Em Campos dos Goytacazes, tiraram Garotinho e colocaram o Garotão

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Caminhando hoje no centro para acompanhar a manifestação realizada pelo Sindicato dos Bancários e que contou com a participação de servidores da Faetec e da Uenf,  tive um desses encontros casuais com um cidadão que não conheço. 

De pronto ele me disse “pode dizer (suponho que na manifestação”) que aqui em Campos tiraram o Garotinho e colocaram o garotão”. 

De pronto, respondi ao meu interlocutor desconhecido “olha que eu não tinha pensado nisso antes”, no que ele me respondeu “pode usar quanto quiser”.

Pronto, usei!

A dívida do Rio de Janeiro é quase 3 bilhões, mas sobre isso ninguém por aqui parece quer falar

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Eu não sou nem de perto um apoiador das políticas e práticas do grupo político comandado pelo Sr. Anthony Garotinho. No plano da Prefeitura de Campos, vejo a ação dos Garotinho como, no mínimo, paroquial e atrelada a uma visão de mundo que os torna prisioneiros de interesseiros políticos que ocupam cargos relevantes sem ter muito o que propor. 

Mas o espaço deste blog tem sido pouco usado para criticar Anthony Garotinho e a forma de governar do seu grupo político. É que já existem tantos blogs fazendo isso que eu me arriscaria a ser apenas mais um na multidão se centrasse o que publico na arte de jogar pedra e tudo o que vier na mão contra Garotinho e seu modus operandi. Para isso há gente mais ressentida e magoada que possui uma sede insaciável de sangue. Mas para ser justo, Garotinho também não leva desaforo para casa e sempre parece conseguir revidar com mais pontaria e intensidade nos seus muitos adversários locais. Tampouco é raro ver mudanças incríveis de lado, onde quem odeia hoje é o que ama Garotinho amanhã, e vice-versa.

Nada disso para dizer a verdade me importa, pois considero isso como um resultado inevitável da política paroquial, onde não raro há parentes e contraparentes envolvidos, o que sempre traz uma pitadinha a mais de novo. Algo que deixaria os Borgia roxos de inveja.

Na verdade o que me motiva aqui é notar, mais uma vez, como a crítica furibunda contra Anthony Garotinho não chega nem perto de ser aplicada ao Sr. Luiz Fernando Pezão e seu Sancho Pança, o ex-(des) governador Sérgio Cabral. Por exemplo, fala-se muito da crise financeira que a Prefeitura de Campos está passando ,mas a omissão é quase completa quando se trata do mega rombo de quase R$ 3 bilhões em que foram afundados os cofres estaduais. As evidências são de casos incríveis de, pelo menos, descuido no uso do dinheiro público. Mas aqui na planície dos Goytacazes, essa situação parece nem existir, a despeito dos graves problemas que afetam, por exemplo, a Universidade Estadual do Norte Fluminense que hoje amarga todo  tipo de débitos que colocam em risco o seu funcionamento ao longo de 2015.

Para mim esse tratamento desequilibrado evidencia que precisamos tomar cuidado com certas gritarias sobre corrupção e incompetência, pois para terem um mínimo de credibilidade teríamos que ter exibido um mínimo de equilíbrio no tratamento dos problemas rondando não apenas a Prefeitura de Campos, mas também o Palácio Guanabara. Até lá, eu que não estou do lado de qualquer dessas facções, vou apenas me restringir a apontar esse paradoxo. 

