Vem aí o III Seminário “Economia destruidora e energia no litoral do Sudeste do Brasil”

A noção de economia destruidora foi utilizada pelo geógrafo Jean Brunhes para se referir aos riscos e perigos que as explotações e explorações do meio ou do ambiente provocavam. Vivemos em um contexto em que a expansão do sistema capitalista de produção se dá baseado na transformação de energia e na exploração do meio, materializando, de diferentes formas, aquilo que David Kopenawa chama de “come terra”. Este processo continuo de devastação se expandiu pelo Brasil. 

As investidas sobre o litoral do Sudeste são intensas, a extração de mata, as monoculturas, extração de petróleo e gás e a instalação de terminais portuários geram efeitos diretos nos territórios, principalmente no Norte do Rio de Janeiro e no Sul do Espírito Santo.

Tendo estes pontos em vista, nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2025, a UniversidadeFederal Fluminense (UFF), o Instituto Federal Fluminense (IFF) e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) promoverão o III Seminário Economia Destruidora & Energia no Litoral do Sudeste do Brasil: (re)existências e alternativas ao capitalismo em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro.

Nesta terceira edição, o seminário propõe abordar tanto temas teóricos quanto pesquisas empíricas que dizem respeito aos efeitos sobre o meio de projetos industriais, da mineração, da exploração de energias e de infraestruturas implementadas ou em vias de implementação que transformam os territórios, as paisagens e a vida cotidiana das populações, buscando estabelecer o diálogo entre pesquisadores, estudantes, movimentos sociais e a comunidade.

Ao longo dos dias do evento, estão previstas palestras, espaços de diálogo, atividades culturais, oficinas interativas e trabalho de campo. Para maiores informações, entre no  site: https://www.even3.com.br/iii-seminario-economia-destruidora-energia-no-litoral-do-sudeste-do-brasil-618527/

Cientistas mapeiam áreas de risco de deslizamentos de terra para embasar ações do poder público

Vista aérea de área de Niterói

Pesquisa da UFF mapeou e hierarquizou regiões de maior risco para deslizamentos de terra, orientando ações preventivas

Áreas com alto risco de deslizamentos de terra agora podem ser identificadas e hierarquizadas, permitindo o planejamento de intervenções para mitigar riscos no território urbano, especialmente em periferias. Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF), a metodologia foi construída com dados de Niterói (RJ) e publicada ontem (25/7) na Revista Brasileira de Recursos Hídricos.

Foi desenvolvido um índice de risco, que leva em conta o histórico de ocorrências, a susceptibilidade do terreno e informações sobre a vulnerabilidade socioeconômica de seus residentes, permitindo ações de prevenção e mitigação de riscos baseadas em evidências. O município tem cerca de 117 comunidades, a maior parte situada em declives — fator que, somado às chuvas intensas e mudanças antropomórficas no relevo, agrava o risco de desastres.

O histórico foi obtido por meio de dados da Defesa Civil de Niterói, a susceptibilidade foi calculada segundo o modelo SHALSTAB (Shallow Landsliding Stability Model), que prevê a estabilidade do terreno segundo fatores físicos e topográficos, e a vulnerabilidade socioeconômica averiguada por meio da renda familiar média e o número de residentes registrados no CadÚnico.

Franciele Zanandrea, autora do estudo, relata que a validação em campo apresentou bons resultados, com correspondência dos cálculos às áreas consideradas de alto risco, o que auxilia de forma técnica e estruturada a priorização de intervenções para redução de risco em periferias. “O método fornece uma ferramenta técnica e replicável para orientar o uso de recursos públicos em ações de prevenção e mitigação de riscos, fortalecendo a gestão baseada em evidências. Os resultados permitem a priorização de ações estruturais, como obras de contenção, e não estruturais, como alertas e capacitações, contribuindo para a redução do risco de desastres”, afirma.

A pesquisadora também afirma que o método pode ser reproduzido por outras prefeituras, inclusive com recursos limitados, desde que disponham de dados como mapas topográficos, cadastros socioeconômicos e registros de ocorrências. “A utilização do índice demonstra viabilidade de aplicação em larga escala com suporte técnico limitado, o que é fundamental para contextos urbanos periféricos em países em desenvolvimento. Isso o torna uma ferramenta estratégica para democratizar o acesso ao planejamento urbano integrado à gestão de desastres, especialmente em contextos de alta vulnerabilidade social e restrições orçamentárias”, conclui.


