Praia do Açu: caindo, caindo, caiu!

As imagens abaixo mostram uma construção que até ontem estava de pé e abrigava um bar na Praia do Açu, mas que desabou na manhã deste sábado (07/03). 

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Diante destas imagens de destruição, eu fico imaginando qual seria a resposta que seria dada a um jornalista que perguntasse a alguém da Prefeitura de São João da Barra, do INEA ou da Prumo Logística como está a situação na Praia do Açu.  Será que eles repetiriam os mantras “a situação voltou ao normal” e “temos estudos que mostram que não é culpa do Porto do Açu”? Difícil mesmo é convencer os moradores daquela área que é isso mesmo e que eles não têm com que se preocupar!

Terceira Via produz matéria sobre avanço do mar na Praia do Açu

Mar volta a avançar no Açu e deixa moradores apreensivos

Os moradores improvisaram um bloqueio para impedir a passagem de veículos na Avenida Atlântica


Os moradores improvisaram um bloqueio para impedir a passagem de veículos (Foto: JTV)

O avanço do mar tem preocupado moradores e empresários que vivem na praia do Açu, litoral de São João da Barra (SJB). Edificações estão comprometidas e o turismo local já sofre o reflexo da mudança no comportamento da maré, que está invadindo a costa. Esse ano, de acordo com a comunidade, a presença de turistas, comparada há outros anos, ficou abaixo da média. Desde 2013, o mar avançou 30 metros, de acordo com a Defesa Civil do município. Sem uma solução por parte do poder público, na última quarta-feira (4), os moradores improvisaram um bloqueio de pedras e móveis velhos para impedir a passagem de veículos.

Nesta sexta-feira (6), funcionários da Prefeitura de SJB, com o auxílio de um trator, trabalhavam na retirada de um tronco de árvore que teria sido arrastado durante o avanço da maré no dia anterior (5). Eles também estavam recuperando os paralelepípedos da Avenida Atlântica que também teriam sido levados pelo mar.

 Em setembro do ano passado, pela primeira vez, o mar atingiu a Rua Principal da localidade e assustou moradores. Algumas casas, estabelecimentos comerciais e o Departamento de Polícia Ostensivo (DPO)  foram tomados pela água. Na ocasião, a comunidade ficou dividida ao apontar os possíveis responsáveis: a construção do complexo do Porto do Açu ou o fenômeno da natureza.

 Na época, em nota, o coordenador da Defesa Civil de SJB, Adriano Assis, declarou que “o ocorrido já era esperado pelo órgão, uma vez que o fato sempre acontece nesta época do ano”. No entanto, nesta sexta-feira (6), a situação na via pública era a mesma. A rua do DPO estava alagada. Segundo um policial militar que estava de plantão no posto, toda vez que a maré começa a encher, a via é tomada pela água do mar.

 Principal avenida do Açu, a Atlântica teve parte do calçamento da pista à margem da praia destruída pelo mar. Uma centena de casas da região também correm o risco de serem atingidas pela maré a qualquer momento. Segundo o pescador, Antônio Luiz de Almeida, de 47 anos, a cada ressaca, os moradores ficam apreensivos, a pista fica ainda mais estreita e repleta de areia, pedras e troncos de árvores. “A partir das 16h, a preocupação fica ainda maior porque a maré começa a subir, as ondas começam a bater mais forte e o litoral vai ficando ainda mais comprometido”, ressaltou o pescador.

 De acordo com o professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), Marcos Pedlowski, o processo de erosão na praia do Açu estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) produzido pela empresa OSX para a construção da chamada Unidade de Construção Naval (UCN), no Porto do Açu. “O que as autoridades municipais e estaduais estão esperando para iniciar um plano de contingência para minimizar os efeitos desse processo erosivo? Em breve, o fenômeno da Barra do Açu vai superar as imagens de destruição que estão ocorrendo em Atafona”, disse o professor. 

 Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via tentou contato com a assessoria de comunicação da prefeitura, sem obter respostas. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará as versões para este fato.

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/norte_noroeste_fluminense/66039/mar-volta-a-avancar-no-acu-e-deixa-moradores-apreensivos

O Diário noticia destruição causada pelo avanço do mar na Praia do Açu

Mar volta a avançar no Açu

Blog do Marcos Pedlowski
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As águas do mar têm avançado cada vez mais, causando pânico e destruição

Diversas praias da região Norte Fluminense têm sofrido com a erosão em suas faixas de areia. As águas do mar têm avançado cada vez mais, causando pânico e destruição. E o município de São João da Barra é um dos mais afetados. Além do já conhecido problema na praia de Atafona, as atenções também se voltam para Barra do Açu, onde já podem ser notados rastros de destruição.

