Exame: Eike causou prejuízo bilionário a bancos, diz jornal

Dado Galdieri/Bloomberg

Eike Batista, CEO da EBX, durante um encontro com investidores no Rio de Janeiro, em uma foto de maio de 2012
Priscila ZuiniPriscila Zuini, de EXAME.com

São Paulo – Os bancos foram um dos maiores perdedores com a queda de Eike Batista e suas empresas. Segundo cálculo da Folha de S. Paulo, os bancos tiveram prejuízo de 7,9 bilhões de reais por causa do empresário; o valor é quase 30% do prejuízo causado na praça. 

O banco que mais perdeu, segundo o jornal, foi o Itaú BBA (R$ 2,4 bilhões), seguido pelo BTG (R$ 919 milhões), e o Votorantim (R$ 588 milhões). Este prejuízo foi calculado levando em conta os pedidos de recuperação judicial das empresas OGX, OSX, Eneva e MMX e as dívidas da holding EBX.

A recuperação judicial da Eneva foi um dos principais problemas dos bancos, já que a empresa pediu recuperação com dívida de R$ 2,3 bilhões. Segundo a publicação, os bancos ainda têm esperanças em diminuir esses prejuízos, tentando tirar alguns projetos do papel.

Eike Batista chegou a estar entre os dez homens mais ricos do mundo em vários rankings internacionais. De bilionário Eike passou a “classe média” quando suas empresas começaram a entrar em recuperação judicial.

No final do ano passado, o empresário começou a ser julgado em uma ação penal, acusado de crimes contra o mercado de capitais.

Também no ano passado, fechou um acordo com seu principal credor, o fundo soberano Mubadala e pelo acerto recebe um valor anual de US$ 5 milhões, até 2018.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/eike-causou-prejuizo-bilionario-a-bancos-diz-jornal

Minério de ferro ganhou o prêmio: pior commodity do ano!

Com queda de 50%, minério de ferro é pior commodity do ano

O minério de ferro termina 2014 como a pior commodity do ano. O preço caiu 50%, para o menor patamar desde 2009. Ontem, a tonelada matéria-prima do aço valia US$ 67,90, praticamente metade dos US$ 134,20 no último dia de 2013. O preço médio de 2014, que está pouco abaixo de US$ 100 por tonelada, é 26% inferior ao valor médio de 2013.
FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3839516/com-queda-de-50-minerio-de-ferro-e-pior-commodity-do-ano

MMX, mineradora de Eike Batista, continua trajetória morro abaixo

MMX tem prejuízo de R$86 milhões no 3º trimestre

MMX, a única que já dá dinheiro

MMX: no segundo trimestre, o prejuízo havia sido de R$ 1,9 bilhão

Juliana Schincariol, da REUTERS

Rio de Janeiro – A mineradora MMX informou nesta terça-feira que teve prejuízode 86 milhões de reais no terceiro trimestre, ante resultado negativo de 1,2 bilhão de reais um ano antes.

No segundo trimestre, o prejuízo havia sido de 1,9 bilhão de reais.

“Este resultado no trimestre é fundamentalmente consequência do teste de recuperabilidade de ativos realizado pela companhia no segundo trimestre, desdobrando em um reconhecimento de impairment de 1,8 bilhão de reais”, disse a MMX em seu relatório de resultados.

As vendas de minério de ferro foram de 839,4 mil toneladas no terceiro trimestre, queda de 61 por cento na comparação anual.

Desta forma, a receita líquida caiu 75 por cento na mesma base de comparação, a 83,6 milhões de reais.

