Pauta bomba na Alerj dá os indícios de como o PMDB faliu o Rio de Janeiro

pauta bomba

AS MALDADES DA SEMANA NA ALERJ!

Pelo mandato do deputado estadual Eliomar Coelho (PSOL)

Os servidores do estado estão ameaçados de terem o salário, que já está sendo pago quase no meio do mês, parcelado. A educação, a saúde e a segurança pública vivem um caos sem investimento.
Enquanto isso, o governo quer aprovar essa semana três projetos que são contrários aos interesses da população do estado.

A bancada do PSOL Rio de Janeiro vai se manter firme na resistência a esses absurdos.

São eles:

PLC 10/2015:

Dispõe sobre a Região Metropolitana, criando a sua Agência Executiva. No nosso entender, do jeito que está, se trata de um cartório de projetos dos grandes jogadores da economia fluminense, sem um mínimo de transparência, muito menos controle social sobre serviços essenciais.

Mais uma vez, o Governo do Estado trabalha no sentido de cristalizar as estruturas que já se verificaram ineficientes e socialmente injustas na gestão de tais serviços

PL 1561/2016

Autoriza o governo a pegar empréstimo de até R$1 BILHÃO para concluir a obra da fajuta Linha 4 do Metrô (obra orçada inicialmente em R$5,6 BILHÕES e que pode custar no final mais de R$10 BILHÕES).

O projeto vai endividar ainda mais um estado já atolado em dívidas por uma obra que já deveria ter sido inaugurada em 2015. Além disso, há denúncias de forte corrupção nessa obra, feita por empreiteiras como a Odebrecht.

PL 1251/2015:

Institui uma série de mudanças na previdência, trazendo uma série de restrições ao direitos dos servidores como

-Revoga a obrigatoriedade do pagamento dos benefícios
previdenciários seguir o mesmo calendário dos servidores ativos.

-Acaba com as aposentadorias integrais em casos de doenças crônicas e deficientes.

-Acaba com pensão por morte para filhos universitários entre 21 e 24 anos.

-Altera o critério de pensão para expectativa de sobrevida ao cônjuge ou companheiro, tendo como critério mínimo 2 anos de casamento ou união estável e 18 meses de contribuição. Esta alteração, que foi feita pela União, não precisava ser feita no Estado, pois o Estado tem competência para legislar sobre o seu regime próprio.

FONTE: https://www.facebook.com/eliomarcoelho/photos/a.458709430830745.92883.442179582483730/999485306753152/?type=3&theater

Crise no Rio de Janeiro: em mais uma prova da seletividade, (des) governo Pezão entrega milhões para um torneio de tênis

Em plena crise, sem conseguir pagar os servidores, com a saúde em estado lastimável e sem investimentos em educação, o (des) governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando pezão, abriu mão de mais de R$9 MILHÕES para um torneio internacional de tênis. As isenções saíram da secretaria do filho do ex-governador Sérgio Cabral.

E os beneficiários dessas isenções: CLARO, ORTOBOM E AMBEV.  A imagem produzida pelo mandato do deputado estadual Eliomar Coelho (PSOL) mostra de forma didática a distribuição de mais essa “generosidade” do (des) governo Pezão com o dinheiro público.

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Agora, prezados leitores deste blog, a propalada crise que impede o pagamento de salários de servidores e o correto financiamento de hospitais, escolas e universidades é seletiva ou não?

Greve dos ônibus: vereador Eliomar Coelho (PSOL) usa Facebook para exigir dados da Rio Ônibus

Vereador e Rio Ônibus travam duelo pelo Facebook

Por: Fabiana Paiva
Vereador faz perguntas ao Rio Ônibus pelo Facebook
Vereador faz perguntas ao Rio Ônibus pelo Facebook Foto: Reprodução do Facebook

Em meio ao furacão pela greve dos rodoviários, a Rio Ônibus tentou se defender comentando um post no Facebook do vereador Eliomar Coelho (PSOL).

