E a reitoria da UENF interferiu na assembléia dos professores para acabar com a greve. Só conseguiu suspensão temporária

Visto de fora, o resultado da assembléia da ADUENF desta 3a. feira (13/05) parece indicar que os professores da UENF entregaram os pontos sem luta de uma greve que se estende por mais de dois meses em troca de uma tabela salarial que os manterá na condição dos recebedores dos piores salários do Brasil. Mas eu, que estive presente e votei com mais 53 professores pela manutenção da greve até o (des) governo do Rio de Janeiro enviasse um projeto de lei para a assembléia legislativa do Rio de Janeiro, atribuo a decisão de suspender a greve até 6a. feira para atender as exigências do (des) secretário de Ciência e Tecnologia, o desconhecido Alexandre Vieira, a uma intervenção direta da reitoria na UENF nas decisões da assembléia da ADUENF.

É que ontem, pela primeira vez em todo esse movimento, apareceram várias pessoas detentoras de cargos comissionados que nunca estiveram em uma atividade de rua, viagem ao Rio de Janeiro, fechamento de BR-101, panfletagens e coisas do gênero, simplesmente para votar pelo fim do movimento. O resultado foi então um total de 61 votos para a suspensão da greve até 6a. feira para ver se o (des) governo do Rio de Janeiro envia a sua proposta salarial (ridícula de passagem) para análise na ALERJ.

Aliás, há que se ressaltar que a proposta de encerrar definitivamente o movimento de greve foi apresentada e rejeitada, contando apenas com os votos de uns poucos apoiadores da reitoria.

Mas o que implica a votação de suspender a greve até 6a. feira? Muitas coisas, e nenhuma delas deverá trazer coisas positivas. A principal dela é que essa suspensão temporária não é o que o (des) governo do Rio de Janeiro exigiu, qual seja, o fim efetivo da greve. Assim, há a possibilidade concreta de que não haja o envio de nenhuma proposta para a ALERJ até a realização da assembleia, o que forçará a continuidade da greve. Ai é que vamos ver qual será a próxima manobra da reitoria da UENF para encerrar um movimento que acordou os professores definitivamente para a situação de extrema penúria em que se encontram não apenas do ponto de vista salarial, mas também da sua liderança institucional.

Ah! Antes que eu me esqueça, para os estudantes e servidores ainda existem assembleias marcadas. Vamos ver como se comportará a reitoria da UENF nesses dois casos.

Finalmente, retomada das aulas que é bom, sabe-se lá quando será possível. E os culpados por isso tem nome e endereço: reitoria da UENF, campus Leonel Brizola, e Luiz Fernando Pezão, Avenida Pinheiro Machado, S/N, Rio de Janeiro, RJ.

Sepe-RJ: “Dinheiro para Copa tem, mas para a Educação, nada

Profissionais da Educação entram em greve por tempo indeterminada a partir de segunda

Por Cláudia Freitas

SEPE

Os representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ) comentaram nesta quinta-feira (8/5) a decisão tomada pela categoria, que anunciou na quarta (7) uma greve por tempo indeterminado a partir da próxima segunda-feira (12/5). Os professores consideram incoerente o discurso dos governos estadual e municipal, que segundo eles enfatiza a valorização dos profissionais, mas na hora de investir destinam as verbas somente para os projetos da Copa do Mundo e não cumpre, ao menos, os acordos já firmados.

“Esse pouco caso das autoridades é muito ruim, porque ao mesmo tempo que eles [governantes] falam em valorização do profissional da Educação, na prática as verbas públicas vão somente para a Copa e nada sobra para o ensino. Esse índice alarmante de violência divulgado agora tem uma relação indireta com a precariedade na Educação. Como as autoridades não investem devidamente no ensino, depois têm que investir mais em segurança pública.”, disse uma das representantes do Sepe, Marta Moraes.

O ensino no estado poderia estar em outro patamar, na opinião de Marta, se o governo estadual enviasse apenas uma parte “dos bilhões que está investindo na Copa para a melhoria do ensino público”. Segundo ela, mais de 100 escolas estaduais fecharam as portas no governo Cabral, em função de um processo constante e acelerado de sucateamento. Outra questão grave é a super lotação das creches, que estão atendendo a um número de alunos bem maior do recomendado pelas próprias autoridades. “Esse quadro é delicado, porque leva à um risco grande para as crianças. São poucos professores para tomar conta de um número grande de alunos”, explica Marta.   

A decisão da greve foi tomada em uma assembleia da categoria realizada na tarde desta quarta (7), no Clube Municipal, na Tijuca, zona norte da cidade. As reivindicações conjuntas dos profissionais do estado e município englobam as cobranças dos acordos feitos em outubro do ano passado entre as secretarias de Educação do estado e do município com o Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Entre eles, o reajuste de 20% nos salários, além da redução da carga horária para planejamento de aulas extra classe de 40 para 30 horas. 

