Enquanto rola o Carnaval no Brasil, bolsas mundiais estão sambando

STOCK

Quando a maioria dos brasileiros voltam para a sua rotina na próxima 5a. feira é provável que ainda não se saiba bem os efeitos duradouros do verdadeiro massacre que as bolsas de ações estão sofrendo na Ásia e na Europa durante este início de semana.

As estimativas fornecidas pelo jornal britânico apontam para grandes quedas na bolsa de Tóquio e Londres, além da peculiaridade de que os bancos também estão vendo suas ações derreterem rapidamente (Aqui!). É que além do aumento dos calotes dos clientes, a disposição manifesta dos investidores tende a ser por ativos mais resistentes à crises, como o ouro.

A principal razão para mais este recuo nas bolsas é a perspectiva de que a economia mundial vá entrar em recessão, fato este que estaria sendo alimentado pelo recuo da economia chinesa e pela vertiginosa queda nos preços do petróleo. Ao que tudo indica, a economia mundial está dando sinais de que haverá uma repetição da crise de 2008 quando explodiu a crise das hipotecas nos EUA.

Diante deste quadro funesto é quase certo que vão crescer as pressões vindas principalmente do Fundo Monetário Internacional (FMI) para que o Brasil amplie a utilização de restrições aos direitos dos trabalhadores e amplie a liberalização dos fluxos de capital e a desnacionalização das empresas estatais.  Esta receita é sempre popular entre os neoliberais, mas sempre tende a ser ampliada nos momentos de crise das economias centrais, quando a ampliação da extração da mais valia nacional dos países periféricos é usada para manter o sistema em pé.

Assim, que ninguém se surpreenda se até antes das cinzas esfriarem, a presidente Dilma Rousseff não aparecer com “novidades” de cunho neoliberal para supostamente impedir que a crise se aprofunde no Brasil. A conferir!

Segunda feira do massacre: 414 bilhões de reais evaporaram só em Londres

bolsas

O dia é trágico para quem aposta na ciranda das bolsas de valores em todo o mundo, mas a Europa parece estar experimentando boa parte do massacre. É que o jornal inglês “The Guardian” acaba de informar que só a Bolsa de Londres viu evaporar a fabulosa quantia de 414 bilhões de reais como resultado direto da contaminação causada pelo desaquecimento da economia chinesa. 

Este é o pior dia das bolsas de valores em escala mundial desde a crise das hipotecas que balançou a economia dos EUA em 2008.

O problema aqui é que a causa inicial deste derretimento global é algo muito bem atrelado à economia real, qual seja, a diminuição do apetite chinês por commodities minerais e agrícolas. E esse impacto na economia real, especialmente de países como o Brasil, é que ainda deveria emergir nos próximos. É como diz aquela lei de Murphy… não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar. A ver!

Exame: Bovespa reduz queda a 3,4%, mas segue em níveis de 2009

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Bolsas

Bolsas: todas as ações da carteira teórica seguiam no vermelho

Paula Arend Laier, da REUTERS

São Paulo – O principal índice da Bovespa seguia nos níveis de meados de 2009 nesta segunda-feira, mas recuperava-se das mínimas da sessão, quando chegou a cair mais de 6 por cento, contaminado pelo pânico que tomou conta dos mercados globais por preocupações com a economia chinesa.

Às 12:38, horário de Brasília, o Ibovespa caía 3,32 por cento, a 44.201 pontos, tocando a mínima durante os negócios desde abril de 2009. No pior momento até esse horário, a queda foi de 6,5 por cento, a 42.749 pontos.

Todas as ações da carteira teórica seguiam no vermelho. O volume financeiro na bolsa somava 3,3 bilhões de reais.

Na China, o índice SSE, da bolsa de Xangai, perdeu 8,46 por cento, conforme medidas do governo da segunda maior economia do mundo para conter o declínio no mercado acionário e a desaceleração econômica não surtiam efeito.

Na Europa, o índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações do continente, fechou em queda de 5,39 por cento, segundo dados preliminares. Em Wall Street, o S&P 500 caía quase 3 por cento e o Nasdaq cedia 5,4 por cento, distanciando-se das mínimas.

