Debate com grandes especialistas em Rosa Luxemburgo no IFCS-UFRJ em 28 de março

Rosa Luxemburgo – Pensamento e Ação é o mais novo livro publicado em parceria pelas editoras Boitempo e Iskra, e terá seu lançamento no Rio de Janeiro na UFRJ, quinta-feira, 28 de março, no Salão Nobre do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) no Centro da cidade.

rosa

 

“A sua ordem está construída sobre areia. Amanhã a revolução se levantará de novo ruidosamente”. Foi assim que Rosa Luxemburgo se despediu da colaboração que mantinha no jornal A Bandeira Vermelha, alertando que a derrota dos trabalhadores na Revolução Alemã estava longe de ser o capítulo final daquela história. Rosa foi assassinada poucos dias depois. Há 100 anos desse assassinato que terminou com a vida revolucionária da Rosa Vermelha pelos algozes da social-democracia alemã, a sua luta comunista e sua vida plena de sentido é imortalizada na bibliografia escrita por Paul Frölich em 1939 que agora, pela primeira vez, é traduzida e publicada em português. Em tempos em que a barbárie contra os trabalhadores e os oprimidos é desferida pela burguesia, que patrocina enormes falsificações, e em que os organismos políticos construídos pelos trabalhadores são cooptados pelo Estado capitalista, resgatar o legado de Rosa Luxemburgo, uma das mais importantes revolucionárias da história, é uma tarefa fundamental. 

Rosa foi a primeira a denunciar a burocratização da Socialdemocracia Alemã, antes da votação dos créditos de guerra que lança por terra em 1914 a máxima marxista que conclamava os trabalhadores do mundo a unirem-se. Munida de clareza teórica que a fez perceber a derrocada da Socialdemocracia, aliada à uma vontade inquebrantável, Rosa Luxemburgo debate dura e decididamente por suas posições, fundando em 1918 o Partido Comunista Alemão (KPD) ao lado de Karl Liebknecht, Franz Mehring, Clara Zetkin. Após seu assassinato em 1919 pelas mãos do governo Socialdemocrata de Gustav Noske, Paul Frölich foi o encarregado pelo KPD em resgatar as obras marxistas de Rosa Luxemburgo em 1925; um dos motivos pelos quais em 1928 o faz ser expulso pela perseguição contra os revolucionários no interior dos Partidos Comunistas pelas mãos de Stalin. Antes de se exilar pela guerra, Frolich escreve em 1939 esta biografia de Rosa Luxemburgo.

Na atividade de lançamento dessa obra no Rio de Janeiro estarão reunidos alguns dos mais importantes especialistas da obra de Rosa Luxemburgo, bem como parte dos que se dedicam a tornar vivo o legado deixado pela grande revolucionária no centenário de seu assassinato. Será uma oportunidade única não apenas para conhecer parte da obra e vida de Rosa Luxemburgo, como também para discutir as lições para encarar os desafios postos pelas realidades nacionais e internacionais.

Debatedores: 

Isabel Loureiro

Professora do Departamento de Filosofia da Unesp (1981-2003), autora de Rosa Luxemburgo e o dilema da ação revolucionária (3.ed., 2019) e organizadora de Rosa Luxemburgo: textos escolhidos (2.ed., 2017, 3v.)

Holger Politt

Filósofo, é diretor do escritório da Fundação Rosa Luxemburgo em Varsóvia, pesquisador da obra de Rosa Luxemburgo, autor de Autonomy and the Question of Nationality (2012).

Marildo Menegat

Professor do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos da UFRJ, autor de Depois do fim do mundo (2003) e O olho da barbárie (2006).

Diana Assunção

Trabalhadora da USP, historiadora pela PUC-SP, editora do Esquerda Diário e fundadora do Grupo de Mulheres Pão e Rosas no Brasil.

Lançamento no Rio de Janeiro
08 de março de 2019, às 19h na UFRJ

Salão Nobre do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS)

Largo São Francisco de Paula, 1 – Centro – Rio de Janeiro


Esta matéria foi originalmente publicada pelo site Esquerda Diário [Aqui!]

