Tigre e Paulo Vieira se juntam para caçar gambiarras pelo Brasil

Websérie contará origens, soluções e curiosidades sobre um verdadeiro patrimônio nacional
paulo vieira
São Paulo, novembro de 2021 – Quem nunca passou por imprevistos e precisou recorrer às famosas gambiarras para resolver uma emergência? E por que esse tipo de improviso, que deveria ser temporário, acaba perdurando por tanto tempo dentro de casa? Seguindo esse espírito brasileiro de inventar e se reinventar nas adversidades, a Tigre está lançando “O Caçador de Gambiarras”, websérie em parceria com o ator Paulo Vieira. Criada pela área de Content da Talent Marcel, a produção de quatro episódios será veiculada nos canais digitais da marca e do ator.

O humorista, um dos destaques da nova geração, se notabilizou no Twitter ao narrar as aventuras nem sempre bem sucedidas de seu pai ao lado do melhor amigo. “Quem acompanha a saga de Pablo e Luisão sabe que o Paulo deu um novo significado ao conceito de gambiarra. E nada menos improvisado do que convidá-lo a explorar as origens e curiosidades dessas invenções genuinamente brasileiras, mostrando de maneira leve e divertida que até as mais engenhosas traquitanas têm salvação”, comenta Gustavo Mayrink, diretor de Content da Talent Marcel.

O primeiro episódio mostra as peripécias de João Roberto, um “gambiarreiro ecológico” que criou uma série de soluções improvisadas para evitar o desperdício de água – e que como toda gambiarra precisava ser aperfeiçoada. O primeiro episódio completo está no Youtube.

Ao final de cada episódio, a Tigre com o apoio do Triider, startup que conecta profissionais de obra a pessoas que precisam de serviços de manutenção e reforma, irá solucionar os problemas mostrando como a versatilidade de suas linhas de produtos é capaz de resolver as mais variadas “soluções técnicas alternativas”, como costumava dizer uma das personagens da série.

“Mesmo sendo algo muito comum, o conserto feito de forma improvisada pode danificar a casa. Por isso, vamos atrás das maiores histórias de gambiarras para apresentar todas as soluções de produtos e serviços que a Tigre tem disponível para resolver essas questões cotidianas”, afirma Felipe Correa, gerente de marketing da Tigre.

“O Caçador de Gambiarras” já está disponível nas redes de Tigre. Os próximos episódios serão lançados a cada semana e ao final da temporada ainda haverá um conteúdo extra. Além disso, nas redes sociais da marca e do Paulo é possível acompanhar bastidores e curiosidades sobre a série.

Ficha Técnica

Agência: Talent Marcel
Anunciante: Tigre
Produto: Institucional
Título: O Caçador de Gambiarras, com Paulo Vieira
CCO: João Livi
ECD (Diretor Executivo de Criação): Otavio Schiavon
Diretor de Criação e Conteúdo: Gustavo Mayrink
Criação: Gustavo Mayrink, Ana Clara Salles, Camila Siciliano, Carolina Lopez, Paulo Vieira
Atendimento: Carol Escorel, Saulo Colasanti, Carlos Lima, Bruna Rodrigues
Planejamento: Gabriela Soares, Douglas Nogueira, Glauber Alencar e Rafael Moura
Mídia: Herbert Gomes, Gabriel Roveri, Rafael Roque, Luana Belloni e Ana Cláudia Felix
Data & Business Intelligence: Gustavo Macedo
Community Manager: Mariana Fioravanti
Gerente de Conteúdo: Rafaela Ferreira
Diretor executivo RTV: Renata Corrêa
Produtor RTV: Erika Sartini
Produtora de Imagem: PBA Cinema
Direção: Ale Paschoalini
Direção Executiva: Mayra Gama
Produção Executiva: Nivio Alves de Souza / Fernando Fanucchi
Coordenação de Produção: Karla Fernandes
Head Of Sales: Markinhos Fagundes
Diretor de Fotografia: Claus Stellfeld
1ª Assistente Direção: Giulia Levy

