RioPrevidência: Audiência pública na Alerj vai discutir rombo causado pelo Banco Master

BANCO MASTER E RIOPREVIDÊNCIA | Precisamos enfrentar quem atacou a aposentadoria dos servidores

Audiência Pública, sexta, 5/12, às 10h, na Alerj.

O rombo causado pelos investimentos no Banco Master, liquidado por fraudes bilionárias, colocou em risco o futuro de servidores, aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro.

Não dá para naturalizar esse ataque, foi dinheiro da aposentadoria colocado em operações de altíssimo risco, ignorando alertas técnicos e abrindo brecha para prejuízos que podem afetar toda a categoria.

Por isso, pela Comissão de Servidores da Alerj convocamos uma audiência pública para debater os impactos e riscos das transações entre o RioPrevidência e o Banco Master. Chamamos autoridades, órgãos de controle e especialistas e vamos cobrar respostas.

Não aceitaremos que o RioPrevidência vire alvo de aventureiros financeiros. Vamos defender mecanismos reais de proteção ao fundo e lutar para responsabilizar quem colocou a aposentadoria dos servidores em risco.

Sua presença é fundamental. É hora de mostrar força e exigir transparência.

📍Sexta, dia 5 | 10h | Assembleia Legislativa do Rio (Alerj)

#AudiênciaPública #Servidores #Alerj

Flávio Serafini quer instalação de CPI para investigar perdas do RioPrevidência no Banco Master

O investimento bilionário do RioPrevidência, fundo estadual de aposentadorias e pensões dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro, no Banco Master pode virar objeto de uma CPI na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).  É que o deputado estadual Flavio Serafini (PSOL), presidente da Comissão de Servidores da Alerj, protocolou projeto de resolução para instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar esses aportes e também os realizados por outras instituições públicas, a começar pela Cedae. 

Os dirigentes do RioPrevidência falam em cerca de um bilhão de reais investidos, mas o valor segundo técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE) pode ter chegado a R$ 2,6 bilhões no Master e em fundos associados.

Flávio Serafini, deputado de oposição ao governo de Cláudio Castro (PL)  tem dito que os cofres estaduais do Rio de Janeiro tiveram um prejuízo bilionário e culpa o governador por essa situação escabrosa.  Para Serafini está evidente que houve um direcionamento para favorecer o Banco Master, o que agora  se mostra uma ação completamente irresponsável e que coloca em risco a saúde financeira do RioPrevidência.

É importante lembrar que Flávio Serafini presdiu a CPI do RioPrevidência entre 2019 e 2021, e sabe muito da situação financeira do fundo de previdência dos servidores estaduais fluminenses.

Milagre uenfiano pós-audiência: depois de quase 1 ano parado, processo do PCV volta da Reitoria para a Casa Civil

Professores e servidores reunidos com o presidente da Comissão de Servidores Públicos da Alerj, Flávio Serafini, ao final da audiência realizada na Alerj no dia 11/09/2025

Um dos primeiros atos realizados em maio de 2025 pelas nova diretoria da Associação de Docentes da Uenf (Aduenf) foi enviar uma correspondência à reitora da instituição, Profa. Rosana Rodrigues, solicitando informações sobre as razões do processo referente ao novo Plano de Cargos de Vencimentos estar parado no seu gabinete desde o dia 20 de setembro de 2024 (ver imagem abaixo).

No entanto, apesar de não ter respondido diretamente à Aduenf, a reitora Rosana Rodrigues fez publicar 3 dias depois do envio da correspondência da Aduenf, uma carta aberta à comunidade universitária da Uenf onde, entre negativas e confirmações, ela dizia estar buscando outros caminhos, aparentemente em vão, para fazer avançar a aprovação do novo PCV dos servidores da Uenf. Para quem não sabe, o atual PCV, publicado em 2006, está defasado em vários aspectos, incluindo na malha salarial que sofreu poucas alterações em quase 20 anos. O resultado disso é que cálculos do DIESSE indicam que a perda salarial dos professores está em torno de 50%, fato que também se estende aos servidores técnico-administrativos que atuam na instituição.

Com base na constatação de que o trâmite do processo do novo PCV da Uenf estava parado no gabinete da reitora desde setembro de 2024, a diretoria da Aduenf procurou e recebeu acolhida no gabinete do presidente da Comissão de Servidores Públicos Estaduais, deputado Flávio Serafini (PSOL), para começar os esforços para destravar a situação.  A partir desses contatos, Flávio Serafini esteve no campus Leonel Brizola no dia 26 de agosto onde manteve duas reuniões com professores e servidores não docentes para tratar da realização de uma audiência pública na Alerj para buscar soluções para o destravamento do processo do PCV.

