Filhos de pais e mães diferentes, PT e PSDB tem um gene em comum: o da corrupção

O Brasil tem assistido nas últimas semanas um campeonato bizarro entre o PT e o PSDB que querem mostrar a todos nós que um roubou menos do que o outro. Esse tipo de disputa é, no entanto, reflexo da estrutura de poder que se mantem intacta desde os tempos coloniais, e agora desaguou em casos explícitos de roubalheira oficial.

A maioria da população assiste com alguma indiferença a todo esse teatro de absurdos, pois o reme-reme de todos os dias é muito concreto e real. O que é lamentável, pois sabemos que a vida no Brasil poderia ser muito melhor para todos se o povo se cansasse de uma vez por todas em ver as nossas riquezas pilhadas por uma minoria ínfima da população.

E essa minoria ínfima ainda coloca um bando de desavisados para gritar pela volta dos militares, enquanto bebem suas champanhes caras e fumam seus charutos cubanos que eles sabem por experiência são os melhores do mundo. É que na hora de desfrutar das coisas excelentes da vida, os apologéticos de Miami se ralam para a origem ideológica do produto.

Quem tem medo do Petrolão? Mais fácil perguntar quem não tem

Enquanto muitos cidadãos, alguns até honestos, ficam esperneando nas ruas e pedindo o impeachment de Dilma Rousseff por causa do chamado escândalo do Petrolão que, aliás, deveria ser chamado de “estripulias das grandes construtoras”,  os principais líderes do PSDB agora adotaram um tom estranhamento conciliador.

Eu até estranharia se não tivesse acessado a figura que vai abaixo e que mostrar algo bastante interessante: seis das nove empreiteiras citadas no caso do Petrolão financiaram a campanha do candidato Aécio Neves! Em outras palavras, os grandes doadores da campanha de Aécio Neves estão agora enrascados com a justiça.

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Por essas e outras é que eu quero ver até onde vai a apuração desse escândalo. É que seria uma verdadeira revolução nos modos e costumes da política nacional se todos os culpados, e não apenas os petistas, fossem parar nas barras dos tribunais.  Mais fácil é tudo terminar em pizza! A ver!

Como choram esses tucanos!

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Eu estou impressionado (será que deveria?) com o vale de lágrimas dos tucanos e seus aliados. Se para cada beicinho feito pelos tucanos inconformados caísse uma gota de chuva,  a seca que assola São Paulo já estaria resolvida! 

O pior é que a mídia corporativa fica ecoando esse chorôrô todo, enquanto a maioria do povo já voltou a sua labuta diária.

Que tal alguém dizer para os tucanos fazerem o mesmo,  começando pelo governador que desertificação São Paulo! ?

Povo do Tucanistão vai votar com sede

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Uma das manobras mais astutas dessa campanha eleitoral foi a ocultação de que os tucanos colocaram São Paulo numa situação de risco hídrico.  Com isso o membro favorito da Opus Dei se reelegeu com tranquilidade.

Agora que a verdade se mostrou impiedosa e a falta de água atinge milhões de paulistas o custo eleitoral poderá cair no colo de Aecio Neves.

Já para Geraldo Alckmin,  o problema vai ficar muito difícil na próxima segunda feira.  Ganhe quem ganhar a presidência.

Petrolão e a generalização da corrupção. Até os “indignados” tucanos estão envolvidos

Cartel da Lava Jato doou R$ 456 milhões

Ricardo Brandt e Valmar Hupsel Filho. Colaborou Daniel Bramatti

As empresas acusadas de formar um cartel para lotear grandes licitações públicas no País, segundo investigação da Operação Lava Jato, doaram R$ 456 milhões a PT, PMDB, PSDB, PSB, DEM e PP nos últimos sete anos, sem fazer distinção entre situação e oposição. Parte do dinheiro foi repassada às legendas em valores fixos e mensais.

Segundo o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, parte desse dinheiro teve como origem esquemas de fraudes em contratos, lavagem de dinheiro e corrupção, e foi parar nas campanhas presidenciais de 2010 do PT e do PSDB. Levantamento feito pela reportagem mostra que o PT e o PSDB, juntos, receberam 55% do total repassado aos seis partidos via diretório nacional. Os R$ 456 milhões que irrigaram as contas dessas legendas de 2007 a 2013 – período que o Tribunal Superior Eleitoral publica para consulta na internet – representam 36% do total doado às seis legendas por pessoas jurídicas em geral, no período.