O Ebitda (sigla em inglês PARA lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ficou negativo em 142,2 milhões de reais, ante negativo em 69,8 milhões de reais no terceiro trimestre de 2013.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/mmx-tem-prejuizo-de-r-86-milhoes-no-3o-trimestre

Valor: OS(X) teve prejuízo bilionário em 2013

OSX termina 2013 com prejuízo de R$ 2,4 bilhões

Por Ligia Tuon | Valor
PREJUIZ
SÃO PAULO  –  A empresa de estaleiros OSX divulgou um prejuízo de R$ 2,4 bilhões em 2013, ante uma perda de R$ 32,7 milhões no ano anterior. O resultado foi influenciado por uma baixa de R$ 2,38 bilhões, devido a “não recuperabilidade de ativos”.
A companhia explica que as unidades de construção naval e leasing foram negativamente impactadas pela constituição de provisão para redução do valor recuperável de ativos (impairment), de R$ 2,4 bilhões, e pela baixa de ativos, no montante de R $ 830 milhões. Desta forma, o resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações foi negativo em R$ 2,26 bilhões.
As despesas financeiras aumentaram 46,4% frente a 2012, devido, substancialmente, aos juros incidentes sobre os financiamentos das plataformas FPSO OSX-1, FPSO OSX-2 e FPSO OSX-3 que, uma vez concluídas as obras de construção e disponibilização da unidade para entrada em operação, passaram a ser reconhecidos no resultado financeiro da companhia.
A receita da grupo, por outro lado, teve avanço de 71,8% em comparação ao ano anterior, para R$ 745,1 milhões. O aumento aconteceu em decorrência de afretamento e operação e manutenção das unidades FPSOs OSX-1 e OSX-3 e à construção do PLSV para o cliente Sapura, segundo a empresa.
Durante o segundo semestre de 2013, a OSX enfrentou um agravamento da sua situação financeira, incluindo o cancelamento de encomendas de unidades, que seriam construídas tanto na Unidade de Construção Naval do Açu quanto em estaleiros contratados.
Em novembro, a OSX, a OSX Construção Naval e a OSX Serviços tiveram seus pedidos de recuperação judicial ajuizados.

 

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3519844/osx-termina-2013-com-prejuizo-de-r-24-bilhoes#ixzz2z62YUqBy

Chamem o BNDES! OGX teve prejuízo de R$ 17,4 bilhões em 2013

A Folha de São Paulo publicou hoje matéria dando conta que a OG(X), do ex-bilionário Eike Batista, teve apenas em 2013 um prejuízo da ordem de R$ 17,4 bilhões (Aqui!). O mais interessante é que uma das principais causas desse desempenho desastroso foi a rescisão de contrato com a OS(X), outra empresa da franquia “X” que, com a OG(X), se encontra hoje em recuperação judicial (no meu tempo de bancário isso se chamava concordata).

Agora o meu medo é que em nome da falida ideia dos “campeões nacionais”, algum esperto do (des) governo Dilma resolva usar o BNDES para ajudar o amigo Eike em dificuldades Batista. A ver!

Prejuízo da MMX cresce 1.100% em um ano e bate R$ 1,2 bilhão

mmx

SÃO PAULO – O prejuízo da MMX Mineração (M M XM 3 ) cresceu 1.100% entre o terceiro trimestre de 2012 e de 2013, comunicou a empresa nesta sexta-feira (29), atingindo os R$ 1,21 bilhão. A companhia foi a última do Ibovespa a divulgar seu balanço.

A empresa viu uma queda de 30% no patrimônio líquido, que caiu de R$ 2,5 bilhão para R$ 1,75 bilhão. A mineradora atingiu receita líquida de R$ 339 milhões, alta de 38% se comparada com o mesmo período do ano passado.O Ebitda (Lucro antes de juros impostos depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 69,8 milhões, levando a Margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) para 20,6% negativos.

“Este foi um trimestre de realizações importantes para a MMX, fundamentalmente orientadas para reposicionamento estratégico da Companhia. Diante de um cenário desfavorável de crédito, a diretoria manteve as mesmas diretrizes do trimestre anterior, buscando preservar ao máximo o caixa da empresa sendo obrigada a praticamente parar as obras de implementação do projeto Serra Azul bem como desacelerar as atividades do Superporto Sudeste”, afirmou o management da companhia.