Essa audiência aconteceu na última 5a. feira (11/9) e teve a participação dos sindicatos de professores (Aduenf) e servidores técnico-administrativos (Sintuperj), da reitora Rosana Rodrigues, e de uma representante do ANDES-SN.  Já do lado do governo de Cláudio Castro houve a presença de um representante da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e de um representante da Secretaria da Casa Civil, o subscretário de Gestão de Pessoas, Alexandre Meyohas.  Após uma série de manifestações, o subsecretário Alexandre Meyohas solicitou que a reitoria da Uenf devolvesse o processo referente ao PCV  para a Casa Civil para que fosse feita uma revisão de cálculos dos valores, levando em conta a defasagem salarial a partir de 2021, além da inclusão dos aposentados e os cargos comissionados no cálculo.

Incrivelmente (quase que como em um milagre) o retorno do processo do gabinete da reitora Rodrigo Civil para a Casa Civil foi feito antes mesmo que a audiência pública fosse encerrada pelo deputado Flávio Serafini (ver imagem abaixo),  e com todos os cálculos solicitados pelo subscretário Alexandre Meyhohas (ver imagem abaixo).

Esta velocidade repentina por parte da reitoria da Uenf tem o dom de abrir o caminho para o tipo de solução que foi apontada por Flávio Serafini durante a audiência. Eu, de minha parte, fico apenas pensando porque não se fiz isso antes. Talvez porque tenha faltado mobilização política dentro do campus, o que acabou acontecendo com a realização da audiência pública da última quinta feira?  É bem provável.

Mas o que fica claro, mais uma vez, é que sem mobilização política a solução dos problemas fica sempre mais difícil. Mais uma razão para que a mobilização que já está acontecendo ganhe ainda mais força, pois há que se garantir a aprovação do novo PCV antes do periodo de restrições que é imposto pelo calendário eleitoral de 2026.

Finalmente, há quem diga que não adianta mobilizar e o melhor é esperar sentado para ver que bicho dá.  O que me parece claro, mais uma vez, é que milagres só acontecem para quem luta.

Uenf: visita de Flávio Serafini serviu para preparar a paralisação dos professores no dia 11/9

A presença do deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) no campus Leonel Brizola serviu para o momento de reflexão dos professores que estiveram na sede social da Aduenf na tarde de ontem (26/8).  A presença significativa de professores no encontro com o presidente da Comissão de Servidores Públicos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) é um parâmetro da insatisfação com o desprezo demonstrado pelo governador Cláudio Castro com a implementação do novo Plano de Cargos e Vencimentos.

A principal observação feita por Flávio Serafini foi no sentido de que está se abrindo uma janela de oportunidade para que o novo PCV da Uenf seja apreciado pela Alerj, mas que isso vai depender diretamente do nível de mobilização de professores e servidores técnico-administrativos, já que outras categorias estão pleiteando a recuperação dos seus salários. Segundo o deputado, sem mobilização e pressão, as chances de que o novo PCV da Uenf continue engavetado serão grandes. E, pior, que outras categorias tenham suas demandas atendidas antes.

Essa indicação do deputado que presidente a Comissão de Servidores Públicos da Alerj confirma o acerto da decisão da última assembleia dos professores de paralisar as atividades no próximo dia 11 de setembro quando ocorrerá uma audiência pública para discutir as demandas salariais dos servidores da Uenf, a começar pela aprovação do novo PCV.

A partir dessa reunião claramente exitosa, a diretoria da Aduenf deverá se concentrar em preparar a paralisação do dia 11/9 e garantir a ida de uma comitiva representativa de professores para participar da audiência pública que ocorrerá na Alerj.

Deputado Flávio Serafini vem a Campos para cumprir agendas na 3a. feira (26/8), duas delas na Uenf

O deputado estadual Flávio Serafini (PSOL), que preside a Comissão de Servisores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) estará em Campos dos Goytacazes para cumprir uma série de compromissos, dois deles no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) (ver imagem abaixo).

Essa visita é particularmente importante porque os servidores da Uenf esperam há mais de dois anos pelo envio do seu Plano de Cargos e Vencimentos (PCV) para a Alerj,  e demandam que o governador Cláudio Castro pague duas parcelas atrasadas de parte das perdas inflacionárias ocorridas nos últimos anos.