Esse tipo de doação é legal, mas tem uma fiscalização mais frouxa em relação à eleitoral, e sempre foi usada para tentar dissimular a origem do dinheiro que abastece campanhas.

Repasses mensais. O mapa do dinheiro feito pelo Estado mostra que as construtoras fizeram repasses mensais em valores fixos muitas vezes e pulverizados por partidos, tanto da situação como oposição. É o caso da Andrade Gutierrez, líder no total repassado: R$ 128 milhões aos seis partidos. Para o PT, em 2010, ela deu R$ 15 milhões, sendo que alguns mensais fixos, como três depósitos de R$ 700 mil cada entre fevereiro e abril. Para o PSDB, a Andrade Gutierrez fez 24 repasses, totalizando R$ 19 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE: http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1632251-cartel-da-lava-jato-doou-r-456-milhoes

Tucanos denunciados. Petrolão atinge PSDB em cheio na reta final da campanha presidencial

Ex-diretor da Petrobras diz ter pago propina a presidente do PSDB

SÃO PAULO  –  O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em seu termo de delação premiada ao Ministério Público Federal que repassou propina ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra para que ajudasse a esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar a Petrobras em 2009, informa reportagem da “Folha de S.Paulo” veiculada pelo portal do jornal.

Guerra era senador por Pernambuco e integrava a comissão. Ele morreu em março deste ano e foi substituído pelo candidato à Presidência Aécio Neves no comando do partido.

A “Folha de S.Paulo” informa que ouviu quatro pessoas envolvidas na investigação da Operação Lava-Jato que confirmaram que Sérgio Guerra foi citado em um dos depoimentos que Costa prestou após decidir colaborar com as autoridades. 

Costa teria dito que tomou providências para que o dinheiro chegasse ao senador do PSDB, mas disse não saber se ele recebeu.

Segundo o jornal afirma, o ex-diretor da Petrobras e empresas que prestam serviços à Petrobras tinham como objetivo nessa época encerrar logo as investigações da CPI, porque ela ameaçava prejudicar seus negócios com a estatal.

Até agora, sabia-se que Costa apontou em seus depoimentos como os principais beneficiários do esquema de corrupção o PT, PMDB e PP. 

Em nota, segundo a reportagem, o PSDB disse defender que todas as acusações feitas por Paulo Roberto Costa sejam investigadas. 

 

FONTE: http://www.valor.com.br/politica/3738350/ex-diretor-da-petrobras-diz-ter-pago-propina-presidente-do-psdb#ixzz3GQOELkEN

Rasgando a fantasia meritocrática de Aécio Neves

Muito além do mito

por Wagner Xavier, Belo Horizonte

Aécio Cunha Neves nasceu em 10 de março de  1960, em Belo Horizonte,  filho de Aécio Ferreira da Cunha (1927 – 2010, Teófilo Otoni), e Inês Maria Neves da Cunha (1939, filha de Tancredo Neves). O Pai de Aécio foi deputado durante os anos de 1954 a 1987. Em 1954, ele foi eleito parlamentar com os votos do Vale do Mucuri, apesar do seu pouco conhecimento da região, mudou-se para lá somente três anos antes da eleição. Filho do também político Tristão da Cunha – deputado estadual (PRM) e Deputado Federal, o avô do senador Aécio e um dos assinantes do Manifesto dos Mineiros.

Em 1972, aos 12 anos, ele se mudou para o Rio de Janeiro – Avenida Vieira Souto – um amplo apartamento, no seio da burguesia carioca. Mesmo morando no Rio, com 17 anos de idade, ocupou o cargo de Secretário de Gabinete Parlamentar em Brasilia até 1981. Em 1982 volta para BH, para ser secretário particular do seu avô Tancredo Neves – PMDB, que em 1983 assume o governo de Minas Gerais. Após a morte do avô, Aécio Neves e eleito deputado federal em 1986, com 236.019 votos, pelo PMDB –  seu pai, Aécio Cunha, era candidato a vice na outra chapa. Em 1990, já no PSDB, é reeleito, com somente 42.412 votos – 17.9% dos votos que teve quatro anos antes.

