Enquanto se acompanha as consequências do TsuLama, muitos moradores em cidades de próximas de áreas de mineração em Minas Gerais ficam se perguntando sobre onde e quando eclodirá a próxima ruptura das gigantes barragens de rejeitos de mineração que empresas como a Vale possuem em diferentes partes do território mineiro.
Abaixo segue uma contribuição de um leitor deste blog que reside na cidade de Araxá, onde a a Vale (sempre ela!) e a CBMM possuem lagoas de rejeitos que de tão próximas da área urbana poderão varrer a cidade do mapa.
E como já transpirou que mais de duas dezenas destas barragens se encontram em estado crítico, não posso deixar de achar que o desassossego deste leitor é mais do que justo.
Será Araxá a próxima vítima das barragens de mineração?
Ver esse lamaçal todo correndo em direção ao mar assusta. O pior que em minha cidade (Araxá (MG) as mineradoras bem são bem próximas à área urbana onde elas têm barragens. O pior é sequer temos rios e/ou riachos de grandes proporções que possam levar o rejeito todo em caso de um acidente. Embora as empresas (a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e Vale) assegurem que está tudo sob controle.

Por conseguinte isso afetaria o perímetro da própria cidade, conforme se vê acima pela foto da mina de uma delas (CBMM), onde o círculo mostra a proporcionalidade da área de exploração em relação a área urbana.