Alô Postura Municipal: é preciso disciplinar funcionamento de supermercados e atacadões para diminuir risco da pandemia da COVID-19

supermercados

Apesar de ter reduzido bastante a minha ida a supermercados em geral, as poucas vezes em que fui na última semana notei um cenário desolador em termos de prevenção para a difusão da COVID-19 nos estabelecimentos visitados.

Entre outros problemas notei

  • a falta de distanciamento correto entre clientes e trabalhadores;
  • inexistência de medidas de proteção para o pessoal que trabalha na área dos caixas;
  • ausência de marcações de chão para que se respeite a distância mínima entre as filas nas filas;
  • falta de material de higienização da área em que as mercadorias são depositadas para serem pagas. e
  • inexistência de pias na porta de entrada com o oferecimento de detergentes líquidos para os clientes realizarem o asseio pré-entrada no estabelecimento.

Aqui a situação é simples: ou a postura municipal age para corrigir esses problemas em todos os estabelecimentos de médio e grande porte ou veremos esses locais sendo transformados em pontos de disseminação da pandemia da COVID-19 em Campos dos Goytacazes.

Antes que alguém diga que essas medidas são inviáveis de serem aplicadas ao mesmo tempo, sugiro uma visita ao “Big” (sucessor do Wall Mart) onde todas as medidas assinaladas estavam sendo adotadas no dia em que visitei o estabelecimento.

E antes que me esqueça, o Mercado Municipal (sob responsabilidade primária da PMCG) não é exceção. Aliás, muito pelo contrário.

Com a palavra, o governo do jovem prefeito Rafael Diniz. Afinal, quem foi tão hábil para coibir em passado recente as atividades de camelôs e pequenos comerciantes não terá dificuldade de agir em grandes estabelecimentos, não é?

Secretários de Rafael Diniz que pulam do barco em hora crítica por causa das eleições não merecem voto dos campistas

barco rafael

Apesar de todos os pesares, considero que o jovem prefeito Rafael Diniz (Cidadania) vem manejando acima do seu padrão usual de ineficiência os riscos postos sobre a cidade de Campos dos Goytacazes pela pandemia causada pela COVID-19.  Em interlocução com vários amigos inclusive notei que mantido um número baixo de mortes por causa do coronavírus, Rafael Diniz poderia até se puxar usando os próprios cabelos do pântano que é o seu governo, podendo ainda pleitear a renovação do seu mandato.

Eis que acabo de ler no site “Tribuna do Norte Fluminense” que diversos secretários municipais, a começar pelo secretário municipal de Saúde (!!!), Abdu Neme e pelo superintendente do Hospital Geral de Guarus, Dante Pinto Lucaspediram exoneração de seus cargos para pleitear votos nas eleições de 2020 (ver imagem abaixo).

pulando do barco

Ao pularem do barco no meio da guerra contra a COVID-19, estes secretários mostram um lamentável desprezo pela segurança e saúde dos mesmos cidadãos aos quais pretendem pedir votos. Considero essa posição não apenas acintosa para com a população que hoje vive tremendas restrições por causa da pandemia, mas também para com o prefeito Rafael Diniz.

É que ao pularem do barco no meio de uma guerra contra um vírus mortal, esses secretários mostram de forma simultânea o nível de preocupação com a população e o de seu compromisso com o sucesso com a cambaleante gestão de Rafael Diniz.

Bom uma coisa boa surge dessa debandada: os campistas já podem fazer uma lista de nomes em quem não deverão votar sob hipótese alguma.

Em carta pública, profissional da saúde traça quadro sombrio da situação do sistema de saúde de Campos dos Goytacazes

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Carta aos médicos e gestores da política publica de saúde de Campos dos Goytacazes

O meu lugar de fala é de cidadã campista, profissional da saúde desde 1989, ativista desde então, junto com a classe trabalhadora, especialmente camponeses, trabalhadores rurais e moradores de comunidades periféricas, e mulher que foi casada com dois médicos.

