Banco de bilionários da Forbes tem elo com empresa envolvida em trabalho escravo

Fundo administrado pelo grupo Daycoval vende a investidores direitos de crédito da Agropecuária Rio Arataú, flagrada utilizando mão de obra escrava em fazenda de gado na Amazônia

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Por Daniela Penha/ Edição de Bruna Borges para a Repórter Brasil 

O Banco Daycoval administra um fundo de investimentos que negocia  ativos oriundos da Agropecuária Rio Arataú, empresa de criação de gado do grupo Queiroz Galvão. O fundo tem valor inicial de R$ 78 milhões. A companhia de atividade pecuária está na Lista Suja do trabalho escravo após o resgate de cinco trabalhadores na Fazenda Arataú, localizada em Novo Repartimento (PA), em 2021. Segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), o grupo trabalhava sem registro na construção de cercas e vivia em um barraco de lona no meio de uma área de mata, sem acesso à água potável e instalações sanitárias.

Essa é a segunda vez que a Agropecuária Arataú entra na Lista Suja. Em 2007, na mesma propriedade onde houve o flagrante de 2021, 11 trabalhadores foram resgatados em situação análoga à de escravo

Desde setembro de 2023 a empresa do grupo Queiroz Galvão está ligada ao  fundo de investimentos administrado pelo banco Daycoval, de acordo com documentos obtidos pela Repórter Brasil. 

Sasson Dayan e sua família, os donos da instituição, estão entre os 69 brasileiros que fazem parte da lista de bilionários da Forbes divulgada em 2024. No segundo trimestre de 2024, o banco alcançou lucro líquido recorrente de R$ 392,4 milhões. 

Em sua “Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática” o banco Daycoval afirma que não financia atividades que utilizam mão de obra análoga à de escravo. Questionada sobre o caso, a instituição bancária não respondeu. Este espaço segue aberto para esclarecimentos futuros. 

“O banco lucra em cima das atividades da empresa, que são atividades ilícitas”, destaca Maria Eduarda Senna Mury, diretora de pesquisa jurídica e litigância da Harvest, instituição que desenvolve pesquisas e projetos focados em soluções globais para a emergência climática. 

A Agropecuária Rio Arataú figura como cedente no Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Recuperados Questões Globais Não Padronizado (FIDC-ND). O cedente é quem cede os direitos creditórios a um fundo de investimento.

Entenda como funciona

Nessa modalidade de fundo de renda fixa, a instituição bancária assume os créditos que uma empresa tem a receber, como duplicatas, cheques e outros. É como se o banco antecipasse para a empresa o pagamento desses valores e transformasse esse montante a receber em “ativos” a  serem comprados e vendidos no mercado financeiro. Então, o banco vende cotas desse fundo para investidores. 

“O fundo atua comprando títulos de crédito por menos do que eles valem. Então, o lucro desse investimento vem da diferença entre o que o fundo pagou e o que ele vai receber no futuro”, explica Mury. 

Nesse caso, o banco Daycoval é o administrador do fundo e a instituição Jive Investments é a gestora da carteira dos valores mobiliários. Questionada, a Jive argumentou que o FIDC-ND da Agropecuária Rio Arataú “possui apenas os recebíveis da venda de uma fazenda vendida pela família QG (Queiroz Galvão), não possuindo qualquer vinculação com a operação da empresa, operação das terras, que resultem ou possam resultar em vínculo de trabalho” e que “esses recebíveis foram dados em pagamento de uma dívida da holding da família”. 

Um funcionário que atuava na Agropecuária Rio Arataú informou à Repórter Brasil que a fazenda onde ocorreu o resgate dos trabalhadores foi vendida em 2022. A reportagem, entretanto, não conseguiu confirmar se os créditos do fundo são advindos dessa mesma propriedade. Questionada sobre essa questão, a Jive não se posicionou. 