Humildes dicas para o deputado Anthony Garotinho ajudar a melhorar o lugar de Campos no ranking no IDEB

Agora que eu ouvi que o deputado Anthony Garotinho decidiu passar mais tempo na nossa cidade depois de encerrar seu mandato na Câmara Federal, ponho-me no papel de dar uma singela dica para que ele use seu tempo para livrar a cidade do Campos dos Goytacazes do pouco honroso posto em que se encontra no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

Eu começo a dica postando a capa de um guia de professor que foi produzido pelo “Centro de Excelência de Educação Expoente Desenvolvimento  de Produtos Pedagógicos“, que se localiza na região central da capital do meu estado natal, Curitiba!

guia professor

 

Este guia me foi entregue por uma professora da rede municipal de Campos dos Goytacazes, que se mostrou indignada em ter que usar um material que, segundo ela, é de baixa qualidade e que custaria caro aos cofres públicos municipais. Apesar do livro em questão não ser da minha área de formação, alguns detalhes neste guia me chamaram a atenção: 1. o mesmo não possui ficha catalográfica, 2.  a autoria do material é anônima!

Então qual é a dica para o deputado Anthony Garotinho: não seria melhor rever a fonte do material didático que está sendo usado, até que se saiba quem e onde efetivamente esse material foi produzido? De quebra, enquanto estiver em Brasília, o nobre deputado poderia dar uma passadinha no Ministério de Educação e Cultura (MEC) para ver de perto as diversas opções que são oferecidas em termos de livros didáticos pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). 

As crianças de Campos certamente agradecerão. E, sim, as finanças municipais também!

Sistema eleitoral corrupto e seus filhotes macabros

Há muita gente hoje olhando para alguns dos nomes eleitos com votação expressiva e deixando o queixo cair de perplexidade. É que ver figuras como Jair Bolsonaro, Celso Russomano, Tiririca e Marco Feliciano como campeões de voto é realmente de deixar qualquer um perplexo. Mas não há como explicar determinadas votações sem olhar para o sistema eleitoral que permite a multiplicação destes casos.  Do pouco que me envolvi nesta eleição pude notar que o atual sistema eleitoral é feito para produzir exatamente este tipo de resultado, já que aliena a maioria do eleitorado a partir de uma boa dose de desigualdade de recursos financeiras combinada com uma ação diligente das classes dominantes para aprofundar o processo de despolitização. É essa despolitização que gera essas vitórias macabras, e não simplesmente o gosto do povo por sofrer.

Assim, culpar a população por eleger este ou aquele político que irá contribuir para a formulação de políticas anti-trabalhadores sem questionar o sistema eleitoral é culpar a vítima, e não o culpado. Além disso, não há como culpar a juventude por ter abandonado as ruas, quando a própria presidente Dilma não moveu uma palha em prol da reforma política e, em vez disso, se gabou publicamente da boa colaboração que obteve na repressão às manifestações. E aqui a opção foi clara: deixar o sistema político intacto para continuar aplicando uma política de inserção dependente no sistema econômico global.

Para mim, que já antevia este tipo de votação que deixa muitos perplexos, há que se olhar para os bons exemplos que tivemos no Rio de Janeiro, pois estes foram produzidos a partir de um profundo diálogo com a juventude e setores da classe trabalhadora. Esse diálogo que os partidos de esquerda precisam agora aprofundar entre si para que estes exemplos se tornem a principal referência para embates futuros. É que apesar de toda a gritaria que ouviremos nas próximas semanas entre neopetistas e tucanos, a política que eles têm a nos oferecer é justamente aquele que produz filhotes macabros como os que vimos saindo das urnas no Rio e em São Paulo. Já a esquerda precisa reapreender a ter metas estratégicas e visões utópicas, em vez de insistir em ações micro-orientadas para determinar quem fica com o cacife eleitoral do descontentamento informado.

Finalmente, uma pequena referência à derrota de Anthony Garotinho no plano fluminense. Quem quiser descartá-lo precocemente da política brasileira que se cuide, pois avalio que Garotinho sempre soube que tinha chances reduzidas de ir ao segundo turno, mas estabeleceu metas não declaradas que foram cumpridas. Um exemplo disto foi a votação expressiva de Clarissa Garotinho que se firma agora como a estrela mais brilhante da companhia. E tenho certeza que ele olhará com critério os resultados em Campos dos Goytacazes para fazer uma limpeza em seu grupo político, já que muitos se mostram completas inutilidades na hora de brigar por votos que acabaram fazendo uma falta fatal. A ver!