“Todos os dados de atividade da economia chinesa apontam para uma desaceleração maior do que vem indicando o PIB (Produto Interno Bruto) oficial. E essa é a grande questão de fundo por trás dessa deterioração do mercado acionário”, disse o analista Marco Aurelio Barbosa, da CM Capital Markets.

A decisão chinesa de permitir que fundos de pensão administrados por governos locais invistam no mercado acionário pela primeira vez não trouxe alívio ao mercado. Conforme nota do Credit Suisse, havia expectativa de corte da taxa de depósito compulsório dos bancos chineses para estimular a economia, o que não aconteceu.[nL1N10Z0C4] Entre as commodities, o minério de ferro caiu 4 por cento na China e o petróleo perdia cerca de 4 por cento.

Em nota a clientes, Barbosa, da CM Capital Markets, escreveu que as medidas do governo chinês visam estancar o pânico entre investidores pessoas físicas e evitar o contágio da economia real pela perda de lastro para o consumo devido à redução da poupança.

“O que vem ocorrendo é que as medidas de ‘socorro’ à bolsa (chinesa) vêm afastando os poupadores e atraindo mais especulação. Há uma sensação de que o governo chinês está perdendo o controle da situação”, afirmou. O Credit Suisse destacou que o movimento recente do banco central da China de desvalorizar o iuan levou a um choque negativo no apetite de risco e, em caso de piora, poderia afetar negativamente também o crescimento global.

Na cena local, era visto como novo elemento de incerteza a decisão do vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, de pedir investigação das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, assim como o risco de saída do vice-presidente Michel Temer da articulação politica.

“Passado o ‘modo pânico’, a bolsa tende a reagir um pouco conforme os investidores começam a fazer contas”, disse o chefe da mesa de renda variável da corretora de um banco estrangeiro em São Paulo.

Destaques

VALE tinha queda entre 6 e 7 por cento para as ordinárias e as preferenciais de classe A, em meio aos temores sobre a China, uma vez que uma desaceleração mais forte naquele país tende a trazer impactos relevantes sobre o preço das commodities.

Os preços do minério de ferro na China recuaram nesta segunda-feira, com os contratos futuros atingindo limite diário de queda.

USIMINAS e CSN caíam 8,14 e 8,20 por cento, respectivamente, entre as maiores quedas do Ibovespa, também afetadas pelas apreensões ligadas à economia chinesa, com relatórios do Itaú BBA e do Credit Suisse negativos sobre o setor.

No caso do Itaú BBA, o analista abre sua análise afirmando que boas notícias para as siderúrgicas e mineradoras brasileiras são improváveis por ora. GERDAU, mesmo citada ainda como a preferida dos analistas, recuava quase 10 por cento.

PETROBRAS perdia perto de 6 por cento, tanto as preferenciais como as ordinárias, em meio ao declínio acentuado dos preços do petróleo no exterior.

ITAÚ UNIBANCO diminuía o declínio para 2,77 por cento e BRADESCO recuava 3,01 por cento.

TIM PARTICIPAÇÕES caía 4,86 por cento, também afetada pela notícia de que a TELEFÔNICA BRASIL não está mais disposta a fatiar a companhia controlada pela Telecom Italia e mira a Sky, do grupo AT&T, segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico nesta segunda-feira.

O Credit Suisse avaliou também que a notícia seja negativa para OI, que caía 8,33 por cento, pois uma potencial compra da empresa nao é mencionada, conforme nota a clientes. Para ver as maiores baixas do Ibovespa, clique em Para ver as maiores altas do Ibovespa, clique em (Edição de Cesar Bianconi)

FONTE: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/bovespa-reduz-queda-a-3-4-mas-segue-em-niveis-de-2009

MPF divulga documentos da ação bilionária contra Eike Batista

O MPF distribuiu documentos que contém os elementos da denúncia e do pedido de arresto contra Eike Batista por supostos crimes contra ordem financeira. Quem quiser conhecer o teor destes documentos é só clicar Aqui! e Aqui!.

