Trabalhadores fecham Ponte Rio-Niterói em protesto contra demissões no Comperj

ponte rjnit

Trabalhadores do Comperj fecharam, desde às 11:30 h, a ponte Rio-Niterói no sentido Rio de Janeiro e realizam protesto contra as milhares de demissões que vem ocorrendo, a falta de pagamento de indenizações trabalhistas e diversos outros ataques às suas condições de trabalho.

O Comperj vive situação muito complicada desde a forte queda que se abateu sobre o setor de commodities (matérias-primas), como o petróleo, que derrubaram os preços internacionais dos seus derivados, e com a crise que se abate sobre a Petrobras por conta dos escândalos de corrupção.

Manifestamos todo nosso apoio aos operários e operárias do Comperj e exigimos o atendimento imediato de todas as suas reivindicações.

FONTE: https://www.facebook.com/psturj/photos/a.138827042982625.1073741826.138826966315966/321733954691932/?type=1&theater

No dia em que professores descobrem descontos em seus salários, estudantes da UENF mostram que direitos se conquistam pela luta

reitoria 1

A tarde desta 4a. feira (28/1) foi bastante movimentada no campus da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) por causa da mobilização de estudantes liderados pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) para protestar contra o atraso no pagamento de bolsas estudantis, mas também pelo descumprimento do acordo feito pela reitoria durante a greve ocorrida em 2014 de equiparação do valor das bolsas com o que é praticado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Essa mobilização é uma demonstração de que novamente os estudantes da UENF entendem o seu papel de protagonistas na luta por seus direitos que estão sob grave risco por conta da política de sucateamento da instituição sob a batuta do (des) governador Luiz Fernando, o Pezão.

É interessante notar que no dia de hoje se tornou público que a reitoria da UENF está descontado valores de auxílio de alimentação dos servidores (professores e técnicos), o qual já se encontra com valores congelados desde 2009! 

Agora, o mínimo que os professores vão precisar fazer é seguir o exemplo dos estudantes, e demandar o retorno dos valores descontados e também a equiparação com a UERJ!

Terceira Via confirma razões do fechamento da entrada principal do Porto do Açu

Trabalhadores do Porto do Açu bloqueiam entradas de acesso

Os profissionais voltaram a manifestar contra as condições de trabalho e outras irregularidades

Centenas de funcionários de empresas que prestam serviço ao Porto do Açu bloquearam todas as entradas que dão acesso ao complexo portuário na manhã desta quarta-feira (28 de janeiro). A BR-356, uma das entradas principais, também está fechada.

 De acordo com os manifestantes, eles reivindicam melhores condições de trabalho, além das horas extras que estão atrasadas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 25 ônibus com mais de mil trabalhadores impedem a passagem.

O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Imobiliário de Campos (Sticoncimo) informou que não foi solicitado por nenhum trabalhador e que, caso não seja chamado,  nenhum fiscal deverá ir ao local da manifestação. 

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/norte_noroeste_fluminense/63853/trabalhadores-do-porto-do-acu-bloqueiam-entradas-de-acesso#prettyPhoto

Entrada prinicipal do Porto do Açu “trancada” por protesto de trabalhadores

O site jornalístico Quotidiano baseado em São João da Barra colocou no ar, e eu já verifiquei com fontes locais no V Distrito, o fechamento da entrada principal de acesso ao interior do canteiro de obras do Porto do Açu.

Esse novo protesto de trabalhadores precisa ser mais bem esclarecido, mas é sinal de que como no caso de outros megaempreendimentos, o Porto do Açu está sob o choque da situação real da economia brasileira. No caso do Porto do Açu, o problema é agravado pela baixíssima cotação do minério de ferro cuja exportação seria uma das âncoras econômicas do empreendimento.

Protesto nas imediações do Complexo Portuário do Açu

Segundo informações extraoficiais, o protesto foi organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos devido às novas leis medidas econômicas do governo Dilma.

 Victor Azevedo
victor.azevedo@quotidiano.com.br

A manifestação que fechou alguns acessos ao Porto do Açu na manhã desta quarta-feira, 28, acabou agora pouco. O protesto foi realizado pela empresa Integra Offshore.Segundo informações extraoficiais, o protesto foi organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos devido às novas medidas econômicas do governo Dilma.