Sua primeira grande derrota aconteceu em 1992, como candidato a prefeito de BH. Nessa eleição, triunfou Patrus Ananias, e Aécio ficou em terceiro lugar. Em 1994, Aécio se elege Deputado Federal com uma boa votação, passando de 42 mil votos para 105.385. Foi reeleito 4 anos depois com 185.050.

Aécio Cunha Neves unifica duas vertentes da política mineira, no entanto, gosta de falar de uma somente, a do lado materno – mesmo assim reescrevendo-a, ao seu estilo de censor. Nessa bibliografia aparece um Tancredo de Almeida Neves (1910), político de São João Del Rei, que foi Ministro da Justiça (1953) de Getúlio Vargas e foi Diretor do Banco de Credito de Minas Gerais e do Banco do Brasil. Tancredo casa-se com Risoleta Guimarães Tolentino Neves (1917), nascida em Cláudio – Oeste de Minas Gerais. Risoleta morreu em 2003 no Rio de Janeiro. Em 1939 nasceu Inês Maria Tolentino Neves que com 17 anos (1958), casa-se com Aécio Ferreira da Cunha, com quem tem três filhos – Andrea Neves da Cunha (1959); Aécio Neves da Cunha (1960) e Ângela Neves da Cunha (1962). Em 1984, Inês tem o segundo casamento com o Banqueiro Gilberto de Andrade Faria, que foi Presidente do Banco da Lavoura e do Banco Bandeirante.

Os Cunha/Neves tem outro ramo familiar que pouco aparece – Aécio Ferreira da Cunha, 1927, filho de Tristão Ferreira da Cunha. Há quem diga que esse é o lado familiar que Aécio Cunha Neves tenta deletar da sua história. Tristão Cunha, político conservador de família tradicional de Teófilo Otoni, assina em 1937 o Manifesto dos Mineiros – contra Getúlio Vargas. A cronologia política mostra que Tristão foi Secretário da Educação e Saúde (1945) e no ano seguinte foi eleito deputado federal, até 1962. Seu filho Aécio Ferreira da Cunha é eleito deputado Estadual em 1954 e 1958. Tristão Cunha e seu filho “Aécio pai” apoiam o golpe militar. Tristão Cunha ocupa o cargo de presidente do CADE, até falecer. Na eleição de 1962, o pai do senador mineiro e presidenciável tucano, Aécio Cunha, recebe dinheiro do IBAD e ONGs ligadas aos EUA para ajudar a preparar o golpe militar. Aécio Cunha -pai -, é eleito deputado federal de 1962 a 1986, pela ARENA, PDS e PFL, (foi presidente Estadual da ARENA) e em 1986 foi candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Itamar Franco, que perdeu a eleição para Newton Cardoso e Júnia Marise. O pai de Aécio faleceu em 2010.

Aécio fica até os 22 anos no Rio, morando na Av. Vieira Souto, onde desfruta da boa vida da elite carioca. Nesse período, de costas para os conflitos que aconteciam durante a ditadura, o jovem Aécinho curte a vida de bom surfista e das boas baladas na noite carioca. Em 1982, com a eleição de seu avô materno, Tancredo Neves, Aécio volta para a terra natal (Belo Horizonte), onde conclui seus estudos no curso de economia, na PUC do bairro Dom Cabral. Aqui cabe explicar que nos seus anos estudantis, ele não participa do Movimento Estudantil. No mesmo ano, Aecinho, como é chamado pela família, ocupa o cargo de secretário particular do avô, Tancredo Neves, até a morte em 21 de abril de 1985. Com o falecimento do avô, ele é nomeado por José Sarney para dirigir a Caixa Econômica Federal – (nossa que família que gosta de um cargo num Banco Público).

De diretor do banco estatal, Aécio é eleito deputado federal em 1986 com 236.019 votos, a maior votação de Minas. Especialistas políticos desse período são unanimes em avaliar que nesse pleito, Aécio estava na chapa vitoriosa de Newton Cardoso/Júnia e que o segundo colocado da chapa concorrente estava seu próprio pai, do PFL, como vice de Itamar (PL). Uma super estratégia, já que Aécinho mantinha assim os pés nas duas chapas.

