(Des) governador Pezão desconhece a matemática financeira do seu (des) governo?

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Em sua visita à UENF, o (des) governador do Rio de Janeiro teria proferido segundo a Assessoria de Comunicação da reitoria a seguinte pérola em respostas às demandas salariais dos sindicatos de professores e servidres: “As demandas de vocês são super justas, mas tenho algumas limitações. Não posso, por exemplo, fugir da Lei de Responsabilidade Fiscal. Também tenho que analisar os impactos. É necessário fazer tudo com os pés no chão, para que lá na frente não seja difícil manter” (Aqui!).

Ah, mas por favor! Será que o (des) governador Pezão realmente desconhece os dados que são mostrados na figura abaixo?

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 É que depois de quase oito anos de (des) governo de PMDB, o Rio de Janeiro é hoje o estado brasileiro que menos gasta com os salários de seus servidores com um total de 29,5% quando a Lei de Responsabilidade Fiscal permite até 47%? 

Se Pezão desconhece isso, é grave. Se conhece e usa um argumento falso para finalizar a greve dos professores, ai o negócio passa para outro campo que nem merece adjetivação. Mas como está escrito numa faixa da ADUENF: Pezão, chega de enrolação!

(Des) governador Pezão visita UENF, mas se esconde da comunidade universitária

A aguardada visita do (des) governador Luiz Fernando Pezão acabou ocorrendo, mas daria na mesma se não tivesse. É que ao invés de se reunir publicamente com as centenas de pessoas que estavam no campus Leonel Brizola para ouvir dele as propostas que serão apresentadas para resolver os graves problemas salariais que afligem professores e servidores técnicos, Pezão usou parte do seu tempo para desqualificar as negociações que deverão ocorrer na Assembléia Legislativa quando finalmente forem enviadas as mensagens para as categorias de servidores que receberam algum tipo de benefício.

Essas posições foram apresentadas à portas fechadas com representantes das diferentes categorias que foram a comunidade da UENF, enquanto do lado de fora professores, servidores e estudantes aguardavam as boas notícias que, ao final, acabaram não saindo.

O interessante é que quando se apresenta para inaugurações e outros tipos de ações de autopromoção, Pezão não escolhe ficar trancado a quatro chaves. Mas o mais lamentável é que tendo a oportunidade de ter uma conversa franca e aberta, utilizando o centro de convenções da UENF, Pezão acabou recebendo as lideranças sindicais num prédio que, ironicamente, possui apenas uma porta de entrada e saída.

Mas uma coisa é certa: Pezão perdeu uma excelente oportunidade para melhorar um pouco a péssima imagem que seu (des) governo tem dentro da UENF neste momento. 

Abaixo algumas cenas das manifestações que ocorreram hoje no campus da UENF.

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Clima quente na véspera da possível visita do (des) governador Pezão à UENF

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Eu não sei o que foi informado ao cerimonial do Palácio Guanabara acerca do clima dentro da UENF neste momento, mas eu diria que alguém precisa informar ao (des) governador Luiz Fernando Pezão que o céu dentro do campus Leonel Brizola não é exatamente de brigadeiro. 

É que a sinalização vinda da Secretaria de Ciência e Tecnologia que não será dado um tratamento isonômico na questão das perdas salariais deixou muita gente insatisfeita. Um exemplo disso foi a manifestação que técnicos de nível superior realizaram no final desta tarde em frente do Apitão para demonstrar sua insatisfação com o que eles consideram ser uma injustiça na proposta que lhes concede uma fração do que outros níveis da carreira técnica vão receber (e que já é uma mixaria para começo de conversa).

Assim, como neste tipo de visita o que se espera são ganhos políticos e não desgaste, é bom que a assessoria do Sr. Pezão esteja bem preparada para dialogar e buscar soluções. Nunca é preciso lembrar que nas últimas visitas realizadas por chefes do executivo fluminense ocorreram manifestações que, em alguns casos, levaram a que os visitantes tivessem que sair sob escolta policial, como ocorreu em 2003 com Rosinha Garotinho.

