Direto da Bolsa: MM(X) é a nova dor-de-cabeça para Eike Batista

Com ações massacradas, mineradora é o novo problemão de Eike

EIKE

São Paulo – As ações da MMX lideravam as perdas do Ibovespa nesta segunda-feira, com uma desvalorização de 5%. A mineradora controlada por Eike Batista está na busca por um parceiro para ajudar a financiar sua expansão, mas tem encontrado dificuldades por causa da queda dos preços do minério de ferro. Veja mais detalhes, no Direto da Bolsa que vai logo abaixo.

 

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FONTE: http://exame.abril.com.br/videos/direto-da-bolsa/com-acoes-massacradas-mineradora-e-o-novo-problemao-de-eike

 

Áreas com transgênico e agrotóxico têm maior taxa de câncer, aponta relatório

Pessoas expostas a venenos estão mais propensas a sofrer câncer e danos genéticos

Por Darío Aranda, Do Página/12

O Ministério da Saúde de Córdoba divulgou um extenso relatório sobre o câncer na província. Trata-se da sistematização de cinco anos de informação, entre outros parâmetros, que pôde determinar os casos geograficamente. A particularidade que causou maior alarme é: a maior taxa de falecimentos é produzida na chamada “pampa gringa”, área com maior índice de utilização de transgênicos e agrotóxicos. E onde a taxa de falecimentos duplica em relação a média nacional. “Confirmou-se mais uma vez o que denunciamos há anos e principalmente o que denunciam os médicos dos povoados afetados pela agricultura industrial”, afirmou o médico e integrante da Rede Universitária de Ambiente e Saúde (Reduas), Medardo Avila Vázquez. Exigem-se agora medidas imediatas para proteger a população.

A pesquisa oficial em formato de livro intitulado “Informe sobre o Câncer em Córdoba 2004-2009”, elaborado pelo Registro Provincial de Tumores e pela Direção Geral de Estatística e Censo, foi apresentado na Legislatura pelo ministro da Saúde, Francisco Fortuna, e pelo diretor do Instituto do Câncer Provincial, Martín Alonso.

O parâmetro internacional é calculado pelo número de falecimento em cada 100 mil habitantes. A média provincial é de 158 mortes em cada 100 mil habitantes e, em Córdoba Capital, é de 134,8. Contudo, quatro municípios da província de Córdoba estão muito acima desses índices: Marcos Juárez (229,8), Presidente Roque Sáenz Peña (228,4), Unión (217,4) e San Justo (216,8). É a chamada “pampa gringa”, região emblemática do agronegócio de Córdoba.

De acordo com a Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (parte da Organização Mundial da Saúde), em seu último levantamento de 2012 a mortalidade na Argentina é de 115,13. A metade dos falecimentos que ocorrem em Marcos Juárez (229,8).

Fernando Mañas é doutor em Biologia e faz parte do Grupo Genética e Mutações Genéticas Ambiental da Universidade Nacional do Río Cuarto, que pesquisa o efeito dos agrotóxicos. Mañas não acredita que seja uma coincidência o mapa do câncer justamente nas regiões agrícolas: “Existe a evidência de elevados níveis de danos genéticos em ambientes de Marcos Juárez, que podem ser devidos a uma exposição involuntária a agrotóxicos”.

Os pesquisadores do Río Cuarto estudam há oito anos os povoados de Córdoba e confirmaram, com quinze publicações científicas, que as pessoas expostas a agrotóxicos sofrem com danos genéticos e são mais propensas a sofrer com o câncer. Mañas lembrou que em Marcos Juárez detectou-se glifosato (e seu principal produto de degradação, AMPA) em lagos, solos e inclusive na água da chuva.

A pesquisa do governo de Córdoba orienta o mapa do câncer através de grupos pelo nível de falecimentos. A “pampa gringa” (toda esta província) está em primeiro lugar. O segundo grupo é correspondente aos municípios Río Cuarto, General San Martín, Juárez Celman, Tercero Arriba e General Roca. Os falecimentos vão de 180 a 201 em cada 100 mil habitantes, taxas que superam a média provincial e nacional. Este segundo extrato também tem a particularidade de se dedicar à agricultura industrial.

O governo provincial destacou as estatísticas globais de incidência (novos casos) e as comparou com outros países (em que a província mantém-se na média), também apresentou a estratificação por idade e sexo, e a localizações dos tumores. Deixou em um segundo plano a vinculação entre alta mortalidade e áreas agropecuárias. Em Córdoba existe um grande debate devido à instalação da Monsanto na região das Malvinas Argentinas.

