A campanha presidencial e o gosto amargo da derrota na boca dos “neocons”

Como alguém que já declarou que não votará em nenhum dos dois candidatos que sobraram na corrida presidencial por razões das mais variadas, eu tenho que dizer que estou achando divertido ver a virada de Dilma Rousseff nas últimas pesquisas eleitorais. Não porque isso vá me fazer mudar de ideia, mas porque alguns Aecistas locais devem estar precisando tomar calmantes. É que depois de contar a vitória do dublê de empresário do setor radiofônico e playboy que foge do bafômetro como favas contadas, agora esses neocons estão sentindo o gosto amargo da derrota se aprofundar em suas bocas e entranhas. E naquela parte da mídia corporativa que, depois de mamar nas tetas gordas das verbas publicitárias federais, apostou em Aécio “Never !”, o pânico da revanche de Dilma deve estar assombrando até os mais calmos dos “empresários”

Mas a sensação que se apossa deste tipo de figura foi para mim é indiferente. Mas não posso deixar de lembrar de um frase lapidar que alguém escreveu faz alguns dias no Facebook. Segundo este gênio das frases, não há como discutir o Bolsa Família com aqueles que ainda não se conformaram com a abolição da escravatura.  E não é?