Os servidores da Uenf também estão preocupados com a decisão do governador de retirar recursos dos royalties do seu fundo próprio de pensão, o RioPrevidência.  Se o projeto de lei enviado por Cláudio Castro for aprovado é quase certo que haverá muita instabilidade na capacidade de pagamento de pensões e aposentadorias pelo RioPrevidência.

Por isso, a vinda de Flávio Serafini ganha uma relevância espacial, especialmente porque os professores já decidiram que irão paralisar suas atividades no dia 11 de setembro para participar de uma audiência pública que ocorrerá na Alerj para tratar das pautas que deverão ser abordadas nos encontros desta 3a. feira.

Presidente da Comissão de Servidores da Alerj, Flávio Serafini visitará Uenf para encontros com servidores

Em meio a uma série de ataques promovidos contra todos os servidores públicos estaduais pelo governo de Cláudio Castro (PL), o presidente da Comissão de Servidores da Alerj, deputado Flávio Serafini (PSOL), vai visitar o campus Leonel Brizola da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) na próxima 3a. feira (26/8) onde deverá manter encontros com professores e servidores (ver imagem abaixo).

O primeiro encontro envolverá uma reunião específica com a diretoria da Aduenf e professores e uma que envolverá outras categorias de servidores, da Uenf e fora dela.

Além da questão do novo Plano de Cargos e Vencimentos dos servidores da Uenf que está engavetado há mais de dois anos e as parcelas não pagas de reposição das perdas inflacionárias, Serafini deverá abordar os recentes ataques promovidos pelo governo de Claúdio Castro contra o caixa do RioPrevidência.

Por outro lado, uma questão que está preocupando os servidores estaduais é a militarização das corregedorias de órgãos públicos, as quais têm acarretado uma série de punições indevidas. No caso da Uenf, a ocupação do posto de corregedor a um policial civil tem gerado bastante preocupação.

Esse encontro é de suma importância não apenas para os servidores da Uenf, mas de outras categorias do serviço público estadual, em especial da área da Educação.

Alerta Servidores! Cláudio Castro envia projeto de lei para oficializar rapina dos recursos do RioPrevidência e ameaça o futuro dos aposentados

Reeleição de Castro no Rio abre disputa de poder no Legislativo e no  Executivo

Flavio Serafini denuncia: o governador Cláudio Castro (PL) enviou projeto que coloca em risco a saúde financeira do Rioprevidência

O deputado Flávio Serafini (PSOL), presidente da Comissão de Servidores da Alerj, denuncia que o governador Cláudio Castro enviou para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), o PL 6035/2025, que autoriza o governo a retirar os recursos acumulados no Rioprevidência, dinheiro dos royalties que hoje garante o pagamento das aposentadorias, para gastar com dívidas e contratos.

O deputado Flávio Serafini afirma que se aprovado, esse projeto vai drenar o caixa do Rioprevidência e deixará o tesouro estadual vulnerável a qualquer queda na arrecadação do petróleo. Na prática, isso significa que, já em 2026, os aposentados e pensionistas do Rioprevidencia poderão ficar seus pagamentos, como já vimos acontecer em crises anteriores.

Para Serafini, e eu concordo com isso, estamos diante do maior ataque à aposentadoria do funcionalismo fluminense.

Flávio Serafini afirma que seu mandato está na luta contra esse retrocesso, mas que é fundamental que todos os servidores estaduais e seus sindicatos e associações se mobilizem para barrar o PL 6035/2025.

Não podemos deixar que Cláudio Castro destrua o direito à aposentadoria de quem construiu e constrói o serviço público estadual do Rio de Janeiro.

Assista ao vídeo abaixo!

Após mortes em Campos, deputado estadual Flávio Serafini acelera mobilização para impedir renovação do contrato da Enel

Acabo de ser contactado pela assessoria do mandato coletivo do deputado estadual Flávio Seafini (PSOL) sobre uma campanha que está sendo realizada para impedir a renovação do contrato da empresa Enel que detém a concessão dos serviços de eletricidade no estado do Rio de Janeiro.

Considero que essa campanha possui um mérito óbvio, especialmente após as mortes de dois homens no Parque Boa Vista em Campos dos Goytacazes que foram atingidos no dia 7 de maio por fios de alta tensão que se encontravam m condições precárias.

Essa tragédia foi pauta A tragédia foi pauta do RJ2, da afiliada local da Rede Globo, que mostrou as condições em que ocorreram as duas mortes (ver vídeo abaixo)

O mandato coletivo do deputado Flávio Serafini está realizando reuniões, audiências públicas, coletando relatos da população e produzindo relatórios técnicos que comprovam o descumprimento dos critérios exigidos por lei.  