Questionado, o grupo Queiroz Galvão informou que não iria se manifestar. A Repórter Brasil também tentou contato com a administração da Agropecuária Rio Arataú, por meio de seus advogados, mas não obteve qualquer retorno. Este espaço segue aberto para futuras manifestações.

O alojamento dos trabalhadores resgatados era um barraco coberto com lona plástica e sem proteção contra animais peçonhentos ou interpéries, de acordo com o relatório de fiscalização (Foto: Reprodução/MTE)

Água de poça e barraco de lona

“Tinha uma poça de água que a gente usava para beber, cozinhar e tomar banho. Era muito ruim. A água muito suja”, relatou João*, um dos trabalhadores resgatados, em entrevista à Repórter Brasil. Ele foi chamado para o trabalho por um “gato” – quem alicia a mão de obra para o trabalho nas fazendas –  e já estava na propriedade há um mês no momento do resgate. “A gente pensou que era um alojamento na fazenda, mas era na mata mesmo, na selva. Não tinha como voltar. Era longe, uns 30 quilômetros da sede”. 

O resgate aconteceu durante ação conjunta da Superintendência Regional do Trabalho no Pará, vinculada ao MTE, e do Ministério Público do Trabalho, em dezembro de 2021. 

Segundo o relatório da fiscalização, os trabalhadores extraíam e lapidavam madeiras para a confecção e reparos da cerca da fazenda Arataú. Um barraco improvisado com lona e caibros de madeira era a moradia dos cinco resgatados. A água que o grupo usava para beber e cozinhar vinha de uma grota, era turva e tinha um cheiro ruim. 

Os trabalhadores não tinham instalações sanitárias ou local adequado para cozinhar, comer e dormir. Não recebiam equipamentos de proteção individual ou de primeiros socorros e estavam submetidos a “condições que aviltam a dignidade”, de acordo com relatório. Segundo as autoridades, um dos trabalhadores chegou a ficar três meses nessas condições até ser resgatado.

O alimento dos trabalhadores era preparado em fogueira feita no chão, segundo relatório de fiscalização (Foto: Reprodução/MTE)

A Agropecuária Rio Arataú recebeu dez autos de infração e foi multada em R$ 238 mil por danos morais coletivos e individuais. A empresa assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) se comprometendo a cumprir a legislação trabalhista. Em abril de 2024, a empresa voltou a integrar a Lista Suja, por essa autuação.

Regulamentação e transparência de fundos de investimento

Fundos de investimentos como esse, do banco Daycoval, passam à margem das normatizações sócio-ambientais, alertam especialistas. 

“Somente os estabelecimentos de financiamento público são proibidos formalmente de continuar apoiando empresas flagradas com trabalho escravo. Para os outros estabelecimentos financeiros, eu não sei de uma legislação que proíba. É aconselhado não fazer. Só isso”, avalia o frei Xavier Plassat, da coordenação Nacional da CPT (Comissão Pastoral da Terra) contra o trabalho escravo.  

A regulamentação dos fundos, para Mury, é o caminho para o maior controle das relações entre instituições financeiras e empresas que violam os direitos humanos. O primeiro passo, ela explica, está na transparência dos fundos. “Eles não são transparentes sobre o que compõe essas carteiras”.

*Nome fictício para preservar a identidade do trabalhador


Fonte: Repórter Brasil

Forbes sintetiza a situação brasileira: até quando esta loucura vai continuar?

O Brasil realmente pode ser tão ruim assim, mas por quanto tempo?

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Uma paciente do Covid-19 reage enquanto se prepara para ser transferida de barco de ambulância para um hospital em Breves … [+] AFP VIA GETTY IMAGES

Por Kenneth Rapoza para a revista Forbes

O Brasil está sendo espancado na política da pandemia, e os investidores, embora capazes de ganhar dinheiro por lá, ainda estão coçando a cabeça. Quanto tempo essa loucura pode durar?

O presidente Jair Bolsonaro está no comando. Ele é odiado pela mídia, incluindo a maioria da imprensa estrangeira que é muito crítica a ele.