 

Garotinho esnoba Pezão e Crivella, mas morre de medo de Lindbergh

Apesar de ter trocado a militância partidária pelo trabalho acadêmico há quase três décadas, penso que ainda consigo ler os movimentos que os candidatos fazem em períodos eleitorais com alguma clareza. Assim, é que acompanhando as manifestações públicas do ex-governador e candidato que lidera as pesquisas, o deputado federal Anthony Garotinho, eu vejo que o único candidato que coloca muito medo no coração dele é o petista Lindbergh Farias.

Razões para Garotinho temer o desempenho de Lindbergh Farias não faltam. Mais jovem e igualmente carismático, Lindbergh Farias ainda poderá surpreender na reta final de uma campanha que se avizinha ser totalmente atípica por causa do  desarranjo eleitoral causado por Marina Silva. Além disso, mesmo que Lindbergh não cresça o suficiente, sua votação poderá garantir um segundo turno que  Garotinho sabe lhe seria bastante pedregoso. 

Por essas e outras é que Garotinho centra seus ataques mais ferinos em Lindbergh que, lá do seu canto, deve agradecer muito a atenção dispensada. Afinal, como é igualmente esperto, o ex-cara-pintada sabe que Garotinho não é de jogar munição fora. Assim, seguindo a lógica de que ninguém joga pedra em árvore que não dá fruto, Lindbergh deve estar sabendo que nem tudo está perdido como Garotinho querer fazer crer. A ver!

RJ: alianças eleitorais escandalosas mostram centralidade no cenário político nacional

A evolução das chamadas “alianças” que estão juntando gregos, troianos e espartanos, e até os persas em nominatas que olhadas por aqueles que vivem no Rio de Janeiro parecem coisas feita por ETs recém-chegados ao planeta Terra.

Mas num segundo olhar é interessante notar que a confluência heterodoxa que ocorra no Rio de Janeiro está se dando por todo o Brasil, com partidos da base do governo e da dita oposição se misturando como se tudo não passasse realmente de uma suruba ou de um bacanal partidário.

A explicação para tanta liberalidade não está apenas na fraqueza ideológica dos partidos brasileiros ou na fraca institucionalização da democracia brasileira. O problema parece ser mais estratégico, pois o que está se desenhando é a posição que a burguesia brasileira terá para enfrentar uma crise sistêmica do Capitalismo que promete se agravar em 2015. Ai fica a disputa entre o “neoliberalismo” e o “neodesenvolvimentismo” que são apenas duas faces da mesma moeda podre. E nisso tudo, o Rio de Janeiro é o laboratório mais avançado desse redesenho entre quem diz ser de oposição ou de situação.

Felizmente, há algum movimento no que se chama de esquerda e alguns candidatos poderão mesmo sem o horário eleitoral ajudar na consolidação de uma alternativa política aos que está se desenhando por cima.

Uma nota final cabe ao que decidirá o deputado federal Anthony Garotinho. Do jeito que ele é pragmático e sempre olha o tabuleiro político com olhos de Lince, eu não me surpreenderia se ele acabasse no palanque de Lindbergh Farias. Ai é que a coisa ficaria ainda mais heterodoxa. Mas ele também poderá apostar no fenômeno que Brizola causou nas eleições de 1982 e derrotou até a Rede Globo. A ver!

Oposição em Campos: velocidade de lebre para responder provocação, velocidade de tartaruga para criar alternativa política viável a Anthony Garotinho

Eu raramento me dedico a falar da vida político-partidária em Campos dos Goytacazes. Aliás, faz tempo que acho a situação para o grupo do ex-deputado Anthony Garotinho anda tão “dominada” que ele mesmo raramente se ocupa de fazer o que o seu filho Wladimir fez recentemente, qual seja, enfiar o dedo na ferida dos vários agrupamentos que se pretendem oposição ao seu domínio na Prefeitura de Campos dos Goytacazes.