FONTE: http://www.infomoney.com.br/mmxmineracao/noticia/3082849/prejuizo-mmx-cresce-100-ano-bate-bilhao

Mais uma empresa “X” dá prejuízo bilionário: agora foi a MMX

MMX amplia prejuízo no 3º trimestre para R$1,2 bi

Maior impacto negativo, de R$ 913 milhões, foi relativo ao reconhecimento de redução do valor recuperável dos ativos de Serra Azul

Rich Press/Bloomberg

MMX

Caminhão na mina de ferro Serra Azul da MMX, em Minas GeraisMina de ferro da MMX: receita operacional líquida ficou em 339 milhões de reais no período de julho a setembro

 Rio de Janeiro – A mineradora MMX registrou prejuízo líquido de 1,2 bilhão de reais ante resultado negativo de 100,6 milhões de reais um ano antes, informou a empresa nesta sexta-feira.

O maior impacto negativo, de 913 milhões de reais, foi relativo ao reconhecimento de redução do valor recuperável dos ativos de Serra Azul e direitos minerários de Bom Sucesso.

A companhia afirmou que do lado operacional, ainda apresenta desafios na busca de maior eficiência.

“Diante de um cenário desfavorável de crédito, a diretoria manteve as mesmas diretrizes do trimestre anterior, buscando preservar ao máximo o caixa da empresa sendo obrigada a praticamente parar as obras de implementação do projeto Serra Azul bem como desacelerar as atividades no Superporto Sudeste”, disse a empresa em seu relatório de resultados.

A receita operacional líquida ficou em 339 milhões de reais no período de julho a setembro, aumento de 38 por cento na comparação com o mesmo período de 2012.

Em meio ao difícil cenário para a empresa no terceiro trimestre, a MMX reiterou a contratação de consultores externos para buscar “alternativas e oportunidades de negócios”.

A empresa revisou seu plano de negócios e celebrou contratos com a Trafigura e Mubadala para venda de 65 por cento do capital social da MMX Porto Sudeste, além de acordo para venda da totalidade de ações da Unidade Chile junto a Inversiones Cooper Mining. “E está em andamento a venda da Unidade Corumbá”, disse em seu relatório.

A companhia disse ainda ter enfrentado durante o terceiro trimestre problemas operacionais na Unidade Serra Azul (MG), o que levou uma queda na produção.

A MMX registrou queda de 33 por cento na produção de minério de ferro, que totalizou 1,4 milhão de toneladas, que também foi afetada pela paralisação das atividades da unidade de Corumbá e restrições operacionais na MMX Sudeste.

“No Sistema Corumbá, optou-se pela parada na produção desde julho procurando adequar a demanda da região ao estoque disponível com foco nos ajustes de custos da empresa.” No final do terceiro trimestre, a posição de caixa da MMX era de 87 milhões de reais, e a dívida financeira estava em 2,7 bilhões de reais.

O Ebtida (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado foi negativo em 69,8 milhões de reais, ante um resultado positivo de 47,1 milhões de reais um ano antes.

Segundo a empresa, o Ebitda foi afetado negativamente em 113,4 milhões de reais pelo provisionamento dos valores relativos à multa do contrato de operação portuária entre a MMX Porto Sudeste e Usiminas.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/mmx-amplia-prejuizo-no-3o-trimestre-para-r-1-2-bi

Empresas “X” são campeãs do prejuízo nas bolsas latino-americanas

OGX PREJUIZO

América Latina: OGX tem o maior prejuízo no 3º trimestre na bolsa

Portal Terra

A petroleira OGX, de Eike Batista, que entrou com pedido de recuperação judicial em outubro, é a empresa da América Latina de capital aberto com maior prejuízo no terceiro trimestre, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira pela consultoria Economatica. A OGX está na quinta colocação no ranking geral, com prejuízo de US$ 953,1 milhões, seguida da empresa naval OSX, com prejuízo de US$ 794,8 milhões, também do grupo do empresário.