No local, a água já atingiu diversos locais. No início do mês passado, o palco montado pela prefeitura para receber shows foi atingido, assim como ruas vizinhas. Na orla da praia, duas barracas chegaram a ser destruídas no ano passado. Até a principal via da praia, a Avenida Atlântica foi tomada pelas águas, quando, na ocasião, também chegou às ruas do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e de uma escola municipal.

Em imagens divulgadas pelo professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e blogueiro Marcos Pedlowski, em pontos próximos à igreja que existe na Praia do Açu é possível ver uma perda acentuada de areia, haja vista que a rede de distribuição de água da CEDAE está exposta.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Martins de Assis, o último avanço foi por conta da maré alta e que a situação está sob controle.

“A equipe da Defesa Civil monitora o local 24 horas por dia. Todo mês temos um fenômeno de maré alta e foi o que aconteceu na praia este mês, não tem nada de anormal e não existe família desabrigada”, afirmou Adriano.

O coordenador disse ainda que um estudo será feito pela prefeitura de SJB e, partir da conclusão, uma das medidas a ser tomadas possivelmente será a construção de um quebra-mar.

O professor Marcos Pedlowski, por sua vez, afirmou que a construção do quebra-mar é fundamental, mas outras medidas devem ser tomadas antes. “Hoje, a praia tem um déficit de areia, então é preciso recompensar isso. Na construção das obras do Porto, existe um canal de navegação onde é jogada a areia em alto mar. Ao em vez de jogar em alto mar, é preciso jogar na faixa de areia. Isso seria uma medida emergencial”, explica o professor.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/mar-volta-a-avancar-no-acu-19479.html

Em meio à indiferença oficial, Praia do Açu continua sua sina em direção ao desaparecimento

Hoje me foi perguntado por mais um órgão de imprensa sobre o processo de erosão que continua avançando e devorando com voracidade a Praia do Açu. Lembrei a mais este jornalista que este processo erosivo estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) que foi utilizada pela OS(X) para obter as licenças ambientais para construir a sua unidade de construção naval no Porto do Açu. 

Dai ouvi uma informação que também não é nova. Segundo me informou o jornalista, a Prefeitura de São João da Barra teria declarado que a situação tinha voltado ao “normal” na Praia do Açu, e que um projeto estaria sendo desenvolvido para controlar o processo erosivo que hoje ameaça levar boa parte da Praia do Açu! 

Pois bem, observem as imagens abaixo que foram produzidas na tarde desta 6a. feira (06/03) e me digam se algo parece “normal” no que é mostrado.

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E como pontuei numa mensagem anterior, talvez com vídeos a situação dramática que está em curso na Praia do Açu fique mais clara. E, felizmente, vídeos continuam brotando no Youtube, como o que vai abaixo.

Dai é que pergunto novamente: onde andam o INEA e a Prumo Logística Global para apresentar medidas de mitigação urgentes para este fenômeno que ocorre dentro da chamada “Área de Influência Direta” do Porto do Açu? Uma resposta antes que tudo desapareça será muito bem vinda. Especialmente pelos moradores daquela localidade!

O mar continua avançando na Praia do Açu. Onde andam o INEA e a Prumo?

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O mar segue avançando e destrói trecho inteiro da Av. Atlântica na Praia do Açu, mas fui informado por um morador daquele local que a Prefeitura Municipal de São João da Barra ainda não interditou a área, o que oferece mais risco, pois até semana passada carros passavam por ali. De forma preventiva, alguns moradores colocaram pedaços de madeira e tijolos para fechar a área.

Abaixo um vídeo foi produzido agora pouco, e que mostra a força do avanço do mar!

Mazelas ambientais em sucessão: mar avança sobre a Praia do Açu e deixa até os canos da CEDAE expostos

Em que pesem os constantes avisos sobre a situação preocupante para moradores que vivem próximos da faixa central da Praia do Açu até agora não se viu nenhuma medida de contenção do processo erosivo que ali está ocorrendo.  O problema é que a omissão dos responsáveis por gerar medidas de mitigação não impede a ação das correntes marinhas, o que não é nenhuma novidade.

Isto vem deixando os moradores da Barra do Açu bastante temerosos quanto ao seu futuro, o que é bastante compreensível. Pois bem, acabo de receber um pacote de imagens enviadas por um morador daquela localidade onde fica claro que as razões para preocupação são bastante reais. Segundo o que fui informado pelo remetente, estas imagens são da tarde desta 4a. feira (04/03) e foram tiradas em pontos próximos à igreja que existe na Praia do Açu, e mostram uma perda acentuada de areia que serviu até para expor a rede de distribuição de água da CEDAE. 

A questão que fica é a seguinte: o que estão esperando as autoridades municipais e estaduais para iniciar m plano de contingência que sirva para minimizar os efeitos desse processo erosivo? No ritmo que vai, eu temo que daqui a pouco o fenômeno da Barra do Açu acabe superando as imagens de destruição que estão ocorrendo em Atafona. E nunca é demais lembrar que tal processo estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) produzido pela OS(X) para a construção da chamada Unidade de Construção Naval (UCN).

