Pezão vai visitar a UENF? O convite público da ADUENF foi lançado!

Tenho informações seguras de que o atual (des) governador do Rio de Janeiro quer visitar o campus da UENF nesta 6a. feira. Além disso, recebi a informação de que a reitoria da instituição já foi até contactada pelo cerimonial do Palácio Guanabara para tratar dessa suposta visita. Tal contato pode explicar parcialmente o prazo dado pelo secretário em exercício da pasta de Ciência e Tecnologia, Alexandre Vieira, para que a greve dos professores fosse encerrada até o dia 06 de Junho.

Mas apesar dos professores não terem se curvado a essa exigência absurda e anti-democrática, o (des) governador Pezão tem agora uma chance de ouro para vir na UENF e começar a resolver com a ADUENF, sindicato que é o único organismo a poder falar em nome dos interesses salariais dos professores, um final positivo para toda a crise instalada pela intransigência de seu próprio governo em tratar de forma correta a grave crise salarial que solapa o projeto criado por Darcy Ribeiro. É que hoje (o5/06), o Comando de Greve lançou um convite público a Pezão para que ele aproveite seu “tour de grace” (ou tour de inaugurações?) pelo Norte Fluminense e visite a sede da ADUENF para se reunir com os professores da UENF (Aqui!).

Agora vamos ver como reage o cerimonial do Palácio Guanabara a esse convite público. Se resolver continuar a ignorar a ADUENF, é provável que Pezão possa até visitar a UENF, mas não será para realizar um “tour de grace“. Aliás, o mais provável é que ocorra justamente o contrário. Afinal, os professores da UENF são doutores e muito bem educados. Mas até para eles, paciência tem limite!

Jornal do Brasil faz ampla matéria sobre greve na UENF

Professores, funcionários e alunos da UENF pedem melhorias

Jornal do Brasil
Professores e estudantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) realizaram nesta terça-feira (27) um protesto nas cidades de São Fidélis e Itaocara, no Norte fluminense. Nesta quarta (28) aconteceu uma audiência na Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), encerrando as discussões sobre o Plano estadual de educação.

O presidente da Associação dos Docentes da Uenf (Aduenf), Luis Passoni, disse que a principal questão discutida foram os 6% obrigatórios da receita estadual investida no ensino superior “O grande debate foi o financiamento das universidades que passa pela constituição do estado e o governo vem desrespeitando os 6%. O estado mal aplica 1%, por isso que falta infraestrutura, existe má remuneração, impossibilidade de contratar novos profissionais , não tem nem candidato para os concursos”, denuncia Passoni.

Segundo a assessoria da Alerj, as reivindicações dos professores serão encaminhadas para o governador e será convocada uma nova reunião, onde será pedida a presença das reitorias, sindicatos e do executivo. Foi mencionada a questão das reivindicações estudantis que também entrarão na pauta.

Os professores da UENF estão em greve há mais de dois meses, e buscam especialmente corrigir perdas salariais e resolver a questão da dedicação exclusiva. A Uenf tem 100% de seus doutores dedicados exclusivamente a função de professor, porém, eles não ganham a porcentagem relativa a isso que profissionais de outras universidades estaduais ganham.

Os professores querem o pagamento dos 65% que correspondem ao regime exclusivo e reposição de 86,7% das perdas salariais que acontece desde 1999. Segundo o assessor da Aduenf, as negociações estão acontecendo há três anos mas nenhum acordo foi cumprido. “O governo até agora, finalizou uma pequena reposição de 35 a 39%, mas não apresentou um documento oficial, tudo é negociação informal. Os professores chegaram a suspender a greve por 15 dias a para formalizar isso e enviar para a Alerj a proposta, mas nada aconteceu”, comentou.

“O nosso principal problema é o governo não repassar essas propostas para a Alerj votar. Em junho do ano passado, o governo prometia para setembro repassar a proposta e foram mudando os prazos, até que em março entramos em greve. Depois disso, o Secretario de Ciência e Tecnologia [Tande Vieira] disse que se encerrássemos  a greve, iria repassar a proposta. Mas não fez isso. Isso mostra a completa incapacidade do governo em cumprir seus próprios prazos, e aí retomamos a paralisação”, comenta Passoni.