Mas eis que estou acompanhando uma saraivada de respostas tão rápidas quanto duras à previsão que o jovem Garotinho fez sobre a viabilidade eleitoral das candidaturas da dita oposição. Eu chego quase a ficar impressionado com tanta energia e ira que os diversos e múltiplos respondentes vem empregando para falar o contrário do que disse Wladimir Garotinho. 

O problema é que ao se andar pela cidade de Campos, como eu faço regularmente, o que eu vejo é uma profunda antipatia pelo governo estadual e uma aceitação tácita, ainda que muitas vezes desiludida, do fato que quem manda na política local é Anthony Garotinho.

Desta forma, há que se reconhecer a habilidade de Anthony Garotinho de nem precisar se expor ao debate local, deixando para a oposição a cargo daquele filho que nem candidato será. 

Mas o mais lamentável é que a oposição demonstre uma velocidade de lebre para responder a um simples prognóstico sobre chances eleitorais, e utilize a velocidade de tartaruga para apresentar um programa de ação política que nos retire da mesmice que mistura discursos virulentos com inação. 

Aliás, quem precisar se inspirar nas aflições que a maioria da população vive cotidianamente, basta marcar um ato público na Rodoviária Roberto Silveira. É que lá se misturam todos os dias milhares de trabalhadores que voltam para suas casas após longos dias de trabalho numa atmosfera onde não se sabe o que fede mais, o canal Campos-Macaé ou os banheiros da própria rodoviária.

Uma imagem desmente litros de tinta usados contra a candidatura de Lindbergh Farias

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A imagem acima foi produzida na cerimônia realizada hoje no Aeroporto Internacional do Galeão para celebrar a privatização branca daquele importante terminal. Uma nota que foi disseminada à exaustão para desacreditar a situação da candidatura de Lindbergh Farias ao governo estadual diz que a ausência do mesmo seria uma mostra de isolamento do senador petista.

Agora, me digam se as caras de Dilma Rousseff, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão estão mais para alegria de aliados vencedores ou amigos em profunda e extrema dificuldade?

Pelo que se vê, toda a tinta gasta contra Lindbergh Farias não está trazendo felicidade para a dupla Cabral/Pezão, Também pudera, Lindbergh é o cara a ser batido, e a situação de Pezão está cada vez mais complicada. Como se sabe, uma nova rodada de pesquisas sobre a avaliação do (des) governo Cabral apontou uma incrível piora. É que o pessoal de Cabral e Pezão achavam que o pior já tinha passado. Mas numa excelente lembrança da primeira lei de Murphy, a situação dos dois não está tão ruim que não possa piorar ainda mais.

E ai a disputa poderá se resumir a ver quem vai disputar o segundo turno com Lindbergh: Crivella ou Garotinho.

Dai as caras sombrias na imagem acima!

Cabralistas deveriam saber que tempo de TV sozinho não ganha eleição

O (des) governador Sérgio Cabral anda a montar uma frente partidária para ficar com um número bem maior de minutos para o seu candidato, o vice (des) governador Luiz Fernando, o Pezão. Analistas oficialistas mais apressados estão a trombetear que essa quantidade maior de minutos é algo que coloca os demais candidatos numa condição quase sepulcral. Apesar de ser geógrafo, me aventuro a prever que só Pezão for confiar só no tempo de TV para ser resgatado da situação abissal em que se encontra a sua popularidade, eu diria que corremos o risco de ter Anthony Garotinho eleito já no primeiro turno.

E por que tal previsão que deverá deixar os anti-rosáceos da planície goitacá irritados comigo? Primeiro que Pezão representa uma candidatura tão pesada que poderia servir de âncora para alguma plataforma da Petrobras operando na Bacia de Campos. Além disso, o vice (des) governador carrega o fardo de ser o segundo homem de um (des) governo que conseguiu aglutinar um ódio profundo da população fluminense e nos quatro cantos do território fluminense.