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 E depois que nenhum dos responsáveis por produzir soluções venha dizer que não foi avisado! Afinal, as imagens acima falam por si mesmas.

Açu em transe: num dia gado morre de sede, em outro o mar volta a tomar as ruas da Barra do Açu

A Prumo Logística anunciou ter contratado seu novo diretor de “regulação e sustentabilidade”, o jovem advogado Eduardo Xavier. Pois bem, espero que o salário acertado tenha sido muito bom. É que só assim toda a dor-de-cabeça que espera o ex-assessor da “Secretaria de Portos da Presidência da República” vai ter algum tipo de compensação financeira à altura dos problemas que estão acumulados no entorno do Porto do Açu.

É que só na semana que se sucedeu á contratação do Sr. Eduardo Xavier, dois problemas graves apareceram num horizonte já conturbado: o caso da “vaca atolada” e o da salinização de águas e solos em diversas localidades do V Distrito de São João da Barra.

Pois bem, nesta 5a. feira reapareceu um problema que já vem angustiando centenas de famílias que vivem na Praia do Açu, qual seja, a invasão de ruas pelas águas do mar que  teima em ultrapassar os limites que vinha obedecendo por décadas. Hoje a área atingida foi justamente aquela onde está localizada o palco de shows onde a Prefeitura Municipal de São João da Barra, com o prefeito Neco ocupando a condição de mestre de cerimônias, realizou um show com a dupla caipira formada por Teodoro e Sampaio (Aqui!).

Agora vamos ver o que dizem as autoridades municipais, o INEA e a Prumo Logística acerca desse novo evento de invasão marinha. Só espero não ter que ouvir ou ler novamente que um determinado estudo isentou o Porto do Açu de responsabilidade sobre um fenômeno que nada parece ter de natural. É que essa versão não acalma mais nem os bagres que surfam nas ondas da Praia do Açu.

Abaixo imagens da invasão marinha que ocorreu hoje.

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Erosão no entorno do Porto do Açu. René Justen, dá para explicar de novo?

Uma matéria publicada no site do Jornal Folha da Manhã (Aqui!) contém uma declaração do superintendente do INEA em Campos, Renê Justen, que me obriga a pedir diretamente a ele que nos explica melhor o que está dizendo (assumindo que a declaração é realmente dele). Vejamos o que está na matéria da Folha da Manhã:

De acordo com o superintendente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) em Campos, Renê Justen, um estudo realizado em outubro do ano passado, na Barra do Açu, apontou que a causa da erosão e do avanço do mar não seria proveniente das obras do Porto do Açu, mas fruto de um processo natural, como o que ocorreu na praia de Atafona e no litoral de outros estados, como Bahia e Espírito Santo. “Um Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (Rima) já previa o processo de erosão no Açu. O documento diz que a alteração não está associada às atividades de obras de dragagem do canal de acesso/atracação do Porto do Açu e da bacia de evolução”.

Agora vamos por partes sobre o que o honorável superintendente do INEA declarou, e que precisa de alguma clarificação:

1. o estudo a que ele se refere é o feito pelo professor Paulo Cesar Rosman a pedido da Prumo Logística Global.

2. o RIMA já previa o processo de erosão sim, mas causado pelo processo de construção do Canal de Navegação da OS(X). Esse mesmo RIMA dizia que a construção do Porto do Açu estaria gerando influências sobre o processo de remoção e deposição de sedimentos nas áreas de influência direta e indireta do empreendimento!

Em função dessa clarificação, o que eu tenho a perguntar ao Sr. Renê Justen é simples:

— que tipo de monitoramento o INEA vem fazendo na área que está sendo erodida que permita descartar o Porto do Açu como vetor de influência na ocorrência do processo erosivo em curso naquela região?

E, sim, apontar para o estudo pago pela Prumo Logística não serve como resposta. Ao menos para mim e, com certeza, também para as milhares de pessoas que vivem sobressaltadas com a invasão do mar na Barra do Açu!

Praia do Açu: ontem e hoje. Haverá amanhã?

Acabo de receber um conjunto de fotos tiradas na Praia do Açu: uma em 2013 e outras hoje. Coloco inicialmente uma da área da praia de 2013 e outra de hoje

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2013

açu hoje

Hoje (22/01/2015)

Penso que qualquer pessoa poderá notar que a Praia do Açu está encolhendo. De quebra, se olharmos bem na linha do horizonte veremos que entre de 2013 e 2015, o que apareceu foi o Terminal 2 do Porto do Açu! Já a areia……

Agora, para aumentar o senso de urgência de ações de mitigação para conter a devastação, posto duas imagens do dia de ontem no que ainda resta da avenida que existe, ainda, na orla da Praia do Açu.