Além dos professores, os técnicos administrativos  aderiram à greve. Os alunos também tem suas próprias reivindicações. Num vídeo postado no Youtube, o estudante Braullio Fontes da coordenação do DCE/UENF, explica a situação dos estudantes e suas propostas. Eles querem aumento das bolsas auxílio, um restaurante universitário e alojamento estudantil. Os estudantes estão ocupando diversas áreas da Universidade, como forma de pressionar a direção, que como Braullio diz no vídeo, se recusa a receber os estudantes. “Nós conseguimos só promessas da reitoria. Promessas de aumento das bolsas e de funcionamento do restaurante universitário. A reitoria ignorou a nossa demanda por moradia, então começamos um processo de ocupação.

Os estudantes estão acampando em diversos locais da universidade e reclamam que a reitoria não cumpre sua parte em aceitar os projetos e direcioná-lo para o governo do estado. Estamos ocupando o um pavilhão de sala de aula, que não tem função, está inaugurado a oito meses mas ainda não está sendo utilizado. Comporta 90 estudantes, e quando fomos ocupar esse espaço ocupamos ameaça da reitoria,de jubilamento de sindicância interna, e reintegração de posse”, denuncia Braullio.

A Reitoria respondeu que considera justos todos os pleitos dos estudantes (auxílio-moradia, funcionamento do restaurante universitário e aumento das bolsas auxílio-cota) e está dando encaminhamento a todos eles. “A proposta de auxílio-moradia, discutida com a participação do Diretório Central dos Estudantes (DCE), foi aprovada ontem no Colegiado Executivo (COLEX) e neste momento está sendo analisada pela Assessoria Jurídica da Universidade. Em seguida, deverá ser encaminhada ao Conselho Universitário (CONSUNI). Se aprovada, deverá ser encaminhada ao Governo para que seja feita a dotação orçamentária”, esclareceu em nota a assessoria da universidade.

Ainda segundo a nota, o Restaurante Universitário será colocado em funcionamento a partir do 2º semestre letivo de 2014 e os valores das bolsas de auxílio-cota serão aumentados para R$ 400 a partir do retorno das aulas.

Sobre as ocupações dos estudantes dentro do campus, a reitoria disse  que viu com surpresa a decisão dos estudantes, porque os encaminhamentos para melhorias estão sendo feitos. “Sobre o caso do Centro de Convivência e do Pavilhão de Aulas (P-10), há que se observar que a construção foi o resultado de uma longa luta para a ampliação das salas de aula da UENF e que o prédio não foi planejado e não tem segurança para atender à função de moradia estudantil, uma vez que foi construído exclusivamente para abrigar salas de aula. Sua inauguração ainda não pôde ser concretizada porque o P-10 aguarda a complementação da infraestrutura e o imobiliário necessário para o seu funcionamento” consta numa nota no site da instituição.

*Do programa de estágio do JB

FONTE: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/05/28/professores-funcionarios-e-alunos-da-uenf-pedem-melhorias/

Na UENF entre o sonho e o pesadelo, a raiz dos problemas é o autismo institucional da reitoria