Bolsonaro é fácil de criticar, é claro. Ele gosta de lutar contra a mídia e dar joelhadas no que ela diz. O coronavírus é mortal! Não, não é, é apenas um resfriado.

A revista científica britânica The Lancet, conhecida por mergulhar na política, pediu sua demissão. Não foi baseado em ciência. Foi baseado na opinião de celebridades e professores de esquerda. Não, sério.

walkingAs pessoas andam por uma rua comercial após a reabertura, no centro de São Paulo, em 10 de junho de 2020. O município de São Paulo autorizou a reabertura de ruas comerciais sob medidas de segurança, como o uso de álcool gel e máscaras faciais.  Foto de NELSON ALMEIDA / AFP (Foto de NELSON ALMEIDA / AFP via Getty Images) AFP VIA GETTY IMAGES

O Brasil está sendo completamente envergonhado pelos erros do governo Bolsonaro em combater o coronavírus, ao mesmo tempo em que é elogiado pelo mercado por fazer um bom trabalho em impedir as consequências econômicas por meio de estímulos recordes aos brasileiros, especialmente à classe trabalhadora.

As ações do Brasil, conforme medidas pelo ETF iShares MSCI Brazil (EWZ), caíram 33% no acumulado do ano, muito piores do que outros mercados emergentes no benchmark MSCI Emerging Markets. Eles caíram apenas 8,8%.

O horário de pré-mercado diminuiu o EWZ mais 6,04%, embora seja principalmente uma realização de lucros. O Brasil, como um investimento amplo, é totalmente sobrecomprado.

Em 9 de junho, a Fitch Ratings atualizou as previsões econômicas e fiscais brasileiras de estáveis para negativas. Eles reduziram a previsão de crescimento do PIB real do país em 26 de maio e isso ainda permanece em uma contração de 6% em relação aos 4% anteriormente, em grande parte devido à atual crise de saúde pública.

Brasília agora é um novo epicentro.

No geral, o país tem 772.416 casos confirmados e 39.680 mortes até quarta-feira (10/06) à noite.

As medidas de distanciamento social continuarão pesando na atividade doméstica, apesar da variação da conformidade nos estados, escreveram analistas da Fitch, liderados por Shelly Shetty, em nota aos clientes na terça-feira.

bolsaApós um grande impulso, as ações do Brasil perderam força. (Foto de Cris Faga / NurPhoto via … [+] NURFHOTO VIA GETTY IMAGES

Quão ruim isso pode ficar e quão ruim pode ser?

A contração do PIB no primeiro trimestre foi menor do que o esperado, mas quedas mensais acentuadas na produção industrial em março (9%) e abril (18,8%), queda na confiança dos negócios e do consumidor e aumento progressivo do desemprego indicam que o impacto do impacto será sentido na economia. segundo trimestre, que termina em cerca de três semanas.

As receitas do governo federal caíram 32% em abril, enquanto as despesas aumentaram 45% devido aos pacotes de ajuda. Isso resultou em um déficit fiscal recorde de R $ 93 bilhões (US $ 18,6 bilhões) em abril, observa Gustavo Medeiros, analista da Ashmore, especialista em mercados emergentes em Londres.

A produção industrial caiu 18,8% em abril, a pior queda já registrada, “mas isso foi melhor do que a expectativa de um declínio de 28,3% do consenso”, diz Medeiros.

Uau …

O Brasil voltou a ser uma jogada da China. A recuperação chinesa é boa para as exportações brasileiras – todas commodities, é claro. A China importa principalmente soja e minério de ferro brasileiros.

Mas, à medida que o sul e o sudeste do Brasil se curam, e esses são os motores econômicos do Brasil, o país deve ter uma sensação de normalidade nas próximas quatro semanas, mesmo que o coronavírus se manifeste nos estados do centro-oeste a seguir.