UFRJ é atacada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

Campus do Largo de São Francisco é alvo de bombas após manifestação contra a reforma da previdência

Na noite da última quarta-feira (15/03), o prédio do Largo de São Francisco de Paula, onde estão sediados o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) e o Instituto de História (IH), foi atacado por soldados do Batalhão de Choque da Polícia Militar. 

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Imagem: Reprodução Facebook

A repressão teve início já no final do ato contra a reforma da previdência, que lotou as quatro pistas e os 3,5 quilômetros da Avenida Presidente Vargas e reuniu milhares de pessoas, entre estudantes, professores, servidores públicos, profissionais liberais, movimentos sociais, sindicatos, centrais sindicais, partidos políticos e demais entidades. O ato que transcorria de forma pacífica mudou de figura nas imediações da Central do Brasil quando a Guarda Municipal passou a lançar bombas de gás lacrimogênio contra os manifestantes. Alguns integrantes do movimento conhecido como black blocs reagiram com morteiros. 

A repressão continuou pelas ruas do Centro do Rio. Na Cinelândia, clientes do bar Amarelinho relataram que soldados da Polícia Militar atiraram bombas no interior do estabelecimento. Imagens do coletivo Mídia Ninja registraram os frequentadores, muitas mulheres e idosos, acuados e de olhos vermelhos – efeito do gás lacrimogênio – sendo socorridos

No Largo de São Francisco de Paula a cena se repetiu. De acordo com nota assinada pelo diretor Marco Aurélio Santana, do IFCS, e pela diretora Norma Côrtes, do IH, os policiais cercaram o campus universitário e lançaram “dentro de suas dependências duas bombas de gás lacrimogênio e mais sete de efeito moral. Os petardos produziram terror e pânico em quem estava no prédio. Registre-se que uma das bombas atingiu a porta central e seus efeitos alcançaram o hall de entrada, tomando posteriormente todo o prédio”. Um vídeo reproduzido das redes sociais mostra o momento de um dos ataques.

A nota lembra ainda que o episódio repete a noite de 20 de julho de 2013, quando o Batalhão de Choque da Polícia Militar atuou igualmente de forma truculenta e arbitrária. “Se já era inaceitável a repressão a trabalhadoras/es e estudantes no exercício de seu livre direito de manifestação, o fato fica agravado com o ataque ao espaço universitário”, diz a missiva. 

“Repudiamos veementemente a ação da polícia contra manifestantes, bem como o ataque às nossas dependências e nossas/os estudantes e trabalhadoras/es. Repudiamos também que nosso prédio, patrimônio histórico pertencente à União, tenha sido mais uma vez duramente agredido. Esperamos que responsabilidades sejam apuradas”, completa a nota. Por fim, os diretores reafirmam “a posição histórica desta casa em defesa da democracia e de seus direitos fundamentais”.

Para ler a nota na íntegra, clique aqui.

FONTE: http://www.cfch.ufrj.br/index.php/27-noticias/718-ufrj-e-atacada-pela-policia-militar-do-estado-do-rio-de-janeiro

Divulgando a Jornada de Lutas contra os Jogos da Exclusão  de 01 a 05/08 na cidade do Rio de Janeiro

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A Rio 2016 já vai começar e o (não)legado está claro. Uma cidade segregada, na qual bilhões são gastos, com qual resultado? Juventude negra sendo morta nas favelas, colapso do transporte, Estado quebrado sem pagar salários e golpe no governo federal para garantir ainda mais dinheiro na repressão.

A lista de violações é grande, mas a resistência também será! Na Copa das Confederações em 2013 e na Copa do Mundo em 2014 estávamos nas ruas e agora voltaremos à luta contra todas as violações cometidas em nome dos megaeventos!

De 1 a 5 de agosto: JORNADA DE LUTAS CONTRA RIO 2016, OS JOGOS DA EXCLUSÃO.

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Serão cinco dias intensos de atividades, culminando em um grande ato no dia da abertura dos Jogos.

Abaixo a programação que começa na segunda- feira (01/08) c0m a Vigília da Dignidade, que ocorrerá das 14h às 21h, no Centro do Rio, e continuará no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ de 02 a 04/08

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E lembrando que, no dia 05/08 haverá o Ato “Rio 2016 – Os Jogos da Exclusão”

Em uma cidade onde o abismo da desigualdade cresce cada vez mais, a base de tratores, tiros e bombas, é fundamental prosseguir e avançar na luta pelo direito à cidade, pela democracia e pela justiça social.

