Latuff: professor é profissão em extinção no Brasil

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Na arte do cartunista Carlos Latuff, a rara espécie brasileira, o professor; profissionais das redes municipal e estadual decidiram nesta quinta-feira manter a greve iniciada há dez dias no Rio, em protesto por melhores salários e condições de trabalho.

FONTE: http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/140841/Latuff-professor-%C3%A9-profiss%C3%A3o-em-extin%C3%A7%C3%A3o-no-Brasil.htm

Governo norte-americano reconhece que abelhas estão morrendo a uma taxa alarmante

Por Fabiano Ávila do Instituto CarbonoBrasil

Um novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apontou que o atual ritmo de mortes de abelhas durante o inverno é preocupante e está insustentável economicamente para os apicultores.

De acordo com os dados levantados, 23,2% das Apis mellifera, que são as abelhas domesticadas para a fabricação de mel, do país morreram durante o inverno de 2013/2014. Um número muito acima da taxa de mortes que os apicultores consideram como o máximo aceitável para que a sua atividade seja viável economicamente, algo em torno dos 18%.

Além de ser um problema para os apicultores, o desaparecimento das abelhas significa uma grave crise ambiental e um problema para várias culturas agrícolas, que precisam delas como agentes polinizadores.

“Populações saudáveis de polinizadores são essenciais para a economia agrícola. Apesar de estarmos felizes com a diminuição de mortes, as perdas ainda são muito altas e temos que trabalhar para diminuí-las”, afirmou Tom Vilsack, secretário de Agricultura dos EUA, destacando que houve uma redução de 7,3% com relação aos 30,5% de mortes registradas em 2012/2013. 

Segundo Jeff Pettis, coautor da pesquisa e membro do Serviço de Pesquisas Agrícolas dos EUA, não foi possível identificar os fatores por trás das mortes e nem porque o número caiu com relação ao inverno anterior.

“Flutuações anuais como esta mostram como é complicado acompanhar a saúde das abelhas, que podem estar sendo afetadas por vírus, parasitas, problemas de nutrição – relacionados com a falta de diversidade de pólen – e pesticidas”, explicou Pettis.

Neonicotinoides

Um outro estudo, divulgado no último dia 9, demonstrou que neonicotinoides, que são amplamente utilizados nos EUA, são danosos para as abelhas.

Conduzido por pesquisadores da Universidade de Harvard, o trabalho salienta que esses pesticidas provocam o chamado Distúrbio do Colapso das Colônias (DCC), processo pelo qual abelhas abandonam sua colmeia sem aparente razão e acabam morrendo.

“Demonstramos mais uma vez, com alta probabilidade, que os neonicotinoides podem ser responsáveis por casos de DCC”, disse Chensheng Lu, um dos autores do estudo.

Lu e sua equipe observaram durante o inverno o comportamento de abelhas em colméias de regiões próximas às plantações onde eram utilizados neonicotinoides, e concluíram que a taxa de DCC foi 50% maior nessas colméias do que em outras localidades.

“Apesar de termos demonstrado que existe uma associação entre os neonicotinoides e a morte de abelhas, novos estudos deverão ser feitos para elucidar como funciona esse mecanismo e qual seria a quantidade de pesticida necessária para provocar o DCC. Esperamos conseguir reverter a tendência de perda de abelhas”, concluiu o pesquisador.

FONTE: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias6/noticia=737109

Alerj com projeto de lei para extinguir a FENORTE

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O movimento de greve que ocorre no campus da UENF já teve um primeiro resultado. No dia de ontem a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro deu início ao trâmite do projeto de lei No. 2972/2014 de autoria do deputado Comte Bittencourt que extinguirá a Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE) com seus servidores sendo transferidos para a UENF. Agora só falta aprovar e enviar para assinatura do (des) governador Luiz Fernando Pezão para que os grevistas da FENORTE obtenham a parte mais substancial de suas demandas. Depois certamente eles vão querer ver resolvida a questão das perdas salariais, mas já como servidores da UENF.

Abaixo o extrato do Diário Oficial do Rio de Janeiro em que consta a aprovação do projeto de lei No. 2972/2014.

 

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A FENORTE e seu exército de 40 cargos comissionados : extinção é a melhor solução

 

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Pelo que já pude observar a “Carta Aberta” que o deputado Roberto Henriques (PSD) enviou ao (des) governador Sérgio Cabral  pedindo a transformação da Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE) em uma secretaria voltada para o desenvolvimento regional do norte e noroeste fluminense está causando um belo rebuliço nas hostes cabralistas em Campos dos Goytacazes. O engraçado é que alguns críticos da proposta, sempre tão ciosos do uso do dinheiro público quando o alvo é o grupo político do ex-governador Anthony Garotinho, não hesitam em sentar o porrete no deputado Roberto Henriques por ele propor um fim digno para uma fundação que, convenhamos, perdeu seu sentido de existência em 2001 quando a Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) conseguiu se tornar uma pessoa jurídica autônoma.

De lá para cá, o que se viu (ao menos para quem que, como eu, vai ao campus da UENF todos os dias) num belo cabide de cargos comissionados, normalmente para aliados políticos que perderam ou não conseguiram mandato nesta ou naquela eleição. A FENORTE, digamos assim, se tornou um lugar para aqueles que a população decidiu não dar ou renovar mandatos. E é óbvio que 40 cargos comissionados são um ótimo estoque para a distribuição de carinhos para apadrinhados políticos que se prestam nos momentos eleitorais a defender aquele que lhes dá o ganho extra numa fundação onde, como bem resumiu Roberto Henriques em sua missiva a Cabral, a presença da maioria dos ocupantes dos cargos comissionados é, no mínimo, “infrequente”.

Aliás, quando a Associação de Docentes da UENF (ADUENF) foi consultada pelo deputado Comte Bittencourt (PPS) sobre a possível extinção da FENORTE, respondemos que éramos a favor da migração daqueles servidores que quisessem trabalhar na UENF, desde que os famosos 40 cargos fossem sumariamente extintos em nome do interesse público. E aqui há um ponto que precisa ser esclarecido. Os servidores da FENORTE que prezam seus cargos públicos querem a extinção da FENORTE,e um número significativo deles quer se mudar de mala e cuia para a UENF, onde poderão finalmente fazer algo útil em prol da sociedade fluminense. E ciente disso, sou não apenas a favor da posição da ADUENF, como espero que a vontade dos servidores da FENORTE que querem vir para a UENF seja respeitada.

Para mim está claro que com a extinção da FENORTE, todos ganhariam, principalmente a população da nossa região que vê na UENF uma garantia real de desenvolvimento. E eu acrescento: o quanto antes, melhor!