Damián Verzeñassi é médico e docente de Saúde Socioambiental da Faculdade de Ciências Médicas de Rosário. É um dos responsáveis pelo “Acampamento da Saúde”, uma instância educativa que permite com que dezenas de estudantes do último ano do curso de Medicina permaneçam em uma localidade durante uma semana para realizarem um mapeamento sanitário. “O estudo de Córdoba coincide com os dezoito levantamentos que realizamos em localidades da agricultura industrial. O câncer disparou nos últimos quinze anos”, afirmou Verzeñassi.

O docente universitário questionou o discurso governamental e empresarial. “Seguem exigindo estudos sobre algo que já está provado e não tomam medidas urgentes de proteção à população. Há muitas evidências de que o modelo agropecuário tem consequências para a saúde, estamos falando de um modelo de produção que é um enorme problema de saúde pública”, reclamou.

Avila Vázquez, da Rede Universitária de Ambiente e Saúde, detalhou uma dezena de estudos científicos que provam a vinculação entre agrotóxicos e o câncer, e também enumerou três dezenas de povoados onde registros oficiais confirmam o aumento da enfermidade: Brinkmann, Noetinger, Hernando (Córdoba) e San Salvador (Entre Ríos), entre outros. “As empresas de tabaco negavam a vinculação entre o ato de fumar e o câncer, foram necessárias décadas para que reconhecessem a verdade. As corporações de transgênicos e agrotóxicos são iguais às tabacarias, mentem e privilegiam seus negócios em relação à saúde da população”, denunciou Avila Vázquez, e solicitou como medidas iniciais urgentes: proibir as pulverizações aéreas; que não sejam realizadas aplicações terrestres a menos de mil metros das casas e a proibição de depósitos de agrotóxicos e máquinas pulverizadas nas regiões urbanas.

FONTE: http://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-249175-2014-06-23.html

Pesquisador norte-americano faz debate na UENF sobre a construção de hidrelétricas na Amazônia

Título: Tons verdes de outono: o caso contra as hidrelétricas na Amazônia

Palestrante: Professor James R. Kahn

Dia e local da palestra: 30 de junho de 2014 às 16 horas, Sala 107 do Centro de Biociências e Biotecnologia da UENF 

O Prof. James Randal Kahn é uma das maiores autoridades no campo da Economia Ambiental. Seu livro intitulado “The Economic Approach to Environmental Natural Resources” é um dos mais usados nas universidades americanas. Outro detalhe muito significativo sobre o Prof. Kahn é o seu verdadeiro interesse pela Floresta Amazônica e os ambientes tropicais. Neste contexto, o primeiro projeto de internacionalização da UENF foi criado e juntamente com outras universidades (UFAM, Fairfield University, and Washington and Lee University) iniciamos os alicerces da internacionalização da UENF. O Prof. Kahn tem sido um grande colaborado do Centro de Biociências e Biotecnologia, Laboratório de Ciências Ambientais e do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Recursos Naturais.

Caderno Norte Fluminense de “O GLOBO” traz reportagem sobre legado maldito de Eike Batista no Porto do Açu

O caderno Norte Fluminense do jornal ‘O GLOBO” traz uma ampla reportagem sobre o legado maldito que o ex-bilionário Eike Batista deixou no V Distrito de São João da Barra. A reportagem traz os vários ângulos de uma situação que hoje combina injustiça social e degradação ambiental como nunca antes visto na história desse país, e em plena segunda economia da federação brasileira. O mais impressionante é que quem lê a reportagem e vê os discursos do INEA e da Prumo (sucessora da LLX) parece que tudo é céu de brigadeiro no V Distrito. Felizmente, essa reportagem deu voz a quem nunca é permitido tamanho espaço para mostrar a realidade como ela é, e não como a propaganda quer fazê-la.

Eis a reportagem logo abaixo.

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Agrotóxicos neonicotinóides estão eliminando polinizadores chaves na agricultura mundial

Pesticidas estariam colocando em risco a produção de alimentos

Pesquisadores analisaram mais de 800 estudos realizados nas últimas duas décadas e concluíram que há evidências claras de que pesticidas amplamente utilizados são danosos para espécies polinizadoras, essenciais para a agricultura.

A reportagem é de Fabiano Ávila, publicada pelo Instituto Carbono Brasil, 24-06-2014.

O impacto dos pesticidas sobre os ecossistemas já é estudado há muito tempo, e não são raros os trabalhos científicos que alertam que alguns tipos de químicos são prejudiciais para a saúde humana e animal. Porém, nunca antes um grupo de pesquisadores transmitiu tão forte a mensagem de que o uso de pesticidas está colocando em risco a produção agrícola ao acabar com espécies essenciais para a produção de alimentos.