 

 

Na expectativa da visita do (des) governador Pezão, reitoria manda embelezar entorno do bandejão da UENF

Parece que vale aquela máxima de “embelezar a noiva”, pois a reitoria da UENF está realizando uma ampla faxina e embelezando o entorno do bandejão da UENF para a suposta visita do (des) governador Luiz Fernando Pezão, provavelmente na parte da tarde desta sexta-feira (06/06).

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 A questão agora é que como essa visita se tornou pública, o maior problema que a reitoria vai enfrentar não está no campo do embelezamento, mas sim de como explicar aos estudantes que comida que é bom mesmo, só depois que uma empresa privada for licitada para vender as refeições. E ai é que o problema vai mesmo começar, pois os estudantes já tem a perfeita noção de quanto custa a alimentação em outras universidades públicas brasileiras.

Em suma, pode até embelezar, mas se não entregar comida de qualidade e a preços acessíveis aos estudantes, essa eventual visita do (des) governador Pezão vai ser apenas o marco inicial de uma longa dor-de-cabeça para os gestores da UENF.

Operação do MPF prende dois por despejo de esgoto no rio Paraíba do Sul

Um dos presos é superintendente da concessionária Águas do Paraíba

 

O Ministério Público Federal (MPF), em Campos (RJ), deflagrou, ontem (4), operação, com apoio da Polícia Militar, que resultou em voz de prisão em flagrante de duas pessoas por crime de poluição hídrica (artigo 54 da Lei n° 9.605/98). Um dos presos é superintendente da concessionária Águas do Paraíba. Eles são investigados por despejo de esgoto no rio Paraíba do Sul.

A prisão se deu com base em um laudo probatório elaborado pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e por Informação Técnica do Ibama. De acordo com o laudo, foi constatada poluição, a qual, segundo as apurações, é proveniente da Estação de Tratamento de Esgoto da Concessionária Águas do Paraíba e do Condomínio João Paulo II, conhecido popularmente como “Balança mas não cai”.

O MPF, por intermédio do procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, instaurou procedimento investigatório criminal, a partir de reclamações da população diretamente veiculadas na mídia. O despejo de resíduos foi constatado por filmagem e fotografias. Os presos foram encaminhados à Polícia Federal, para lavratura da prisão em flagrante. O caso foi atendido pelo Delegado de Polícia Federal de plantão Anderson Lima Costa, que procedeu à oitiva dos envolvidos, com a instauração do devido inquérito policial.

FONTE: Assessoria de Comunicação Social/ Procuradoria da República no Estado do Rio de Janeiro

Pezão vai visitar a UENF? O convite público da ADUENF foi lançado!

Tenho informações seguras de que o atual (des) governador do Rio de Janeiro quer visitar o campus da UENF nesta 6a. feira. Além disso, recebi a informação de que a reitoria da instituição já foi até contactada pelo cerimonial do Palácio Guanabara para tratar dessa suposta visita. Tal contato pode explicar parcialmente o prazo dado pelo secretário em exercício da pasta de Ciência e Tecnologia, Alexandre Vieira, para que a greve dos professores fosse encerrada até o dia 06 de Junho.

Mas apesar dos professores não terem se curvado a essa exigência absurda e anti-democrática, o (des) governador Pezão tem agora uma chance de ouro para vir na UENF e começar a resolver com a ADUENF, sindicato que é o único organismo a poder falar em nome dos interesses salariais dos professores, um final positivo para toda a crise instalada pela intransigência de seu próprio governo em tratar de forma correta a grave crise salarial que solapa o projeto criado por Darcy Ribeiro. É que hoje (o5/06), o Comando de Greve lançou um convite público a Pezão para que ele aproveite seu “tour de grace” (ou tour de inaugurações?) pelo Norte Fluminense e visite a sede da ADUENF para se reunir com os professores da UENF (Aqui!).

