
O partido “Novo” é uma criação do “conselheiro” do Banco Itaú, João Amoedo que, coincidentemente, é também o candidato presidencial da agremiação [1]. A agenda política do “Novo” não passa de uma versão “Personalité” do PSDB, pregando um avanço do processo de privatização dos bens públicos, incluindo a educação.
Em seu programa eleitoral, o “Novo” defende o modelo que está sendo aplicado parcialmente nos EUA onde “voucher” são concedidos para permitir que o estado pague pela educação em escolas privadas, desconsiderando que nos EUA este modelo é profundamente questionado.
Abaixo posto dos estratos da campanha eleitoral onde são misturadas a agenda privatizante com o ataque aos trabalhadores da educação (ver abaixo).
Mas se houvesse um mínimo de reciprocidade programática no “Novo (o que não existe), o partido deveria pregar uma reforma radical no sistema bancário nacional, de modo a diminuir a verdadeira rapina que as instituições brasileiras promovem contra seus correntistas (para entender melhor isso, ver o depoimento abaixo de Eduardo Moreira, sócio-fundador da gestora de recursos Plural Capital e ex-sócio do Banco Pactual (hoje BTG Pactual).
Ouçam com atenção o que Eduardo Moreira diz e depois reflitam sobre o que realmente precisa ser feito no Brasil: privatizar a educação ou quebrar o monopólio dos grandes bancos sobre a economia nacional.
E, falando em BTG Pactual, uma pesquisa eleitoral feita pela instituição financeira dá destaque ao irmão em armas do mercado financeiro, o “conselheiro” do Itaú e dublê de candidato a presidente pelo “Novo” [2]. Alguém se surpreende?
[2] https://www.esmaelmorais.com.br/2018/08/candidato-do-itau-e-destaque-em-pesquisa-feita-por-banco/