No quadro da operação Lava Jato, Polícia Federal pode fazer batidas antes do feriado em empreiteiras para esclarecer repasses feito à MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef; entre elas, figura no topo da lista a Camargo Corrêa, que repassou R$ 26 milhões, por intermédio da Sanko Sider; a OAS também pagou R$ 1,6 milhão; e a Galvão Engenharia desembolsou R$ 1,5 milhão; promotores acreditam que o dinheiro recebido possa ter sido usado para pagar propina a agentes públicos e para lavagem de dinheiro
247 – A Polícia Federal quer esclarecer repasses que somam quase R$ 90 milhões feito por empreiteiras à MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef. De acordo com a operação Lava Jato, a empresa não tinha atividades de fato e era usado como fachada para pagamentos de propina a agentes públicos.
