UERJ: cansados de desrespeito, estudantes ocupam campus Maracanã e FPP-São Gonçalo

UERJ MARACANÃ E FFP-SÃO GONÇALO OCUPADAS!

SEM BOLSA NAO TEM AULA!

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O DCE UERJ e estudantes de diversos cursos da Universidade estão nesse exato momento ocupando a Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Sem perspectiva de receber bolsa, a estudantada se recusa a ter aula e ter provas sem que o Governo do Estado dê respostas satisfatórias.

Semelhantes às escolas de São Paulo, não queremos ver nossa Universidade fechada. Queremos ela ocupada com o que tem de melhor: seus e suas estudantes!

Convocamos todas e todos os estudantes a se unirem a nós às 6h da manhã!

Nova convocatória de assembleia: 9h30 e 17h!

Não podemos pagar pela crise! Se não temos como ir e voltar, é a na Universidade que vamos ficar!

DCE UERJ 1 POR TODXS

Obs.: atos de depredação da Universidade não são admitidos! Essas ocupações pregam nossos direitos!

FONTE: https://www.facebook.com/transformaruerj/

Crise na UENF: Diretório Central dos Estudantes convoca assembléia extraordinária para organizar a luta

 

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Assembleia Geral dos Estudantes – URGENTE

Terça às 17:00 Restaurante Universitário Cícero Guedes

O Conselho Representativo do DCE-UENF vem por meio deste comunicado convocar Assembleia Geral Extraordinária em caráter de URGÊNCIA para discutir as seguintes pautas:

1 – Atraso no pagamento das Bolsas;

2 – Discussão/organização de futuros atos;

3 – Representações das câmaras de graduação;

4 – Outros assuntos.

Vale ressaltar a necessidade de todos os estudantes estarem presentes, as assembleias convocadas pelo DCE são de suma importância por ser o espaço de deliberações dos estudantes e onde decidimos e encaminhamos as propostas de mobilizações, atos e atividades. Essa luta é de todos! Participem, Uenfianos!

FONTE: https://www.facebook.com/events/426772627489608

Pezão coloca programas de extensão da UENF em compasso de crise: bolsistas continuam sem pagamento

Estive hoje com um estudante da UENF que está engajado num dos muitos projetos de extensão que são mantidos pela instituição, e que beneficiam diversos municípios da região Norte Fluminense. Este estudante me relatou das dificuldades que está atravessando por causa da falta de pagamento dos valores referentes ao mês de janeiro de 2015. E o pior é que não há sinalização de quando o pagamento será feito!

Uma das muitas consequências nefastas deste atraso é que muitos estudantes estão tendo que se endividar em restaurantes fora da universidade onde podem usar cartões de crédito, coisa que não é permitida no restaurante universitário mantido pela UENF. 

Se a reitoria da UENF tivesse um mínimo de preocupação com seus estudantes já deveria ter adotado o mecanismo de gratuidade para todos os bolsistas que estejam com bolsas atrasadas. Pelo menos assim, as dívidas que estão sendo acumuladas ficariam menores!

Mas como sensibilidade e respeito pela comunidade universitária não é o forte dos atuais gestores da UENF, bem que o Diretório Central dos Estudantes poderia começar a cobrar a adoção urgente dessa medida. Tenho certeza que essa reivindicação seria prontamente apoiada pela ADUENF e o SINTUPERJ, que vem a ser os sindicatos de professores e servidores cujos salários ainda não estão atrasados.

Nota conjunta de sindicatos denuncia Pezão por assalto à direitos e cortes orçamentários na UENF

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MAU COMEÇO

Governo Pezão inicia com assalto aos direitos trabalhistas.

Para manter a generosa política de isenção fiscal concedida aos amigos do poder, Pezão opta por descontos inéditos nos salários dos servidores, além de cortes orçamentários que prometem criar “dificuldades na manutenção das atividades finalísticas da universidade”.

As entidades representativas da comunidade Universitária, ADUENF, SINTUPERJ e DCE, estão juntas na denúncia e mobilização para reverter a política de arrocho, cortes de direitos, descumprimento de acordos e ações ilegítimas que afetam toda nossa comunidade.

O desconto do auxilio alimentação dos “dias parados” foi um ato autoritário e ilegítimo. Já há acórdão do STF de que o servidor tem direito ao adicional integral inclusive nas férias. Mas não parou por aí, mais maldades estão sendo preparadas pelo governo, ao modificar a definição do cargo, o vínculo empregatício e omitir, do contra cheque, o % do salário a que se refere o adicional de insalubridade. Colegas que foram reenquadrados recentemente relatam que o valor do adicional de insalubridade permaneceu congelado, deixando de representar 20% do salário base.

Também contra os estudantes a desfaçatez se manifesta. Não bastasse o atraso no pagamento das bolsas e o não pagamento de modalidades de bolsa como a “Universidade Aberta”, o acordo firmado no final do ano passado, segundo o qual as bolsas estudantis praticadas na UENF teriam o mesmo valor daquelas da UERJ, não foi cumprido.