Meu atual marido trabalhou, como médico, em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) durante 10 anos e muitos anos atuou aonde não havia médicos e dentistas, países em guerra na América Central. Quando ele se depara com a situação vergonhosa da política pública de saúde de Campos dos Goytacazes se indigna e propõe ajudar. Hoje, com febre e tosse ele não pode atuar. Eu assustada e ele, após tentar me convencer que é só uma gripe, diz: se der positivo em 15 dias estou imunizado e posso ajudar voluntariamente em Travessão. Evidente que não permitirei. Afinal, a última palavra é a dele: sim senhora!

Diante dessa experiência vivida a pouco, sem querer aqui engrandecer meu marido até porque ele não ficaria feliz com tal reverência, venho por meio desta:

1) reconhecer o compromisso de muitos profissionais de saúde, inclusive os médicos que estão na linha de frente neste momento trágico;

2) aplaudir a dedicação do diretor clínico (Dr. Guilherme Abreu) para que a Unidade Pré-Hospitalar de Travessão (UPHT) funcione corretamente dentro das dificuldades materiais e humanas existentes, assumindo muitas vezes vários plantões na semana para que a unidade não ficasse desfalcada de atendimento;

3) implorar aos gestores e médicos que garantam atendimento médico diário e emergencial na UPHT, conforme previsto em escalas de plantão: dois médicos clínicos por dia, 24h com aumento de acordo com demanda;

4) sensibilizar gestores e médicos sobre a situação das prescrições medicamentosa de pessoas com doenças crônicas.

Há vários meses a UPHT não conta com serviço diário de atendimento médico de urgência. Anos atrás o Ministério Público fiscalizou as unidades de saúde do município, a partir deste momento as escalas de todos os profissionais foram expostas em local de fácil acesso. A única categoria que nunca cumpriu a escala foi os médicos. Lembro que trabalhei na referida unidade com dois plantonistas algumas semanas após a fiscalização do MP, depois nunca mais.

No último ano (2019) a situação se agravou com a precarização de contratação via Recibo de Pagamento Autônomo (RPA). Vários dias da semana não teve médico, não víamos as escalas expostas. Essa semana, através da rede social, tomamos conhecimento de que constam nas escalas dos médicos, dos meses de fevereiro e março, dois plantonistas clínicos por dia, chegando dias a ter três. Quando a enfermagem chega com os pacientes transferidos para outras unidades os plantonistas perguntam: “cadê os médicos de Travessão?” Essa é a pergunta que fazemos? Queremos saber quem são os médicos da Escala, estão lotados em outras unidades, por quê? Estão recebendo sem trabalhar? Estão cedidos, licenciados? Por que tanta indiferença e desprezo pelos moradores do 7º Distrito e adjacências?

Em um dos decretos o presidente da Fundação Municipal da Saúde (FMS) define a UPHT como referencia para pacientes suspeitos de contaminação por COVID-19. Desde então a equipe de serviço social está pautando junto aos três gestores imediatos a importância de medidas sanitárias, técnicas e humanas, iniciando pela higienização adequada dos ares condicionados e retirada do mofo das paredes.

Sobre a higienização: sexta feira a limpeza doméstica e não hospitalar foi realizada com o incentivo da assistente social e um técnico de enfermagem que se dispôs a fazer. Durante a limpeza uma água preta e fétida escorria dos aparelhos. A limpeza dos ares condicionados das enfermarias e sala de socorro não foi providenciada, ficando para fim de semana ou segunda-feira, fato não realizado até o momento.

Sobre a questão dos recursos humanos: os gestores informaram que, com base no decreto municipal, foi preparada uma escala para os médicos que trabalham nos ambulatórios para atuarem na emergência. O trabalho iniciaria ontem, segunda-feira. Ontem não apareceu, e segundo o administrador, hoje compareceu o médico escalado porém não ficou, justificando que não trabalharia sem o plantonista.