Segundo Marta Moraes, o sindicato vai realizar uma nova assembleia na próxima quinta-feira (15/5) com o intuito de avaliar o movimento. Nesta quarta (7) a classe fez uma paralisação por 24 horas. De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), dos 75 mil professores da rede somente 302 não compareceram e as escolas e funcionaram normalmente. Já o Sepe informou que 40% dos profissionais aderiram à paralisação. 

FONTE: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/05/09/sepe-rj-dinheiro-para-copa-tem-mas-para-a-educacao-nada/

Do Face ao blog: no desespero, Pezão e Paes inauguram até passarela

Por João Batista Damasceno*

passarela pezão paes

Não é a primeira vez que tomo ciência de que uma passarela foi inaugurada. Chagas Freitas quando governou o Estado da Guanabara inaugurava passarelas e coberturas em pontos de ônibus na Avenida Brasil. O desembargador Marcos Faver, ex-presidente do Conselho de Ética constituído pelo governador Sérgio Cabral, quando presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro inaugurou a passarela que liga o Forum da Barra ao Barrashopping.

Está faltando uma passarela que ligue as ações dos governantes ao interesse do povo.

P.S.: o negócio é tão tosco que a placa foi discerrada sobre um cavalete.

*João Batista Damasceno é juiz de Direito e doutor em Ciência Política

FONTE: https://www.facebook.com/joaobatista.damasceno.50?fref=ts

JB: “Pezão massacra a saúde!”, denunciam servidores 

Sindsprev realizou um ato em Copacabana contra a situação “precária” da saúde no Rio de Janeiro

Jornal do Brasil, Ana Luiza Albuquerque*
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“Pezão massacra a saúde!”, ostenta uma faixa no calçadão da praia  de Copacabana na tarde desta quinta-feira (1), Dia do Trabalhador. O protesto se trata de um ato realizado pelo Sindsprev, sindicato dos servidores da saúde. “Estamos aqui para denunciar o sucateamento da saúde pública, a privatização e a falta de condições dignas dos profissionais. Somos doentes cuidando de doentes. Temos um governo genocida que acaba com as condições de trabalho dos servidores da saúde”, bradava ao microfone uma funcionária do IASERJ (Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro), que desde 2012 funciona somente como ambulatório.  

A demolição do IASERJ foi lembrada por Antonio José, acupunturista do ambulatório. “Em 2012 entraram 400 homens no hospital, carregando armas. Eu trabalhava lá. Quinze pacientes morreram nessa confusão”, se revolta. “Esse ato aqui é contra os desmandos do governo do Estado, que fechou quatro ambulatórios, demoliu o IASERJ e fechou outros dois hospitais. O São Sebastião, que tratava doenças infecciosas, foi fechado pelo Cabral para virar estacionamento. Além disso, desde 2011 a saúde do Estado não tem aumento”, critica o profissional.

A baixa remuneração foi uma das bandeiras levantadas pelo ato. Gilton Evandro, massagista do IASERJ, destacou o “vencimento indigno”. “O vencimento para médicos e dentistas é de 208 reais. Para mim, que sou massagista, é de 157 reais. Isso é indigno. Há 14 anos é assim. O protesto aqui é de revolta contra esse salário de miséria. Os deputados não fazem nada para pressionar o Ministério Público e o governo estadual. Não fazem nada para cumprir as leis que o próprio governo federal impõe”, denuncia. 

O massagista também faz uma comparação entre o dinheiro investido na saúde e aquele investido na Copa. “O Rio de Janeiro é o estado que menos investe em saúde. Para a reforma do Maracanã tem dinheiro, pode ir um bilhão, mas e para a saúde? O dinheiro que deveria ir para a saúde está indo para outras áreas”, reclama. “Eram sete unidades de saúde estadual no Rio, hoje temos duas, um ambulatório e um hospital. Trabalhamos, na fisioterapia temos mais de 2 mil atendimentos por mês. Atendemos com qualidade e dignidade e ganhamos esta miséria. Enfim, isso aqui é uma demonstração de cidadania e indignação contra a situação da saúde no estado do Rio de Janeiro”, completa Gilton.

