Durante a semana, o humorista, conhecido por suas críticas ao judaísmo, foi interpelado em sua casa, em frente aos seus filhos, por ordem do primeiro-ministro Bernard Cazeneuve, sobre a acusação de incitar o terrorismo nas redes sociais.
No Facebook, ele comentou que se sentia como Charlie Coulibaly (sobrenome de um dos terroristas): “Após essa marcha histórica, digo mais… lendária! Um momento mágico como o Big Bang que criou o universo! …ou em um grau mais local, comparável à coroação de Vercingétorix [rei gaulês da antiguidade], eu enfim entro em casa. Sabe que essa noite, no que me diz respeito, eu me sinto como Charlie Coulibaly”, escreveu.
Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, seu advogado, Sanjay Mirabeau, disse que, em depoimento, Dieudonné falou na quarta (14): “Estou aqui para explicar duas palavras [Charlie Coulibaly]. O governo me trata como terrorista, mas meu trabalho é como o do ‘Charlie'”.
FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/166870/Dieudonn%C3%A9-‘N%C3%A3o-h%C3%A1-liberdade-na-Fran%C3%A7a’.htm