Brasil 247: Eike dá cano e pede 25 anos para pagar credres

Estadão: Acciona vai à Justiça por novo arresto das ações da OSX

Empreiteira conseguiu na Justiça holandesa novo arresto das ações OSX Leasing, domiciliada no País

Mariana DurãoMariana Sallowicz e Mônica Ciarelli, do  

Sergio Moraes/Reuters 

Um funcionário anda em frente à FPSO OSX-1, a primeira unidade de produção, armazenagem e escoamento na frota da OSX, ancorada no porto do Rio de Janeiro

 Um funcionário anda em frente à FPSO OSX-1, a primeira unidade de produção, armazenagem e escoamento na frota da OSX, ancorada no porto do Rio de Janeiro

 Rio – Às vésperas da apresentação do plano de recuperação judicial da OSX, braço de construção naval da EBX, a empreiteira Acciona conseguiu na Justiça holandesa novo arresto das ações OSX Leasing, domiciliada no País.

A OSX mantém negociações intensas para apresentar o plano até esta sexta-feira, 16, apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

O arresto soma 3,1 milhões de euros (R$ 9,4 milhões), cifra que corresponde a três meses dos juros cobrados sobre a dívida que a companhia de construção naval tem com a Acciona.

Atualmente, a OSX do empresário Eike Batista acumula R$ 300 milhões em débitos com a fornecedora.

Uma fonte com informação sobre o caso conta que a Acciona irá anexar a decisão da Justiça holandesa aos autos do processo no Brasil. Procurado, o escritório Antonelli & Advogados Associados, que representa a Acciona no Brasil, não quis comentar o assunto.

Com o arresto, a companhia passa a ser credora com garantia firme, o que a daria, em tese, mais poder de decisão na assembleia que irá analisar o plano.

A garantia firme torna a Acciona credora pela chamada Classe II (com garantia). Enquanto isso, há credores que estão na Classe III (sem garantia).

No final do ano passado, a Acciona já tinha conseguido o arresto de bens e ações da OSX Leasing determinado pela Justiça holandesa. No entanto, o tribunal da Holanda decidiu revogar a medida em fevereiro.

A Acciona foi contratada em meados de 2012 para a execução de obras de construção do porto de Açu, situado em São João da Barra (RJ). Em maio de 2013, as empresas acordaram com o encerramento dos contratos.

Prazo

A estratégia da OSX para aprovação do plano de recuperação é seguir o modelo da OGpar (antiga OGX, petroleira do grupo), fechando um acordo prévio com os principais credores.

Já a OGpar fará a assembleia de credores no dia 3 de junho, de acordo com informações divulgadas ontem pela Justiça do Rio.

O prazo oficial para a entrega do documento da OSX à Justiça é 19 de maio. A dívida consolidada de OSX Brasil, OSX Construção Naval e OSX Serviços Operacionais soma R$ 4,5 bilhões e é encabeçada por bancos.

A negociação na OSX é mais complexa porque há credores com garantias firmes, ao contrário do que ocorria na petroleira. A ideia é mesclar conversão parcial de dívidas em ações e alongamento de prazos.

Um financiamento DIP (debtor-in-possesion, para viabilizar empresas em recuperação) de US$ 100 milhões está sendo negociado.

Na OGX os próprios credores aportaram os novos recursos, o que não deve ocorrer na OSX. As tratativas com o fundo Cerberus Capital Management para a concessão do empréstimo não avançaram.

FONTE: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/acciona-vai-a-justica-por-novo-arresto-das-acoes-da-osx-2

Valor informa que auditor da OSX não atesta viabilidade de estaleiro no Porto do Açu

A situação das empresas que ainda são do ex-bilionário Eike Batista continua sendo para lá de problemática, afetando diretamente o Porto do Açu. Abaixo segue matéria publicada pelo Valor Econômico dando conta que a Ernst and Young, empresa que auditou as contas da OS(X) se absteve de dar opinião sobre a situação financeira da empresa, e não teve como garantir a viabilidade da recuperação do estaleiro no Porto do Açu. Em outras palavras, a coisa está feia para a OS(X!