PELA MANUTENÇÃO DOS DIREITOS E CUMPRIMENTO DOS ACORDOS.

Campos dos Goytacazes, 24 de Fevereiro de 2015.

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FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2015/02/dce-sintuperj-e-aduenf-emitem-nota.html

A reitoria da UENF e seus estranhos métodos de diálogo

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Hoje o ato “Bom dia, reitor” promovido pelo DCE-UENF parece ter assustado bastante os membros da reitoria da UENF, já que os policiais militares que estão dentro do campus foram chamados para garantir a passagem para o interior do prédio.  O interessante é notar que a porta da entrada da reitoria estava apenas bloqueada por uma mesa onde foi colocado o café da manhã que os estudantes haviam preparado recepcionar os gestores da UENF em sua chegada ao campus.

O fato é que esse uso do  contingente da PM que está trabalhando dentro da UENF para garantir entrada no prédio desmascara os argumentos da reitoria quando da contratação do PROEIS para policiar o campus que supostamente seria para impedir casos de violência pessoal e assaltos. Agora está claro que a intenção da reitoria foi sempre a de coagir atos de manifestação política realizados pela comunidade universitária.

Para não ficar totalmente mal,  membros da reitoria se reuniram com o DCE para oferecer explicações dos atrasos do pagamento de bolsas estudantis. O trágico disso é que durante a reunião, além de não haver qualquer sinalização do reajuste compromissado pelo reitor Silvério Freitas durante a greve ocorria em 2014, ainda foi dito que novos atrasos poderão ocorrer ao longo de 2015.

Essa situação é preocupante para as centenas de estudantes da UENF que precisam dos recursos das bolsas para garantir sua permanência dentro da instituição. Ao sinalizar que novos atrasos poderão ocorrer, a reitoria está efetivamente se isentando de suas responsabilidades de defender os interesses da comunidade que deveria estar representando.

Felizmente para os estudantes, o DCE-UENF está cumprindo o seu papel de defender os interesses dos estudantes. Esse é um exemplo que eu espero contagie os demais sindicatos que representem professores e servidores da UENF.  Do contrário, os ataques aos direitos vão ser aprofundados pelo (des) governo Pezão, sempre com a célere ajuda da reitoria da UENF.

No dia em que professores descobrem descontos em seus salários, estudantes da UENF mostram que direitos se conquistam pela luta

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A tarde desta 4a. feira (28/1) foi bastante movimentada no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) por causa da mobilização de estudantes liderados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) para protestar contra o atraso no pagamento de bolsas estudantis, mas também pelo descumprimento do acordo feito pela reitoria durante a greve ocorrida em 2014 de equiparação do valor das bolsas com o que é praticado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Essa mobilização é uma demonstração de que novamente os estudantes da UENF entendem o seu papel de protagonistas na luta por seus direitos que estão sob grave risco por conta da política de sucateamento da instituição sob a batuta do (des) governador Luiz Fernando, o Pezão.

É interessante notar que no dia de hoje se tornou público que a reitoria da UENF está descontado valores de auxílio de alimentação dos servidores (professores e técnicos), o qual já se encontra com valores congelados desde 2009! 

Agora, o mínimo que os professores vão precisar fazer é seguir o exemplo dos estudantes, e demandar o retorno dos valores descontados e também a equiparação com a UERJ!

Diretoria da ADUENF lança nota de apoio à mobilização dos estudantes

ADUENF APÓIA LUTA DO DCE CONTRA O ATRASO NO PAGAMENTO DAS BOLSAS!

 O DCE-UENF está organizando para amanhã (28/01), uma mobilização com inicio às 13:00 h, culminando com passeata às 16:00 h.

A manifestação ocorre em virtude do atraso no pagamento de todas as bolsas de dezembro vinculadas à verba descentralizada. Até o momento, o depósito não foi percebido, nem foi claramente sinalizado quando deverá ocorrer.

Concorre para o descontentamento dos estudantes o fato de duas promessas não terem sido cumpridas: A equiparação do valor das bolsas UENF com o valor praticado na UERJ e a implementação do auxilio moradia.

A ADUENF, solidária à manifestação dos estudantes, conclama os colegas docentes a apoiarem a manifestação estudantil, abonando as faltas neste dia, evitando realizar avaliações e, também, participando da passeata.

Campos dos Goytacazes, 27 de Janeiro de 2015.

DIRETORIA DA ADUENF
Gestão 2013-2015

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2015/01/diretoria-da-aduenf-lanca-nota-de-apoio.html

Diretório Central dos Estudantes convoca ato de protesto contra atraso de bolsas na UENF

Nesta quarta-feira (28/01) a partir das 13:00, concentração no Restaurante Universitário Cícero Guedes para confecção de cartazes e faixas e em seguida manifestação pelo campus + RUA!

PARALISAÇÃO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS A PARTIR DAS 12 HORAS!

Essa luta é de todos! Participem, Uenfianos!