A consultoria analisou 15 empresas da América Latina e dos Estados Unidos com os maiores prejuízos no período. A empresa com o maior prejuízo é a metalúrgica americana United States Steel, com perdas de US$ 1,791 bilhão.  A Eletrobrás também aparece na lista das 15 empresas, na 11ª posição, e a HRT Petróleo, na 13ª posição.

Das 15 empresas com maiores prejuízos apenas na América Latina, 11 são do Brasil, duas do México e duas da Argentina.

Confira as 15 empresas com maiores prejuízos no terceiro trimestre na América Latina:

As 15 empresas com maiores prejuízos no terceiro trimestre na América Latina
As 15 empresas com maiores prejuízos no terceiro trimestre na América Latina

A OGX, empresa criada em 2007, fez a oferta inicial de ações (IPO, sigla em inglês) em junho de 2008 e levantou R$ 6,7 bilhões. O preço da ação na estreia foi de R$ 1.131. À época, a empresa arrematou 21 blocos exploratórios por meio da 9ª rodada de licitações da ANP. Em decorrência do auge da empresa, em 2011, Eike Batista atingiu o posto de 7º mais rico do mundo.

Em 2012, as críticas ao empresário começaram a aparecer. A Revista Época afirmou que o empresário tinha um ano para “entregar o que prometia” antes que os investidores desistissem da empresa. Para a publicação, o empresário construiu o império das empresas X sobre uma base que não era sólida, já que ele não possuía experiência no ramo de petróleo, prometendo metas consideradas altas, mas que suas empresas não tiveram a capacidade para entregá-las. Além disso, para alguns especialistas, Eike “abriu demais o leque”, já que seus investimentos iam de petróleo até o vôlei, por exemplo.

Segundo a revista, Eike conseguiu estruturar as empresas X graças ao dom nas vendas e ao bom momento do Brasil no cenário internacional pré-crise. Porém, sua principal empresa – a petrolífera OGX – não conseguiu entregar os altos resultados prometidos, comprometendo assim as demais companhias criadas para fornecer estrutura para ela, como a OSX, por exemplo. Além disso, Batista também perdeu diversos executivos de ponta (uma das bases para ele ter credibilidade no mercado), o que fez com que ele tomasse o pior dos golpes: a perda de confiança no mercado internacional. Com isso, segundo a Época, o empresário não teve verba para reinvestir em suas empresas do ramo de petróleo.

Ainda em 2012, a crise na empresa apareceu mais notoriamente quando a OGX rebaixou a projeção de produção de barris diários nos blocos de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O campo, que deverá interromper suas operações no ano que vem, era o único produtor de petróleo da empresa. Inicialmente, a companhia previa reservas de até 110 milhões de barris no local, mas até maio deste ano só tinha produzido 10 mil.

No ano de 2013, Eike perdeu a colocação que tinha na Forbes (passou da 8º para a centésima posição no ranking dos mais ricos) e amargou um prejuízo de R$ 1,2 bilhão na OGX, 135% maior na comparação com o ano anterior. Ele começou então a vender parte das operações da petroleira.

Em crise, Eike Batista conseguiu um empréstimo de R$ 10,4 bilhões concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em outubro, a companhia anunciou que deixaria de pagar uma dívida de US$ 45 milhões (aproximadamente R$ 100 milhões) referentes a juros de bônus externos, o que gerou a expectativa de um pedido de recuperação judicial em 30 dias (nesta quinta-feira) para evitar um pedido de falência. Os juros são referentes a um empréstimo de US$ 1,063 bilhão com vencimento em 2022. No mesmo mês, a empresa demitiu cerca de 20% (60) dos cerca de 300 funcionários que ainda atuavam na companhia.