Agora, o que eu gostaria de saber se aqueles que aqui na região diziam ter investido nas empresas da franquia “X” e que ficariam com as ações até o fim, fizeram isso ou era só outro blefe.

OSX: Auditor não teve acesso a plano sobre viabilidade de estaleiro

Por Natalia Viri | Valor

SÃO PAULO  –  A Ernst & Young informou que não teve acesso a documentos que mostram a viabilidade da recuperação do estaleiro do Açu, que está sendo construído pela OSX. A informação consta no parecer de auditoria do balanço de 2013 da empresa de construção naval da empresa de Eike Batista, apresentado na noite de quarta-feira.

Divulgação

 “Não nos foram apresentadas as documentações que dão suporte ao […] plano de negócios que sustenta a recuperação da unidade de construção naval por seus fluxos de caixa”, informou a firma de auditoria no documento. A  Ernst & Young deu um parecer com “abstenção de opinião”, jargão que significa que não é possível garantir que os valores apresentados estejam corretos.

A auditoria ressaltou ainda que, como o plano de recuperação judicial da OSX ainda não foi apresentado e aprovado pelos credores, não é possível saber se os números deveriam ser apresentados com base na continuidade normal dos negócios ou no valor de liquidação de seus ativos.

A OSX encerrou 2013 com prejuízo de R$ 2,4 bilhões, ocasionado sobretudo por baixa de ativos. Ao fim do ano passado, a empresa tinha apenas R$ 164 milhões em caixa, contra dívidas de curto prazo de mais de R$ 4 bilhões.

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3520276/osx-auditor-nao-teve-acesso-plano-sobre-viabilidade-de-estaleiro#ixzz2z9q00uY2

Valor: OS(X) teve prejuízo bilionário em 2013

OSX termina 2013 com prejuízo de R$ 2,4 bilhões

Por Ligia Tuon | Valor
PREJUIZ
SÃO PAULO  –  A empresa de estaleiros OSX divulgou um prejuízo de R$ 2,4 bilhões em 2013, ante uma perda de R$ 32,7 milhões no ano anterior. O resultado foi influenciado por uma baixa de R$ 2,38 bilhões, devido a “não recuperabilidade de ativos”.
A companhia explica que as unidades de construção naval e leasing foram negativamente impactadas pela constituição de provisão para redução do valor recuperável de ativos (impairment), de R$ 2,4 bilhões, e pela baixa de ativos, no montante de R $ 830 milhões. Desta forma, o resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações foi negativo em R$ 2,26 bilhões.
As despesas financeiras aumentaram 46,4% frente a 2012, devido, substancialmente, aos juros incidentes sobre os financiamentos das plataformas FPSO OSX-1, FPSO OSX-2 e FPSO OSX-3 que, uma vez concluídas as obras de construção e disponibilização da unidade para entrada em operação, passaram a ser reconhecidos no resultado financeiro da companhia.
A receita da grupo, por outro lado, teve avanço de 71,8% em comparação ao ano anterior, para R$ 745,1 milhões. O aumento aconteceu em decorrência de afretamento e operação e manutenção das unidades FPSOs OSX-1 e OSX-3 e à construção do PLSV para o cliente Sapura, segundo a empresa.
Durante o segundo semestre de 2013, a OSX enfrentou um agravamento da sua situação financeira, incluindo o cancelamento de encomendas de unidades, que seriam construídas tanto na Unidade de Construção Naval do Açu quanto em estaleiros contratados.
Em novembro, a OSX, a OSX Construção Naval e a OSX Serviços tiveram seus pedidos de recuperação judicial ajuizados.

 

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3519844/osx-termina-2013-com-prejuizo-de-r-24-bilhoes#ixzz2z62YUqBy

Chamem o BNDES! OGX teve prejuízo de R$ 17,4 bilhões em 2013

A Folha de São Paulo publicou hoje matéria dando conta que a OG(X), do ex-bilionário Eike Batista, teve apenas em 2013 um prejuízo da ordem de R$ 17,4 bilhões (Aqui!). O mais interessante é que uma das principais causas desse desempenho desastroso foi a rescisão de contrato com a OS(X), outra empresa da franquia “X” que, com a OG(X), se encontra hoje em recuperação judicial (no meu tempo de bancário isso se chamava concordata).