Vamos denunciar este projeto de cidade segregada, Rio Olimpíada 2016: os Jogos da Exclusão!

FONTE: https://www.facebook.com/events/1763662637246720/

Dia da África (25/5) terá evento com agenda repleta na cidade do Rio de Janeiro

O Dia da África (25/5) ganha força no Rio, com evento fazendo alusão a temática africana, no  IFCS, no Largo São Francisco de Paula, com shows, quitutes, oficinas, exposição, debates e outros.

 Entrada Franca

 A data é lembrada em grande estilo, com evento fazendo alusão a temática africana no sentido de mostrar a África sob a ótica de suas belezas socioculturais, esquecendo os aspectos apenas negativos perpetuados ao longo de décadas. E nada como brindar a data com ações de grande relevância.

Para começar, lançamento da Coordenadoria de Experiências Religiosas Tradicionais Africanas, Afro-Brasileiras Racismo e Intolerância Religiosa, com diversas atividades, no Salão nobre do UFRJ – Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, no  Largo São Francisco de Paula, no Centro. O dia englobará palestras, apresentação da coordenadoria e dos membros. A grade pontuará com mesa de debate, danças, barracas com iguarias, vestuário, acessórios afros, shows, cinema e outros. O encontro pretende recebe em torno de 1.500 pessoas.

O projeto ganha força e já traz parcerias contundentes, apoiadas pelo IV Encontro Sociocultural, Econômico e Político. Que esse aborda o tema: Questões de África “Uma herança histórica e seus reflexos na sociedade contemporânea”. O encontro traz para o dia: mobilização de alunos e professores. 

A Coordenadoria Experiências religiosas tradicionais africanas, afro-brasileiras, racismo e intolerância religiosa, vinculada ao Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER), foi arquitetada a partir dos trabalhos conjuntos entre o Laboratório e o Centro de Articulação de População Marginalizada (CEAP) frente ao combate à intolerância religiosa no Brasil e os debates em torno da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental, Médio e centros de ensino superior. Tendo como coordenadores Ivanir dos Santos (geral), Elé Semog e Mariana Gino

“A Coordenadoria pretende promover o debate em torno das multiplicidades das experiências religiosas africanas e afro-brasileiras, aliada a temática do racismo e da intolerância religiosa, temas ‘caros’ para compreensão da formação religiosa do Brasil, um país hibrido constituído através dos processos sócios-históricos entre as culturas religiosas afro-luso – americano. Americano, evidentemente, por sua posição geográfica e sua população indígena; lusitano, por ter sido colonizado pelos católicos portugueses; e africano, por ter aqui aportado os negros escravizados, em vários países africanos, que traziam consigo seus costumes, suas tradições e, principalmente suas religiões e suas experiências religiosas”, afirma Ivanir dos Santos. 

Objetivo Específico – Apontar os trabalhos acadêmicos que estão sendo desenvolvidos sobre. Discutir sobre a inserção e aplicabilidade da lei 10.639. Destacar o dia 25 de Maio não apenas como um marco histórico dentro das histórias do continente africano, mas também uma rememoração da afirmação da identidade negra no Brasil pós diáspora.

Das 8h30 às 9h – Café da manhã orquestrado pela Vate Produções, produzido por Cátia Cruz, com os consulados dos países africanos no Brasil: Republica de Angola: Dr. Rosário Gustavo de Ceita – Benin:  Dr. Cesar Haia – Cabo Verde:  Dr. Pedro Antônio dos Santos – República Democrática do Congo:  Dr. Fernando Pablo Mitre Muppapa – Senegal:  Sr. Amina Ngoal – São Tomé e Príncipe / Republica Democrática Saravi: Dr. Washington Machado

 Das 9h10 das 10h10 – Abertura com Prof. Dr. André Leonardo Chevitarese (UFRJ) – Prof. Mestrando: Babalawô Ivanir dos Santos (UFRJ) – Consulados de Angola; Benin; Cabo Verde; Senegal e República D. do Congo.