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calçada 1

E ai eu pergunto: os responsáveis por dar respostas ao problema, estão esperando o que para começarem a agir?

Erosão costeira no Açu e seus caminhos misteriosos

Abaixo segue uma matéria produzida pelo jornal O DIÁRIO acerca das novas evidências sobre o problema da erosão costeira na faixa litorânea entre o Porto do Açu e o Farol de São Thomé.  De novo mesmo só o avanço dos estragos, pois o único ator que se manifestou sobre o assunto ( a Prumo Logística Global) continua se apegando a um artefato (o documento produzido pelo professor Paulo César Rosman da UFRJ) que tem pouca ou nenhuma sustentação científica.

O pior é saber que nos procedimentos legais para a emissão das licenças ambientais essa erosão estava prevista, ainda que sem noção da intensidade que tomaria. Nesse sentido, lamentável mesmo é o silêncio das autoridades ambientais em todas as esferas de poder. 

Agora, o que a população da Barra do Açu e de outros localidades litorâneas ameaçadas pela erosão é que o prometido projeto envolvendo a Prumo, a SEMA, a Prefeitura de São João do Barra e o INPH saia do papel antes que toda a faixa litorânea seja afetada por esse processo que misterioso não tem nada.

Mar volta a avançar no Farol e causa estragos

Divulgação: Denis Toledo
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Avanço do mar mobiliza novamente a Defesa Civil e uma nova variante será construída

A Defesa Civil de Campos interditou novamente nesta quarta-feira a estrada litorânea que liga a localidade do Xexé, na praia do Farol de São Thomé, em Campos, ao distrito do Açu, em São João da Barra (SJB). O mar voltou a avançar e destruiu um novo trecho da estrada. Na Barra do Açu, em SJB, o mar atingiu ruas vizinhas à praia na última terça-feira.

O diretor da Defesa Civil de Campos, sargento Henrique Costa, explicou que a variante construída pela prefeitura no Xexé, após parte da estrada litorânea ter sido destruída no início do mês, não foi atingida. “Ela está intacta. Desta vez, o trecho destruído fica a 100 metros da variante, do Farol para o Açu”, disse ele.

Segundo Henrique, a saída será construir nova variante em outro lugar. Novas desapropriações deverão ocorrer, já que existem propriedades particulares no local. “A estrada tinha cerca de oito metros, mas com o avanço do mar, não tem agora três metros”, disse o sargento. A recomendação para os motoristas que estiverem no Farol, com destino ao Açu, é entrar em Baixa Grande.

No último dia 06, foi necessária a primeira interdição na estrada entre o Xexé e Maria da Rosa, no Cabo de São Tomé, devido à destruição de um trecho na curva situada nas proximidades da ponte sobre o Rio Açu. A construção da variante foi concluída no último final de semana e liberada ao tráfego de veículos. Para a obra, a prefeitura precisou de autorização do Parque Estadual da Lagoa do Açu, no Rio de Janeiro, já que a estrada fica dentro do parque.

Culpados – Na Barra do Açu, em SJB, não foi a primeira vez que o mar avançou e atingiu as ruas da praia. Em novembro do ano passado, duas barracas da orla foram destruídas. Dois meses antes, a água do mar atingiu a Avenida Atlântica. Na ocasião, uma equipe do Ministério Público Federal realizou uma inspeção no local. Em entrevista ao O Diário em outubro, o procurador da República em Campos, Eduardo Santos, disse que, além de causas naturais, o problema estaria sendo causado pelo impacto das obras do Porto.

Em seu blog, o professor Marcos Pedlowski, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), faz questionamentos quanto ao projeto, que seria financiado pela Prumo Logística, para identificar a causa e conter o avanço do mar no local. A elaboração do projeto ficaria a cargo do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPQ) e Secretaria de Estado do Ambiente.

Em nota, a assessoria da Prumo esclareceu que realiza um programa de monitoramento da dinâmica sedimentológica marinha e de erosões costeiras.

Além disso, a Prumo contratou a Fundação Coppetec para realizar um estudo sobre o tema, que foi coordenado por Paulo Rosman, engenheiro civil, Mestre em engenharia oceânica e Doutor em engenharia costeira, uma das maiores autoridades técnicas em engenharia costeira do país.

Os resultados obtidos até agora, a partir do monitoramento e estudo realizado pela fundação, demonstram que é inviável associar o estreitamento da faixa de areia em questão às obras de construção do quebra-mar do Terminal 2 (T2) do Porto do Açu.

A Pruno destaca ainda que estudos técnicos complementares estão sendo discutidos com o Inea e a Prefeitura de São João da Barra com participação técnica do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias – IPNH e Fundação Coppetec.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/mar-volta-a-avancar-no-farol-e-causa-estragos-18345.html