Indústria química, bancada ruralista e agrotóxicos: tudo a ver!

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Não fosse o Brasil hoje o maior consumidor mundial de agrotóxicos, incluindo um bom número de substâncias banidas em outras partes do mundo, eu diria que a notícia abaixo seria apenas uma nota de intenções sem maiores impactos sobre a população brasileira e todos os que consomem a produção oriunda do latifúndio agro-exportador. Mas o caso é justamente o contrário, e o que se monta no horizonte é um aumento ainda maior da poluição das águas, solos e atmosfera cujos efeitos certamente serão drásticos.

Agora, há que se notar o papel que o BNDES se propõe a ocupar na intensificação da verdadeira guerra química que está sendo promovida pelos latifundiários, e em direta aliança com a indústria química. Também há que se levar em conta o papel dos representantes políticos do latifúndio no congresso nacional que é de diminuir ainda mais os já frágeis controles que existem neste setor. Finalmente, há que se notar o papel da ministra/latifundiária Kátia Abreu que a partir do Ministério da Agricultura quer acelerar a liberação de agrotóxicos e diminuir a capacidade de controle de órgãos como a ANVISA e IBAMA que, para começo de conversa, já é limitado.

A situação é preocupante, e só uma reação bem organizada poderá impor controles mais estritas sobre um setor (o de venenos agrícolas) que está usando o Brasil como zona de descarte de agrotóxicos banidos.

Associação brasileira de industria quimica, cria Comissão aumentar vendas para o Agronegócios

A primeira reunião da Comissão de Químicos para o Agronegócio foi realizada no dia 1 de junho, na Abiquim. O objetivo da nova comissão é contribuir para a formulação de políticas públicas visando a maior competitividade dos produtos químicos para o agronegócio e o fortalecimento da indústria química no Brasil.

O setor de químicos para o agronegócio (defensivos agrícolas e fertilizantes) corresponde a 18% do faturamento da indústria química no Brasil. Em 2014, somadas, as indústrias de defensivos e fertilizantes geraram um déficit para a balança comercial do setor de US$ 14,3 bilhões.

De acordo com o Estudo de Diversificação da Indústria Química do BNDES, o setor de defensivos agrícolas tem um dos maiores potenciais de investimentos na indústria química, podendo alcançar US$ 5,3 bilhões em 2030. Além disso, o BNDES avalia que esses investimentos podem resultar em um impacto de até US$ 18 bilhões na balança comercial do setor a partir de 2030. 

A Comissão de Químicos para o Agronegócio, que se reunirá mensalmente, é coordenada por Augusto Moraes (Basf) e tem como vice-coordenador Eduardo Bastos (Dow). A coordenadora-executiva é a gerente de Assuntos Institucionais da Abiquim, Marina Mattar.

Em 2 de julho, a Abiquim participou do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Desenvolvimento da Região Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), presidida pelo deputado federal Irajá Abreu (PSD/TO), coordenador do setor de fertilizantes da Frente Parlamentar da Química e também presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. O evento contou com a participação da ministra Kátia Abreu e diversos parlamentares.

A nova Frente Parlamentar visa promover o aprimoramento de políticas públicas para a região Matopiba, defendendo ações integradas de desenvolvimento econômico, por tratar-se de fronteira agrícola que se destaca no mercado de grãos no Brasil.

A primeira reunião da Comissão de Químicos para o Agronegócio foi realizada no dia 1 de junho, na Abiquim. O objetivo da nova comissão é contribuir para a formulação de políticas públicas visando a maior competitividade dos produtos químicos para o agronegócio e o fortalecimento da indústria química no Brasil.

O setor de químicos para o agronegócio (defensivos agrícolas e fertilizantes) corresponde a 18% do faturamento da indústria química no Brasil. Em 2014, somadas, as indústrias de defensivos e fertilizantes geraram um déficit para a balança comercial do setor de US$ 14,3 bilhões.

De acordo com o Estudo de Diversificação da Indústria Química do BNDES, o setor de defensivos agrícolas tem um dos maiores potenciais de investimentos na indústria química, podendo alcançar US$ 5,3 bilhões em 2030. Além disso, o BNDES avalia que esses investimentos podem resultar em um impacto de até US$ 18 bilhões na balança comercial do setor a partir de 2030. 

A Comissão de Químicos para o Agronegócio, que se reunirá mensalmente, é coordenada por Augusto Moraes (Basf) e tem como vice-coordenador Eduardo Bastos (Dow). A coordenadora-executiva é a gerente de Assuntos Institucionais da Abiquim, Marina Mattar.

Em 2 de julho, a Abiquim participou do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Desenvolvimento da Região Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), presidida pelo deputado federal Irajá Abreu (PSD/TO), coordenador do setor de fertilizantes da Frente Parlamentar da Química e também presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. O evento contou com a participação da ministra Kátia Abreu e diversos parlamentares.

A nova Frente Parlamentar visa promover o aprimoramento de políticas públicas para a região Matopiba, defendendo ações integradas de desenvolvimento econômico, por tratar-se de fronteira agrícola que se destaca no mercado de grãos no Brasil.