Ciência Hoje publica minha opinião sobre as lições da erosão no Porto do Açu

Como já havia informado anteriormente, a Revista Ciência Hoje publicada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) publicou em seu número 326, volume 55, um artigo de opinião de minha autoria sobre o processo de erosão ocorrendo na área de influência do Porto do Açu.

Agora que recebi a versão impressa da Ciência Hoje, disponibilizo o material abaixo.

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Desde que escrevi o artigo a convite do corpo editorial da Ciência Hoje, as evidências apontam que as lições não foram devidamente apreendidas pelos responsáveis por oferecer soluções para o problema da erosão na Praia do Açu, e que tudo indica que ali está se consolidando um péssimo exemplo de como não se tratar de forma adequada o necessário balanço entre crescimento econômico e sustentabilidade socioambiental. O que é verdadeiramente lamentável. 

Mas um consolo que me resta é que, pelo menos agora, o caso do Porto do Açu e suas mazelas ambientais ficou conhecido entre uma parcela importante da comunidade científica que é leitora da Ciência Hoje. Espero que com isso as autoridades e os atuais controladores do empreendimento fiquem, digamos, mais sensibilizados. A ver!

Revista Ciência Hoje traz dois artigos sobre erosão causada pelo Porto do Açu

O número 56 da Revista Ciência Hoje que é publicada pela Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) (Aqui!) traz dois artigos de opinião sobre os problemas de erosão costeira ocorrendo na faixa costeira próxima ao Porto do Açu. Um desses artigos é de minha autoria e o outro é do professor Gilberto Pessanha Ribeiro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que é um profundo conhecedor do litoral de São João da Barra.

Abaixo a capa da edição 56 da Ciência Hoje e o artigo do professor Pessanha.

Capa Ciência Hoje Artigo Pessanha

Uma coisa que tem me deixado curioso se refere a quando teremos acesso ao projeto que estaria sendo elaborado pela UFRJ para dar conta da erosão em curso na Praia do Açu. É que se demorarem demais, o mais provável é que a emenda acabe sendo pior que o soneto.