Agora, eu fico pensando como ficam as viúvas do Eike Batista aqui no Norte Fluminense que faziam juras de amor e que prometiam não vender suas ações das empresas “X”. Será que ainda estão mantendo o discurso ou estão fingindo que nunca foram fãs do ex-bilionário? Uma coisa eu sei, quem não esquece de Eike Batista são as centenas de famílias de agricultores do V Distrito que tiveram suas terras expropriadas e que continuam sem a devida reparação por suas perdas.

Os problemas nas ex-empresas “X” continuam: ações da ENEVA (ex-MPX) caem abruptamente por problemas operacionais

Ainda que a mídia corporativa brasileira ainda não tenha noticiado, a Bloomberg nos informa que aa ações da ENEVA (ex- MPX) deram um belo mergulho ao longo da última semana, voltando aos tempos em que essa empresa, sob o comando do ex-bilionário Eike Batista, vivia dias bem difíceis. Os motivos do mergulho estão ligados à contínua incapacidade que a ENEVA herdou da MP(X) de fazer as suas plantas termelétricas funcionarem.

Como as ações da ENEVA perderam 45% do seu valor, num tendência contínua de queda, existem segundo a Bloomberg analistas que vêem a possibilidade real de que a empresa siga o mesmo destino de empresas que nasceram dentro do império de empresas “X” e tenha que pedir recuperação judicial. A razão para isto é muito simples: a ENEVA pode ficar sem dinheiro!

Como se vê, para se livrar a herança maldita de Eike Batista, é preciso mais do que tirar o “X” do nome. O problema é que essas dificuldades poderão obrigar o BNDES a ampliar o seu pacote de bondades para beneficiar também a ENEVA, como já fez com a ex-LL(X).

Eneva Plunges on Delayed Startup of Power Plant: Sao Paulo Mover

By Denyse Godoy and Julia Leite

Eneva SA (ENEV3), the Brazilian power generator controlled by EON SE and Eike Batista, plunged after a person with knowledge of the matter said the company is postponing the start of its Parnaiba 2 power plant.

The shares dropped an eighth day today, losing 5.6 percent to a five-year low of 1.85 reais at the close of trading in Sao Paulo. Volume was 3.5 times the three-month daily average. Today’s decline extended the loss this year to 38 percent.

The natural gas-fueled plant had been scheduled to begin operations by the end of March, said the person, who asked not to be identified because the delay hasn’t been publicly disclosed. The person said the company isn’t sure when the plant will go online.

The delay will force Eneva to buy electricity from other generators in Brazil’s North to meet its contractual obligations after spot prices surged because of a drought. That, combined with rising interest rates and cost overruns, prompted UBS AG analysts led by Lilyanna Yang to cut their rating on the stock to hold from buy.

“Eneva should soon run out of cash,” Yang, who also cut her 12-month price target by more than half to 2.50 reais from 7 reais, said in a report dated yesterday. Operational problems are coming “at the worst possible time.”

Eneva’s press office didn’t respond to phone calls and an e-mail today.

The stock is down 45 percent in the past month, the most among Sao Paulo’s 100 most-traded stocks. Eneva had plunged 72 percent in 2013 as investors speculated that the company might be dragged into a debt default along with other Batista companies.

Generating Capacity

The Rio de Janeiro-based company has said the plant would have a generating capacity of 517 megawatts and would boost revenue by 373.7 million reais ($156 million) a year.

In northern Brazil, Eneva expects wholesale-market prices to decrease on higher hydropower output, the person said. Dam reservoir levels in the north are at 75 percent, the highest among the country’s four regions, according to a statement on the website of the country’s grid operator.

Eneva’s output capacity is 2.4 gigawatts currently. The company announced yesterday that it got authorization from Brazil’s power regulator, known as Aneel, to start operations of the second generation unit at the Parnaiba 3 plant.