Queremos saber quem são os plantonistas e onde atuam senão na UPHT? Por que os médicos de ambulatório não estão atuando diante de uma situação emergencial como essa? Se nesse momento de apreensão estão confortavelmente em suas casas imaginemos o que farão quando ocorrer o pico da contaminação, e se ocorrer uma epidemia? Vão construir sótãos e se acovardar esperando que os médicos cubanos expulsos de nosso país retornem para nos salvar? O que está ocorrendo, onde estão os médicos? As organizações da categoria precisam se manifestar? A sociedade civil organizada precisa exigir respostas do poder executivo. As instituições de fiscalização do poder executivo precisam agir. É falta de pagamento e condições materiais? Isso tem que ser pautado. Por que os demais profissionais de saúde estão na linha de frente e os médicos lotados na UPHT não?

É importante que os treinamentos, protocolos, fluxograma, rotina sejam definidos. Os médicos de ambulatório que não têm prática de intubação, por exemplo, podem aproveitar a oportunidade para retomar os estudos de fisiologia. Hoje meu companheiro, me apresentou o manejo do ambu e laringoscópio. Não é tão difícil assim. Esse ato é exclusivo do exercício da medicina, a população depende de vocês. É preciso que todos se preparem, estudem, troquem uns com os outros, buscando atuar com competência. A hora é de praticar humildade, solidariedade, solicitude, generosidade. Não é assim que as redes sociais andam invadidas?!

Outro aspecto que é preciso ponderar com os médicos e gestores da PPS é a questão das prescrições médicas para pessoas com doenças crônicas. Desde 18 de fevereiro não ocorre consultas ambulatórias no município. Dias antes do carnaval o sindicato dos médicos deliberou greve. Muitas das pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos estão com suas receitas vencidas, as crianças que convulsionam várias vezes ao dia estão sem acesso a “receitas controladas”… Como queremos manter as unidades de urgência com prioridade para os possíveis “casos de corona” se os picos hipertensivos irão ocorrer, como ficarão os diabéticos sem sua medicação, se alimentando pior ainda pois a comida agora precisa ser dividida entre as crianças que estão em casa? Esse assunto fica para a próxima carta, se medidas para fazer chegar alimento nas casas das famílias pobres não forem providenciadas.

O município de Campos dos Goytacazes, lamentavelmente, não conta com o Programa Saúde da Família, fechou as Unidades Básicas de Saúde (UBS) nesse momento. A medida mais eficiente seria prorrogar a validade das receitas por três meses para as pessoas cadastradas no Programa Farmácia Popular (cabe registrar que o programa é do SUS) e os novos pacientes, que recebam suas receitas durante as consultas de urgência. A sensibilização e a definição de protocolo para prescrições por médicos de urgências nos casos das crianças, com epilepsia por exemplo,  também é necessário.

Somente agora, finalizando esses escritos, me veio a pergunta: qual será é o valor destinado a cada unidade referência para atender os casos de COVID? Até o momento a referência é fake. Da mesma forma que a unidade (UPHT) inaugurada há menos de dois anos, totalmente insalubre, é fake. De pré hospitalar, só o nome. A empreiteira vai muito bem obrigada. A população e as instituições de direito não cobram ou fiscalizam. A banalização da sujeira em quase todas as unidades de saúde e escolas é uma vergonha e desrespeito à população.

Enfim, encerro com a esperança de que a equipe de trabalho amanhã esteja com a mente e coração abertos ao acolhimento e avaliação de cada demanda; que a unidade esteja em condições mais salubres diante de tantos vazamentos dos ares condicionados e das infiltrações nas paredes/ telhados; e que os vírus COVIDs, os da incompetência e corrupção sejam extintos de uma vez. E, sem assédio moral!

Campos dos Goytacazes, 24 de março de 2020.

Carolina Abreu

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Comitê de Solidariedade aos Catadores de Campos dos Goytacazes lança “vaquinha” online para comprar alimentos para 100 famílias

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Entre as situações mais dramáticas no município de Campos durante a quarentena, estão os catadores e catadoras que vivem diretamente de seu trabalho diário. São mais de 80 famílias em situação de vulnerabilidade, que não possuem recursos para colocar comida na mesa!

