Foto Luís Macedo/ Câmara dos Deputados
As duas notas abaixo são da lavra do jornalista Lauro Jardim e versam sobre duas situações aparentemente díspares envolvendo o ex-bilionário Eike Batista.
É que enquanto a primeira nota fala de uma tentativa de ressurreição de Eike num novo conglomerado que já não carrega o “X” da multiplicação (o que é compreensível porque a única coisa que o Grupo EBX multiplicou foram perdas financeiras); a segunda fala das preocupações que teriam levantado os cabelos implantados de Eike após a realização da chamada Operação Acarajé no âmbito da temida “Lava Jato”.
Agora, juntando as duas notas, fica parecendo que Eike Batista tem todas as razões do mundo para continuar seu giro mundial atrás de recursos para seu novo projeto. É que se voltar logo para o Brasil, ele pode acabar tendo de engolir vários acarajés.
Assim, a pergunta que fica no ar é a seguinte: Quo Vadis, Eike Batista? A ver!
Eike monta empresa e já sonha com Bill Gates e Di Caprio no conselho

Eike Batista tem um novo xodó empresarial. Trata-se de um empreendimento que o fez mandar para o espaço uma tradição cara a ele.
Criou uma empresa e não a batizou com o X, a letra que para ele era sinal de multiplicação: é a CWT (Clean World Technologies), uma espécie de núcleo de novos negócios.
Para Eike,o grupo X acabou com a entrega no mês passado de vários ativos ao fundo Mubadala.
Por enquanto, o Eike é o CEO da empresa e o seu filho Thor o diretor-geral, mas o empresário procura alguém para comandar a CWT.
Eike já perambulou pelos EUA e Europa em busca de investidores. Mas, por enquanto, nada rolou. Se, no entanto, abandonou o X, não deixou de lado a ambição.
Em reuniões de diretoria da CWT, já se discutiu até uma lista de convidados para o futuro conselho consultivo. Os nomes falados iam de Leonardo Di Caprio e Bill Clinton a Bill Gates e Al Gore.
Acarajé deixa Eike tenso
Eike Batista ficou de cabelo em pé assim que tomou conhecimento dos detalhes da Operação Acarajé, a nova fase da Lava-Jato.