Retrucando o apoio do vereador ao movimento, o sindicato que representa os consórcios disse que preza pela transparência, que isenção de impostos é uma tendência dos governos estaduais e indicou acesso ao site do Rio Ônibus para ter as planilhas e entender a composição tarifária.

Mas o sindicato não sabia com quem estava se metendo. Ao apregoar sua transparência, abriu a porta para o vereador fazer as perguntas que, sem sucesso, tenta há anos pedir à Prefeitura do Rio.

“Certos do vosso compromisso com a verdade e a transparência, solicitamos, publicamente, os seguintes dados e informações:

– Extratos mensais de utilização do RioCard, segundo o tipo de cartão (RioCard VT, RioCard Expresso, Integrações, eventos, BUC etc.), para as linhas operadas por empresas vinculadas ao sindicato RioÔnibus, a partir de 11/2010 até 04/2014;

– Receitas com vendas de bilhetes, (re)cargas nos cartões e outras taxas operacionais cobradas dos clientes segundo o tipo de cartão (RioCard VT, RioCard, RioCard Expresso, Integrações, Eventos, BUC etc.), série histórica completa desde a implantação da bilhetagem eletrônica;

– Número de cartões emitidos, cancelados e em uso por ano, por tipo (incluindo gratuidades e rodoviários). Série histórica completa desde a implantação da bilhetagem eletrônica para as linhas operadas por empresas vinculadas ao sindicato RioÔnibus;

– Cópias de inteiro teor dos estudos de Demanda e de Intervalos Máximos elaborados por este sindicato, entre 2008 e 2012;

– Arquivos georreferenciados, compatíveis com a base cartográfica do município. Arquivos digitais preferencialmente em formato Shapefile (.SHP) de todas as linhas e respectivos itinerários operados por empresas filiadas ao RioÔnibus;

– Planilha eletrônica contendo dados de todas as linhas (indicando o número, vista origem, vista destino, descrição do itinerário, frota determinada, frota operacional média, padrão do material rodante, intervalo máximo e capacidade nominal de ocupação segundo cada faixa de horário);

– Cópias de inteiro teor de todos os atos administrativos que deram origem à criação, alteração e extinção de linhas sob o atual regime de contratação;

– Memorial descritivo do sistema de controle operacional por GPS, indicando as tecnologias utilizadas, tipos de relatórios emitidos, frequência de utilização e metodologias de análise;

– Relação de multas (administrativas e de tráfego) recebidas pelos consórcios desde 01/01/2011, cópias dos relatórios de fiscalização realizados;

– Balancetes mensais de cada empresa operadora e de cada consórcio desde o início do atual regime de concessão;

– Balanços contábil e patrimonial e o Demonstrativo de Resultados Financeiros (DRF) de cada empresa operadora e de cada consórcio desde o início do atual regime de concessão;

– Documentos de constituição e última eleição de diretoria das 4 empresas vinculadas à RioÔnibus (RioPar Participações S/A, RioCard Administradora de Cartões e Benefícios S/A, RioCard TI, RioTerminais, MovTV e SPTA);

– Balancetes mensais e balanços anuais das empresas integrantes do sistema RioCard, desde sua criação (RioPar Participações S/A, RioCard Administradora de Cartões e Benefícios S/A, RioCard TI, RioTerminais, MovTV e SPTA);

– Extratos mensais de utilização do RioCard, segundo o tipo de cartão (RioCard VT, RioCard Expresso, Integrações, eventos, BUC etc.), para as linhas operadas por empresas vinculadas ao sindicato RioÔnibus, a partir de 01/Janeiro/2011 até 30/abril/2014.

Saudações transparentes, Vereador Eliomar Coelho”

Agora é esperar para ver se, desta vez, as respostas virão.

FONTE: http://extra.globo.com/noticias/extra-extra/vereador-rio-onibus-travam-duelo-pelo-facebook-12487598.html#ixzz31kfQFWoA