Fonte: Agência Bori

O caso das pichações na UFF mostra como perpetuar genocídios: tratando vítimas e algozes com a mesma medida


Por Douglas Barreto da Mata

Imagine você, que seria possível voltar no tempo, lá em 1923, quando Hitler fracassou em sua tentativa de golpe, o chamado Putsch de Munique.  Certamente existiria o mesmo (falso) dilema entre “democratas”, que diziam que era possível conter os animais das milícias da direita (futura SA, e depois, SS) dentro das “regras legais”, e aqueles que entendiam que era impossível conviver com os nazistas.  Joseph Goebbels, a mente por detrás da máquina de propaganda nazista, riu dessa hesitação, quando criou a citação famosa, de que a democracia é o mais estranho dos regimes, porque convive com aqueles que querem acabar com ela.

Como dissemos, o dilema é falso. Não há como tratar nazistas, fascistas, transfóbicos, racistas e outros tipos do gênero. Devem ser excluídos do convívio social, e se constituírem uma grave ameaça ou injusta agressão a indivíduos ou a coletividade, devem ser repelidos com violência de proporcional intensidade.

O nome disso está consagrado na lei, chama-se legítima defesa, no artigo 25 do Código Penal. Ora, só idiotas são capazes de equiparar escravocratas, racistas, com suas vítimas. Ou nazistas e judeus vitimados no Holocausto. Ou mulheres e seus agressores. Ou a população LGBTQ e seus detratores.

Uma das piores formas de injustiça é tratar de forma igual os desiguais.  O episódio que aconteceu no campus da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Campos dos Goytacazes, quando muros foram pichados com dizeres contra racistas e transfóbicos é um “case” neste sentido.

Eu sou insuspeito, porque considero a luta de gênero e as lutas antirracistas uma perda de tempo, porque enxergo essas categorias como sub clivagens dentro do espectro da luta de classes.  Mas não desconsidero a legitimidade e a dor de quem integra estas lutas, porque a dor é deles. E essa dor não é de agora, não é de hoje, e quase sempre foi tratada com desdém ou pior, com cumplicidade pelos chamados “humanistas”.

Então, quando um grupo de estudantes ocupa um espaço público para manifestar sua indignação, e até ódio mesmo, eu não posso igualar essa conduta com os que os perseguem. Não. As pichações parecem “coisa de criança” se comparadas com as verdadeiras mortes de pessoas transgênero nesse país, ou do legado apocalíptico da escravidão sobre gerações e gerações de negros, ainda condenados a três lugares nesse país: necrotério do Instituto Médico Legal, cadeia ou favelas.

Só idiotas, como aqueles que imaginavam ser possível conviver com nazistas, seriam capazes de dar uma dimensão importante a uma parede pichada, colocando em mesmo nível dos danos praticados pelos lunáticos do 8 de janeiro de 2023.  Só imbecis entenderiam circunstâncias e contextos tão diferentes, com consequências tão distantes (ou danificar uma obra de arte é o mesmo que escrever em uma parede?), como se fossem coisas parecidas.

Não sei, não sei, mas em um país em que armas e drogas entram por fronteiras, em esquemas internacionais, ou que estruturas de lavagem de dinheiro fazem a festa de nossa elite “honesta e patriota”, alimentando uma violência que mata mais de 20 mil pessoas por ano, eu acho que essa não seria a prioridade para forças policiais.

Porém, posso estar errado, quem sabe. Então, tropa de choque, tiro, porrada e bomba nos pichadores da UFF. Vamos acalmar a nossa elite caipira.

Um epitáfio para Roberto Kant de Lima

Morre Roberto Kant de Lima, professor da UFF e referência em segurança pública no Brasil

Roberto Kant de Lima, antropólogo e professor da UFF em Niterói

Soube hoje do falecimento do professor titular da Universidade Federal Fluminense, Roberto Kant de Lima, o que sem dúvida foi uma notícia triste para quem o conheceu. Tive a oportunidade de uma convivência mais próxima com o professor Kant quando ele esteve envolvimento no esforço de consolidação do Centro de Ciências do Homem (CCH) da Universidade Estadual do Norte Fluminense, a convite do professora Lana Lage da Gama Lima no final dos anos de 1990.

Com o professor Kant aprendi que se pode ser academicamente rigoroso sem se perder o bom humor e o senso crítico frente às muitas idiossincrasias que marcam a vida universitária. Assim que nos conhecemos ele generosamente me presenteou com sua obraA Antropologia da acadêmia: quando os índios somos nós”, uma espécie de autobiografia onde se utilizou da sua experiência como estudante de doutorado na Universidade de Harvard para refletir sobre as dinâmicas e relações de poder presentes no ambiente acadêmico, mostrando como as hierarquias e disputas simbólicas moldam as práticas e os discursos dentro da universidade.  Nesse trabalho, que ele mesmo considerava desprentesioso, considero que o professor Kant nos ofereceu uma essencial para compreender as complexidades e contradições inerentes ao mundo acadêmico.