Agora o meu medo é que em nome da falida ideia dos “campeões nacionais”, algum esperto do (des) governo Dilma resolva usar o BNDES para ajudar o amigo Eike em dificuldades Batista. A ver!

Depois da Acciona, agora é a Technit que cobra dívida bilionária de Eike Batista

A matéria abaixo foi produzida pelo site “Infomoney” e nos dá conta de que outra corporação estrangeira, no caso a franco-argentina, seguiu o exemplo da espanhola Acciona e entrou de sola em Eike Batista por causa de uma dívida que gira em torno de R$ 1 bilhão. Essa cobrança também afeta a OS(X), empresa que construiria um mega estaleiro no Porto do Açu, mas que foi atingida em cheio pela crise da petroleira de Eike Batista, a ex-OGX, atual OGPar.

Como se vê, na mais bem acabada versão de um dos postulados da lei de Murphy, não há nada que esteja tão ruim que não possa piorar.

Argentinos cobram R$ 1 bilhão de Eike e levam disputa para corte em Paris

Valor é referente a produção de duas plataformas, que foram canceladas; Techint controla Usiminas

SÃO PAULO – A Techint, multinacional com sede em Buenos Aires, cobra uma dívida de R$ 1 bilhão da OSX Brasil (O SX B3 ), de Eike Batista. Irritados pela falta de acordo, a empresa – controladora da Usiminas (USIM 5 ) optou por levar o empresário para a arbitragem internacional, na ICC (Internacional Chamber of Commerce) em Paris.

A empresa, comandada por argentinos e italianos, tem apenas uma dívida reconhecida pela OSX de R$ 180 milhões, número divulgado no processo de recuperação judicial. A OSX já havia iniciado um processo de arbitragem em outubro, depois que a Techint cobrou os valores atrasados na Justiça do Rio de Janeiro.

Eles são referentes a produção de duas plataformas, que foram canceladas. A WHP-1 não havia sido iniciado, enquanto a WHP-2 estava 50% pronta quando o contrato foi cancelado. A OSX destaca que houve apenas a “redução do escopo” do contrato, argumento que não é aceito pela empresa, que cobra os gastos e multas.

A Techint teve que fazer uma reestruturação por conta da OSX, demitindo centenas de funcionários no Brasil. Mesmo na arbitragem, a intenção das empresas é chegar a um
consenso antes, já que não há prazo para a solução do impasse na ICC, podendo demorar até anos. A apresentação do plano de recuperação judicial da OSX deverá ser feito até meados de março.

FONTE: http://www.infomoney.com.br/osxbrasil/noticia/3196806/argentinos-cobram-bilhao-eike-levam-disputa-para-corte-paris

Império “X”: a crise continua

emaranhado

Quando Eike Batista criou seu império de empresas pré-operacionais ele o fez de forma de torná-las fortemente conectadas, de modo a potencializar seus próprios ganhos. A esse emaranhado fortemente ligado de empresas alguém já até deu o jocoso nome de “corrente de Santo Antonio da bolsa de valores”. Agora que a crise se abateu de forma inapelável sobre o império “X”, a conexão que antes significava chance de multiplicar lucros se tornou uma imensa fonte de problemas como, aliás mostra a matéria abaixo do Jornal Valor Econômico. É que lutando para não morrer com o mico na mão, credores da OS(X) e da OG(X) lutam para ver como jogar o pepino no colo uns dos outros.

Com isso, o que se vê é que a OG(X) ou OGP como foi rebatizada para ocultar a sua gênese “X” está em graves dificuldades, correndo o risco de sequer garantir o processo de recuperação judicial, o que aprofundaria ainda mias o inferno astral de Eike Batista e do que restou do seu império. Simples assim!

Credores de OGX e OSX negociam termos de contratos

Uma intensa negociação entre os credores da OGP (antiga OGX) e os credores internacionais do estaleiro OSX dificulta o andamento da recuperação judicial da petroleira de Eike Batista.

