Leitor do blog denuncia crime ambiental em área próxima do campus da UENF

Acabo de receber o texto e imagens que vão abaixo dando conta de um crime ambiental nas imediações do campus da UENF. Dado a gravidade do que está sendo denunciado, espero que as autoridades municipais e estaduais tomem as devidas providências!

Especulação imobiliária e o desaparecimento das áreas verdes em Campos

Desde a segunda-feira (09/12) uma empresa não identificada vem cometendo um crime ambiental num terreno localizado às margens da Avenida Arthur Bernardes, no trecho que dá acesso a Avenida Alberto Lamego e a UENF. Com uso de um trator do tipo esteira, o desmatamento está sendo realizado pela supressão de uma importante área verde remanescente do município de Campos dos Goytacazes.

Como era de se esperar, com o avanço da construção da recém-implantada Avenida Arthur Bernardes, os terrenos localizados no entorno de sua malha viária já sofrem com a especulação imobiliária. Tais áreas, que eram anteriormente dominadas pela monocultura da cana-de-açúcar, sofreram um processo de desuso em longo prazo, o que acarretou em algumas décadas na regeneração gradual da vegetação.

Apesar de a área que está sendo suprimida ainda compor uma vegetação em estágio inicial de desenvolvimento, a mesma já apresentava diversas espécies arbóreas componentes da vegetação nativa. Estudos científicos em outras áreas verdes urbanas demonstram que tais locais podem abrigar principalmente espécies de aves nativas que constroem seus ninhos em meio à vegetação. Além disso, outros animais pertencentes ao grupo dos répteis e anfíbios podem se estabelecer em sítios com regeneração da vegetação.

Segundo informação obtida no local, a área é constantemente utilizada por moradores para colheita de plantas frutíferas e espécies utilizadas na medicina caseira. Outro fator preocupante é que tais áreas por conterem uma vegetação estabelecida, poderiam funcionar como filtros ambientais para conter o espalhamento da poluição veicular. Tais locais poderiam ainda ser destinados para a recreação, prática de esportes e Educação Ambiental, caso parques urbanos fossem estabelecidos como medida protetiva a estas florestas urbanas. Isto poderia contribuir diretamente com a melhoria da qualidade de vida da população do município como já ocorre em outras cidades brasileiras.

O município de Campos dos Goytacazes  carece de parques que possam preservar estas áreas verdes remanescentes escassas no município. Um caso disso é o acordo judicial para criação de um Parque Municipal de 100 mil metros quadrados pela Prefeitura Municipal de Campos em terras localizadas atrás do Shopping Boulevard. Um acordo que ainda precisa ser validado pela Procuradoria Geral e pelo Tribunal Regional do Trabalho.

Ao que se sabe,  vários órgãos da área ambiental (na Prefeitura de Campos e no INEA) já foram informados desta supressão da vegetação, mas até o momento não há informação sobre a existência de licença ou aplicação de multa ambiental. Isto poderá ocasionar até o final da semana no aumento da degradação desta área verde urbana de décadas de regeneração, já que quatro hectares de sua área de recolonização vegetal já foram dizimados.

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Leitor do blog identifica possível obstrução ilegal no Quitingute

Um  leitor atento deste blog me enviou abaixo duas imagens de satélite mostrando duas escalas de um mesmo problema: a construção de uma barreira física no Canal de Quitingute ao sul da localidade de Marrecas, provavelmente próximo de Azeitona.

Quitingute 1 Quitingute 2

Como certamente o INEA vai querer ir verificar o problema “in loco”, as coordenadas dessa barreira são as seguintes:

Latitude: 21o57’18.23” S

Longitude: 41o01’28.46” W

Em tempo: o leitor do blog desconfia que essa barreira possa guardar algumas das respostas para os problemas recentes de mortandade de peixes que foram largamente noticiados na imprensa regional e estadual.