 Das 10h15 às 11h30 – Mesa Temática: Religiões Tradicionais Africanas, com Prof. Hipólito Sogbos – UFS/Benin – Profª. Leatitia Abyon -UFRGS/Benin – Prof. Dr. Murilo Sebe Boh Meihy (UFRJ)

Das 11h35 às 12h50 – Mesa Temática: Religiões Afro-Brasileiras, com Dra. Helena Teodoro – Mestrando Elaine Marcelina – Universo – Prof. Alexandre Carvalho dos Santos (UFRJ/Padê).

Das 14h05 às 15h20 – Mesa Temática: Racismo, com Profª. Jaciane Belquiades – Prof. Dr. Alain Pascal Kaly (UFRRJ) – Prof Mestrando Elé Semog – UFRJ

Das 15h25 às 16h40 – Mesa Temática: Intolerância Religiosa, com Prof ª. Mestranda Juliana B. Cavalcanti (PPGHC-LHER-UFRJ) e Socióloga Ediene Sales (Estácio de Sá)

Ao longo do dia 25 – Diversos segmentos compõem o evento em plena Praça São Francisco de Paula: feira de afro empreendedores de moda, penteados afro com oficina de tranças (tranças rasta e nagô, dreads), arte, literatura, exposição fotográfica, barracas iguarias africanas e shows…

 Na Ala Parceria Cultural – No Largo

Das 9h às 17h – Projeto Odarah Produção Cultural Afirmativa

Se constitui enquanto plataforma de fomento e visibiliza negócios com ênfase na  moda, educação, arte e cultura, geridos por pessoas negras. Em atividade desde 2013, fazendo uma ocupação cultural na FEBARJ (Federação dos Blocos Afro do Rio de Janeiro, na Lapa), atuando enquanto feira de negócios com marcas do Brasil inteiro, bem como enquanto espaço para artistas da fotografia, cinema e artes cênicas. Assinam o evento na praça.

Das 9h às 17h – Projeto Trança Terapia por Gabriela Azevedo

O projeto Trança Terapia visa em sua atuação trabalhar o aspecto artístico das tranças, entendendo essa prática ancestral como a expressão da criatividade de um povo que é matriz cultural para a cultura brasileira. Através da arte com as tranças, disseminamos a valorização da estética negra e valorizamos as culturalidades africanas no embelezamento de mulheres e homens.

Às 17h – Apresentação artística Padê

Projeto em Africanidade na Dança Educação- PADE/UFRJ, coordenado pelo professor Alexandre Carvalho, desenvolve estudos sobre as questões da memória e identidade afro-brasileira, tendo como foco de pesquisa os cultos de matriz africana. Pautados nas ações afirmativas, sobretudo na lei 10.639/2003, produz trabalhos artísticos acadêmicos, que tratam da luta contra a intolerância religiosa, preconceito e o racismo e destaca a importância da Cultura Afro-brasileira. 12 integrantes fazem encerramento e performance de 10m: Iroko  Cumieira do Mundo.

Na Ala Expo Afro – na Estrada do Salão Nobre do IFCS

Das 9h às 17h – Projeto Crenças por Thabata Castro.

Exposição com 17 fotos e um políptico (que é um conjunto de 12 fotos, funcionam como um conjunto). Em diversos tamanhos que variam entre 70×50 cm e 10x15cm. Realiza esse projeto desde 2007, formada em História da Arte pela UERJ. A exposição concentra em três festejos “O Cortejo”, que sai do Mercadão de Madureira e vai ate a orla de Copacabana, o do “Dia 2 de Fevereiro”, que sai da FEBARJ e vai ate a Praça XV, onde também sai uma barca que vai até a entrada da Baia de Guanabara e por ultimo os festejos de “São Jorge”, na Igreja da Rua da Alfândega, no Centro.

 Na Ala África na Praça – Largo São Francisco de Paula

Às 9h – Feira cultural e gastronômica Paladares da África – 2ª. Edição II. Em torno de 50 barracas compõe a feira na praça do Largo São Francisco. A festa contará ainda com o DJ Nilson Newboys, entre DJs angolanos, cabo verdianos, congoleses e brasileiros, que se revezam no decorrer do dia. A festa conta ainda com barracas: com acessórios, tecidos, esculturas, turbantes, que variam de R$ 3,00 a R$ 150,00.