“A evidência é clara. Estamos testemunhando uma ameaça à produtividade de nossa agricultura e ao meio ambiente equivalente à que foi provocada pelos organofosfatos – DDT. Muito longe de proteger a produção de alimentos, o uso de neocotinoides e do fipronil está ameaçando a própria estrutura que mantém a agricultura, matando polinizadores e outras espécies essenciais”, afirmou Jean-Marc Bonmatin, do Centro Nacional para Pesquisas Científicas da França, um dos autores da análise.

Bonmatin e outros 28 pesquisadores de diversas partes do mundo avaliaram mais de 800 estudos publicados nas últimas duas décadas para buscar entender qual é a visão da comunidade científica sobre o uso de alguns dos pesticidas mais populares mundialmente.

O que observaram é que existem poucas dúvidas de que os neocotinoides e o fipronil são prejudiciais para uma vasta quantidade de espécies, entre elas abelhas, borboletas, alguns tipos de minhocas e pássaros.

Entre os problemas que esses pesticidas causam nos animais estão: perda do olfato e de memória; redução da fecundidade; alteração no padrão alimentar e no senso de direção. Nas abelhas, ainda provocam dificuldades de voo e aumentam a vulnerabilidade a doenças.

“Quando os primeiros estudos apareceram sobre o tema, houve uma forte reação da indústria química e dos próprios agricultores. Assim, o assunto ficou esquecido por muito tempo. Hoje estamos vendo uma situação semelhante aos anos 1950, quando utilizávamos químicos na agricultura que eram terrivelmente nocivos”, reforçou Dave Goulson, daUniversidade de Sussex.

A estimativa mais recente aponta que os agricultores gastam anualmente mais de US$ 2,6 bilhões em neocotinoides.

Para piorar, segundo os pesquisadores, as doses utilizadas desses pesticidas e a sua potência têm sido aumentadas com o passar dos anos, já que as pestes ficam cada vez mais resistentes.

“É semelhante ao que vemos quando um ser humano abusa dos antibióticos para evitar ficar doente: quanto mais se usa, mais resistentes as bactérias ficam. É uma loucura o que estamos fazendo, utilizando esses pesticidas como profiláticos”, disse Goulson.

A análise, intitulada Worldwide Integrated Assessment on Systemic Pesticides – algo como Análise Global Integrada sobre Pesticidas Sistêmicos, será publicada nos próximos dias no periódico Environmental Science and Pollution Research.

FONTE: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532653-pesticidas-estariam-colocando-em-risco-a-producao-de-alimentos

Porto do Açu: um padrão de desrespeito aos direitos dos trabalhadores

O material abaixo foi publicado pelo site jornalístico URURAU e representa uma tentativa de esclarecimento público da FCC-Tarrio sobre os problemas trabalhistas que resultaram num protesto que fechou as entradas das obras do Porto do Açu no dia de ontem (28/06). Eu só tenho um comentário a fazer sobre esta nota: o uso da desculpa de que o culpado é o mordomo (no caso a empresa terceirizada pela FCC-Tarrio) é tão velha quanto o costume de violar direitos trabalhistas.

Como essa é uma multinacional espanhola, eu lembro ainda que outra firme desse país, a Acciona, recebeu acusações semelhantes e, na época, jogou a responsabilidade também sobre uma firma terceirizada, no caso a Hispabrás (Aqui!). Como se vê, nem a saída de Eike Batista e da LL(X) e a entrada da EIG Global Partners e da Prumo serviu para queo respeito aos direitos trabalhistas garantidos pela legislação brasileira sejam respeitados.

E nisso tudo eu fico me perguntando onde andam o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o sindicato que representa a categoria, Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Mobiliários (STICONCIMO).

 

Esclarecimento da FCC-Tarrio TX-1 Construções Ltda.

Empresa foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores

 Divulgação

Empresa foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores

Informe Publicitário

A FCC-Tarrio TX-1 Construções Ltda. torna público esclarecimentos sobre o envolvimento do nome da empresa com questão trabalhista de funcionários de uma das suas terceirizadas, amplamente divulgada pela imprensa local nos meses de maio e junho deste ano.

NOTA NA ÍNTEGRA


Recentemente, a FCC TARRIO TX-1 CONSTRUÇÃO LTDA., empresa do grupo espanhol FCC Construcción, que opera no segmento de obras de infraestrutura em todos os continentes, e que hoje é a responsável pela construção do quebra-mar no terminal 1 do Porto do Açu, teve o seu nome relacionado com uma questão trabalhista, na qual foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores.

