O Jornal Valor Econômico publicou hoje uma matéria (veja síntese abaixo) mostrando que Eike Batista possui atualmente apenas R$ 2 bilhões em ações de suas antigas empresas, o que representa um impressionante decréscimo dos estimados 70 bilhões de dólares que chegou a possui. E mais, a matéria aponta para o fato de que Eike, mesmo após cortar na própria carne, continua com problemas para equacionar o pagamento de suas dívidas.
Apesar do Valor Econômico sinalizar que o Grupo EBX já passou por seu momento mais agudo, todas as sinalizações que são atualmente emitidas pela economia mundial apontam para o fato de que Eike ainda poderá ficar ainda mais pobre ao longo de 2014.
Fortuna de Eike encolhe e suas ações valem R$ 2 bilhões na bolsa
Eike Batista iniciou 2014 assim como terminou 2013: vendendo participações em empresas para levantar recursos. Conforme as últimas notícias, em dezembro vendeu sua fatia na BRIX, bolsa de comercialização de energia; e, semana passada, deixou a SIX Semicondutores. A movimentação sinaliza que apesar de ter superado o momento agudo da crise em seu grupo, com soluções mais ou menos drásticas, o empresário ainda não conseguiu equacionar seu endividamento.
Herança de Eike chama a atenção da imprensa internacional. As obras inacabadas
Com o colapso do Império X, obras sociais erguidas com a ajuda de Eike estão deteriorando no Rio
Jornal do Brasil
Além das belezas naturais e monumentais do Rio de Janeiro, outro cenário que despontou recentemente na cidade tem chamado a atenção da imprensa internacional. Os empreendimentos sociais inacabados que ficaram como herança do declínio do Império X, do ex-magnata brasileiro, Eike Batista. Uma reportagem do jornal americano The Wall Street Journal (WSJ), publicada nesta quinta-feira (16/1), enumera obras sociais que foram erguidas com a ajuda financeira de Eike e agora, com o colapso das suas empresas, estão paralisadas ou funcionando com muitas dificuldades.
Um desses empreendimentos é o hospital especializado em cirurgias cardíacas, Pro Criança Jutta Batista. O The Wall Street descreve que este centro médico, criado para atender crianças de baixa renda, ainda “tem cheiro de tinta fresca e piso de espumantes brancos”. No entanto, um estranho silêncio toma conta dos seus largos corredores e os seus sofisticados equipamentos nem saíram da embalagem. Enquanto isso, uma lista de crianças carentes que aguardam atendimento cresce a cada dia no Estado.
Imprensa internacional comenta obras inacabadas deixadas por Eike Batista no Rio
De acordo com a matéria do WSJ, Eike Batista pagou cerca de US $ 15 milhões, quase metade do faturamento total, para ajudar a construir esse hospital, que tem o nome de sua falecida mãe. Logo após o anúncio de falência das empresas do grupo de Eike, as generosas contribuições para a filantropia foram afetadas diretamente. As verbas para o Pró Cardíaco foram cortadas, quando a unidade médica precisava de um adicional de 7000 mil dólares para iniciar as operações. “Estou certa de que se Eike pudesse ajudar, este hospital não seria fechado”, disse ao WSJ a cardiologista pediátrica e fundadora do hospital, Rosa Célia Pimentel Barbosa. E mediante à ruína de Eike, a médica complementou: “Mas eu não iria pedir-lhe mais dinheiro. Ele deu tudo o que tinha comprometido e ainda mais do que pedimos”.
O Wall Street informa que o ex-bilionário lançou um punhado de projetos no Rio, que vão desde o hospital infantil até a limpeza de uma lagoa notoriamente suja localizada no coração da cidade, se referindo à Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul. O texto diz que Eike renovou hotéis históricos, comprou equipamentos e veículos para a polícia do Rio de Janeiro e patrocinou uma equipe de vôlei.
A reportagem do veículo norte-americano esclarece que os empreendimentos enumerados fazem parte do legado da queda do magnata brasileiro, cujos negócios no setor de construção naval e petrolífero entrou em colapso no ano passado, sendo considerado a maior queda empresarial da América Latina. “O declínio do magnata inclui a perda de cerca de US $ 30 bilhões nos últimos dois anos, quando era um dos investidores de alto perfil, atingiu, inclusive o maior fundo de bônus do mundo e os maiores bancos do Brasil. Mas também atingiu as pessoas de meios mais humildes, incluindo alguns no Rio de Janeiro, segunda maior cidade do Brasil e que foi adotada pelo magnata”, ressalta a reportagem.
