Portal OZK: Falha faz equipamento da FCC adernar no Porto do Açu

Falha em bomba faz Caixoneiro Mar Del Enol da FCC inclinar no Porto do Açu, em São João da Barra

Por LEONARDO FERREIRA 

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As primeiras informações que chegam a redação do Portalozk.com dão conta de que o Caixoneiro Mar Del Enol da FCC, no Complexo Portuário do Açu, está afundando.

A estrutura, situada em um dos píeres do Porto do Açu, em São João da Barra, ficou bem inclinada na tarde desta quinta-feira (11), o que assustou trabalhadores no local.

Caixoneiro Mar Del Enol é uma especie de forma para fabricação de moldes para blocos gigantes de concreto.

ATUALIZAÇÃO 16h30 – A Assessoria da empresa Prumo Logística entrou em contato com a redação do Portalozk.com e esclareceu que houve uma falha em uma das bombas de sustentação do equipamento, por volta de meio-dia, mas que o problema já foi solucionado. A Prumo informa, ainda, que ninguém ficou ferido, que o problema não causou nenhum impacto na obra e nos trabalhos do Porto do Açu. Uma nota será emitida ainda hoje, com maiores detalhes a respeito do ocorrido.

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FONTE: http://portalozk.com/dlf/noticias/um-dos-pilares-da-empresa-fcc-esta-afundando-no-porto-do-acu-em-sao-joao-da-barra/

Terceira Via: Empresa do Porto do Açu oferece comida com inseto aos trabalhadores

Na tentativa de brigar por direitos, três membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) foram mandados embora

Trabalhadores que atuam na construção do Porto do Açu, em São João da Barra, voltaram a denunciar as condições de trabalho oferecidas pela empresa espanhola FCC-Tarrio. A comida oferecida com insetos e um pedaço de pano encontrado no feijão é uma das denúncias recebidas no Jornal Terceira Via. Na tentativa de brigar por direitos, três membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) foram mandados embora.

A informação é de Anderson Cordeiro, de 26 anos, que era vice-presidente da Cipa. Ele disse que se sente injustiçado por ser demitido por justa causa e de forma ilegal.

“Hoje está difícil trabalhar no Porto do Açu. O sistema Cipa foi criado para tentar minimizar os acidentes de trabalho, mas de tanto brigar e não aceitar certas situações, foi perseguido. Me mandaram embora alegando que eu encabeçava as paralisações. Não deram baixa na minha carteira, não fiz exame demissional e saí sem direito nenhum. Outros trabalhadores também estão na rua. Para não demitir em massa, a empresa manda 100 embora hoje e outros 100 amanhã. Espero que por meio dessa denúncia algum órgão competente tome uma providência. Queremos a reintegração desses trabalhadores”, desabafou.

Não é de hoje que esta empresa é alvo de denúncias. Anderson Cordeiro também aparece em nossa reportagem no dia 2 de julho deste ano. Na ocasião, os trabalhadores planejavam uma paralisação. Para tornar o movimento legal, eles protocolaram a ação no Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e Mobiliário de Campos (Sticoncimo). Entre as reivindicações dos trabalhadores estão: 30% de adicional de periculosidade, o fim do desvio de função, punição de funcionários administrativos que maltratam trabalhadores de outros setores, cumprimento de acordo que determina o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados das empresas (PLR), o pagamento das horas in itinere e o cumprimento de horário de almoço.

Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via não conseguiu entrar em contato com a FCC-Tarrio. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará versão da empresa para este fato.  

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/norte-noroeste-fluminense/57149/empresa-do-porto-do-a

Ururau: calote gera protesto de empresários no Porto do Açu

Sem receber, empresários de SJB realizam manifestação no Porto do Açu

Manifestantes foram recebidos por representantes da FCC e Anglo American

Manifestantes foram recebidos por representantes da FCC e Anglo American

Empresários dos setores de hotelaria e alimentação de São João da Barra realizaram na manhã desta quinta-feira (05/06) uma manifestação com o objetivo de chamar a atenção da empresa FCC-Tarrio, responsável por pagar as despesas de funcionários da obra no Porto do Açu.

Com faixas, os aproximadamente 40 manifestantes se organizaram em frente ao portão principal do complexo. O empresário e representante do grupo, Josemi Lima, foi um dos prejudicados. Em menos de três meses ele hospedou 108 trabalhadores em duas pousadas, mas o que parecida ser um bom negócio se transformou em saldo negativo. Nesse período ele teve um prejuízo de R$ 90 mil.

“Nossa manifestação foi pacífica e começou por volta das 7h30. Usei um extintor de incêndio para chamar a atenção e fomos atendidos pelos diretores da FCC, que prometeu uma solução para a próxima segunda ou terça-feira. Depois, representantes jurídicos da Anglo American vieram falar com a gente e pedimos para eles intercedessem pra gente com a FCC”, contou o empresário.

Além do Josemi, outras 15 empresas estão sem receber e outras receberam parte da dívida.