O fato é que a FCC-Tarrio foi envolvida neste cenário por uma de suas terceirizadas, não sendo, assim, responsável de forma direta pelos problemas criados por esta empresa, que por sua vez, para cumprimento do escopo contratual de montagem de estruturas metálicas, teve autonomia total na administração das suas atividades, incluindo-se a contratação de pessoal e fornecedores.

Prejudicados, já que não receberam pagamentos de salários, direitos trabalhistas e multas rescisórias desta empresa, dezenas de trabalhadores realizaram manifestações e acionaram o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Mobiliários (STICONCIMO).

Além do transtorno causado aos funcionários, diversos fornecedores do ramo de hotelaria e restaurantes também não receberam da empresa os pagamentos pelos serviços prestados e sentiram-se no direito de também manifestarem pelo recebimento de seus débitos.

Apesar de a FCC-Tarrio juridicamente não ser obrigada a arcar com os danos causados por esta empresa, uma vez que a responsabilidade pelos compromissos assumidos ser somente da terceirizada, decidiu, em prol do bem estar da população de São João da Barra e região, honrar com todos os pagamentos atrasados e devidos aos trabalhadores, assim como saldar débitos de grande parte dos fornecedores.

“Embora a responsabilidade dos pagamentos pertencerem a esta empresa terceirizada, nós, da FCC-Tarrio, muito mais preocupados com o bem-estar dos trabalhadores e fornecedores, resolvemos arcar com as despesas, que acumulou custos consideráveis. A nossa prioridade naquele momento foi realizar o pagamento dos funcionários e, posteriormente, baseados em lista gerada pela empresa terceirizada, acertar os débitos com os fornecedores”, explicou o gerente de Recursos Humanos da FCC-Tarrio Francisco Gandra.

Em coerência com o discurso de Gandra, Weliton da Fonseca, dono do restaurante Boi Grill, em São João da Barra, ratifica ter recebido suas pendências financeiras geradas pelo não pagamento da terceirizada: “A terceirizada, cujo nome prefiro não citar, nos contratou para fornecermos alimentação aos seus funcionários. Mas, após semanas de fornecimento, esta empresa não honrou com os compromissos. Fomos procurados por alguns representantes da FCC-Tarrio e conseguimos receber tudo aquilo que era nosso por direito. Eu só tenho elogios a fazer, pela transparência e respeito que fomos tratados. Nossas portas sempre estarão abertas para a FCC-Tarrio”, afirma Weliton.

Sobre a FCC-Tarrio


A FCC-Tarrio iniciou suas atividades no Porto do Açu terminal 1 em janeiro de 2013 com o objetivo principal de construir a estrutura de quebra-mar que possibilitará a atracação de navios de grande porte, os quais facilitarão as importações e exportações de comodities (especialmente minério de ferro e petróleo), produtos estes tão importantes para o desenvolvimento da região, do Estado e até mesmo do País.

Hoje, no Porto do Açu, a empresa conta com 650 colaboradores na sua folha de pagamento e 780 funcionários contratados pelas suas 24 terceirizadas, totalizando, assim, 1430 trabalhadores envolvidos diretamente no projeto.

“O foco principal da empresa é primeiramente honrar com todos os seus compromissos assumidos com seus colaboradores, fornecedores e cliente, priorizando a segurança no trabalho, a qualidade e o prazo de execução dos serviços. Nos sentimos honrados em poder participar de tão importante empreendimento, o qual trará inúmeros benefícios a toda região”, afirma o diretor do projeto, Antonio Piqueras.

A FCC-Tarrio está à disposição da população para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.

FONTE: http://ururau.com.br/cidades46168_Esclarecimento-da-FCC-Tarrio-TX-1-Constru%C3%A7%C3%B5es-Ltda.

O DIÁRIO: Estudantes da Uenf vão pressionar Pezão


Carlos Emir
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Estudantes da Uenf vão para o Rio de Janeiro

Estudantes da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) estão organizando um ato, no próximo dia 2, em frente ao Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, para pressionar o governador Luiz Fernando Pezão a aprovar a emenda, já votada e aprovada na Alerj, que prevê R$ 2,647 bilhões em orçamento para as universidades estaduais, os cursos de ensino superior da Faetec e da Fundação Cecierj em 2015. A verba é duas vezes maior que a aprovada para este ano.