Apesar da temporada do professor Kant ter sido relativamente curta no CCH, guardei e cito sempre um bordão jocoso pelo qual ele demonstrava sua incredulidade sobre certas posições e declarações que claramente afrontavam a lógica. Nessas ocasiões, o professor Kant soltava um “eu estou confusa”, que era normalmente seguido de alguma observação mais direta sobre o que o interlocutor acabava de dizer. Com Kant de Lima, não havia muita paciência para aquilo que afrontava a sua inteligência.

Mas eu nunca confundi a irreverência e o aparente desprezo pelos ritos com falta de substância ou de profundidade, ou menos ainda de despreparo. A trajetória acadêmica pretérito e posterior ao CCH demonstra que ele deu o melhor de si na labuta acadêmica, algo que todos deveriam almejar, mas nem todos conseguem fazer.

Lembro que em nosso último encontro presencial que ocorreu em uma madrugada friorenta rodoviária de Caxambu (MG) onde esperavamos a partida  do ônibus de retorno ao Rio de Janeiro após participarmos de uma das reuniões anuais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), ele mais uma vez foi extremamente gentil comigo, e me desejou sorte na continuidade do processo de construção do CCH, da qual ele, mesmo à distância, continou contribuindo para consolidar.

Com certeza, a perda física de Robert Kant de Lima será mais sentida pelos seus familiares e companheiros de construção da UFF. Mas esta perda afeta para além da família e dos colegas da UFF, pois, sua contribuição e influência intelectual foram muito mais além, deixando suas marcas até aqui na Uenf.

Despejo durante a pandemia: nova gestão municipal de Macaé despeja UFF e UFRJ do prédio da FUNEMAC

A nova gestão da prefeitura de Macaé pretende desalojar a UFF e a UFRJ do prédio da Fundação Educacional de Macaé (FUNEMAC) localizado na Cidade Universitária. Os professores estão sendo desalojados sem que haja outro local que eles possam ocupar para continuar suas atividades

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No prédio da FUNEMAC funcionam a sala dos professores dos cursos de Engenharia, Enfermagem, Farmácia, Medicina, Nutrição e Química e laboratórios de ensino e de pesquisa (importantíssimos para as atividades de ensino, pesquisa e extensão da universidade), bem como locais de guarda de materiais administrativos e didáticos. Destacamos que não há gabinete para professores no Polo Universitário e nem mesmo espaço para alojar os laboratórios que estão no referido prédio.

A UFF também está sendo despejada em dois serviços que atendem gratuitamente a população de Macaé. A UFF perderá o espaço o Centro de Assistência Jurídica (CAJUFF), que presta atendimento jurídico a quem precisa, e o Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF), que auxilia na declaração do imposto de renda, em parceria com a Receita Federal.

Essa decisão do novo prefeito de Macaé foi recebida  muito espanto e consternação pela comunidade universitária da UFF e da UFRJ em Macaé. Mesmo em meio à pandemia, a produção acadêmica da UFRJ Macaé não parou, intensificou até por meio do GT COVID-19 UFRJ/MACAÉ, e esperamos que, em breve, todas as atividades presenciais sejam retomadas com qualidade e segurança.

De qualquer maneira,  o corpo docente da UFRJ se mantém aberto ao diálogo com o município de Macaé. Enquanto isso, os professores da UFRJ pedem a ajuda de todos e todas na divulgação desse fato em suas redes sociais, e convocam a toda a comunidade acadêmica e população de Macaé e região para o twitaço #ficaufrjmacaee#ficauffmacae às 18 horas deste sábado.

Prefeito Rafael Diniz, que semeou ventos, poderá acabar colhendo tempestade

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Abaixo posto imagens de uma manifestação realizada na manhã desta 2a. feira (12/06) para protestar contra o fechamento intempestivo do restaurante popular Romilton Bárbara pelo prefeito de Campos dos Goytacazes, Rafael Diniz (PPS).

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Apesar de ter sido inicialmente liderada por estudantes da Universidade Federal Fluminense, as informações que me chegaram é que muitos populares se juntaram para expressar sua profunda irritação com o prefeito Rafael Diniz e os cortes que realizou nos programas sociais voltados para os segmentos mais pobres da nossa população.

Pelo jeito, o prefeito Rafael Diniz semeou ventos e poderá colher tempestades. A ver!

Semana Unificada da Consciência Negra

semana

PROGRAMAÇÃO

DIA 21 DE NOVEMBRO (segunda-feira)

16h. CORTEJO –  do Rio Paraíba na Beira Rio à Praça São Salvador.

17h. PELOURINHO/Pça São Salvador: Ato de denúncias no Pelourinho, com uma performance do “Coletivo Artístico Saravá”;  leitura de manchetes do Monitor Campista, fragmento de poemas e canto.

Coordenação: “Coletivo Artístico Saravá”.

DIA 22 DE NOVEMBRO (terça-feira)

11h20min às 12h.: Sessões de vídeos com debates

Local: Salas do Ensino Médio/IFF (Instituto Federal Fluminense) Auditório Miguel Ramalho

Público: Estudantes do Ensino Médio e demais participantes

Temática: Intolerância Religiosa e Maioridade Penal.

