
AMIGOS AMBIENTALISTAS E PROTETORES DOS ANIMAIS:
O que impulsiona este trabalho é a avalanche de mentiras que a Samarco divulga e que o governo brasileiro parece engolir como se fosse verdade.
A microscopia do rejeito mostra que há muito minério de ferro incrustado nas partículas de sílica que hoje revestem todo o leito do Rio Doce. O minério nada mas é que ferrugem ou óxido de ferro que é altamente friável (farelento), e lentamente se dissolve e entra em suspensão nas águas, funcionando como um corante vermelho. O Rio Doce não está barrento e sim contaminado com altos teores totais de óxidos de ferro o que aumenta sua turbidez ou opacidade.
A luz não consegue penetrar nas águas o que impede a fotossíntese do fitoplâncton no rio e no mar e a absorção dos raios aquecem as águas pois o Sol fornece a impressionante potência de 1400 W por metro quadrado.
A água doce menos densa e agora mais quente flutua no mar de uma forma como nunca antes o fez criando um tapete bloqueador para a fotossíntese das algas marinhas e do fitoplanctôn.
O problema vai além de onde as autoridades do Governo Federal tentam mascarar com relatórios incompletos feitos pelo CPRM e o IBAMA que passam as águas por um filtro de 0,45 micrômetros e apresentam apenas parte do ferro poluente do Rio Doce.
Os animais não possuem filtros e estão ingerindo o total teor de poluentes presentes nestas partículas da rocha britada e moída da jazida da Samarco. Temos além do ferro o alumínio, o manganês e o cromo nessa rocha e a Samarco sempre conheceu sua composição granuloquímica e deliberadamente escondeu da população tentando minimizar seu prejuízo financeiro com ações indenizatórias.
A “AMINA” tóxica usada na separação do minério da sílica também estava presente no rejeito e foi omitido das populações e autoridades de forma irresponsável e criminosa. As éter-aminas são corrosivas a pele, olhos e altamente tóxicas aos peixes.
Apenas para concluir e ser simplista, experimentem esquecer uma palha de aço molhada sobre uma pia de cozinha e entenderão o que estas incrustações nas partículas dispersas no Rio Doce farão nas décadas vindouras.
Está na hora da Samarco “fazer o que deve ser feito” que é dizer a verdade, porque se não o fizer, faço eu aqui na rede social.
Eng. Alexandre G. Valente
Fonte:
MICROSCOPIA:
Dissertação de Mestrado – Produção de um pellet feed a partir da concentração do rejeito da flotação mecânica da SAMARCO – Autor: Marcos Gomes Vieira.
(Vieira 2008) – Vide Pág 51
http://www.ppgem.eng.ufmg.br/defesas/936M.PDF
TOXIDADE DAS ÉTER AMINAS:
Ficha de segurança Éter Diamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco)
ALTAMENTE TÓXICO AOS PEIXES – Solubilizável em água e alcool:
http://201.57.253.136/…/FI…/FISPQs/F/flotigam%202835%202.pdf
Ficha de segurança Éter Monoamina – (Não é sabido ser ou não fornecedor Samarco) Insolúvel em água.
http://201.57.253.136/…/FI…/F
FONTE: https://www.facebook.com/alexandre.galvaninivalente