Os principais credores da OGX firmaram, no fim do ano, um entendimento pelo qual se tornarão acionistas da empresa. Porém, para assinar o acordo, eles querem que a OSX garanta os contratos já firmados com a petroleira para o aluguel da plataforma usada no campo de Tubarão Martelo. Sem isso, a conta feita pelos detentores de bônus da OGX para ficar com as ações deixaria de fechar.

Para a construção das plataformas de petróleo, a OSX tomou dívidas, que seriam pagas a partir do momento que em produzissem. Como a OGX não encontrou o petróleo, o estaleiro ficou sem esse fluxo de receita. Quando pegou os recursos com bancos e investidores internacionais, a OSX deu garantias de que, em caso de default, eles poderiam ficar com as plataformas ou as empresas criadas para abrigá-las.

Agora, credores da OSX estão, de certa forma, valorizando suas posições e querendo modificar contratos em termos que lhe sejam mais benéficos. Por outro lado, os detentores de bônus da OGX querem ter a segurança legal de que não existe a possibilidade de fecharem o acordo de recuperação da petroleira e, no dia seguinte, os credores da OSX executarem o direito de ficar com uma das plataformas. Também não querem ter de renegociar contratos depois.

O cerne da disputa reside na plataforma OSX-3, criada para operar em Tubarão Martelo e que teve sua construção financiada por uma emissão de bônus no mercado internacional. São os detentores desses bônus da OSX que estão à frente das conversas e já acenaram algumas vezes com a possibilidade de executar suas garantias.

De acordo com fontes ouvidas pelo Valor, essa possibilidade seria pequena, uma vez que as plataformas estão no Brasil e, portanto, protegidas pelo pedido de recuperação judicial feito pela empresa. Vender as plataformas também não seria uma saída fácil, já que foram feitas sob medida para a OGX.

Por sua vez, a OGX tem interesse em rever o valor do aluguel que paga pelo uso da plataforma OSX-3. O contrato prevê o pagamento de US$ 365 mil por dia, mas a petroleira argumenta que essa cifra se refere a uma produção em Tubarão Martelo muito maior que o volume que será efetivamente extraído do campo, já que as estimativas foram revisadas para baixo.

Nesta semana, em São Paulo, os dois blocos de credores mantiveram intensa agenda de reuniões. A expectativa é que consigam chegar a um acordo porque a liquidação das companhias não seria a melhor opção para nenhum deles.

Fonte a par das conversas diz que há, das duas partes, um entendimento de que é preciso alinhar os contratos para que as empresas tenham condições de sobreviver. Porém, até agora, não há um acerto sobre os termos do aluguel nem das condições de rescisão.

Enquanto isso não acontece, as companhias estão estranguladas. Recursos necessários à OGX não estão chegando à companhia porque as negociações com os credores do estaleiro dificultam o já complexo processo de recuperação judicial da petroleira.

É mais um desafio para a OGX, que também enfrenta dificuldades para receber o aporte de US$ 200 milhões já negociado com seus credores internacionais. Segundo uma pessoa a par do assunto, a injeção de recursos está engatilhada, mas cada investidor precisa definir a forma e as condições em que o aporte será feito, processo que está demorando mais que o previsto.

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3422520/credores-de-ogx-e-osx-negociam-termos-de-contratos#ixzz2sd7EArnZ

valor informa: Acciona continua assando a batata da OSX

Pela trecho da matéria que vai abaixo, publicada hoje pelo Jornal Valor Econômico, dá para ver que a corporação espanhola Acciona está mesmo querendo receber os R$ 300 milhões que a OS(X) de Eike Batista lhe deve. É que aquele velho cenário da batata sendo assada, no caso em fogo alto.

Grupo espanhol Acciona espera hoje solução para dívida que cobra da OSX

 A espanhola Acciona prevê que a Justiça brasileira dê seu parecer hoje sobre ação movida na semana passada pela empresa contra a OSX – companhia de construção naval de Eike Batista -, na 39ª Vara Cível, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. A decisão pode dar fim ao principal problema da Acciona com a empresa de Eike, que é uma dívida de R$ 300 milhões.