Outra crítica feita pelos servidores é em relação às Organizações Sociais (OS), entidades privadas que recebem benefícios do governo para a prestação de serviços para a comunidade. “As OS não trabalham com qualidade, trabalham com quantidade. Virou uma indústria dos hospitais. A qualidade nos hospitais caiu muito, porque não há técnicos capacitados. Não olham o currículo, não olham experiência, eles fazem só uma provinha. Antes era de qualidade, não faltava ninguém, agora falta muito. A OS não pode pagar plantão, se falta alguém fica sem ninguém, porque não tem ordem para contratar”, explica Selmo Santos, técnico de radiologia no hospital Albert Schweitzer.

“Estamos reivindicando também melhoria de salário. No hospital que eu trabalho estamos sendo ameaçados, quem tirar licença premium ou férias está arriscado de não voltar para a mesma unidade”, continua. Selmo fez questão de desaprovar o governo de Cabral e disse que a resposta virá nas ruas. “Cabral foi o pior governador até hoje e Pezão vai seguir o mesmo caminho. A saúde soma quase 1 milhão e meio de eleitores. Vamos dar a resposta a eles nas eleições”, garante.

Mariah Casanova, diretora do Sindsprev e auxiliar de enfermagem no hospital Getúlio Vargas Filho, reiterou o que seus colegas afirmaram. “O maldito governo está destruindo a saúde, acabou com o IASERJ, com o São Sebastião, com o Pedro II. Querem transformar tudo em OS. Viemos aqui defender a saúde pública de qualidade para todos. Viemos dizer para o governo que hoje é dia primeiro de maio, que estamos defendendo nosso trabalho e condições dignas e que dizemos não às OS”, conclui a servidora.

*Programa de Estágio Jornal do Brasil

FONTE: http://www.jb.com.br/rio/noticias/2014/05/01/pezao-massacra-a-saude-denunciam-servidores/

Nahim pede fim de greve para negociar, mas servidores da FENORTE rejeitam por não confiarem no (des) governador Pezão

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Apesar de ter saído da presidência da Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE), o Sr. Nelson Nahim continua tentando interferir à distância. A mais recente tentativa foi um pedido condicionando a abertura da negociação com o (des) governo agora comandado por Luiz Fernando Pezão ao final da greve que está sendo realizada pelos servidores. 

Mas parece que a influência de Nahim junto aos servidores da FENORTE, que já era pequena quando ele ocupava a presidência da instituição, agora é praticamente nula. É que reunidos em assembléia no dia de ontem, os servidores da FENORTE rejeitaram por unanimidade a condição apresentada por Nahim, e decidiram manter o movimento de greve por tempo indeterminado.

Segundo o presidente da Associação  dos Servidores da Fenorte e Tecnorte (Asfetec), Gustavo Guimarães, a decisão de se manter em greve se deveu principalmente pelo fato dos servidores não terem nenhuma confiança no (des) governo do Rio de Janeiro, só aceitando negociar a greve com a apresentação de soluções concretas para os principais pontos da pauta de reivindicações que já foi apresentada repetidas vezes e que até agora continuam sem qualquer solução à vista.

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Gustavo Guimaraes, presidente da Asfetec, diz que servidores da FENORTE só aceitam sair de greve com propostas concretas na mesa por não confiarem no (des) governo do Rio de Janeiro.

Nisso tudo o mais esquisito é saber que Nelson Nahim ainda não entendeu que não manda mais na FENORTE. Afinal, se tivesse tido alguma influência, a greve nem teria sido iniciada. Ou não?

Alguém avise o (des) governador Pezão que os estudantes da UENF também estão em greve

Em sua entrevista no Programa Panorama Continental e que foi ao ar nesta segunda-feira (28/04), o (des) governador Luiz Fernando Pezão exigiu o fim da greve dos professores para negociar a solução das pendências salariais que ele prometeu resolver em Setembro de 2013 dizendo que esta prejudica os estudantes.

Pois bem, um assessor menos desavisado deveria informar ao (des) governador Pezão que os estudantes também estão em greve por uma pauta que inclui a abertura do restaurante universitário, o aumento do valor do auxílio-cotista e a criação de um auxílio-moradia que permite principalmente aos estudantes pobres a permanecerem na UENF, em vez de abandoná-la por falta de condições econômicas de estudar.

E se o (des) governador Pezão não quiser acreditar no que eu escrevo, posto abaixo vídeo produzido pelo Diretório Central dos Estudantes da UENF para explicar os motivos da greve dos estudantes.

 

Professores da UENF e o Primeiro de Maio: Pezão, deixa a gente trabalhar!

Após 46 dias de greve e se aproximando das celebrações do Dia do Trabalhador, os professores da UENF decidiram comemorar com humor o contínuo descaso a que estão sendo submetidos pelo (des) governo do Rio de Janeiro, agora (des) comandado pelo impoluto Luiz Fernando Pezão. 