Mais informações a qualquer momento.

FONTE: http://www.quotidiano.com.br/noticia-1931/protesto-nas-imediacoes-do-complexo-portuario-do-acu

 

Diretoria da ADUENF emite declaração pública sobre protesto dos estudantes da UENF

Fomos surpreendidos na manhã e ao longo de todo o dia de ontem (11/08/2014) pela manifestação dos estudantes, organizada pelo DCE/UENF, que fechou as entradas do campus.

 Infelizmente, não causou a mesma surpresa a noticia de que este governo do Sr Luiz Fernando Pezão não honrou compromisso assumido pelo próprio Governador. Há muito tempo, ‘honra’ deixou de ser um adjetivo adequado a descrever esse grupo que se instalou no governo do Estado do Rio de Janeiro. 

Infelizmente, não causa a mesma surpresa, as reiteradas notícias de cortes e contingenciamentos por parte de um governo que não honra sequer o orçamento da UENF enviado polo próprio governo à, e aprovado pela, ALERJ. Orçamento que já nasce mutilado frente ao solicitado pelo CONSUNI e que vem diminuindo em números absolutos ano a ano.

 O problema do reajuste no valor das bolsas, não para valores nababescos mas para deixá-las iguais aos valores praticados pela UERJ!, é parte de um problema maior, que atinge a todos nós em todos os níveis. É o problema do próprio estrangulamento por que passa a UENF, que está inserido num contexto que envolve toda a dinâmica das forças políticas que disputam corações e mentes mundo afora. Como alertou o próprio Darcy Ribeiro “a crise na educação não é uma crise, mas um projeto”. Um projeto de sociedade neoliberal que vê nos serviços, educação inclusive, uma fonte de lucro e não alavanca do progresso e desenvolvimento. Por isso deve ser destruída uma Universidade que, pública e gratuita, apesar deste governo, consegue se projetar como alavanca do desenvolvimento social ao oferecer ensino de qualidade.

 O caminho para a destruição da Universidade pública já é conhecido, e foi aplicado com esmero e grande êxito, do ponto de vista neoliberal, no ensino médio: aviltamento dos salários e verbas insuficientes para a manutenção das condições mínimas de trabalho, como telefone, água, luz entre outras tantas contas atrasadas.

 Em paralelo, temos a criminalização dos movimentos sociais e a tentativa do governo do estado de introduzir o aparato repressivo estatal dentro da UENF, via o Programa Estadual de Integração na Segurança (PROEIS). Ora, senhoras e senhores abram os olhos! Se existe algum problema de segurança no campus é o problema de o orçamento da Universidade, que previa verbas para pagar aos terceirizados, não ser cumprido. Por um lado, o Estado corta a verba para a segurança e, por outro, oferece verba para contratar o aparelho repressor do próprio estado

O pior nessa história toda é notar que alguns colegas nossos não conseguem enxergar além das barricadas e veem nelas o problema. A manifestação dos Estudantes, por mais que possa ter causado transtornos momentâneos, faz parte da solução e não do problema. Se nós estamos cansados e desgastados depois de três meses de dura greve contra um governo que não está nem um pouco interessado em resolver os problemas da UENF, ao contrário, age para ampliá-los, isso é compreensível. Mas que nós neguemos apoio, ou pior, ameaçemos usar das nossas aulas como instrumento de repressão ao movimento estudantil, isso é inadmissível.

Por isso a ADUENF conclama a todos os colegas a apoiar e incentivar a luta dos estudantes em defesa da Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade.

DIRETORIA DA ADUENF

GESTÃO 2013-2015

FONTE: http://aduenf.blogspot.com.br/2014/08/diretoria-da-aduenf-faz-declaracao.html

O Diário: Caminhoneiros bloqueiam entradas do Porto do Açu

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Kelly Maria

Menos de 24 horas depois de caminhoneiros de a empresa Tracomal terem interditado a BR-356, na altura de Boa Vista, em Campos, por cerca de uma hora nos dois sentidos da rodovia, os manifestantes voltaram a protestar na manhã desta quarta-feira (16).

Segundo informações dos 150 caminhoneiros que realizam a manifestação, as entradas e saídas do Super Porto do Açu, só serão liberadas após os representantes do Ministério do Trabalho e do Sindicado chegarem ao local. Eles atearam fogo em galhos de árvores no meio da BR-356. 