Mas se isto não fosse suficiente, preciso lembrar da campanha de Marcelo Freixo para a prefeitura do Rio de Janeiro em 2012, quando com poucos mais de um minuto de TV, o deputado anti-milícias conseguiu estupendos 28,5% dos votos, deixando a máquina do PMDB tremendo de medo por alguns dias. Como Lindbergh Farias tem a mesma persona jovem de Freixo, somando quatro minutos de TV e muito dinheiro vindo da máquina de campanha que deverá ser azeitada por gente experiente, o provável é que a disputa real acabe sendo entre ele e Anthony Garotinho.

Em suma, Pezão poderá até ter bastante tempo de TV, mas com seu peso paquidérmico, o mais provável é que esse tempo todo seja só mais uma fonte de sofrimento e hemorragia de votos.

Procuradoria eleitoral propõe 8ª ação contra Garotinho por crime eleitoral

Deputado, provável candidato pelo PR ao governo do Rio, tenta conquistar o eleitorado distribuindo brindes religiosos e se apresentando como um ‘guia espiritual’, segundo a PRE

Thaise Constancio – O Estado de S. Paulo

Rio – A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio (PRE/RJ) propôs ação contra o deputado federal Anthony Garotinho, provável candidato do PR ao governo do Rio, e a empresa Palavra de Paz Produções pela distribuição de kits com livro de mensagens Palavra de Paz, uma camisa, uma carteirinha – com uma foto dele – e uma carta de boas-vindas assinada por Garotinho. Esta é a oitava ação contra propaganda antecipada em que o deputado é alvo.

A PRE/RJ pede ao Tribunal Regional Eleitoral (TER/RJ) três proibições imediatas aos réus: distribuição de kits, divulgação da iniciativa e cadastramento de mais fiéis para receberem os brindes. A distribuição dos kits, comunicada pela Coordenadoria da Fiscalização da Propaganda Eleitoral do TRE/RJ à Procuradoria, é divulgada no site “Palavra de Paz” e pelo programa religioso homônimo, transmitido diariamente nas rádios Manchete AM e Família FM.

Nesses canais podem ser feitos pedidos de orações e os ouvintes e internautas são cadastrados como “intercessores” do programa. A PRE/RJ solicita o pagamento de multas de até R$ 25 mil ou ao custo da propaganda.

Na ação protocolada na quinta-feira, 22, o procurador regional eleitoral Maurício Ribeiro afirma que os réus buscaram conquistar o eleitorado nas próximas eleições distribuindo brindes religiosos e mostrando o político como um ‘guia espiritual’. Para a PRE/RJ ainda é prematuro caracterizar, neste momento, a prática como abuso de poder econômico, pois não é possível avaliar a magnitude e alcance das benesses.

“A distribuição de bens aos eleitores é vedada em campanha, mesmo ocorrendo no primeiro semestre do ano eleitoral”, afirma.

Por meio de sua assessoria, Garotinho afirmou que ainda não foi notificado da ação. Segundo o deputado, o material distribuído não induz as pessoas a votar nele.

Facebook. Junto com a ação sobre os kits de oração de Garotinho, a PRE processou, por propaganda antecipada no Facebook, o metalúrgico Alan Carlos da Silva (Alan de Mica), filiado ao PCdoB de Japeri que se declara pré-candidato a deputado federal. Em sua página na rede social, ele promove o próprio nome como futuro candidato.

A campanha antecipada fica clara por Silva se apresentar como apto ao cargo, dialogar com eleitores e firmar compromissos. Nos últimos meses, o réu já reiterou sua confiança em ser um escolhido pelo partido para disputar as eleições deste ano.

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,procuradoria-eleitoral-propoe-8-acao-contra-garotinho-por-crime-eleitoral,1122437,0.htm