A manifestação acontecerá em frente ao Palácio das Laranjeiras. Será disponibilizado um ônibus para transportar os alunos. A saída, no dia 2, está marcada para às 9h. A concentração acontecerá em frente ao prédio CCH.

Entre as universidades contempladas pela emenda estão, além da Uenf, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e o Centro Universitário Estadual da Zona Oeste. No caso da unidade de Campos, o aumento de verba pode vir para atender a necessidades dos estudantes. “A necessidade de aumento do orçamento é real. Temos reivindicações antigas que nunca saíram do papel por falta de dinheiro. O governador sabe das nossas necessidades! Ainda assim, fazemos questão de ir até lá para lembrá-lo. Afinal, sabemos que as mobilizações têm grande força”, disse o diretor do Diretório Central de Estudantes (DCE) da Uenf, Bráulio Fontes.

Alerj – A emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015, propõe que o governo aplique 6% das receitas tributárias líquidas no Ensino Superior. Em 2014, as universidades fluminenses receberam 2,67% das receitas líquidas do estado.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/estudantes-da-uenf-vao-pressionar-pezao-12747.html

 

 

http://www.odiariodecampos.com.br/estudantes-da-uenf-vao-pressionar-pezao-12747.html

(Des) governo Pezão/Cabral asfixia financeiramente a UENF

Que a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) vem sofrendo um processo de sabotagem financeira por parte do (des) governo do Rio de Janeiro, eu e o resto da comunidade universitária já sabíamos. Mas agora me chegaram dados sobre a liberação orçamentária que são esclarecedores do real tamanho do problema.

Segundo fontes bem informados da situação financeira da UENF, a partir do ano de 2013, o (des) governo Pezão/Cabral modificou o sistema de liberação de cotas do orçamento da UENF. Até 2012 ocorriam 4 liberações trimestrais ao longo do ano, com 25% do orçamento cada. No modelo adotado a partir do ano passado, ficavam previstas cotas crescentes de liberação, na seguinte sequência: 20%, 20%, 30% e 30%. Isso gerou sérios problemas já no ano de 2013, pois conduziu à falta de recursos no primeiro semestre, com liberações de recursos que eram insuficientes para a UENF honrar os compromissos de seu funcionamento rotineiro. O pior é que no segundo semestre de 2013, as parcelas de 30% sofreram um novo contingenciamento, o que deixou vários pagamentos por serem feitos em 2014.

 Mas numa prova do que aquilo que está ruim ainda piorar, no ano de 2014, a situação é ainda mais grave. É que no atual ano, o (des) governo Cabral/Pezão liberou apenas 12% das cotas do orçamento no primeiro trimestre, e 15% no segundo trimestre. Em suma, a UENF recebeu permissão até o mês de junho para gastar apenas 27% do orçamento aprovado na ALERJ!

A questão é que com a volta às aulas, e o aumento do custo operacional com água, luz e telefone, esse rombo vai aumentar ainda mais! E a informação que eu tenho é várias prestadoras de serviços terceirizados já estão há vários meses sem receber os devidos repasses por parte da UENF.

E o que me causa espécie nisso tudo é que não só a reitoria da UENF não informe a comunidade universitária sobre essa situação e, tampouco, informe a sociedade do grave problema financeiro que está sendo imposto por esse (des) governo. É por essas e outras que na última audiência da Comissão de Educação que tratou do funcionamento da FAPERJ, a posição dos porta-vozes da reitoria da UENF de louvar os recursos entregues via FAPERJ causou espécie e irritação nos deputados presentes.

Mas uma coisa é certa: a situação financeira da UENF é crítica e a tendência é piorar até o final de 2014!

 
 

Acessos ao Porto do Açu amanhecem novamente fechados pelos trabalhadores

porto

Acabo de receber informações vindas do V Distrito de São João da Barra que está em curso um novo trancamento das vias de acesso ao Porto do Açu. Se isto se confirmar, restará saber qual foi a razão para mais essa manifestação dos trabalhadores. Uma coisa é certa: nem tudo anda tão calmo nas obras do porto que o ex-bilionário Eike Batista seria a “Roterdã dos trópicos”. 

Por outro lado, eu não ficaria surpreso se mais esse fechamento dos acessos aos Porto do Açu envolvesse não apenas questões salariais, mas também problemas relacionados às condições em que os trabalhadores estão vivendo. 

Agora vamos esperar que as informações comecem a fluir para sabermos o que de fato causou mais este lacramento do Porto do Açu. Uma coisa é certa: a Prumo vai ter que trabalhar duro, me perdoem o trocadilho, para as coisas não saírem de vez do prumo.