Coordenação: Alissan Silva

14h20min às 16h: Sessões de vídeos com debates

Local: Salas do Ensino Médio do IFF (Instituto Federal Fluminense Auditório Miguel Ramalho

Público: Estudantes do Ensino Médio e demais participantes

Temática: Intolerância Religiosa e Maioridade Penal.

Coordenação: Alissan Silva e Sérgio Risso

14h às 17h: Oficina Cozinha dos Quilombos de Campos dos Goytacazes Sabores, Territórios e Memórias.

Público: 20 (vinte) pessoas no máximo

Local: IFF SALA REFEITÓRIO DA OCUPAÇÃO (ANTIGA CIETEC BLOCO B)

Coordenação: Fabiano Seixas e Tamires Freitas

17h.: Encontro de Jongueiros e Grupos Culturais de Campos e Região

Local: Concha Acústica do IFF

Coordenação: Todas as entidades e instituições envolvidas

DIA 23 DE NOVEMBRO (quarta-feira)

RODA DE CONVERSA

14h30min. Abertura com Contação de Estórias por Carmem Eugênia Sampaio

15h: Roda de Conversa/Tema:– “A importância dos coletivos negros na afirmação das identidades e fortalecimento da autoestima”.

Local: Auditório 4 do Centro de Convenções da UENF

Coletivo Artístico Saravá – IFF: Barbara Melo

Coletivo Negro Geneci Maria da Penha (IFF): Laura de Almeida

Coletivo Negro José do Patrocínio (UENF): Jessica Oliveira

 Coletivo Negro Mercedes Batista (UFF): Lia Keller

Mediadora: Manuelli Ramos (Assessoria Direitos Humanos e MNU)

Coordenação: Clareth Reis (NEABI/UENF)

 RODA DE SAMBA

17h. Programação Cultural: Samba de Roda

Coordenação: Totinho Capoeira e Mestre Peixinho

Local: Centro de Convenções da UENF

MESA REDONDA

18:30min às 21h – “Olhares África –Brasil”

Local: Auditório 4 do Centro de Convenções/UENF

Componentes: Vera Lúcia Vasconcelos (ISEPAM/FAETEC)

                           Sérgio Arruda de Moura (UENF)

                           Dayane  Altoé (NEABI/IFF)

                           Carmem Eugênia Sampaio (PMCG)

DIA 24 DE NOVEMBRO (quinta-feira)

IFF – Sessão de vídeos (repetição da programação da terça)

18h às 21h: Roda de Conversa: “Mulher Negra, corpo, arte e identidade”.

Lúcia Talabi (PMCG)

Alissan Silva (NEABI/IFF)

Clareth Reis (NEABI/UENF)

Intervenções artísticas:

Luize Mendes Dias e Michele Pereira (Banda Auá)

Daiane Gomes (coletivo negro musical – banda KB\i/DE)

Local: IFF auditório Miguel Ramalho

DIA 25 DE NOVEMBRO (sexta-feira)

18h às 22h. – SARAUVÁ (Sarau com microfone aberto, poesia, musica, dança, etc.)

Local: concha acústica IFF

Organização:

NEABI/IFF

NEABI/UENF

 MNU

SMECE/ PMCG

ISEPAM/FAETEC

COLETIVO ARTÍSTICO SARAVÁ

COLETIVO ARTÍSTICO SARAVÁ

COLETIVO NEGRO GENECI MARIA DA PENHA

COLETIVO NEGRO JOSÉ DO PATROCÍNIO

Marketing cultural: Márcio Malta (Nico) lança livro de cartoons ecológicos

nico

O cientista político Márcio Malta, professor da Universidade Federal Fluminense em Campos dos Goytacazes, acaba de lançar um livro “Poleiros” que é uma compilação de cartuns ecológicos da lavra sua outra persona, o cartunista Nico.

poleiros

Com um traço singular, o professor Malta tem produzido  uma enormidade de cartuns bastante marcantes, incluindo o da charge de Darcy Ribeiro que vem sendo popularizada como um dos símbolos da luta em defesa da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

Quem desejar adquirir a obra, basta clicar  (Aqui!)

Marketing acadêmico: seminário irá discutir as “margens da cidade”

Divulgo abaixo folder do seminário “As margens da cidade falam” que é uma realização conjunta dos programas de pós-graduação de Políticas Sociais e Sociologia Política da Universidade Estadual do Norte Fluminense e também da UFF/Campos dos Goytacazes.

O seminário ocorrerá nos próximos dias 19 e 20 de agosto, e contará com diversas atividades que incluirão a participação de moradores, performances teatrais, mostra fotográfica e debates acadêmicos. A participação é aberta ao público e gratuita. 

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