidos impossibilita qualquer monitoramento das atividades a serem desenvolvidas por parte dos órgãos competentes”.

O prazo para entrega das complementações e atualizações exigidas é 17 de fevereiro.

Leia a Nota Técnica.

FONTE: Assessoria de Comunicação do Ibama,  imprensa@ibama.gov.br, (61) 3316-1015