A culpa não é dos deuses

Por João Batista Damasceno*

alemão

Milan Kundera, em ‘A insustentável leveza do ser’, analisa o mito de Édipo e lhe dá uma interpretação muito valiosa neste momento no qual autoridades fingem-se de vítimas das próprias opções políticas. Os pais de Édipo, Laio e Jocasta, reis de Tebas, quando do seu nascimento, consultaram o oráculo, e este pronunciou que o recém-nascido haveria de matar o pai e se casar com a mãe. O rei mandou que levassem o filho à floresta e que o matassem. Mas o emissário apenas o abandonou por lá. Achado por um camponês, Édipo foi criado como um filho. Na idade adulta, Édipo consultou o oráculo e, horrorizado, fugiu.

Ao tentar entrar em Tebas, um homem tentou impedi-lo, e Édipo o matou, casando-se em seguida com a viúva — a rainha. A desgraça se abateu sobre Tebas. E Édipo, ao descobrir que a maldição decorria do fato de ter matado o pai e ter se casado com a própria mãe, furou os olhos e partiu da cidade.

Kundera diz que Édipo não se desculpou dizendo não saber que a mulher com quem casara era a mãe, não responsabilizou os deuses que lhe reservaram tal destino nem pôs a culpa em terceiros. Assumiu eticamente sua responsabilidade. Para não mais ser enganado pelas aparências, furou os próprios olhos e buscou conhecer a realidade a partir de sua essência.

Quando, em 2007, artistas e intelectuais lançaram manifesto contra a política de extermínio que se instalava, o secretário Beltrame, por trás da lente de seus óculos, disse que o manifesto era míope. A miopia era institucional e só enxergava o Ibope que a matança fazia elevar. A partir da promoção da chacina do Alemão naquele ano, iniciaram-se as ocupações militares e instalações de UPPs. Daí desguarneceu-se o resto do Estado, e foram colocadas em risco a vida dos moradores e a de policiais nas comunidades ‘pacificadas’.

Incapaz de tratar a segurança com seriedade, o Estado responsabiliza os fabricantes de facas pelos ataques com arma branca e tenta imputar responsabilidade ao Judiciário pelas solturas quando das prisões ilegais. O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, proporcionalmente à população, e todos os encarcerados o são por determinação judicial. Portanto, quem prende é o Judiciário, que tem contribuído com o ineficaz encarceramento. Se os crimes não tivessem sendo praticados com facas, poderiam estar sendo com tesouras, chaves de fenda ou garrafas. Ou será que a próxima inovação da política de segurança no Rio será a vedação de garrafas de vidro e a obrigatoriedade de envasamento de bebidas, exclusivamente, em garrafas PET? O problema da segurança no Rio está em sua formulação.

João Batista é juiz de direito e doutor em Ciência Política pela UFF. Também é membro da Associação de Juízes pela Democracia.

Depois do Syriza na Grécia, Podemos abala estruturas de poder na Espanha

podemos

Enquanto no Brasil vivemos um período de supremacia parlamentar da direita e de manifestações neofascistas pelas principais capitais, a Espanha viveu ontem um dia de terremoto político. O Podemos, um dos partidos nascidos após as massivas manifestações anti-austeridade de 2011.  Os primeiros resultados apontam que o Podemos venceu as eleições para Barcelona e ainda poderá assumir o governo de Madrid em aliança com o PSOE. Essa situação de mudança poderá ter ainda reflexo em Portugal, pois também ali há um processo de reorganização semelhante das forças de esquerda.

Para mim, a principal lição que está sendo dada pelo Syriza e pelo Podemos é que não é necessário amainar discursos para ganhar eleições para se chegar ao poder. O fundamental é ter um programa político que ultrapasse a sustentação do sistema de poder capitalista, e que hoje implica na aplicação de agendas de austeridade e retirada de direitos dos trabalhadores. 