Na visão do Wall Street, em um país com pouca cultura de filantropia, o ex-piloto e empresário do setor de energia gostava de dizer que ele não só queria ser o homem mais rico do mundo, mas também o mais generoso. Porém, nem todo mundo estava feliz com a sua filantropia. “Ele distribuiu dinheiro para a caridade, mas o dinheiro que pertencia aos acionistas e detentores de títulos”, afirmou ao jornal um dos investidores, Aurélio Valporto, que pretende mover uma ação judicial contra Eike. E Valporto ainda disse: “Não foi o seu dinheiro. Nós demos a ele para investir na produção da empresa”.
Para o secretário de Desenvolvimento econômico, energia, indústria e serviços do Rio, Julio Bueno, a cidade perdeu e o Brasil também. O Wall Street cita que a construção de uma nova sede da Unidade de Polícia Pacificadora do Rio (UPP), na favela do Batan, Zona Oeste da cidade, foi paralisada quando deixou de receber os recursos de Eike Batista. “Empresa de petróleo OGX de Eike Batista concordou em doar cerca de 34.500 mil dólares ao longo de quatro anos para ajudar a reforçar a iniciativa, uma das mais importantes tentativas do Rio de Janeiro para controlar a alta do crime na cidade”, diz o texto.
Segundo o Wall Street, um dos sinais mais visíveis no Rio do colapso da empresa de Eike Batista é o Hotel Glória, um edifício projetado pelo famoso arquiteto Joseph Gire, o mesmo que projetou o Copacabana Palace, para celebrar o centenário da Independência do Brasil, em 1922. Eike Batista comprou o hotel em 2008 por aproximadamente US $ 50 milhões, com a ideia de restaurá-lo antes da Copa do Mundo e das Olimpíadas. No entanto, o trabalho de restauração foi suspenso e Eike está tentando vender o hotel a um novo investidor. E o jornal ainda destaca que os moradores do entorno do Hotel Glória reclamam que o local de trabalho está ocioso, atraindo ratos e mosquitos, bem como moradores de rua, provocando um aumento da criminalidade no bairro.
E o Wall Street continua a descrever o cenário “fantasmagórico” deixado por Eike Batista na cidade. Outro projeto de hotel abandonado é o Hilton Gonçalves dos Santos, um edifício amplo que o ex-bilionário arrendou do Flamengo, clube de futebol carioca. Eike Batista planejava transformá-lo em um hotel de luxo com 452 quartos, também para atender à demanda dos Jogos Olímpicos. Segundo o jornal, a empresa imobiliária que atende Eike está tentando negociações com um número de empresas que podem assumir esse projeto.
Uma das facetas mais obscuras do processo de desapropriação de terras promovido pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN), primeiro em prol do conglomerado do ex-bilionário Eike Batista e agora do fundo estadunidense EIG é a expulsão de agricultores idosos de terras que ocupam historicamente. Apesar de ainda não existir um registro acadêmico, minhas andanças pelo V Distrito de São João da Barra desde 2010 mostram que muitos idosos não resistiram ao estresse e acabaram morrendo de angústia.
Para reforçar essa minha experiência empírica, recebi hoje comentário de um leitor desse blog reagindo à publicação da mensagem que me foi enviada pela Sra. Elza Toledo, filha do agricultor Walter Alves Barreto:
“Li o relato da filha do Sr. Walter e fiquei bastante comovido, pois imagino o sofrimento da família e todas afetadas por essas desapropriações em favor do porto . Além do sr Walter tenho informação de outros casos de infarto . O Sr. Aires Alves também infartou , está hospitalizado . O Sr Amaro Toledo que não teve a mesma sorte e faleceu sábado passado vítima também de infarto e das desapropriações. Esses idosos pagam seus impostos , têm documentação de suas terras e trabalharam a vida inteira para ter uma velhice mais tranquila . O porto é uma grande potência. Não sou contra o desenvolvimento e sim a maneira cruel , desumana, desrespeitosa como vem sido tratado o povo do V Distrito de SJB onde os direitos dos idosos não são respeitados ! Todos tem nomes ! Não são réus ignorados ! ” RESPEITO ” É MUITO BOM !”
Este comentário sintetiza a visão da imensa maioria dos moradores do V Distrito que, embora tenha sido violentamente afetados pelas desapropriações não são contra o porto do Açu. O problema é que todo esse mar de desrespeito não era sequer necessário para a construção do porto, e decorre apenas da especulação de terras que está sendo fomentada pelo (des) governo de Sérgio Cabral às custas da agricultura familiar e de agricultores idosos. Para isso não há outra posição a ser tomada que não seja de registrar e denunciar todos os abusos que estão sendo cometidos contra famílias indefesas.
No dia 07/01 publiquei uma postagem sobre o que eu considerei “esquisitices” que continuam emergindo do processo de desapropriações que foram feitas pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN) citando o caso do agricultor Walter Alves Barreto, cuja advogada desertou a representação do cliente justamente no momento crucial da desapropriação.