 Às 12h30 – gastronomia – com iguarias africanas como micondes, paracuca, doce de coco, doce de ginguba, ginguba torrada, banana assada, mufete de peixe frito, fungi de milho de bombo, cachupa, kizaca, entre outros. Os quitutes variam entre R$ 3,00 a R$ 20,00.

Às 15h – Desfile de moda com trajes africanos de Cabo Verde, Senegal, Congo, entre outros. Com direito a atrações musicais com blocos afros.

Às 17h – Shows a partir das 17h, com diversos convidados.  

 ·         Com o grupo Batacotô – do ioruba, como líder e fundador o baterista Téo Lima, foi conhecido, no Brasil, um tipo de tambor usado, principalmente na Bahia do século XIX, pelos africanos revoltados. Tido como elemento fortemente incitador das massas rebeladas, sua importação foi proibida depois da grande insurreição de 1835, conhecida como Revolta dos Malês.  Em 1991, o nome batizou o grupo vocal e instrumental de música popular que une um pouco de música de raiz brasileira com guitarristas de rock, teclados, contrabaixos aliados ao suingue do jazz e ao ritmo dos bateristas de escola de samba. E é exatamente essa mistura que dá um tempero especial ao grupo cuja base “afro” é a identidade que sustenta todas essas experimentações.

 ·         Seguindo pelo show – O ”Maestro das Ruas” – Dudu Fagundes, começou trabalhando sentado num banquinho em frente à Escola Nacional de Música, na Lapa, fazendo partituras com papel e caneta na mão. Depois comprou equipamentos de informática, instrumentos, fez parcerias com outros profissionais da área e começou a desenvolver muitos trabalhos no meio artístico. E traz novidades com novo trabalho, com o CD “Uma Nobreza Rara”, no repertório as músicas “Luanda Ainda”, “Minha Crioula”, “Bem Vindo, Soul África” e “Preto e Branco”.

 ·         O projeto fecha com participação de Nego Alvaro, o músico traz um histórico acompanhando bambas. Nego Alvaro faz participação com as músicas “O Canto das 3 Raças”, “Emoriô” e o sucesso gravado na voz de Beth Carvalho “Estanhou O Que?”

 Na Ala Cine Áfricas – sessão com filmes africanos variados, durante o dia, no interior do IFCS. 

 Entenda: O Dia Internacional da África foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1972, por reconhecimento ao dia 25 de Maio de 1963, quando chefes de Estado africanos reuniram-se na Etiópia. Nesse dia, fundou-se a Organização da Unidade Africana (OUA), sendo conhecida hoje como União Africana, que tem como objetivos: manter a unidade e a solidariedade africana, eliminar o colonialismo, garantir a soberania dos Estados Africanos e a sua integração econômica, bem como fomentar a cooperação política e cultural no continente.

Dia 25 de Maio – QUARTA, das 9h às 20h

No Instituto Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/UFRJ)

Largo São Francisco de Paula, 1 – Centro

Entrada franca

Comissão dos Pais e Familiares dos Presos e Perseguidos Políticos do RJ convida para ato pela libertação e fim dos processos

Quando os direitos de uma única pessoa são tirados, os direitos de todos ficam em risco. E é esse o risco que corre toda a sociedade quando nos calamos perante a perseguição sofrida por nossos filhos, filhas e parentes. O Estado tentou calar nossos filhos e filhas, mas só conseguiu levantar a voz dessa Comissão, que parte para seu 3º ato.

Realizaremos nosso ato na véspera do primeiro julgamento de uma das presas e perseguidas do dia 12 de julho, a menor de idade Andressa Feitosa, deixando claro que essa Comissão não vai se calar perante a perseguição aos ativistas lutadores do povo. A luta pela liberdade de Caio Silva, Fábio Raposo e Rafael Braga, bem como a luta pela extinção de todos os processos de perseguição política, não vai parar e só cresceremos mais a cada tentativa de repressão.

Estarão presentes movimentos sociais, juristas, advogados e juízes, além dos perseguidos políticos e dos familiares.

A luta de nossos filhos e filhas é a luta de todo o povo. A luta deles e delas também é nossa luta!

Dia e horário do ato:  Dia 11 de Novembro, a partir das 18:00 horas
Local: Prédio do IFCS, Largo São Francisco de Paula, Centro, Rio de Janeiro, RJ