Mas o essencial que essa vitória do Podemos aponta é que não é necessário cair na armadilha de que é preciso votar no mal menor, o que no Brasil é hoje representado pelo PT. Na verdade, a maior preocupação dos trabalhadores e da juventude é ter partidos políticos que reflitam suas necessidades reais de justiça social e democracia. 

Abaixo um vídeo com um dos líderes do Podemos, o professor universitário Pablo Iglesias, em um comício de preparação para as eleições municipais, o qual foi feito em janeiro de 2015. As palavras de Iglesias agora soam como proféticas.

A Ciência deu uma guinada em direção à escuridão

“METADE DE TODA A LITERATURA MÉDICA É FALSA”, diz editor-chefe de uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo

CIENCIA

Nos últimos anos, cada vez mais cientistas passaram a compartilhar verdades que muitas pessoas acham difícil de acreditar. Uma destas pessoas é o Dr. Richard Horton, atual editor-chefe da Lancet – considerada pelos atuais cientistas, uma das revistas médicas mais respeitados do mundo. Ele declarou recentemente que muitas pesquisas publicadas não são confiáveis , senão completamente falsas.

“…grande parte da literatura científica, talvez a metade, pode ser simplesmente falsa. São pequenas amostras, efeitos minúsculos, análises exploratórias inválidas e alimentadas por flagrantes conflitos de interesse, juntamente com uma obsessão para perseguir tendências de moda de importância duvidosa.”

Isto é muito preocupante, pois todos esses estudos (que são patrocinados pelas indústrias farmacêuticas)) são usados para desenvolver medicamentos / vacinas para supostamente ajudar as pessoas, formar o pessoal médico, educar os estudantes de medicina e muito mais.

É comum que um monte de grandes trabalhos sejam descartados por peritos e investigadores em várias instituições ao redor do mundo por não parecer “críveis” …As revistas médicas continuam a perder o seu carácter sustentável aos olhos de especialistas e funcionários dos próprios jornais, como o Dr. Horton.

Ele também passou a alertar que a quantidade de pesquisas “loucas” é alarmante, que os dados são manipulados para se adequar às teorias preferidas. Ele passou a observar que as confirmações importantes são muitas vezes rejeitadas, e pouco é feito para corrigir as más práticas. O que é pior, muito do que se passa até poderia ser considerada como um delito.

Ao longo da história humana, nosso planeta tem experimentado várias realizações e mudança de paradigma; todos eles foram recebidos com resistência dura no momento da sua revelação. Um grande exemplo é quando percebemos a Terra não era plana.

Hoje, estamos vendo esses tipos de mudanças reveladoras no pensamento acontecer em múltiplas esferas, tudo ao mesmo tempo. Isto pode parecer esmagador para aqueles que estão prestando atenção, especialmente tendo em conta o fato de que muitas dessas ideias vão contra os sistemas de crenças atuais. Haverá sempre resistência às novas informações que não se encaixam no quadro atual, independentemente de que sejam ou não razoáveis.

FONTE: http://www.globalresearch.ca/editor-in-chief-of-worlds-best-known-medical-journal-half-of-all-the-literature-is-false/5451305

23 de maio: Dia Mundial de Luta Contra a Monsanto

Nesse 23 de maio milhares de pessoas saem às ruas de todo mundo para protestar contra a atuação e práticas da Monsanto.

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Da Página do MST

Prejuízos aos pequenos agricultores, danos à saúde e ao meio ambiente, formação de lobby, manipulação de pesquisas científicas e até a contratação de mercenários. Estas são apenas algumas das polêmicas nas quais a empresa estadunidense Monsanto se envolveu ao longo de seus 103 anos de existência.

Conhecida como a maior produtora de herbicidas do mundo, a Monsanto tem seu faturamento anual avaliado US$ 4,53 bilhões, o que faz com que a empresa figure entre as cem mais lucrativas dos EUA. 