Hoje no melhor estilo “Martin Luther King” amanheci querendo dizer que eu tive um sonho. Nesse sonho eu abria minha conta de correio eletrônico no servidor da UENF e todas as costumeiras dezenas de spams teriam sumido, e eu já podia novamente enviar e-mails para dezenas (ou seriam centenas?) de endereços para o qual não posso fazer por muito tempo. Nesse sonho também chegaria na UENF acessaria a rede wireless automaticamente, e a velocidade da rede seria 10 vezes superior ao que eu tenho em casa, e não o contrário.  Também teve uma parte nesse sonho para a interligação em rede daquelas fabulosas TVs de custo questionável e, sim, eu poderia finalmente assistir ao CANAL UENF que nos foi prometido pelos que venceram as eleições para a reitoria em 2011.
Bom, agora que eu acordei e a avassaladora realidade se impõe, eis que eu me ponho a perguntar porque os critérios para questionar as ações decididas democraticamente nas assembleias da ADUENF são tão duramente questionadas por próceres neste reitoria que, no entanto, não se dão ao trabalho para apresentar soluções para problemas básicos como os delineados no parágrafo acima. Um dos problemas é que o fenômeno que eu denomino de “autismo institucional” serve como um isolante da realidade, e tudo que acontece de ruim é jogada nas costas de um fictícia “oposição”. Aliás, tivesse essa universidade uma oposição real, muitas das coisas que hoje funcionam aquém do minimamente aceitável talvez já tivessem tido um tratamento compatível por parte de quem ganha gratificações para resolvê-las. Outro problema é que tem gente que acha que a UENF começou quando elas chegaram na instituição, e que tudo o que existiu antes sequer aconteceu. Ai temos o resultado que ai está, onde coisas que até funcionavam precariamente (mas funcionavam) agora estão no ponto da insolvência. E tudo isso é culpa da “oposição”, é claro!
No que tange aos encaminhamentos dados pelo Comando de Greve, ai se vê justamente a outra face, aquela onde aqueles que não dão respostas mínimas ao que são gratificados para fazer, aparecem para apontar o dedo acusador, sem se dar ao trabalho de sequer comparecer a uma mísera reunião ou de se engajar numa mísera atividade das muitas que estão sendo realizadas. E, pior, não se dão ao trabalho de sequer ler os múltiplos informes que são disponibilizados pelo Comando de Greve para informar o que está sendo feito para levar a cabo as decisões que são tomadas no fórum máximo do nosso sindicato que são as assembleias. Assim se em vez de aparecerem só naqueles dias em que pensam poderão votar o final da greve, essas pessoas se dessem ao trabalho de contribuir com a consolidação das ações coletivas, talvez entendessem um pouco qual é o significado do que está sendo feito.
Mas eu pessoalmente compartilho a opinião de muitos professores de que determinadas figuras estão aqui para implantar o lema do Abelardo Chacrinha Barbosa do “não vim aqui para explicar, mas para confundir”, creio que temos mais é que nos concentrar nas ações em que podemos nos inserir para aumentar a pressão sobre o (des) governo Pezão. Amanhã estará nos visitando  deputado Comte Bittencourt e na segunda, a deputada Janira Rocha. Ambos os deputados são nossos aliados dentro da Alerj e é importante recebê-los bem. Depois disso ainda teremos novas idas até o Rio de Janeiro para participar das negociações em curso na Alerj para garantir o máximo de ganho que possamos conseguir lá, especialmente no chamado Colégio de Líderes.
Finalmente, aos que acusam a ADUENF como eventual causadora de um ganho de 0% na atual greve, gostaria de lembrar que ao longo dos últimos anos incontáveis informes via a ASCOM de que a reitoria estava em negociações avançadas com o (des) governo do Rio de Janeiro para conseguir ganhos salariais. E agora eu pergunto: onde estão os frutos dessas promessas? Tomaram DORIL? Mas como bem disse um colega ontem…. devem ter tomado REITORIL! Aliás, além de REITORIL, devem ter tomado PROREITORIL, DIRETORIL e PREFEITORIL. Afinal, ganhos salariais que seria bom, o que a reitoria fez foi atrapalhar e dividir.
E deixe-me voltar ao webmail da UENF e deletar mais alguns SPAMs que devem ter se acumulado na minha caixa de entrada desde  momento que eu comecei a escrever esta singela postagem.

Blog da Aduenf: Jornal da Ciência da SBPC publica carta da ADUENF ao governo do Rio de Janeiro

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O Jornal da Ciência que é um veículo da comunicação da Sociedade Brasileira o Progresso da Ciência (SBPC) publicou hoje uma carta aberta da ADUENF ao governo do Rio de Janeiro onde são solicitadas providências concretas para resolver imediatamente os problemas que hoje afligem a UENF.

Abaixo segue o texto como publicado pelo Jornal da Ciência.

