Políticas Sociais da Uenf lança edital de seleção para ingresso em 2026 (Mestrado e Doutorado)

O Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PPGPS) da Universidade Estadual do Norte Fluminense lançou hoje o seu edital de seleção para Mestrado e Doutorado para 2026.

O PPGPS está disponibilizando 20 vagas para Mestrado e 8 para Doutorado que estão distribuídos pelas duas linhas de pesquisa nos quais está estruturado.

Os interessados em se tornarem pós-graduandos no PPGPS poderão fazer inscrições no período que vai de 01/09/2025 a 01/10/2025.

Informações completas sobre esta seleção podem ser obtidas no Edital de Seleção que está disponível [Aqui!].

Programa de Políticas Sociais da UENF lança edital de seleção de Mestrado e Doutorado (2024-1)

pgps

O Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PGPS) da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) acaba de tornar público o seu edital de selação para as modalidade de Mestrado e Doutorado para o primeiro semestre de 2024.

O PGPS é um programa que existe desde 1999 e vem contribuindo de forma exitosa para a formação de recursos humanos principalmente para as regiões Norte e Noroeste Fluminense, mas também no sul do Espírito Santo.

Este programa é conhecido por ser caráter multidisciplinar, acolhendo profissionais de diferentes áreas de conhecimento, e que realizem estudos sobre um amplo conjunto de temas que exploram os impactos das reformas neoliberais sobre a capacidade do Estado de oferecer soluções para uma série de problemas que atingem os segmentos mais desfavorecidos da sociedade brasileira.

Como docente do PGPS desde o seu primeiro ano de funcionamento, sou testemunha das grandes transformações operadas nas vidas e trajetórias profissionais de um grande número de profissionais que hoje estão trabalhando em diferentes segmentos, mas levando a marca de excelência do que aprenderam em seus estudos na UENF.

Quem desejar acessar este edital de seleção, basta clicar [Aqui!].

Um pitaco sobre o massacre da Alemanha no Mineirão

Não vou me estender sobre um assunto que tantos analistas que ganham rios de dinheiro para escrever já nos brindaram com os mais variados textos após os 7 a 1 impostos pela Alemanha sobre a seleção do Brasil. Mas preciso dizer que como palmeirense que sou, desconfiei sempre do Luis Felipe Scolari à frente da seleção brasileira. É que no último rebaixamento do meu time de coração, a Sociedade Esportiva Palmeiras, eu o vi com os mesmos gestos impotentes, mãos à cadeira, ver o time ficar sem padrão de jogo e ser lentamente cozido em direção ao rebaixamento, como se ele Scolari não tivesse nada a ver com o problema. Aliás, só chegamos até aqui porque uma bola do Chile beijou o travessão do Júlio César caprichosamente ao final do segundo tempo da prorrogação.

Agora, eu tendo a desconfiar que quem manda no futebol brasileiro não vai aprender muito com o massacre de hoje. É que para algo mudar na CBF e,, por extensão, no futebol brasileiro, teríamos que ter uma verdadeira mudança na estrutura social e política do Brasil. E essa, olhando o panorama eleitoral de 2014, anda tão difícil quanto foi ver um bando de caras vestindo a camisa da seleção brasileira correndo atrás do time da Alemanha no dia de hoje.

Mas como alguém já sabiamente escreveu hoje, ao menos teremos o consolo de não mais ter de ver o Scolari, o Murtosa e o Parreira vestindo o uniforme da seleção. Pode não ser um consolo, mas já é um excelente começo.