Agora vamos ver como reage o cerimonial do Palácio Guanabara a esse convite público. Se resolver continuar a ignorar a ADUENF, é provável que Pezão possa até visitar a UENF, mas não será para realizar um “tour de grace“. Aliás, o mais provável é que ocorra justamente o contrário. Afinal, os professores da UENF são doutores e muito bem educados. Mas até para eles, paciência tem limite!

Sérgio Cabral,Pezão e Eduardo Paes transformam o Rio de Janeiro em terra devastada

Tudo era uma maravilha para o PMDB do Rio de Janeiro até as manifestações de junho de 2013. Seus líderes nos mais altos postos de governo, tanto na cidade como no estado, viviam um sonho de popularidade turbinado por muita mídia simpática e bilhões do governo federal. De quebra, havia a miragem das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) que lançavam uma falsa aura de segurança que acalmava os nervos da classe média, enquanto criava uma igualmente falsa sensação de que as favelas caricas haviam sido “pacificadas”.

Mas dai vieram as manifestações e o assassinato do pedreiro Amarildo não pode ser empurrado para debaixo do tapete como outros tantos haviam sido, apenas para as vítimas serem empurradas para debaixo do mais obscuro véu do esquecimento. E depois disso, o funcionalismo estadual que ficara paralisado e asfixiado por anos de anos de corrosão salarial decidiu sair de seu silêncio e também ganhar as ruas. Foi ai que apareceu a verdadeira face da política de (in) segurança comandada pela dupla Cabral/Pezão e operacionalizada pelo então inatingível e quase candidato a qualquer coisa que quisesse José Maria Beltrame. Essa mistura heterogênea de fatos é que começou a corroer a fantasia criada para dar ao cidadão fluminense a sensação de que os anos dourados haviam voltado.

E hoje o que temos no Rio de Janeiro? Para começar se vê que tudo o que se anunciava não passava de um castelo de areia construído na beira do mar. As UPPs estão caindo pelos tamancos, a especulação imobiliária transformou a cidade do Rio de Janeiro numa das mais caras do planeta, sem que haja quaisquer garantias de mobilidade já que os serviços públicos de massa estão em condição falimentar, apesar dos preços extorsivos que são cobrados dos usuários.

Além disso, a falência das políticas ambientais que está sintetizada na vergonhosa situação da Baía da Guanabara, mas que possui exemplos igualmente gritantes como o do Porto do Açu, implicou na criação de um processo de degradação ambiental que cedo ou tarde (talvez mais cedo do que gostaríamos) irá criar uma situação semelhante ou até pior do que está sendo vivido na capital de São Paulo. É que além da expansão desenfreada dos plantios de eucalipto, os nossos principais mananciais continuam sendo usados e poluídos sem que haja qualquer esforço para conter e disciplinar essa devastação toda.

Se olharmos para as universidades estaduais, instituições que poderiam gerar o conhecimento necessário e contribuir para a formulação de políticas estratégicas para as diversas áreas que citei, veremos que nelas se concentra o suprassumo da capacidade de destruição dos que eu classifico como (des) governantes do Ri de Janeiro. É que após os quase oito anos seguidos de Cabral e Pezão, as universidades estaduais fluminenses estão em verdadeira petição de miséria, com servidores extremamente mal pagos e com sua condições básicas de funcionamento totalmente comprometidas. Em função disso, as três instituições (UENF, UERJ e UEZO) estão mais para pacientes terminais colocadas em alguma UTI de hospital privado custeado pelo SUS (que normalmente são piores do que as dos públicos!) do que para centros emanadores de pensamento qualificado.

Esse quadro pode parecer radical demais, mas é apenas uma pálida aquarela do que se vive num Rio de Janeiro que se transformou em terra arrasada para a maioria da sua população, e um reino encantado para aquela parcela mínima de super ricos que só transita de helicópteros, como a dupla Cabral/Pezão. 