Carta Aberta às Autoridades Governamentais do Estado do Rio de Janeiro

Documento é de autoria da Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense e manifesta preocupação com momento delicado da UENF

Íntegra da Carta:

A Associação de Docentes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (ADUENF) vem por meio desta. Manifestar sua preocupação e solicitar a atenção das autoridades do Estado do Rio de Janeiro em relação ao momento delicado pelo qual passa a nossa UENF. Não obstante os expressivos resultados da UENF em consecutivas avaliações realizadas pelo MEC e outros órgãos, que apontam como a Melhor universidade do Estado do Rio de Janeiro e uma das 15 melhores Universidades do País, os docentes da UENF têm visto suas remunerações serem corroídas a ponto de atualmente receberem o pior salário do Brasil entre docentes de instituição de ensino superior. Após três anos de tentativas frustradas de negociação com o governo do Estado, os docentes da UENF se encontram em greve desde 12/03/2014, reivindicando justas melhorias salariais, inclusive pagamento do regime de Dedicação Exclusiva, que abrange a totalidade do quadro docente.

Em 21 anos de existência, a UENF se consolidou como uma instituição de destaque no cenário acadêmico fato que pode ser comprovado pelos sucessivos êxitos na obtenção de apoios junto a agências de fomento de âmbito estadual (FAPERJ) e Federal (CNPq, CAPES, FINEP), bem como órgãos internacionais, através de convênios e acordos diversos com Universidades e outras Instituições estrangeiras. A pesquisa e a pós-graduação da UENF encontram-se bastante consolidadas, com Programas de Pós-Graduação bem avaliados junto a CAPES, apoiados na existência de 77 bolsistas de Produtividade em Pesquisa do CNPq – o que representa cerca de 27% dos docentes da instituição. Produtos gerados pela UENF vão muito além das divisas do Estado do Rio de Janeiro, e a parceria com instituições privadas também contribuem para a sólida trajetória de sucesso da nossa Universidade. A UENF é, pois, motivo de orgulho, sobretudo para o povo fluminense, e merece ser tratada com todo o respeito por seus governantes. A manutenção de seu corpo docente altamente qualificado, com 100% de Doutores em Regime de Dedicação Exclusiva – tendo sido a UENF a primeira instituição no país com este perfil desde a sua criação em 1993 – deve ser encarada como prioridade pelo Estado, incluindo o pagamento de salários dignos compatíveis com a atividade que exercem.

Para que possamos continuar o nosso trabalho, em prol do ensino, da pesquisa e do desenvolvimento da ciência e de tecnologias, precisamos do apoio das lideranças do Estado do Rio de Janeiro e também do país, para que o Governo do Estado reconheça a importância e valorize a nossa UENF, abandonem o discurso e as promessas vãs e tomem atitudes concretas para que a normalidade institucional seja retomada o mais breve possível.

 (ADUENF)

FONTE: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=93361

Greve da UENF é explicada em estilo rápido e direto em vídeo com presidente da associação de docentes

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Vista de fora, a greve geral que assola a UENF desde 12 de março pode parecer difícil de entender. Agora, a ADUENF acaba de produzir um vídeo de 1 minuto e 22 segundos em que seu presidente explica de forma rápida e didática os últimos acontecimentos da greve, e aproveita para exigir que o (des) governo do Rio de Janeiro trate a UENF com respeito, coisa que foi escassa ao longo dos 7 anos e 5 meses em que Cabral e Pezão comandam o leme da nau desgovernada em que se transformou o governo do Rio de Janeiro.

 

Do Blog da Aduenf: Lindbergh Farias vai ao encontro dos grevistas da UENF

Senador Lindbergh Farias terá reunião esta tarde na sede social da ADUENF

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OComando de Greve daADUENF vem informar a comunidade universitária daUENF que o SenadorLindbergh Farias (PT) estará nesta sexta-feira (09/05) na sede cultural a partir das 15:00 horas.

 O objetivo desta visita é dar uma oportunidade de que possamos expor ao Senador Lindbergh a situação por que passa a UENF neste momento, e a necessidade que temos do mais amplo apoio político à nossa luta.

 Todos estão convidados para participar desta importante reunião!

COMANDO DE GREVE

FONTE: http://aduenf.blogspot.de/2014/05/senador-lindberg-farias-tera-reuniao.html

 

 

Presidente da ADUENF faz pronunciamento sobre a greve dos professores da UENF

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Em greve desde o dia 12/03, os professores da UENF esperam com paciência e múltiplas atividades que o (des) governo liderado por Luiz Fernando Pezão saia de sua indiferença olímpica e envie logo o projeto de lei para corrigir os salários praticados na instituição, e que hoje alcançaram o lamentável posto de piores do Brasil.