To contact the reporters on this story: Denyse Godoy in Sao Paulo at dgodoy2@bloomberg.net; Julia Leite in New York at jleite3@bloomberg.net

To contact the editor responsible for this story: Brendan Walsh at bwalsh8@bloomberg.net

FONTE: http://www.bloomberg.com/news/2014-02-19/eneva-said-to-postpone-startup-of-gas-power-plant-beyond-march.html

Brasil 247: Malan e Ellen se calam sobre seus papéis na OGX

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Com remuneração de R$ 1,7 milhão anuais, ex-ministro da Fazenda foi o grande medalhão do Conselho de Administração da OGX entre junho de 2008 e julho de 2013; ex-presidente do STF entrou depois, mas saiu junto; hoje Pedro Malan integra a alta diretoria do Banco Itaú, enquanto Ellen Grace estuda convites para ser candidata às eleições de outubro; mas acionistas minoritários da holding de Eike Batista, cujas ações viraram pó, não estão tão felizes quanto eles; na Justiça, entraram com ação por ressarcimento de prejuízos contra Malan, Eike e a Comissão de Valores Mobiliários; ex-ministro tucano diz não ter nada a declarar; será mesmo?

247 – Entre junho de 2008 e julho de 2013, período em as ações da holding de Eike Batista, a OGX, saíram do ostracismo, ganharam credibilidade, conheceram a glória e, finalmente, viraram pó, um nome de peso fazia parte do seu Conselho de Administração. À vista de todos, como um medalhão na vitrine, aparecia Pedro Sampaio Malan, o mais longevo ministro da Fazenda do Brasil (1995-2002), nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique.

Chega a ser natural que, agora, acionista minoritários da OGX tenha entrada com uma ação de prejuízos materiais e morais não apenas contra Malan, mas também contra Eike e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cujas investigações sobre o que de fato aconteceu nas entranhas da quebra da OGX não são de conhecimento do público até agora.

Com um nada a declarar, Malan já procura se esquivar do caso, mas, para uma figura da sua dimensão, será difícil. O ex-ministro é um simbolo intocável do que melhor os tucanos produziram entre seus quadros econômicos. E justo ele, quase um santo entre seus colegas, se envolve, ainda que de camarote, como lhe cai bem, nesse caso vexaminoso. Sabe-se que a remuneração anual de um conselheiro de administração da OGX era de R$ 1,7 mihão.

Os minoritários alegam que um nome da expressão de Malan atrai acionistas para o negócio. É correto acreditar que, se um homem com a imagem dele, atual membro da alta diretoria do banco Itaú Unibanco, faz parte de um Conselho de Administração, lá é que a gestão deve mesmo ser limpa e cristalina. Uma garantia.

Mas não foi o que aconteceu. Quando os papéis da OGX estavam no chão, valando menos de R$ 1 depois terem experimentado cotação superior a R$ 23, Malan, acompanhado da ex-presidente do STF Ellen Grace e do ex-ministro das Minas e Energia Rodolpho Tourinho, fechou sua pasta e foi embora. O anúncio da saída deles do conselho da OGX, em julho de 2013, se deu de forma conjunta. Àquela altura, milhares de acionistas minoritários tinham perdido tudo o que haviam investido na companhia tão bem aquinhoada de nomes importantes da nossa sociedade.

Hoje soa ter sido uma estratégia de Eike Batista, que vivia criando fatos relevantes para inflar suas ações, reunir tanta gente famosa à sua volta a mesa principal da OGX. Mas isso não isenta de responsabilidade esses mesmos que lá estavam, cientes de informações estratégicas, se omitirem diante do caos anunciado. É o que alegam os minoritários que agora pedem a responsabilização de Malan, Eike e da CVM na quebra.

Enquanto Malan se vê incomodado – o que, é claro, ele detesta -, Ellen vive outra realidade. Há notas nos jornais informando que ela é cotada para concorrer ao governo do Rio de Janeiro pelo PSDB, que ficou se nome depois que o técnico Bernardino recusou a missão. Se não der certo, Ellen também aparece cotada, noutras fofocas políticas, para até mesmo ser  candidata a vice na chapa de Aécio Neves. Ela também avisa que nada tem a declarar sobre a OGX enquanto durarem as investigações da CVM.

No mesmo silêncio, destinos até aqui opostos no escândalo da quebra da OGX.

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/economia/127790/Malan-e-Ellen-se-calam-sobre-seus-pap%C3%A9is-na-OGX.htm

Bloomberg diz que ações da OSX foram embargadas pela Acciona

A Bloomberg acaba de publicar uma matéria dando dados adicionais sobre a decisão da justiça da Holanda de embargar ações da OS(X) para honrar dívidas contraídas com a empresa espanhola Acciona na construção do estaleiro no Porto do Açu. É interessante lembrar que o “embargo” das ações da OSX Leasing só foi capaz porque Eike Batista deixou essa empresa fora do processo de recuperação judicial que abarca outras empresas do seu combalido império de empresas pré-operacionais.