Para apoiar este movimento está sendo solicitado que se assina e instando a todos a assinar e divulgue um abaixo-assinado que pode ser acessado [Aqui!].

Fora Enel RJ

Serafini impetra ação civil pública para impedir desvio de recursos do RioPrevidência decretado por Cláudio Castro

castro rioprevidência

O deputado estadual Flávio Serafini (PSOL) impetrou na última sexta-feira (20/09) uma ação civil pública (ACP) para fazer cessar os efeitos do a suspensão imediata dos efeitos do Decreto Estadual nº 49.292/2024 por meio do qual o governador Cláudio Castro realizou desvio de recursos do fundo próprio de previdência dos servidores públicos do estado do Rio de Janeiro (o RioPrevidência) para pagamento da dívida pública estadual.

Em sua ação civil pública, Serafini alerta para os graves danos que serão causados à sustentabilidade financeira do RioPrevidência e, consequentemente, aos serviços públicos estaduais aposentados ou não, caso o Decreto Estadual nº 49.292/2024 não seja suspenso imediatamente.

serafini rioprevidencia

O deputado Flávio Serafini alega na ação que “a edição de Decreto pelos Réus autorizando a si mesmos a sacar quase cinco bilhões de reais do fundo de uma autarquia destinada a pagar as pensões e os proventos de aposentados que trabalharam a vida inteira servindo ao Estado do Rio de Janeiro, desvia completamente da finalidade do ato administrativo, chegando a ser iníqua e de má-fé“.

Na ação, Serafini também afirma que “não há dúvidas de utilizar o regime próprio de previdência social para financiar o Estado do Rio de Janeiro viola a moralidade administrativa, ferindo a boa-fé e o bem comum, uma vez que milhares de pessoas que trabalharam e contribuíram por décadas terão a sua subsistência ameaçada com a iminente ausência de pagamento de suas aposentadorias“.

A ação agora passará pela devida análise por parte da justiça, estando o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro citado para que se envolve na ação caso deseje, após ser intimado a tomar conhecimento.

Quem desejar ler a íntegra da ACP impetrada pelo deputado Flávio Serafini, basta clicar [Aqui!].

O escândalo na Fundação Ceperj envolve deputados, funcionários fantasmas, rachadinha, e uso de dinheiro obtido com a privatização da CEDAE

Cláudio Castro lança Casa do Consumidor

Em uma minuciosa reportagem preparada por uma equipe de jornalistas da Rede Globo são dados detalhes bem específicos sobre um amplo esquema de corrupção que estaria ocorrendo na Fundação Centro Estadual de Estatísticas,Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Fundação Ceperj), envolvendo a participação de deputados na captação da maioria dos salários pagos a servidores extra-folha (o famigerado esquema da rachadinha) e, pasmem, com recursos obtidos com a venda da CEDAE (ver vídeo abaixo).

Ainda que sempre se possa dar o direito de resposta (aliás, eu fico curioso para ver se haverá algum deputado que tentará responder ao que está mostrado na reportagem), os depoimentos dos ex-funcionários não deixa muito espaço para dúvida no sentido de que recursos obtidos com a desnecessária privatização da CEDAE estão sendo utilizados para alimentar um esquema nada republicano de apropriação de verbas públicas por deputados estaduais e dirigentes da própria Fundação Ceperj.

Um dos detalhes que mais me causou espécie é que dos quase R$ 500 milhões empenhados apenas no primeiro semestre de 2022, cerca de R$ 225 milhões vieram dos recursos obtidos com a privatização da CEDAE, o que explica bem a pressa que o governador acidental do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, teve para entregar um patrimônio público tão estratégico à iniciativa privada por valores bem aquém de deveriam ter sido. 

De quebra, é curioso verificar que os valores gastos na Fundação Ceperj até junho são 50 vezes maiores do que o foi investido em bolsas e projetos de pesquisa na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), e 30 vezes mais do aplicado com a mesma finalidade na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

E antes que eu me esqueça, o único deputado que teve seu nome citado na reportagem como beneficiário do esquema de rachadinhas na Fundação Ceperj é o campista Rodrigo Bacellar que hoje foi citado em outra reportagem do UOL sobre favores recebidos de membros da máfia da exploração ilegal de ouro na Amazônia.  Já entre os denunciantes do esquema estão os deputados Flávio Serafini  (PSOL) e Marta Rocha (PDT).