Abaixo posto vídeo produzido pela Associação de Docentes da UENF para explicar as razões do movimento de greve.

Professores da UENF e o Primeiro de Maio: Pezão, deixa a gente trabalhar!

Após 46 dias de greve e se aproximando das celebrações do Dia do Trabalhador, os professores da UENF decidiram comemorar com humor o contínuo descaso a que estão sendo submetidos pelo (des) governo do Rio de Janeiro, agora (des) comandado pelo impoluto Luiz Fernando Pezão. 

O que mais me impressiona (será que deveria?) é ver a cara-de-pau com que o (des) governador Pezão vem a público na entrevista concedida no Programa Panorama Continental condicionar a realização de uma audiência com o reitor da UENF ao fim da greve geral que hoje paralisa as atividades na instituição. Algum assessor menos desavisado deveria lembrar ao Sr. Pezão que já no longínquo mês de setembro de 2013, ele se comprometeu com uma delegação da ADUENF a resolver os problemas afligindo os professores em sete dias. Assim, sete meses depois vir com a mesma ladainha de sempre é, no mínimo, um completo descaso.

É por esse tipo de postura inconsequente do (des) governo do Rio de Janeiro que os professores da UENF estarão celebrando o Primeiro de Maio com o lema “Pezão, deixa a gente trabalhar”!

Eu acrescentaria: Pezão, você precisa começar a trabalhar mais, e fazer menos campanha eleitoral!

(Des) governador Pezão falará hoje sobre a greve na UENF na Rádio Continental de Campos

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Recebi a informação de que o (des) governador Luiz Fernando Pezão será entrevistado nesta segunda-feira no programa Panorama Continental que é transmitido pela Rádio Continental de Campos, e que ele será perguntado sobre a greve na UENF!

Para acessar  o site online da Rádio Continental de Campos basta ir para o endereço http://www.radiocontinentalam.com.br/.

Ah! O programa que vai ao ar a partir das 10 horas recebe perguntas para o entrevistado ao vivo!

Eu particularmente espero que quando perguntado, o Sr. Pezão não esqueça que foi comunicado dos problemas salariais da UENF numa reunião realizada em setembro de 2013, quando se coomprometeu a oferecer uma solução após o transcurso de 7 dias. Sete meses depois, a greve continua sem perspectivas de solução.

E então Pezão, vai ajoelhar?

Imerso em problemas, Pezão ignora greve na UENF

A greve iniciada pelos professores da UENF em 12 de março continua sem qualquer perspectiva de solução por parte do novo (velho) governo do Rio de Janeiro. Essa é uma situação curiosa, pois em todos os contatos que são feitos na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, seja na base do governo ou na oposição, a crise salarial existente na UENF é vista como de solução pacífica, faltando apenas que o executivo envie o projeto de lei.

Mas passados mais de 40 dias desde o início da greve geral que engloba todos os setores da UENF, não há nem sinal de que uma proposta está para ser enviada, o que prolonga a greve de forma quase inercial.

Essa postura do (des) governo estadual acaba contribuindo para um esgarçamento de relações e deixa a reitoria da UENF numa posição de “sitting duck”, o que em bom português significa dizer que os dirigentes institucionais, visto como impotentes e incompetentes, amargam boa parte d desgaste causado pela falta de soluções. Mas quem é quem mandou que os dirigentes institucionais se comportassem como agentes do (des) governo estadual? Estão colhendo apenas os frutos amargos de sua própria política de subserviência ao executivo estadual!

Agora no que interessa aos sindicatos, a disposição para manter a greve continua firme e forte. Tanto isto é verdade que hoje o campus da UENF foi novamente lacrado pela manhã, deixando o campus literalmente vazio. Se isso não simboliza o descaso de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão com o destino das universidades estaduais, eu não sei que simbolizaria.

Depois os apoiadores do (des) governo estadual não me venham dizer que essa é uma greve eleitoreira, ou se sintam perseguidos se Pezão tiver que assistir de longe candidatos como Lindbergh Farias e Anthony Garotinho sendo recebidos para apresentarem seus programas de governo para a comunidade da UENF. 

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