Para quem na época não entendeu porque a Acciona continuou pagando o salário de trabalhadores que sequer sabiam o caminho do Porto do Açu, agora a resposta está dada. Os espanhóis receberam um esperar um pouco e pegaram Eike Batista na curva.

Esse é um perfeito exemplo de como não existem bobos no jogo das grandes corporações. Aliás, o único bobo é aquele que se julga o único esperto. E nesse caso envolvendo a OS(X) e a Acciona, já deve estar claro quem foi o bobo e quem foi o esperto. Olé!

Batista Oil Vessel Unit Stock Embargoed by Acciona

By Juan Pablo Spinetto and Blake Schmidt

Shares in Eike Batista’s oil platform leasing unit are being embargoed at the request of Acciona SA (ANA) as the Spanish power generator seeks to secure payment from the former billionaire’s shipbuilder, Acciona said.

A judge in the Netherlands granted a petition to hold the shares of OSX Brasil SA (OSXB3)’s leasing unit, Madrid-based Acciona said in an e-mailed response to questions after the ruling was reported by Veja columnist Lauro Jardim. OSX, based in Rio de Janeiro, didn’t reply to requests for comment to its press office. Acciona didn’t provide details of the legal case.

Batista’s leasing unit, which was left out of OSX’s bankruptcy protection request, owns the OSX-3 offshore oil-processing vessel built by Tokyo-based Modec Inc. (6269) and used as collateral for $500 million of OSX bonds due 2015. The defaulted bonds jumped 4.3 cents this year to 89.5 cents on the dollar on Jan. 17 partly because of expectation foreclosure of the vessel will allow creditors to get their money back.

“It’s a second bid on the money,” said Rafael Fritsch, chief investment officer at JGP Credito in Rio de Janeiro. Acciona “is hoping for any excess value after bondholders and banks,” he said. “In theory, there should be excess value.”

Shares of OSX, which have plummeted 92 percent in a year, were unchanged at 77 centavos at 1:45 p.m. in Sao Paulo.

The seizure of the company’s leasing unit could further disrupt the company’s business plan, Fritsch said.

OSX defaulted on $11.56 million of interest payments on the bond due Dec. 20.

To contact the reporters on this story: Juan Pablo Spinetto in Rio de Janeiro atjspinetto@bloomberg.net; Blake Schmidt in Sao Paulo at bschmidt16@bloomberg.net

To contact the editor responsible for this story: James Attwood at jattwood3@bloomberg.net

FONTE: http://www.bloomberg.com/news/2014-01-20/batista-oil-vessel-unit-stock-embargoed-by-acciona.html

Minoritários da OGX vão à Justiça contra Eike, seu pai e CVM e prometem novas ações

eliezer

SÃO PAULO – Os problemas para Eike Batista parecem estar longe de acabar. Em meio à negociação com credores internacionais e com a recuperação judicial da OGX Petróleo (OGX P3) e da OSX Brasil (OSX B3), acionistas minoritários informaram que iniciarão uma série de ações judiciais contra a petroleira, sendo que a primeira foi encaminhada na véspera à Justiça Federal do Rio de Janeiro.

O grupo que entrou na última quinta-feira com a ação é formado por quatro investidores, que buscam recuperação de danos por fraudes e manipulação do mercado, além de afirmarem que houve violação da lei das SAs. Além de Eike Batista, a ação também envolve o pai do empresário e vice-presidente do conselho de administração da companhia, Eliezer Batista e a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

O pai de Eike foi incluído no processo por integrar o conselho de administração, segundo um dos autores da ação ouvido pela Folha de S. Paulo, enquanto a CVM é processada porque os minoritários consideraram que houve omissão. Um grupo de minoritários da OGX, liderados por Jorge Lobo, deve entrar com novas ações.

FONTE: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3091751/minoritarios-ogx-vao-justica-contra-eike-seu-pai-cvm-prometem