Esta vaquinha virtual tem como objetivos angariar valores necessários para compra de cestas básicas (incluindo material de higiene) e aquisição de alimentos junto aos produtores locais.

🚩 A meta é atender 100 famílias nos próximos dias e para isso precisamos arrecadar 💵 R$ 2.000,00.

Ajude a matar a fome de quem não tem nada nesse momento difícil de crise!

Sabemos das obrigações do Poder Público e também de sua negligência na atuação com esta população e seguiremos exigindo que cumpra seu papel. Mas quem tem fome, tem pressa.

Quem desejar contribuir, pode clicar Aqui!

Comitê de Solidariedade aos Catadores de Campos

Na Campos dos Goytacazes de Rafael Diniz sobram bolas, mas falta água

Na costumeira passagem de olhos pelo site da rede social Facebook me revelou neste manhã dois fatos que explicitam as distâncias que existem neste momento em termos de prioridades para combater a pandemia do coronavírus que vai nos atingir em cheio em um tempo não muito distante.

A primeira é uma informação dada pelo jornalista Saulo Pessanha no dia 16 de março (última 2a. feira) de que a Fundação Municipal de Esportes (FME) gastou R$ 186.006,25 nos últimos 6 meses na aquisição de bolas! Logo a FME que teve de paralisar as aulas de lutas marciais em sua sede porque o teto ameaçava cair sobre a cabeças das crianças que estavam tendo aulas com profissionais que não são pagos há vários meses. Desce o pano.

saulo pessanha

Abrem-se as cortinas agora na localidade de Balança Rangel (que para quem não sabe fica próxima do Distrito de Travessão), onde a população reclamava da falta de abastecimento de água nas últimas 48 horas, sem que ninguém da concessionária Águas do Paraíba ou da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes dê as caras por lá para ver o que está acontecendo.  E as recomendações de asseio para combater a pandemia do Coronavírus? Só buscando água de poço ou de cacimba, isso com alguma sorte (ver o vídeo abaixo saído da página de Igor Abreu no Facebook).

Esses dois fatos para mim sintetizam a catástrofe que a administração de Rafael Diniz (Cidadania) representa para o município de Campos dos Goytacazes, especialmente para os segmentos mais pobres e que vivem nas regiões mais carentes de infraestrutura. 

Afora isso, salta aos olhos a lerdeza e a superficialidade na tomada de ações que preparem nossa população, especialmente os mais pobres, para a tsunami de infecções que serão causados pelo coronavírus.  Por isso, até o dia de ontem multidões se aglomeravam em estabelecimentos comerciais sem que as autoridades municipais mobilizassem qualquer contingente para minimizar os riscos de contaminação.

Essa inação custará vidas e lotará hospitais que já funcionam no limite por causa das ações desastrosas de uma administração que, curiosamente, como no caso na compra das bolas pela FME, tem gastos várias centenas de milhões com a área da saúde. Só que agora no momento em que esse gasto deveria nos oferecer serviços de saúde públicos de alto padrão, o que se sabe de dentro das unidades hospitalares municipais é que a improvisação é completa e que muitos insumos básicos estão sendo adquiridos pelos próprios servidores.

Se essa situação não explicita a natureza do governo ultraneoliberal de Rafael Diniz, eu não sei o que explicitaria. Lamentavelmente, vamos precisar passar por uma situação devastadora em termos de perdas de vidas humanas para fazermos o devido ajuste com um governo que gasta dinheiro com a compra de bolas, enquanto deixa parte da população passando sede em meio a uma pandemia.

 

 

Witzel diz que privatização resolverá problemas de saneamento: a população de Campos sabe muito bem que não

wilson-witzelO governador Wilson Witzel afirmou que os problemas nos serviços de água e esgoto só serão resolvidos com a privatização da Cedae.  Se vier a Campos dos Goytacazes e falar com a população irá saber que não

O governador Wilson Witzel (PSC) de faz alguns dias uma declaração para tentar justificar a sua ânsia em privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do estado do Rio de Janeiro (Cedae). Segundo Witzel,  os “problemas no estado (do Rio de Janeiro) só serão resolvidos com a privatização da Cedae.