Além disso, nos últimos dois anos foram investidos US$ 6,7 bilhões na aquisição de outras companhias norte-americanas de sementes e biotecnologia, tornando-se a maior empresa do ramo. 

Produtora de dois dos principais pesticidas do mundo (glifosato e o agente laranja) e líder absoluta na comercialização de sementes e transgênicos, a gigante do agronegócio retêm a maior parte do mercado mundial: 98% da comercialização de soja transgênica e 78% do milho tolerantes a herbicidas, o que a torna também uma das grandes controladoras do capital financeiro mundial. 

Mas o que está por trás de uma das maiores empresas do mundo?

Conforme a EPA, a Monsanto é a quinta maior empresa poluidora de águas dos Estados Unidos. 

Ela já lançou em terra, água, ar e subsolo, 166,8 milhões de toneladas de produtos químicos. O agente laranja – herbicida mais utilizado do mundo e produzido pela Monsanto -, foi usado pelos militares norte-americanas dos EUA para desfolhar as árvores da selva tropical do Vietnã durante a guerra nos anos 60.

Estimativas dão conta da existência de mais de 500 mil crianças nascidas no Vietnã desde os anos 60 com deformidades relacionadas às dioxinas contidas no agente laranja.

Outro carro chefe da empresa, o glifosato, que representa mais de um sexto do total das vendas da empresa – cerca de US$ 1,2 bilhão – já foi proibido em dezenas de países do mundo inteiro, como Holanda, El Salvador e Dinamarca. Muitos outros seguem com pedidos de restrições e proibição pelo mundo. 

A base das proibições são os diversos estudos que ligam o uso do glifosato a doenças causadas em seres humanos, entre as quais doenças crônicas e falências dos rins, câncer, diabetes, depressão, doenças cardíacas, autismo, anencefalia, alzheimer, doença inflamatória intestina, infertilidade, doença de Parkinson, esclerose múltipla, doenças respiratórias, entre outras. 

A Monsanto no Brasil

O Brasil ocupa o segundo lugar entre os países que mais cultivam variedades transgênicas de grãos e fibras do mundo, sementes produzidas e modificadas pela Monsanto.

Desde 2002 o país registrou um número crescente no consumo de pesticidas se tornando o maior consumidor do mundo e o 2° maior produtor de transgênicos.

Em 2012, a área com uso de sementes geneticamente modificadas aumentou em 3,7 milhões de hectares no Brasil, o que representa mais que o triplo da média mundial, de 3%.

Como conseqüência a enorme crescimento dos produtos transgênicos em solos brasileiros, as importações de agrotóxicos saltaram de U$S 259 milhões para U$S 2.2 bilhões em 2012, o que coloca por goela abaixo o papo de que os transgênicos diminuem a necessidade dos agrotóxicos.

Abaixo, confira diversos textos e vídeos que explicam o porquê do dia 23 de maio ser o Dia Mundial Contra a Monsanto:

FONTE: http://www.mst.org.br/2015/05/23/23-de-maio-dia-mundial-de-luta-contra-a-monsanto.html

Porto do Açu: quem está controlando os embarques de minério de ferro?

Acabo de receber a imagem abaixo que foi publicada na página da rede social  Facebook pelo “Radar OZK”, e a mesma aparentemente mostra o derrame de minério de ferro nas águas oceânicas no entorno do Porto do Açu (Aqui!)!

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Tentando algum tipo de confirmação adicional, conversei com um colaborador do blog que está familiarizado com o funcionamento do Porto do Açu, e ele me informou que existem informações de que problemas estão de fato ocorrendo no momento do carregamento  dos navios, e que uma quantidade incalculável de minério de ferro está sendo despejado diretamente em águas oceânicas! O problema estaria relacionado a um desenho inapropriado das esteiras de transporte e à ausência de pelotização do material, o que facilita a ocorrência de perdas.