O que mais me impressiona (será que deveria?) é ver a cara-de-pau com que o (des) governador Pezão vem a público na entrevista concedida no Programa Panorama Continental condicionar a realização de uma audiência com o reitor da UENF ao fim da greve geral que hoje paralisa as atividades na instituição. Algum assessor menos desavisado deveria lembrar ao Sr. Pezão que já no longínquo mês de setembro de 2013, ele se comprometeu com uma delegação da ADUENF a resolver os problemas afligindo os professores em sete dias. Assim, sete meses depois vir com a mesma ladainha de sempre é, no mínimo, um completo descaso.

É por esse tipo de postura inconsequente do (des) governo do Rio de Janeiro que os professores da UENF estarão celebrando o Primeiro de Maio com o lema “Pezão, deixa a gente trabalhar”!

Eu acrescentaria: Pezão, você precisa começar a trabalhar mais, e fazer menos campanha eleitoral!

(Des) governador Pezão falará hoje sobre a greve na UENF na Rádio Continental de Campos

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Recebi a informação de que o (des) governador Luiz Fernando Pezão será entrevistado nesta segunda-feira no programa Panorama Continental que é transmitido pela Rádio Continental de Campos, e que ele será perguntado sobre a greve na UENF!

Para acessar  o site online da Rádio Continental de Campos basta ir para o endereço http://www.radiocontinentalam.com.br/.

Ah! O programa que vai ao ar a partir das 10 horas recebe perguntas para o entrevistado ao vivo!

Eu particularmente espero que quando perguntado, o Sr. Pezão não esqueça que foi comunicado dos problemas salariais da UENF numa reunião realizada em setembro de 2013, quando se coomprometeu a oferecer uma solução após o transcurso de 7 dias. Sete meses depois, a greve continua sem perspectivas de solução.

E então Pezão, vai ajoelhar?

Em dificuldades, Pezão deve participar de procissão em São João da Barra. Vai ajoelhar?

Uma fonte bem informada me deu uma informação valiosa: o atual (des) governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, deverá estar amanhã(28/04) em São João da Barra para participar da procissão de Nossa Senhora da Penha que anualmente é acompanhada por milhares de pessoas, vindas de diversas partes do Brasil. Como a situação de seu (des) governo beira o desespero completo, especialmente agora que a política das UPPs faz mais água do que cano furado da CEDAE, é até compreensível que Pezão esteja querendo rezar na esperança de tempos melhores.

Mas com Pezão está vindo para uma região onde estão em greve professores, estudantes e servidores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), e também servidores da Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE), seria aconselhável que Pezão também viesse pronto para ajoelhar no sentido menos bíblico, e aproveitasse a ocasião para trazer soluções para uma greve que se estende apenas e unicamente por causa da inapetência de seus secretários para a solução de problemas que foram arrastados ao longo dos sete anos em que Pezão e seu mentor Sérgio Cabral ocupam o timão desgovernado do executivo fluminense.

E ai Pezão, vai ajoelhar?

Imerso em problemas, Pezão ignora greve na UENF

A greve iniciada pelos professores da UENF em 12 de março continua sem qualquer perspectiva de solução por parte do novo (velho) governo do Rio de Janeiro. Essa é uma situação curiosa, pois em todos os contatos que são feitos na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, seja na base do governo ou na oposição, a crise salarial existente na UENF é vista como de solução pacífica, faltando apenas que o executivo envie o projeto de lei.

Mas passados mais de 40 dias desde o início da greve geral que engloba todos os setores da UENF, não há nem sinal de que uma proposta está para ser enviada, o que prolonga a greve de forma quase inercial.

Essa postura do (des) governo estadual acaba contribuindo para um esgarçamento de relações e deixa a reitoria da UENF numa posição de “sitting duck”, o que em bom português significa dizer que os dirigentes institucionais, visto como impotentes e incompetentes, amargam boa parte d desgaste causado pela falta de soluções. Mas quem é quem mandou que os dirigentes institucionais se comportassem como agentes do (des) governo estadual? Estão colhendo apenas os frutos amargos de sua própria política de subserviência ao executivo estadual!

Agora no que interessa aos sindicatos, a disposição para manter a greve continua firme e forte. Tanto isto é verdade que hoje o campus da UENF foi novamente lacrado pela manhã, deixando o campus literalmente vazio. Se isso não simboliza o descaso de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão com o destino das universidades estaduais, eu não sei que simbolizaria.

Depois os apoiadores do (des) governo estadual não me venham dizer que essa é uma greve eleitoreira, ou se sintam perseguidos se Pezão tiver que assistir de longe candidatos como Lindbergh Farias e Anthony Garotinho sendo recebidos para apresentarem seus programas de governo para a comunidade da UENF. 

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