No senado, Aécio Cunha Neves, se especializou em denunciar o “carginhos dos companheiros do PT” mais eleito senador por Minas Gerais, arrumou um cargo de Vice-Presidente da COPASA para o seu Primeiro Suplente – Elmiro Nascimento Democrata(ex-PFL) -fazendeiro e ex-prefeito de Patos de Minas- e ainda para o seu Segundo Suplente – Tilden Santiago – um cargo de Diretor da COPASA.

A família Cunha Neves, adora um cargo público, principalmente se for de um Banco Estatal ou empresas de energia elétrica.

 

Nome Cargo Estatal Período
Tancredo Neves Diretor Banco do Brasil JK
Tancredo Neves Presidente Banco Crédito de MG Clóvis Salgado
Tristão Cunha Presidente CADE Ditadura Militar
Aécio Ferreira Cunha Presidente do Conselho de Administração BNDES Itamar
Aécio Ferreira Cunha Conselheiro Furmas Itamar
Aécio Ferreira Cunha Conselheiro CEMIG Até falecimento.
Aécio Neves Diretor Caixa Econômica Federal Governo Sarney

são anos de aparelhismo.  Aécio tenta criar, com auxilio de muitos, uma imagem positiva de grande estrategista, mais quando não tem a irmã perto, fala coisa que não devia. Como diz o Ciro Gomes, “Aécio não lê e não formula”  mais Aécio já tirou esta frase da globosfera assim como tirou o resultado da sua derrota na eleição na Prefeitura de BH. 

FONTE:  Notícias Brasil de Fato

Cafezinho: Diretor do Instituto Paraná nomeado para estatal tucana

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Diretor do Instituto Paraná é nomeado para estatal tucana

Por Miguel do Rosário

Murilo Hidalgo, diretor do Instituto Paraná Pesquisas, que acaba de divulgar uma pesquisa para o segundo turno dessas eleições, colocando Aécio Neves com 54% dos votos válidos, contra 46% de Dilma, já está nomeado para integrar o novo governo de Beto Richa.

A informação vazou para o blog do Esmael, há algumas horas.

Imaginem se fosse o contrário? Se o Vox Populi divulgasse uma pesquisa mostrando a liderança isolada de Dilma poucos dias depois de vazar a informação de que ele seria nomeado para a diretoria de uma estatal do PT?

Hidalgo deverá dirigir a Celepar, companhia de TI do estado do Paraná.

A pesquisa cheira a uma grande farsa, porque dá vantagem a Aécio inclusive entre os mais pobres.

Depois do fiasco das pesquisas nas eleições do primeiro turno, os institutos agora abandonaram todos os escrúpulos no segundo. Em especial este de Hidalgo, novo empregado de Beto Richa.

PS: Veja porque a pesquisa do Instituto Paraná parece fraude.

No primeiro turno, foram registrados 104 milhões de votos válidos.

Dilma obteve 43 milhões de votos. Aécio, 34,9 milhões. 25,8 milhões de votos foram dados a outros candidatos, sobretudo Marina.

O Instituto diz que Dilma tem, no segundo turno, 46% dos votos válidos. Isso corresponderia, então, a 47 milhões de votos.

Ou seja, Dilma teria herdado apenas 4 milhões de votos dos outros.

E Aécio, teria herdado… 21,27 milhões.

É muita cara de pau.

Tem mais.

O instituto dá 55% para Dilma no Nordeste. Isso corresponderia a 16 milhões de votos, num total de 29 milhões de votos válidos na região.

Ora, Dilma teve 17,45 milhões de votos no Nordeste no primeiro turno. Quer dizer que ela, além de não herdar nenhum votinho de Marina, ainda perderia mais de 1 milhão de votos?

Aécio, por sua vez, de uma hora para outra, se tornaria um campeão do Nordeste?

Conta outra!

PS 2: A pesquisa foi paga pelo próprio instituto, e custou R$ 62 mil. É muita disposição para gastar dinheiro, não?

PS 3: O tal instituto Paraná não fez nenhuma pesquisa de abrangência nacional no 1º turno. Ao menos, não encontrei nada registrado no TSE, desde janeiro deste ano.

FONTE: http://www.viomundo.com.br/denuncias/cafezinho-diretor-instituto-parana-e-nomeado-para-estatal-tucana.html