O governador Witzel deveria vir a Campos dos Goytacazes e conversar com a população que hoje paga por um dos serviços mais caros e ineficientes na coleta e tratamento de esgotos do Brasil. 

A razão do descontentamento é simples: por incontáveis ruas desta cidade, inclusive nas chamadas áreas nobres, esgota in natura brota a céu aberto, indicando a permanência de uma estrutura ultrapassada. Além disso, a tão decantada taxa de tratamento de esgotos, que melhora em cada propaganda, não está visualmente demonstrada na paisagem onde inexistem provas de que todos os níveis de tratamento efetivamente existem no município que hoje permite a exorbitante cobrança em que 100% da água consumida seja aplicada à coleta de esgotos.

Se a visita do governador Witzel for realizada em um dos pontos da chamada “periferia extrema”, a coisa vai ser ainda pior, pois não apenas faltam as estruturas de coleta e tratamento de esgotos, como em muitos casos o que chega no encanamento não é água, mas ar.  Nada que impeça a cobrança das contas pela concessionária que é muito boa de propaganda, mas não tão boa para prestar serviços de qualidade, mesmo em faça das contas salgadas que oferece aos seus consumidores tão cativos quanto incautos.

Se privatizar água e esgoto fosse mesmo a solução, cidades como Berlim (Alemanha), Paris (França) , Budapeste (Hungria, Bamako (Mali), Buenos Aires (Argentina), Maputo (Moçambique) e La Paz (Bolívia) não teriam decidido reestatizar seus sistemas de água e esgoto.

A verdade é que em quase 300 cidades do mundo, os governantes decidiram reverter o processo de privatização porque ficou demonstrado que o processo só encareceu os serviços e não trouxe as melhorias desejadas.  Mas para verificar isso, o governador Witzel apenas precisaria fazer uma pequena visita a Campos dos Goytacazes.  Se for por falta de convite, o governador Witzel pode se considerar, desde já, convidado.

Em uma gestão marcada pelo fechamento de escolas rurais, Campos dos Goytacazes realiza 2o. Seminário de Educação do Campo

escola ruralEm um cenário de fechamento de escolas rurais pelo governo Rafael Diniz, realização de seminário municipal sobre educação no campo é estratégica

Um dos aspectos mais negligenciados do caos reinante na educação municipal de Campos dos Goytacazes é o fechamento de escolas rurais pelo governo Rafael Diniz. Como já notei neste blog em 2018, a prometida valorização do ensino para crianças que moram nas extensas áreas rurais de Campos dos Goytacazes nunca levada à sério, e o que se viu foi a continuidade da prática de fechar escolas localizadas em áreas distantes como é o caso do Imbé.

Mas é justamente por causa da situação de grande precariedade que marca a atuação da gestão Rafael Diniz nas escolas localizadas em áreas rurais que ganha relevância a realização do Segundo Seminário Municipal de Educação que deverá ocorrer no dia 20 de Fevereiro no período de 08 às 17 horas nas dependências do campus Centro do Instituto Federal Fluminense (ver programação abaixo).

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Eu espero apenas que tanto o jovem prefeito Rafael Diniz ou o seu secretário municipal de educação, o sociólogo socialista Brand Arenari, não apareçam no evento apenas para prometer fazer nos 10 meses que restam de seu governo o que não fizeram nos 38 anteriores. É que aí já seria, como dizem os espanhóis, cara dura demais.

Mas olhando para a lista de palestrantes tenho a certeza de que a difícil situação das escolas rurais de Campos dos Goytacazes será abordada de forma compreensiva e aguda, pois se a situação das escolas urbanas já é crítica, imaginemos a condição em que estão aquelas localizadas no campo.