Pois bem, hoje recebi o seguinte comentário da senhora Elza Toledo, filha do Sr. Walter Barreto, que julgo meritório de aparecer numa postagem própria e não como um simples rodapé. Eis o que a filha do Sr. Walter nos diz:
“Sou filha do sr Walter Alves Barreto. Meu pai sofreu um infarto . Ficou 6 dias na UTI e 30 dias hospitalizado por conta dessas desapropriações. Agora graças a Deus ele melhorou e está com uso contínuo de remédios. Eu pergunto: Cadê os direitos dos cidadãos ? E os direitos humanos? Grata a quem publicou esta nota!Assim as pessoas tomam conhecimento da verdade sobre as arbitrariedades das desapropriações em torno do Porto do Açu”.
Os fatos aqui são narrados de forma clara e contundente, e a filha do Sr. Walter Barreto levanta questões que deveriam ser respondidas pelos causadores e beneficiários de um drama que se abateu sobre centenas de famílias de trabalhadores.
E que depois não nos venham dizer que aquilo que aconteceu foi só invenção de opositores políticos! Com a palavra os senhores Sérgio Cabral, Eike Batista e Júlio Bueno.
A agência Bloomberg está noticiando que o bilionário argentino Eunerkian está em tratativas para comprar os 33% que o seu outrora companheiro de bilhões Eike Batista dispõe na SI(X) (Aqui!) . Para que não se lembra, a SI(X) é aquela empresa de semicondutores localizada na cidade de Ribeirão das Neves (MG) cuja construção está sendo custeada com um generoso financiamento do BNDES.
Essa desnacionalização da SI(X) é apenas mais uma das muitas que a derrocada do conglomerado de Eike Batista causou. Esse aspecto, que tem sido pouco debatido, é a faceta mais óbvia de um processo de desnacionalização de áreas estratégicas da economia brasileira. E a isso, os neopetistas chamam de “neodesenvolvimentismo”. Eu prefiro chamar de recolonização. No caso, da SI(X), os senhores coloniais estão logo ali em Buenos Aires.
Empresário quer evitar ir a julgamento no processo sancionador que investigou irregularidades na divulgação de informações sobre a negociação com a Petronas
Douglas Engle/Bloomberg News.
Eike Batista: empresário manifestou interesse em firmar um termo de compromisso com o regulador do mercado brasileiro em 2 de dezembro
Rio – O empresário Eike Batista desistiu de buscar um acordo junto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para evitar ir a julgamento no processo sancionador que investigou irregularidades na divulgação de informações sobre a negociação com a Petronas, em 2013.
Acusado como presidente do conselho de administração da petroleira, Eike manifestou interesse em firmar um termo de compromisso com o regulador do mercado brasileiro em 2 de dezembro, a exemplo dos demais envolvidos no caso. No entanto, a defesa do empresário voltou atrás no dia 6 do mesmo mês.
A alegação é que ele não incorreu na irregularidade que lhe é imputada pela CVM: não agir para divulgar a informação relevante frente à omissão do então diretor de Relações com Investidores da companhia, Roberto Monteiro.
“Diante da situação financeira em que a OGX se encontrava, não restava à administração da companhia outra opção, se não o sigilo das conversas que mantinha com a Petronas, ante a necessidade de fechar o negócio. A conclusão dessa operação era uma das poucas saídas que os administradores da OGX avistavam na época, e não podiam correr o risco de não a concretizar”, diz o documento assinado pelo advogado Darwin Corrêa, do escritório Paulo Cezar Pinheiro Carneiro (PCPC).
A tese de que não se poderia exigir conduta diversa naquela situação também é usada na defesa de outros cinco executivos acusados – José Roberto Faveret, Luiz Carneiro, Paulo Guimarães, Reinaldo Belotti e Roberto Monteiro – conduzida por outra renomada banca, a Carvalhosa e Eizirik. Os juristas se apoiam no acordo de exclusividade firmado com a Petronas. O documento consta do processo e exigia confidencialidade sob risco de perda do negócio.
Assessorado pelo Motta, Fernandes Rocha Advogados, o empresário tunisiano Aziz Bem Ammar, ex-conselheiro da OGX, diz que esteve na Malásia, de abril a maio de 2013, conduzindo a principal fase de negociações com a Petronas. Por isso, alega, não manteve contato com diretores e conselheiros, nem recebeu demandas da CVM. À exceção de Eike, todos os executivos deverão propor acordos à CVM.
Empresa fundada por Eike Batista efetuou o pagamento de uma das parcelas para a Queiroz Galvão e afirmou que quitará as próximas da mesma maneira
Paula Bezerra, de,
REUTERS/Ricardo Moraes
Empresário Eike Batista, fundador da OGX: empresa efetuou o primeiro pagamento para a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP)
São Paulo – A Óleo e Gás Participações, antiga OGX, quitou a primeira, de três parcelas em atraso nos campos de Atlanta e Oliveira, na Bacia de Santos, que juntas somam mais de 70 milhões de reais.