Diretor de Produção: Guilherme Valiengo
Produtor: Lorran Oliveira
Assistente de Produção: Maria Rita Miranda
Produção de Elenco: Babi Catani
Figurinista: Isabela Marques
Maquiagem: Bruna Maria Ramos (Tibby)
Atendimento: Markinhos Fagundes / Gabriela Fernandes / Natalia Pinheiro
Atendimento de Pós: Diulle Fonseca
Coordenação de Pós: Augusto Medeiros e Diulle Fonseca
Montador: Alexandre Boechat
Assistente de Montagem: Junior Nascimento
Finalizador: Camila Cavalcante
Grading: Lucas Campos
Pós Produção: Flow Effects
Motion: Vinicius Kahan e Alvaro Bautista
Produtora de áudio: LOUD+
Direção de produção: Gustavo Garbato
Produção: Equipe LOUD+
Finalização: Equipe LOUD+
Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile
Coordenação: Ingrid Mabelle, Rafael Silvestrini, Lara Fratucelli, Letícia Nunes
Aprovação do cliente: Luis Filipe Fonseca, Felipe Correa, Juliana Dotta

Porto do Açu: do sonho da “Roterdã dos trópicos” à realidade das gambiarras

porto do açu

Depois que eu posto materiais mostrando que a situação no Porto do Açu não é o mar de rosas que tanto se apregoa, há leitor que se irrita e até máquinas robôs que enviam material homofóbico para a caixa postal deste blog. Mas agora o que serão que dirão os apoiadores do empreendimento que um dia Eike Batista rotulou ambiciosamente de “Roterdã dos trópicos” frente à denúncias de que imperam as gambiarras no seu funcionamento?

Que eu suspeitava desse repetino giro para a bauxita, isto já faz algum tempo. Aliás, me lembro da natureza improvisada dessa nova opção de âncora comercial para o Porto do Açu quando deparo cotidianamente com os caminhões cheios de bauxita pelas ruas de Campos dos Goytacazes. 

Mas agora com essa denúncia e o silêncio da Prumo Logística, vejo que o problema é mais sério do que eu imaginava. Aí eu fico me perguntando sobre andam o Ibama, o Inea e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a quem cabe observar o cumprimento das normas que regulam as operações sendo realizadas nos portos brasileiros.

Finalmente, eu faço a simples e singela pergunta: o que mais anda funcionando na base da gambiarra no Porto do Açu?

Denúncia aponta que Prumo opera porto sem estrutura

carência. Segundo denúncia, porto faz "gambiarra" para realizar operação de embarque (Divulgação)

carência. Segundo denúncia, porto faz “gambiarra” para realizar operação de embarque (Divulgação)

Telmo Filho

Denúncia feita ao jornal O Diário nesta segunda-feira (5/10) informava que o terminal do Complexo Logístico e Industrial do Açu, no município de São João da Barra (SJB), não dispõe de área operacional e equipamentos adequados para o embarque e desembarque de minério. Segundo denúncia, a Prumo Logística, atual proprietária do terminal, teria montado uma “gambiarra” para fazer o embarque e desembarque de um carregamento de bauxita. Conforme fotos encaminhadas para o jornal, um caminhão trator descarrega no pátio, a céu aberto, o minério, que começou a chegar no mês de julho deste ano. Em nota, a Prumo informou que não iria se manifestar sobre a denúncia.

Segundo informações, o descarregamento é feito no pátio, em seguida é realizado o transporte da bauxita com uma carregadeira para uma prancha e, por final, levada para o navio. “O Porto do Açu não possui qualquer estrutura para embarque e desembarque de granéis. Não existe guindaste, empilhadeira de pátio e nem balanças rodoviárias. E a Prumo havia afirmado que o complexo tem capacidade para movimentar, por ano, quatro milhões de toneladas de granéis”, revelou o denunciante.

Fontes seguras revelam que, para a Prumo Logística operar com embarque e desembarque de granéis no terminal, seria necessário comprar equipamentos cujos valores ultrapassariam da casa de R$ 1 bilhão. “Só o guindaste custa hoje perto de US$ 400 milhões. O dinheiro que a Prumo gastou com festas para políticos locais deveria ter sido utilizado pra comprar guindaste, empilhadeira e balança rodoviária que está faltando para a operação”, pontuou o denunciante, também questionando: onde foram parar os R$ 10 milhões doados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

FONTE: http://diarionf.com/denuncia-aponta-que-prumo-opera-porto-sem-estrutura