ADUENF responde com a devida estatura correspondência esdrúxula do secretário de Ciência e Tecnologia

No dia de ontem, o secretário em exercício da pasta de Ciência e Tecnologia,  Sr. Alexandre Vieira, enviou um documento onde mistura desrespeito, inverdades e tentativa de chantagem numa só lauda. Esta pérola que reflete o nível do secretariado do (des) governo Cabral/Pezão é mostrado abaixo.

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No dia de hoje, o Comando de Greve da ADUENF produziu uma resposta que já foi circulada dentro da universidade e para vários parlamentares que estão acompanhando de perto a grave crise em que a universidade se encontra, basicamente por causa da intransigência do (des) governo doo do Rio de Janeiro em tratar de forma correta a instituição criada por Darcy Ribeiro, onde hoje são praticados s piores salários do Brasil quando se refere a professores doutores que trabalham em regime de Dedicação Exclusiva.

Uma coisa é certa. Se o Sr. Luiz Fernando Pezão deseja vir visitar a UENF, a primeira coisa que deveria fazer é substituir o ocupante do cargo de secretário de Ciência e Tecnologia. Depois poderia iniciar um diálogo real com os servidores e estudantes da UENF, pois hoje o que se tem está bem resumido no documento que é assinado pelo Sr. Alexandre Vieira.

Finalmente, alguém deveria informar ao Sr. Alexandre Vieira que o tratamento formal para um reitor de qualquer universidade é “magnífico reitor” e não “você”. Pode parecer um exagero, mas é que quando a coisa se trata da relação entre indivíduos que ocupam cargos públicos, o mínimo que se espera é que eles saibam cumprir detalhes básicos de protocolo.

 

Carta Aberta do Comando de Greve à Comunidade Universitária

  O comando de greve vem a público para se manifestar neste momento conturbado, originado a partir do Ofício SECT/GAB n. 62/2014, endereçado à direção da UENF.

Primeiramente, gostaríamos de manifestar nosso desacordo com o endereçamento do referido Ofício, pois entendemos que a greve se discute com quem a decretou, ou seja, a ADUENF em assembleia e por unanimidade dos votantes. A teoria de que “o governo não negocia com categorias em greve” não se sustenta, tendo em vista que o governador reuniu-se com os policiais civis em greve. A recusa em dirigir-se ao nosso sindicato demonstra apenas, na verdade, quais são as reais prioridades do governo. Além disso, pedir à figura administrativa máxima da nossa universidade, o reitor, para que “converse com cada professor individualmente, levando esta mensagem”, é algo tão ingênuo e inexequível que nem merece maiores comentários.

O comando de greve entende que o documento em questão é equivocado politicamente e em nada contribui para as negociações maduras e respeitosas que atualmente estão em curso, nas quais estávamos inclusive discutindo a vinda do governador a nossa instituição. Tentar ameaçar uma categoria em greve há mais de 70 dias é no mínimo contraproducente, pois exacerba os sentimentos radicais, que em nada contribuem à negociação.

Em relação à temporalidade mencionada, o documento é ambíguo, contraditório e inócuo, colocando datas improváveis de serem operacionalmente atingidas: “.. é fundamental que a greve seja encerrada até a próxima sexta feira, dia 06/06/2014,…”. Há frases incoerentes entre si: “enviar entre os dias 11 e 18 de junho”. Se a mensagem só será enviada nessa data, para que tanta pressa na exigência da saída de greve? Novamente, o desespero em nada contribui à negociação em curso.

 Em relação ao conteúdo, o documento é funesto. A nossa categoria tem se pautado pelo diálogo, a conversa e a negociação, jamais distorcendo as informações e sempre com o objetivo claro de solucionar o problema atual dos associados, qual seja, perceber o pior salário do Brasil para a nossa categoria.

 A saída de greve em várias oportunidades; o grande número de viagens ao Rio; o apoio de deputados da base e da oposição fundamentam esta a nossa afirmação. Todos os prazos e informações colocadas em reunião foram confirmados pelos deputados e demais participantes nas inúmeras reuniões realizadas na cidade do Rio de janeiro. Se ainda estamos em greve, a nossa associação não pode ser culpada.