Segundo a agência de notícias Bloomberg, Batista, depois da crise, deixou de ser bilionário e agora teria menos de US$ 500 milhões líquidos (R$ 1,1 bilhão), segundo estimativa da publicação.

Crise no grupo EBX

Outros braços do grupo de Eike também enfrentam problemas. A construtora de navios OSX, muito dependente das demandas geradas pelas plataformas da OGX, deve sofrer em conjunto após o pedido de recuperação judicial da petroleira.

Em julho, Eike renunciou à presidência e do conselho de administração da MPX, empresa do setor de energia do conglomerado, que mudou de nome e passou a se chamar Eneva e é controlada pela alemã E.On. A empresa de energia também anunciou no começo da semana que firmou um contrato com bancos credores para assumir a parcela que não possui da OGX Maranhão, uma subsidiária da petroleira de Eike Batista, por R$ 200 milhões caso sua controladora, a petroleira OGX, fique inadimplente.

Segundo a consultoria Economática, apenas no primeiro trimestre de 2013, as seis companhias de capital aberto (ou seja, negociadas na bolsa) do empresário (OGX, MMX, MPX, OSX, LLX e CCX) registraram um prejuízo total de R$ 1,154 bilhão, alta de 539% em relação ao mesmo período do ano passado.

FONTE: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2013/11/28/america-latina-ogx-tem-o-maior-prejuizo-no-3o-trimestre-na-bolsa/

Exame: OGX tem prejuízo de R$ 2,118 bilhões no 3º tri

Prejuízo representa aumento de 516,4% sobre o resultado negativo do mesmo período do ano passado

Eulina Oliveira, do 

Divulgação

Funcionário da OGX, do Grupo EBX

 Funcionário da OGX: receita líquida foi de R$ 172,052 milhões, aumento de 14,2%

São Paulo – A OGX Petróleo e Gás Participações, empresa do Grupo EBX, do empresário Eike Batista, registrou prejuízo líquido de R$ 2,118 bilhões no terceiro trimestre de 2013, aumento de 516,4% sobre o resultado negativo do mesmo período do ano passado (343,619 milhões).

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi positivo em R$ 3,902 milhões entre julho e setembro deste ano, ante R$ 51,606 milhões negativos verificados em igual intervalo de 2012. Já a receita líquida foi de R$ 172,052 milhões, aumento de 14,2% em igual base de comparação.

Na semana passada, a Justiça aceitou o pedido de recuperação judicial da petroleira do Grupo EBX.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/ogx-tem-prejuizo-de-r-2-118-bilhoes-no-3o-tri-2

Reuters: OSX tem prejuízo de R$1,84 bi no 3o trimestre

SÃO PAULO (Reuters) – A empresa de construção naval OSX teve prejuízo de 1,84 bilhão de reais no terceiro trimestre, revertendo o lucro de 6,92 milhões registrado um ano antes, informou a empresa do grupo do empresário Eike Batista na noite de segunda-feira.

O resultado foi impactado por provisões para queda no valor de plataformas e para perdas com calotes.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ficou negativa em 1,839 bilhão de reais, ante resultado positivo em 13,1 milhões registrados um ano antes.

A receita líquida total da companhia somou 151,9 milhões de reais, avançando sobre os 80,4 milhões de um ano antes.

A OSX entrou com pedido de recuperação judicial este mês, vinculado ao processo da sua empresa-irmã OGX, em procedimento chamado juridicamente de “distribuição por dependência”.

O pedido de recuperação foi aceito na véspera, pelo juiz da 4a Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio, Gilberto Clovis Farias Matos, segundo informações do TJ-RJ.

Outras empresas do grupo EBX, do empresário, incluindo OGX e MMX, podem divulgar resultados de terceiro trimestre na sexta-feira, após adiarem datas marcadas anteriormente.

(Por Roberta Vilas Boas)

FONTE: http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE9AP00P20131126