De acordo com a assessoria de imprensa da petroleira fundada por Eike Batista, as demais parcelas também serão pagas da mesma forma.
Em novembro, a Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), operadora do bloco BS-4, afirmou que a OGX deixou de cumprir o pagamento de investimento de recursos, realizado entre os meses de novembro e dezembro.
Se a petroleira não honrar a dívida do consórcio, poderá perder um dos acordos mais valiosos para a empresa.
Recuperação judicial
Em outubro do ano passado, a petroleira entrou com pedido de recuperação judicial, com dívidas de 11,2 bilhões de reais, uma das maiores já registradas na América Latina.
Previsões da companhia apontam que até março a ex-OGX poderá se livrar da condição de recuperação judicial. Isso porque, a empresa conseguiu fechar um acordo com seus credores, que converterão a dívida de aproximadamente 5,8 bilhões de dólares em uma participação acionária na companhia.
Pelo acordo, os detentores dos bônus terão o direito de participar de um empréstimo de entre 200 milhões a 215 milhões de dólares, para manter a empresa com em operação, de acordo com um comunicado da companhia.
O ano é novo, mas os problemas de Eike Batista são velhos. Ao entregar a ex-OGX para seus credores em troca do perdão de dívidas bilionárias, Eike “só” se esqueceu de combinar o jogo com os acionistas minoritários que agora prometem entrar com mais um processo judicial para defender seus interesses.
O interessante nisso tudo é que apesar de Eike Batista estar demonstrando uma bela capacidade de se livrar dos bilhões de papagaios que acumulou por causa do colapso financeiro do seu Grupo EBX, os acionistas minoritários estão provando ser uma tremenda pulga na cueca, assim por dizer.
E por isso que 2014 está começando com a maior cara de ano velho para Eike.
Em disputa 1
Dívida com os credores ou com a empresa?
O grupo de minoritários da OGX que já move uma ação na Justiça contra Eike Batista, seu pai, Eliezer Batista, e a CVM vai entrar, agora, com outro processo, desta vez contra Eike e os credores da petroleira.
Na véspera de Natal, foi anunciado um acordo pelo qual o ex-bilionário entregou a companhia aos credores em troca de novos aportes financeiros e do perdão de uma dívida de 1 bilhão de dólares que tinha com a OGX.
Do outro lado da negociação estavam os fundos americanos Blackrock e Pimco, que também serão alvo da ação dos minoritários. Segundo os minoritários, a dívida de Eike é com a empresa e não com os credores.
Eike Batista foi quem mais perdeu fortuna em 2013, diz Bloomberg
A agência Bloomberg afirmou que o empresário brasileiro Eike Batista foi quem mais perdeu fortuna em 2013 após ver seu patrimônio líquido cair cerca de US$ 12 bilhões durante o ano.
Conforme a publicação, a OGX Petróleo, que o tinha transformado no homem mais rico do Brasil em 2011, entrou com pedido de recuperação judicial em outubro e segue tentando evitar a falência.
Batista era a oitava pessoa mais rica do mundo em março de 2012, e agora tem um patrimônio líquido negativo, de acordo com o ranking da Bloomberg.
Conforme Elad Revi, analista de investimentos da Spinelli SA, em uma entrevista concedida no dia 26 de julho em São Paulo, a perda de credibilidade do empresário é explicada por não entregar os resultados prometidos quando ele listou suas empresas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
“Houve uma reação em cadeia: ele perdeu a credibilidade em uma empresa e então em todas elas”, comentou.
Eike vende sua parte na BRIX, sua bolsa de energia elétrica
Em meados de dezembro, empresário teria vendido seus 20% na companhia a seus sócios
Saulo Pereira Guimarães, de
Matt Cardy/Getty Images
Fundada por Eike em 2011, BRIX foi pensada para ser plataforma de negociação de energia elétrica
São Paulo – Eike Batista vendeu sua participação na BRIX, plataforma de negociação de energia elétrica fundada por ele em 2011. A informação saiu hoje no Valor Econômico.
Confirmada pelo presidente Levindo Santos, a transação teria acontecido em meados de dezembro e não teve valores divulgados. Os compradores da fatia de Eike teriam sido os próprios sócios da empresa.
De acordo com o Valor, são eles: Josué Silva (presidente do conselho da Coteminas), Roberto da Costa (ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários), Marcelo Parodi (um dos donos da Compass Energia) e a companhia IntercontinentalExchange.
Em julho, Marcelo Mello já havia deixado a presidência da empresa em função de uma “reestruturação organizacional”.