FONTE: http://ururau.com.br/cidades45351_Sem-receber,-empres%C3%A1rios-de-SJB-realizam-manifesta%C3%A7%C3%A3o-no-Porto-do-A%C3%A7u

Ururau: Operários amargam não cumprimento de trabalho no Porto do Açu

Vinte e cinco operários e representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria e Construção Civil e Imobiliária (Sticoncim) foram parar na 134ª Delegacia Legal de Campos na tarde desta terça-feira (14/05), para registrar Boletim de Ocorrência contra a empresa K Mendes Construções por descumprimento de compromisso com os trabalhadores firmado junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Oriundos do Maranhão e da Bahia, os operários chegaram a São João da Barra no dia 05 de abril com a promessa de trabalho da referida empresa, para atuarem no Porto do Açu, como armadores, mas de acordo com o presidente do Sticoncim, José Carlos Eulálio, eles nem chegaram a iniciar o serviço, ficando a disposição da empresa por 30 dias, a qual agora não quer assumir a responsabilidade sobre eles.

No Termo de Ajustamento assinado pelo supervisor administrativo, Luís Carlos de Mendonça, a K Mendes Construções fechou acordo onde se responsabilizou a pagar o salário [pelos 30 dias que ficaram alojados em pousadas por conta da empresa], o equivalente a R$ 30.190.09, e o valor das passagens de vinda e da volta para suas cidades de origem, que foi orçado em R$ 23.668,50, totalizando um crédito dos trabalhadores para com a empresa de R$ 53.858,89. O prazo para o pagamento era até dia 12 deste mês, mas a empresa não cumpriu. A K Mendes é subcontratada pela empresa espanhola FCC, que por sua vez tomou para si a responsabilidade de efetuar o pagamento nesta quarta-feira (14/05), mas também descumpriu o acordo.

“Espero que o Ministério do Trabalho, enquanto órgão defensor, se posicione contra a empresa porque ela diz que não vai pagar e o sindicato não tem como arcar com o custo desses funcionários. O subdelegado do MTE não honrou em acompanhar os trabalhadores”, disparou José Carlos Eulálio.

Ainda de acordo com Eulálio o descumprimento gera multa no valor de um salário mínimo prevista do artigo 477, que é atraso de rescisão contratual. “A empresa alega que não reconhece para pagamento os 25 trabalhadores porque os nomes não constam na lista da contratante, mas também não deu nenhum posicionamento do que vai fazer com eles”, disse acrescentando que ao todo eram 191 trabalhadores, porém 166 receberam seus direitos trabalhistas e já retornaram para seus estados.

Desde que chegaram a São João da Barra, os operários estavam hospedados em pousadas de Grussaí e na sede do município, mas o contrato com esses estabelecimentos, assim como fornecedores de alimentação, também venceram nesta quarta-feira, não tendo os trabalhadores onde dormir e fazer as refeições.

Francisco Carvalho de Jesus, de 36 anos, é natural de São Luís do Maranhão. Ele, que foi contratado para trabalhar como armador, relatou que recebeu um telefonema do supervisor da empresa pedindo que conseguisse 20 operários para fazer o mesmo serviço no Porto do Açu. “Viemos para cá com dinheiro do nosso bolso, mas com a promessa de seremos reembolsados. Chagando aqui, além de fazer o exame admissional, recebemos treinamento, e um funcionário recolheu nossas carteiras de trabalho, mas 12 dias depois as devolveu sem assinar alegando que a empresa estava passando por problemas”, contou Francisco.

O trabalhador explicou ainda que foram orientados a permanecerem nas pousadas aguardando que seriam reembolsados pelo valor da passagem e os dias que ficaram alojados, mas isso não aconteceu. “Estamos todos na mesma situação, com a família esperando lá no Maranhão e na Bahia e sem ter como voltar”, desabafou.

Após saírem da 134ª DL, trabalhadores e representantes do Sticoncim foram para a frente da sede do Ministério Público do Trabalho (MTE), mas até a publicação desta matéria não haviam sido recebidos pelos responsáveis pelo órgão.

A equipe do Site Ururau tentou contato, por telefone, com Clóvis Santarém, mas não obteve êxito. O mesmo procedimento foi adotado com as empresas K Mendes Construções e FCC, mas também não conseguimos resposta.

O Diário: Trabalhadores do Açu prestam queixa-crime

O Diário

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Um grupo de 25 trabalhadores prestou queixa-crime contra a empresa K-Mendes, que presta serviços de Recursos Humanos para FCC Tarrio, do Porto do Açu, nesta quarta-feira (14) na 134ª Delegacia Legal (DL/Centro). Eles alegam que a empresa K-Mendes não pagou os salários, além dos direitos trabalhistas em função de uma rescisão contratual. Os trabalhadores estavam acompanhados pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Mobiliários (STICONCIMO), José Carlos da Silva Eulálio. 

Na última segunda-feira, uma manifestação já havia sido realizada no Porto do Açu por conta destes salários não pagos. A promessa da empresa era de que o pagamento seria efetuado nesta quarta-feira (14), o que não aconteceu.

Os 25 trabalhadores que estiveram na delegacia nesta quarta estavam hospedados em pousadas em São da Barra à disposição da K-Mendes. A empresa FCC Tarrio havia se comprometido a repassar o dinheiro para a K-Mendes a fim de que a indenização fosse paga. 

Um grupo de trabalhadores da mesma empresa chegou a receber parte dos direitos e esperava receber o restante hoje, assim como os outros.

Segundo José Eulálio, o próximo passo agora será acionar o Ministério do Trabalho para denunciar as empresas.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/trabalhadores-do-acu-prestam-queixa-crime-11580.html