O alto custo de capital no Brasil prejudicou a inovação e o empreendedorismo local no passado, mas as taxas de juros nunca foram tão baixas quanto são agora.

As empresas podem emprestar mais barato agora.

Para Wall Street, o argumento é que Bolsonaro pode ser uma biruta, mas investir no Brasil é mais atraente do que nunca. Os mercados estão procurando uma mudança de momento. O Brasil tem sido um trem descontrolado. É hora de pisar no freio. Mas isso não vai durar para sempre. Nem o coronavírus,  por mais ruim que esteja no Brasil.

“De nossa perspectiva de baixo para cima, estamos entusiasmados com as oportunidades em todo o universo de investimentos, onde quer que as encontremos”, diz John Paul Lech, gerente de fundos de mercados emergentes da Matthews Asia.

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Este artigo foi originalmente escrito em inglês e publicado pela revista Forbes [Aqui!].

Oxfam: 1% mais rico vai possuir mais que o resto do mundo até 2016

Bay Ismoyo/AFP

Funcionário conta notas de dólar na Indonésia

Funcionário conta notas de dólar na Indonésia: índice de preços da produção aumentou apenas 0,1% em relação ao mês anterior

Londres – Mais da metade da riqueza do mundo vai estar nas mãos de apenas um por cento da população no ano que vem devido à crescente desigualdade, disse nesta segunda-feira a Oxfam, organização de combate à pobreza.

Em relatório divulgado antes da reunião anual da elite mundial em Davos, na Suíça, a Oxfam disse que os mais privilegiados viram sua fatia de riqueza aumentar de 44 por cento em 2009 para 48 por cento em 2014.

Na tendência atual, a taxa vai superar 50 por cento em 2016. A diretora-executiva da entidade, Winnie Byanyima, que é também uma das mediadoras em painéis do Fórum Econômico Mundial, em Davos, disse que uma explosão na desigualdade está retardando a luta contra a pobreza.

“Queremos realmente viver em um mundo onde um por cento é dono de mais do que o resto de nós combinado?”, questionou ela nesta segunda. “Manter os negócios como de costume para a elite não é uma opção sem custos. O fracasso em lidar com a desigualdade vai atrasar a luta contra a pobreza em décadas.

Os pobres são atingidos duas vezes com a desigualdade crescente –eles recebem uma fatia menor do bolo econômico e, porque a extrema desigualdade prejudica o crescimento, há um bolo menor para ser compartilhado.”

A Oxfam disse que iria pedir durante o encontro em Davos, com início marcado para quarta, que sejam tomadas atitudes para se lidar com a desigualdade crescente, incluindo a repressão contra a evasão fiscal por corporações e o avanço em direção a um acordo global sobre as mudanças climáticas.

Os 80 indivíduos mais ricos do mundo possuem a mesma riqueza do que 50 por cento de toda a população mais pobre do planeta, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, disse a Oxfam.

Essa resultado é ainda maior do que a concentração registrada há um ano, quando metade da riqueza do mundo estava nas mãos dos 85 mais ricos.

Os integrantes do 1 por cento mais ricos possuíam em média uma riqueza de 2,7 milhões de dólares por adulto, disse a Oxfam.

O grosso da riqueza restante do mundo encontra-se nas mãos dos 20 por cento mais ricos, enquanto os 80 por cento restantes da população compartilham 5,5 por cento do bolo, com uma riqueza média de 3.851 dólares por adulto, disse a entidade.

Para compilar sua pesquisa, a Oxfam usou dados dos anuários sobre patrimônio mundial do banco Credit Suisse referentes aos anos 2013 e 2014, assim como a lista de bilionários da revista Forbes.

FONTE: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/1-mais-rico-vai-possuir-mais-que-o-resto-do-mundo-ate-2016

Beneficiários do modelo

Por Milton Temer

Aí vai a relação das 15 “famiglias” que mais se locupletaram ao final de duas décadas de governos pautados por privatizações financiadas pelo próprio Tesouro, e por isenções tributárias ao grande capital – simultâneas à manutenção da injusta tributação indireta, via consumo (onde miliardários e sem-teto pagam o mesmo imposto em tudo o que compram). Governos dos tucano-pefelistas e governos do neoPT, ambos sob a companhia do austero e íntegro PMDB. 