FONTE: https://www.facebook.com/events/334093573446231/?ref_newsfeed_story_type=regular&source=1

O DIÁRIO: Estado não libera recursos para UENF reajustar bolsas

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Diretor do DCE, Bráulio Fontes, disse que não descarta outras manifestações

O Governo do Estado, mais uma vez, descumpriu uma promessa feita à Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e negou a liberação de recursos que garantiriam a equiparação das bolsas concedidas aos alunos de Campos com as que são pagas aos estudantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). O compromisso do Governo em aumentar o valor do auxílio-cota dos estudantes e ainda a majoração das bolsas de apoio acadêmico foi a maior motivação do retorno dos professores às atividades e do fim da greve de fome dos estudantes, no final de junho.

A justificativa da impossibilidade de conceder o reajuste foi comunicada pela secretaria estadual de Planejamento e Gestão através de ofício, que ainda informou sobre um possível corte de orçamento na Universidade. “Não temos no Estado um cenário que nos permita um acréscimo de recurso ora pretendido pela Uenf, e mais, considerando a necessidade de obtermos o equilíbrio nas contas públicas de que trata a Lei de Responsabilidade Fiscal, estamos antevendo a necessidade de promover um provável contingenciamento orçamentário, no que trata dos recursos do Tesouro, que afetará, inclusive, o orçamento daquela Universidade”.

O presidente da Associação de Docentes da Uenf, Luís Passoni, criticou o posicionamento do Governo. “Temos a sensação de que o Governo não gosta da Uenf. O Estado não só deixa de cumprir mais uma promessa, mas resiste na política de privilegiar as universidades da capital e desmerecer as do interior. Além disso, ainda tenta, e consegue, estrangular o orçamento da Uenf”, ponderou.

Outras manifestações

Na próxima segunda-feira, 11, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) irá se reunir para definir que posicionamento tomar diante da negativa do Governo. O diretor do DCE, Bráulio Fontes não descartou a possibilidade de nova greve e manifestações. “Eu estivesse pessoalmente com o governador Luiz Fernando Pezão e, na ocasião, ele se comprometeu a não medir esforços para atender nossa reivindicação. Das duas uma: ou ele não tem palavra, ou realmente não tem forças dentro do seu próprio governo”, desabafou.

O presidente da Aduenf avaliou criteriosamente a situação. “Por um lado o Governo anuncia o corte de verbas e, por outro propõe a presença de policiais no campus, o que ainda não foi aprovado. Isso mais me parece um plano macabro. Pode ser só coincidência, mas caso o Proeis seja aprovado, será também uma forma de criar a repressão necessária para enfraquecer ou impossibilitar a realização de manifestações. Com certeza, teremos mais dificuldades em fortalecer nossos movimentos”, disse Passoni.

Fonte: http://www.odiariodecampos.com.br/estado-nao-libera-recursos-para-uenf-reajustar-bolsas-13856.html

Grevistas da UENF e da FENORTE aprofundam unidade e fecham a BR-101

Toda greve tem seus momentos de altos e baixos, mas cada um desses movimentos inevitavelmente traz consequências que vão para além do momento de sua realização. No caso atual da greve que paralisa toda a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e a Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE), as repercussões internas e externas deverão ser múltiplas. tal tem sido a coesão demonstrada entre todos os setores envolvidos no movimento.

O fechamento por algumas horas na manhã desta 4a. feira (16/04) de um trecho da BR-101 é certamente um demonstrativo efetivo de que há um novo momento sendo criado pelo movimento de greve de professores, estudantes e servidores. É que depois de muitos anos,  a ação política de diferentes categorias se dirige diretamente a questionar o modelo de financiamento do ensino superior público do estado do Rio de Janeiro. Assim, é que as bandeiras vão além das demandas salariais, e englobam questões fundamentais para a manutenção dos estudantes dentro da UENF.

Um aspecto que deveria ser considerado pelo (des) governador Luiz Fernando Pezão que, aparentemente, decidiu cozinhar o movimento de greve da UENF e da FENORTE em fogo baixo (talvez na esperança de extingui-lo pelo cansaço) é que quanto mais tempo o seu (des) governo demorar a resolver o problema, maior será o desgaste. Já para a reitoria da UENF e para a direção da FENORTE as notícias são igualmente desanimadoras. É que todo o descaso imposto pelo (des) governo estadual com a cumplicidade das direções institucionais parece ter levado muita gente a perder a paciência não só a ineficiência e incompetência que elas demonstram, mas principalmente com a falta de disposição de defender questões essenciais para a sobreviência da UENF e da FENORTE.  Aliás, o caso da FENORTE é pior porque muitos servidores já chegaram à conclusão de que o melhor mesmo é a sua extinção.

Abaixo algumas imagens do fechamento da BR-101 onde fica claro um arco-íris de cores e demandas que embalam este vigoroso momento de contestação do modelo de sucateamento que foi imposto por Sérgio Cabral e Pezão tanto na UENF como na FENORTE.

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