O grupo EBX, do empresário Eike Batista, já chegou a ter 400 funcionários em operação na luxuosa sede de 23 andares no centro do Rio, no ano passado. Atualmente, segundo uma pessoa que preferiu não ser identificada, são apenas 65 pessoas trabalhando em toda a holding, de acordo com informações do jornal “O Estado de S. Paulo”.
A troca de sedes é uma boa representação da derrocada do império X. Segundo o jornal, após a reestruturação do grupo, as empresas que sobrarem com Eike deverão trocar os 23,3 mil metros quadrados de área construída do edifício Serrador pelos poucos andares de dois prédios na praia do Flamengo, zona Sul carioca, onde ficavam os escritórios originalmente.
Além disso, em 2010, quando os executivos se mudaram para o edifício Serrador, as companhias valiam R$ 98 bilhões; hoje, o valor de mercado das empresas não passa de R$ 2 bilhões.
Desde o começo deste ano, as empresas do grupo vêm apresentando dificuldades, especialmente a petroleira OGX (OGXP3). As ações da OGX já chegaram a valer R$ 23, mas fecharam na última sexta-feira em R$ 0,23.