Empreiteiros, latifundiários do agronegócio e banqueiros, estão aí os principais maganos. Para completar a lista, os proprietários das maiores empresas de comunicação, aquelas que organizam o pensamento dos mais reacionários segmentos da sociedade brasileira, e que continuam contempladas com as maiores fatias publicitárias das verbas do governo e das estatais ainda existentes. 

Tragédia difícil de recuperar no futuro mais imediato,

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FONTE: https://www.facebook.com/miltontemer/posts/686704681366154

Ex-bilionário: Eike Batista tem menos de US$ 300 milhões

Brasileiro perdeu quase toda sua fortuna em dois anos, diz Forbes

Portal Terra

O homem mais rico de 2012, Eike Batista, tinha US$ 30 bilhões (R$ 70,3 bilhões) e a estimativa de que em poucos anos seria o homem mais rico do mundo. Na contramão, o empresário perdeu quase toda sua fortuna em dois anos.Atualmente, possui menos de US$ 300 milhões.

O brasileiro e outros 99 executivos serviram de exemplo para a revista Forbes publicar que até negócios bilionários podem ter desfechos muito ruins.

Nos Estados Unidos, a publicação cita uma lenda do petróleo texano, T. Boone Pickens, que perdeu cerca de US$ 300 milhões com iniciativa envolvendo gás natural e energia verde. Já Manoj Bhargava fez fortuna a partir de um tipo diferente de energia alternativa, mas sua empresa enfrenta denúncias sobre seu produto. O patrimônio líquido estimado caiu de US$ 1,5 bilhão em março de 2013 para US$ 800 milhões.

Segundo a revista, bilionários americanos se saíram melhor que os estrangeiros no quesito desvalorização de fortunas. A Ásia teve o maior número de baixas, 47. O Oriente Médio e a África ficou em segundo com 20, quase todos eram da região da Turquia.

FONTE: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2014/03/08/ex-bilionario-eike-batista-tem-menos-de-us-300-milhoes/

Eike entra no ranking das carreiras desastrosas da Forbes

Depois de deixar lista dos homens mais ricos do mundo, empresário brasileiro agora faz parte de outro levantamento da revista americana

 

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Daniela Barbosa, de 

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Deco Rodrigues/Contigo

Empresário Eike Batista

 Eike: empresário entra para lista das personalidades com as carreiras mais desastrosas de 2013

 

São Paulo – Eike Batista já foi o sétimo homem mais rico do mundo, com patrimônio estimado em 30 bilhões de dólares, segundo ranking da Forbes. Depois de deixar a lista de bilionários neste ano, o empresário brasileiro agora foi destaque em outro levantamento da revista americana: ele aparece como sétimo entre as personalidades com as carreiras mais desastrosas de 2013.

De acordo com a publicação, o pedido de recuperação judicial da OGX, petroleira do empresário, em outubro, foi uma das razões para Eike fazer parte do ranking deste ano. Além disso, o empresário teria reduzido também seu patrimônio para menos de 1 bilhão de dólares, disse a Forbes.

O inferno astral de Eike começou mais de um ano atrás, quando a OGX começou a dar indícios de que não iria cumprir as promessas de produção de petróleo anunciadas. Nesse meio tempo, o empresário vendeu o controle de duas das suas empresas X e outras duas precisaram pedir proteção contra falência na Justiça.

Nesta semana, o ex-bilionário protagonizou mais um episódio que confirmou seu mau momento: teve seu nome incluído na lista de inadimplentes por uma dívida de 840 reais. Para Eike, resta agora pedir que 2013 termine o mais rápido possível.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/eike-entra-no-ranking-das-carreiras-desastrosas-da-forbes