Uma preocupação que deveria desde já ser avaliada se refere às potenciais impurezas que estão presentes neste minério de ferro e da presença de elementos móveis que possam ser incorporados por organismos vivos, muitos dos quais podem ser consumidos pela população, a começar pelo camarão e vários tipos de peixes.

Ai é que eu me pergunto: quem anda fiscalizando a condição em que estão se dando esses carregamentos e as medidas que foram adotadas para impedir esse tipo de contaminação? Como o Porto do Açu é um empreendimento privado, é de se esperar que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTaq), o Instituto Estadual do Ambiente (INEA),e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). O fato é que esse processo representa fonte potencial de contaminação da atmosfera e das águas oceânicas, as consequências para a saúde humana são as mais variadas.

De toda forma, o Porto do Açu parece ter se transformado num ambiente ideal para todos os que desejem estudar as consequências sociais e ambientais de megaempreendimentos que são construídos e colocados para funcionar sem as devidas precauções. Já para os trabalhadores, e especialmente os moradores de comunidades localizadas no entorno do Porto do Açu, as perspectivas já não são tão animadoras. É que depois de salinização, erosão, fogo e desapropriação, agora aparece a contaminação por minério de ferro. É muita mazela junta!

Comissão de Educação da ALERJ visita campus da UENF e ouve reclamações da comunidade universitária

Após uma semana de mobilizações, inclusive uma que contou a participação dos estudantes da Uenf na cidade do Rio de Janeiro, a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro esteve na sede social da Associação de  Docentes (Aduenf) para um encontro político com a comunidade universitária. Além do presidente da Comissão Educação, o deputado Comte Bittencourt (PPS), estiveram presentes os deputados Flávio Serafini (PSOL) e Dr. Julianelli (PSOL). 

Durante a sua fala, o deputado estadual Flavio Serafini (PSOL) criticou a opção do governo Pezão pelas tercerizações e corte de verbas no ensino superior estadual. Para Serafini, é essa política que causa o atraso no pagamentos, a  diminuição da bolsa dos cotistas para 300 reais e desrespeito à data-base dos técnicos e professores. Serafini lembrou ainda que o (des) governo Pezão tem margem no orçamento para aumentar em 50% o gasto com o funcionalismo. Isso, ao lado do respeito aos 6% para as universidades estaduais, seria possível sair da atual cris, acrescentou o parlamentar do PSOL.

Um momento desconfortável para a reitoria da Uenf em sua eterna submissão ao (des) governo do Rio de Janeiro se deu quando o vice-reitor Edson Corrêa afirmou que, apesar de todos os problemas a Uenf estava limpa e bem cuidada. Nesse momento, o presidente da Comissão de Educação, Comte Bittencourt (PPS) afirmou que de anda adianta a Uenf estar com boa aparência, se os estudantes estão sofrendo com o atraso crônico no pagamento de suas bolsas!

O saldo político dessa reunião foi importante, na medida em que a partir dessa visita outras ações deverão ser coordenadas pelos sindicatos da Uenf, e agora com o conhecimento de causa do comando da Comissão de Educação da Alerj.

Por último, um fato notado foi a ausência do reitor da Uenf, Silvério Freitas, nesse evento político. Aliás, não foi só ali que o reitor não apareceu nos últimos meses, deixando a impressão de que o timoneiro já abandonou a nau desgovernada.

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VIII Feira de Responsabilidade Social e Ambiental da Bacia de Campos

Feira Macaé

Fórum da VIII Feira de RSE

 Terça-feira – 26 de maio

1 – 15:00h – 16:10h Palestra “Programa Cultivando Água Boa e as comunidades no entorno da Itaipu Binacional”

Com Nelton Friedrich – Diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional, idealizador e um dos gestores do programa Cultivando Água Boa, uma ampla iniciativa socioambiental premiada pela ONU na Rio+20, concebida a partir da mudança na missão institucional da Itaipu Binacional, promovida em 2003.