 Não é com desespero que vamos resolver o problema, o mesmo só será resolvido de forma matura e respeitosa, e nesta direção, o Comando de Greve já contatou os Deputados para fazer chegar ao Governador o nosso sentimento de revolta com a carta.

 Respeitando o prazo legal de 72h de antecedência para a convocação de Assembleia, convocamos a Assembleia para 2ª feira, às 14h na Sede da ADUENF.

  Campos dos Goytacazes, 04 de Junho de 2014.

 COMANDO DE GREVE


Um epitáfio para José Bittencourt Paes

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Como um dia disse Darcy Ribeiro, a UENF não seria feita por prédios ou equipamentos caríssimos, mas sim pelas pessoas que nela entrassem para lhe dar vida. José Bittencourt Paes que ingressou aos 60 anos no curso de Ciências Sociais nos mostrou com toda a sua generosidade como se deve tentar construir uma universidade que se pretende pública, democrática e voltada para os interesses da maioria pobre de nossa população.

Fui seu professor e aluno do Sr. José Bittencourt por um semestre, e o tratei como qualquer um dos outros de sua turma. É bom que se diga que dele nunca recebi nenhum pedido de tratamento diferenciado. E nem precisava, pois sempre tratou suas tarefas com seriedade e disciplina, de forma que pode, confessadamente com a ajuda pontual de sua companheira, realizar atividades que os mais jovens tiveram mais dificuldade para realizar.

O Sr. José Bittencourt me impressionava por muitos motivos. E aqui não falo do fato que enfrentava quase todos os dias a dureza da viagem entre Macaé e Campos com bom humor e generosidade com seus colegas mais jovens. É que para mim ele era o exemplo não de uma pessoa com mais idade que resolveu retomar seus estudos, mas de alguém que se entregava com afinco a uma busca que muitos outros, jovens ou não, não tinham o mesmo entusiasmo de procurar.

Eu sempre digo que nossa experiência como universidade é coletiva. Assim, a morte precoce do Sr. José Bittencourt é para todos os que o conheceram uma perda igualmente coletiva. Não é só a sua família de sangue que está de luto no dia de hoje, mas todos nós que pudemos participar de sua família do destino. Mas mais do que qualquer coisa, tenho certeza que o Sr. José iria querer que nós nos lembrássemos de seus muitos exemplos para podermos fazer um esforço coletivo de terminar o trabalho que ele começou, e tornar o Centro de Ciências do Homem em um ambiente acadêmico onde todos se empenham para dar o melhor de si em prol dos outros. Talvez assim estejamos à altura de seus sonhos e dos sonhos de Darcy Ribeiro.

José Bittencourt Paes vive!

 

 

 

Deputado Comte Bittencourt se encontra com grevistas da FENORTE e produz forte gesto simbólico

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Em visita ao campus Leonel Brizola na manhã desta 5a. feira (29/05) onde se encontrou com membros da comunidade universitária, o deputado Comte Bittencourt (PPS), presidente da Comissão de Educação da ALERJ teve um encontro animado com servidores em greve da FENORTE.  Ainda que o encontro tenha sido rápido, o mesmo foi carregado de forte simbolismo, pois a conversa se deu em parte no local onde os servidores da FENORTE fizeram o enterro simbólico da fundação que um dia administrou a UENF. 

Como se sabe, o deputado Comte Bittencourt é o autor de um projeto de lei em tramitação na ALERJ cujo objeto é a extinção da FENORTE e a transferência de seus servidores para a UENF. Assim, o encontro foi um daqueles do tipo “o coveiro se encontrando com o resultado do seu trabalho”.  Agora, o que a maioria dos servidores da FENORTE parece desejar é que Comte Bittencourt consiga cumprir o seu papel aprovando o seu projeto o mais rápido possível.

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