FONTEhttp://www.valor.com.br/empresas/3401128/grupo-espanhol-acciona-espera-hoje-solucao-para-divida-que-cobra-da-osx#ixzz2r1fdmQU8

Acciona consegue arrestar ações da OS(X) para pagar dívidas do Porto do Açu

A situação das empresas que ainda estão sob o controle de Eike Batista continua naquela situação de alto risco, a começar pela OS(X) que está com uma dívida de 300 milhões com a espanhola Acciona como mostra a matéria abaixo da Revista Exame que resultou na apreensão de ações. Nisso tudo, o certo é que não haverá num curto espaço de tempo o prometido estaleiro no Porto do Açu. Se Greta Garbo terminou no Irajá, Eike Batista parece ter selado seu destino em São João da Barra!

Pedido de arresto de bens da OSX Leasing inclui ações

O montante arrestado garante integralmente a dívida de R$ 300 milhões da empresa do empresário Eike Batista com a credora

Daniela Amorim, do 

Divulgação

 Superporto de Açu

 Obras em Açu: a Acciona é uma das empresas participantes da construção do porto em São João da Barra

A empreiteira Acciona conseguiu na Justiça holandesa o arresto das ações da OSX Leasing. Embora o pedido feito à justiça não inclua os bens da companhia, o montante arrestado garante integralmente a dívida de R$ 300 milhões da empresa do empresário Eike Batista com a credora, segundo o advogado Leonardo Antonelli, que representa a corporação espanhola.

A Acciona é uma das empresas participantes da construção do Porto do Açú, em São João da Barra, litoral norte do Estado do Rio de Janeiro. A decisão da justiça saiu no fim do ano passado, mas foi mantida em sigilo.

“Conseguimos o arresto das ações da Leasing”, afirmou o advogado ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, em entrevista por e-mail. “Cumprimos dia 31 de dezembro, mas mantivemos o sigilo até o ajuizamento da demanda principal no Brasil”, acrescenta.

Na quinta-feira passada, dia 16, a empreiteira espanhola entrou com uma ação contra a brasileira também no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, requerendo que o saldo da OSX Leasing seja depositado na conta garantia da Acciona.

“A ação cumula o pedido de garantia com perdas e danos”, conta Antonelli, que espera conhecer a decisão da justiça na terça-feira.

O advogado não revela quantas ações da Acciona contra a OSX estão em tramitação no momento, mas lembra que o embate para garantir o pagamento das dívidas da companhia brasileira com a espanhola extrapola fronteiras.

“Nossa estratégia envolve países distintos e estratégias diversas, sendo certo que o efeito surpresa possibilitará atingirmos o objetivo do nosso cliente, motivo pelo qual não podemos revelar aquilo que ainda não é público”, explica ele.

A Acciona foi contratada em 2011 para realizar a engenharia, design e construção dos diques externos do porto de Açu, situado em São João da Barra (RJ). A empresa está no Brasil desde 1996, e participou de outros projetos, como as obras da rodovia federal BR-393 do Rio de Janeiro e o Rodoanel na região metropolitana de São Paulo.

FONTE: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/pedido-de-arresto-de-bens-da-osx-leasing-inclui-acoes–2

JB repercute paralisação nas obras do Complexo do Açu

Manifestação de funcionários paralisa obras no Complexo do Açu

Jornal do Brasil
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Imagem: Bruno Costa/Quotidiano

As obras no estaleiro do Complexo do Portuário do Açu, no V Distrito de São João da Barra, região Sul Fluminense, foram paralisadas na manhã desta quarta-feira (15/1), por causa de uma manifestação promovida por trabalhadores da empresa Integra, do consórcio da OSX de Eike Batista e o grupo Mendes Jr. Os trabalhadores interditaram a estrada que dá acesso ao Porto do Açu, a da Servidão, para reivindicar direitos trabalhistas e melhores condições de serviço.

Os cerca de 1500 funcionários dos setores de Metalurgia e Construção Naval pedem o pagamento de hora itinerantes, melhores condições de trabalho, participação nos lucros das empresas e valorização dos seus salários. A Polícia Militar esteve no local e acompanhou o protesto, que não teve nenhum registro de violência. O engarrafamento chegou a quase dois quilômetros na Estrada da Servidão.

FONTEhttp://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/01/15/manifestacao-de-funcionarios-paralisa-obras-no-complexo-do-acu/