2 – 16:20h – 17:40h – Painel “Crise e oportunidades no cenário econômico, social e ambiental da região petrolífera da Bacia de Campos”

Roberto Moraes Pessanha – Engenheiro e professor do IFF Fluminense, campus Campos dos Goytacazes, onde foi diretor geral e também atuou no Núcleo de Pesquisas. Participou da criação do Observatório Socioeconômico do Norte Fluminense e criador da ONG Cidade 21. Modera um dos blogs mais prestigiados da região.

José Luiz Vianna da Cruz – Graduado em Ciências Sociais (UFRJ), mestre em Planejamento Urbano e Regional, com especialização em Planejamento do Desenvolvimento Regional, sendo atualmente pós-doutorando em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas (UFRRJ).

3 – 17:50h – 19:10hPainel “Impactos urbanos das mudanças climáticas”

“Recursos hídricos: gerenciando a escassez”, com o Prof. Francisco de Assis Esteves – Graduado em Biologia pela UFRJ e doutor em Biologia pelo Max-Plack Insitut für Limnologie – Universitat Kiel (Christian-Albrechts). Fundador do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (NUPEM/UFRJ).

“Ecologia das cidades”, com o Prof. Arthur Soffiati – Escritor, ambientalista, doutor em História Social pela UFF, atua principalmente nos seguintes temas: Manguezal, Antropossociedade e Ecorregião.

4 – 19:20h – 20:30h – Painel “Animais atropelados em estradas: medidas conservacionistas”

Com Vitor Ferreira e Marília Susie Wangler, do Instituto Pé de Planta.

O Instituto Pé de Planta foi criado em 2005, com a finalidade de promover o desenvolvimento biotecnológico da região de Miguel Pereira e municípios vizinhos. Enveredando pela seara ambientalista, trabalha em prol da defesa ambiental, levando conhecimento através de cursos, palestras e excursões a campo, num contínuo esforço de coleta de dados, pesquisa, revisão e divulgação dos assuntos atuais pertinentes a causa.

Quarta-feira – 27 de maio

1 – 14:10h – 15:20h – Painel “Desenvolvimento local”

“A política econômica do RJ e seus impactos socioambientais na região norte fluminense”, com Marcos Antônio Pedlowski – PhD em Planejamento e professor associado do Laboratório de Estudos do Espaço Antrópico, do Centro de Ciências do Homem, da Uenf.

“O novo projeto de desenvolvimento econômico nacional e as implicações no processo de licenciamento ambiental – O caso do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj)”,com Thiago Wentzel – Especialista em Gestão Ambiental, mestre em Ciências Ambientais e Conservação, com experiência em licenciamento ambiental, conflitos ambientais, áreas protegidas e recursos hídricos (Inea e ICMbio).

2 – 15:30h – 16:40h –  Painel “Cidadania e sustentabilidade”

“Mobilidade urbana: uma visão sustentável”, com João Sayd – Arquiteto e Urbanista, Mestre em Urbanismo (FAU-UFRJ). Atuou na elaboração do Plano Diretor da Cidade Universitária (UFRJ) e em projetos de urbanização de favelas. Atualmente presta consultoria em estudos de impacto de vizinhança e planos de uso e ocupação do solo.

“Cidadania ambiental nos processos de transformação urbana”, com Hermeto Didonet – Engenheiro agrônomo, com especialização em Ciências Ambientais e Gestão Pública.

3 – 16:50 – 18:20h – Painel “Emergências ambientais”

Moderadora: Bernadete Vasconcellos – Instituto VisãoSocial

Com representantes de órgãos ambientais e da sociedade civil organizada.

4 – 18:30h – 19:20h – Palestra “Consumindo o futuro”

Com Martinho Santafé – Jornalista, ambientalista, editor da Revista Visão Socioambiental, co-organizador da Feira de RSE Bacia de Campos, filiado à Rede Ethos de Jornalistas.