Os manifestantes trabalham prestando serviços para o Porto do Açu e reivindicam melhores condições de trabalho e aumento do frete.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Corpo de Bombeiros estão no local

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/caminhoneiros-bloqueiam-entradas-do-porto-do-acu-13220.html

SJB Online: são caminhoneiros os que trancam o acesso ao Porto do Açu por falta de pagamentos

Caminhoneiros fecham entrada de acesso ao porto

 

Caminhoneiros da empresa F.C.C que presta serviço ao Porto do Açu fecham entrada de acesso ao porto por falta de pagamento na manhã desta quarta-feira, 16.

As vias que dão acesso por Caetá, Cajueiro e Rua Nova estão fechadas. 

De acordo com a Polícia Militar que está no local, os carreteiros estão reivindicando aumento no frete e nesse momento mais de 150 carretas e motoristas estão no local. Informa ainda que a Br 356 que liga Campos à São João da Barra está liberada.  

Mais informações em instantes.

FONTE: http://www.sjbonline.com.br/noticias/caminhoneiros-fecham-entrada-de-acesso-ao-porto

 

Porto do Açu: novo protesto “tranca” estrada de acesso principal

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Acabo de receber uma informação que um novo protesto fecha a principal estrada de acesso ao Porto do Açu na manhã desta 4a. feira a partir da rotatória que existe no final da estrada de acesso à localidade de Cajueiro. Esse protesto, aparentemente realizado por operários ou ainda caminhoneiros trabalhando nas obras do porto, é apenas mais um de uma longa sucessão de eventos que refletem negativamente no megaempreendimento que continua a ser regiamente alimentado pelo BNDES com vultosos empréstimos. Um dia o motivo são as violações de direitos trabalhistas, e noutro são as pressões para que caminhoneiros transportem cargas acima do permitido pela lei.

Mais informações sobre esse novo protesto virão ao longo dessa manhã, e com certeza vão ganhar novamente as páginas dos veículos de mídia na região Norte Fluminense.

Jornal Terceira Via também traz matéria sobre protesto de motoristas servindo ao Porto do Açu

Carreteiros do Porto do Açu fazem manifestação na BR-356

Eles se negam a trabalhar com excesso de carga e reivindicam aumento no frete

Carreteiros do Porto do Açu fazem manifestação na BR-356. (Foto: Silvana Rust)

Cerca de 160 carreteiros que transportam pedras para o Porto do Açu fecharam a BR-356 na tarde desta terça-feira (15 de julho) na altura da localidade de Sapucaia. Eles estão manifestando contra o excesso de carga proposto pela empresa Prumo Logística, que seria contra a lei. A manifestação causou retenção em quatro quilômetros da rodovia. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está no local para auxiliar o tráfego.

Os manifestantes são funcionários da empresa terceirizada Tracomal e, segundo eles, quando assinaram o contrato de serviço, a empresa teria exigido que eles transportassem uma quantidade excessiva de carga. No entanto, existe uma lei federal que proíbe o excesso de carga por diversas razões, como o risco de acidentes e a degradação do asfalto.

Os carreteiros disseram ainda que, por causa da infração cometida pelas empresas, eles têm recebido multas exorbitantes, além de perderem pontos na Carteira Nacional de Habilitação. Somente em um caminhão, a multa chegou a mais de R$ 15 mil.

Eles contaram também que há pelo menos 10 dias os trabalhadores estão tentando conseguir uma negociação com a empresa Prumo Logística, responsável pelas obras do Porto do Açu, mas eles estariam se negando a ouvi-los.

Além de se recusarem a trabalhar com excesso de carga, os carreteiros também propuseram um aumento no frete. Atualmente, eles recebem R$ 18,26 por tonelada em carreta e caminhão truck, com excesso de carga. A proposta dos manifestantes é de R$ 24,90 para carreta e R$ 29,05 para caminhão truck por tonelada, mas com a carga regular.

Os trabalhadores atearam fogo em galhos de árvores no meio da BR-356 para chamar a atenção da empresa. Até às 18h, a rodovia ainda estava com retenção.

FONTE: http://www.jornalterceiravia.com.br/noticias/campos_dos_goytacazes/51931/carreteiros_do_porto_do_acu_fazem_manifestacao_na_br-356