5 – 19:30h – 20:30h – Palestra “Heterogênese Urbana”

Com Paulo de Tarso Peixoto – Mestre e doutor em Psicologia, coordenador do Cidadania e Direitos Humanos da prefeitura de Macaé, professor do curso de Pós-Graduação em Psicologia Clínica – Abordagem Gestáltica IPGL – Rio de Janeiro e Juiz de Fora (MG)

Quinta-feira – 28 de maio

1 – 14:10 – 15:00h – Painel “Arranjos urbanos sustentáveis”

– Representante do Coletivo Harmonia

– Representante do NEA-BC

2 – 15:10h – 16:40h – Painel “Outros caminhos da economia”

“A criatividade como alternativa econômica”, com Lincoln Weinhardt –  Graduado em Engenharia Mecânica, pós graduado em Marketing de TI e mestre em Economia Empresarial. Gerente de Planejamento Integrado e Gerenciamento de Contratos de Projetos, Construção e Montagem da Petrobras/UO-BC. Ex-secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico de Macaé.

“Ambiente e desenvolvimento: dois lados de uma moeda”, com Fernando Guida – Superintendente do INEA para a Bacia do Baixo Paraíba do Sul, vice-presidente da Rede Brasileira de Informação Ambiental (REBIA), secretário-executivo do SIMAAS-Sistema de Integração Municipal América Área Sul e presidente da Assembléia Constituinte da ACTA21-Agência de Cooperação Territórios e Agenda 21.

3 – 16:50h – 18:00h – Painel “Construindo cidades sustentáveis”

Viviane Cunha – Doutora pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pela University College of London, consultora, professora e diretora da primeira empresa licenciada na América Latina para avaliar edifícios e comunidades sustentáveis pelo selo BREEAM, o mais antigo e utilizado no mundo.

Sérgio de Oliveira Galvão – Empresário da construção civil, formado em administração pela AIEC / FAAB, autor de processos inovadores para redução dos impactos ambientais na indústria do petróleo; atualmente coordena projeto para a construção de prédio residencial sustentável na região”.

4 – 18:10h – 19:00h – Palestra “Water Vector: máquinas vivas que fazem água limpa”

Palestrantes: Lorenzo Prucoli Martins – Inventor independente e idealizador do projeto; Antonísio Prucoli Martins – Generalista em Tecnologias Industriais com foco em Computação, Eletrônica e Telecomunicações e diretor de Arquitetura de Soluções da J4SYSTEMS ; – Ramon Baptista Narcizo – Professor do curso de Engenharia de Produção da UFF-Polo de Rio das Ostras. Desenvolve pesquisas nas áreas de Engenharia do Produto e Gestão da Tecnologia e da Inovação. Atualmente está concluindo seu Doutorado em Engenharia de Produção na COPPE-UFRJ.   

5 – 19:10 – 20:30h – Painel “Conexões Urbanas”

“Educação sistêmica conectando saberes lúdicos e criativos”, com Shizue Tamaki, empreendedora social, especialista e pesquisadora em plantas medicinais e  há mais de 17 anos atua na construção de sonhos/projetos de arte, sustentabilidade, acessibilidade e sensorialidade em escolas, espaços públicos e privados.

“Interferências cósmico urbanas”, com Sandra Wyatt – Escritora, fonoaudióloga, poeta e artista plástica, pós graduada em Educação e Cultura para a Paz pela UNIPAZ membro do Irmane C pela Paz.

6 – 20:40h – 21:30h – Palestra “Sistema Biocêntrico para Organizações”

Com Suely Carvalho – Teóloga, psicanalista e bailarina, facilitadora biocêntrica em organizações corporativas, educacionais, de saúde, entre outras. Ministra workshops de pedagogia para a vida no Brasil, América do Sul e Europa. Mais de 30 anos de experiência com diferentes tipos de organizações e como facilitadora do ILACE (Instituto Latino Americano de Criatégia – SP).

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