Leitor do blog envia imagem e pergunta: para onde vai o esgoto coletado na Barra do Açu?

trator limpa fossa

A imagem acima é de um trator acoplado a um tanque de estocagem de esgoto que foi tirada num momento de descanso do operador dessa engenhoca na localidade de Barra do Açu, que fica na região costeira do V Distrito de São João da Barra. O leitor do blog ainda me perguntou se eu sabia para onde esse material está sendo levado para ser despejado.

Como não tenho como oferecer uma resposta precisa ao que o leitor me perguntou (mesmo porque autorizar o trabalho de remoção de esgotos está fora da minha jurisdição de professor da UENF), transfiro a questão para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São João da Barra e para o Instituto Estadual do Ambiente (INEA).  Afinal de contas, se o que está removido é esgoto urbano nada mais justo que esses dois órgãos ambientais possam informar à toda população o destino do material que está sendo, suponho eu, coletado de forma legalizada a partir de processos técnicos que devem ter passado pelo escrutínio dessas duas instâncias.

Esse aqui pode ser um exemplo clássico de que se seguirmos a trilha deixada por algo ou alguém, é possível que cheguemos a respostas surpreendentes sobre questões prementes que ninguém parece ter uma explicação plausível. Será?

O DIÁRIO: Nível de oxigênio no Canal Quitingute ainda irregular

Blog do Pedlowski – Divulgação
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Dragagens e despejo irregular de esgoto seriam as causas dos problemas no Canal Quitingute

O nível de anoxia (falta de oxigênio) nas águas do Canal Quitingute, no município de São João da Barra (SJB), ainda não foi normalizado. A informação é do Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), que desde a semana passada vem fazendo coletas e análises da água. As principais causas seriam as dragagens feitas no local e o despejo irregular de esgoto. Há menos de uma semana, o problema causou a mortandade de peixes no canal.

Entre os dias 17 e 26 deste mês, equipes da LCA fizeram três coletas e concluíram que o problema persiste. De acordo com o professor da Uenf Marcos Pedlowski, que acompanha os estudos sobre os impactos ambientais no Quitingute, a última amostra analisada, coletada no dia 26, aponta que a situação é crítica, principalmente na parte sul do canal, entre as localidades de Água Preta e Barra do Açu. “Nenhuma das amostras obedece às condições para uso direto e indireto dessa água. Simplesmente não existe oxigênio nessa água, o que é limitante à vida”, disse.

SUSPEITA DE DESPEJO DE ESGOTO

Pedlowski explica que a quantidade de oxigênio na água não atende aos parâmetros de normalidade da resolução 357/05 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), causando problemas quando a água é usada na irrigação, consumo e outras atividades, além da mortandade de peixes e outros organismos aquáticos.

Segundo o professor, as principais causas seriam a dragagem no local, que remexe a areia e o lodo no fundo, causando a proliferação de micro-organismos, e o despejo de esgoto. “Como não existe sistema de lançamento de esgoto, temos fortes indícios de que pessoas e indústrias o estejam despejando clandestinamente no canal”. Pedlowski acrescentou que nas coletas foram identificados altos níveis de coliformes totais e fecais e compostos químicos como a vanilina (baunilha).

LIMPEZA

Já o superintendente regional do Inea em Campos, Renê Justen, disse que a quantidade de oxigênio no canal está normal, explicando que em função de um grande volume de água que se concentrou, houve a necessidade da construção de uma barragem, rompida por moradores, há cerca de 10 dias. “A passagem de um grande volume de água levou o lodo à superfície e junto à vegetação, impediu a passagem de oxigênio, ocasionando a mortandade dos peixes. A água do Quitingute vem do Rio Paraíba e a falta de oxigênio é uma característica do local em função da vegetação”, disse Renê, acrescentando que o prefeito de SJB, José Amaro Martins, o Neco, se comprometeu a limpar o canal nos limites do município e que está tentando outra máquina para a limpeza junto ao Inea.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/nivel-de-oxigenio-no-canal-quitingute-ainda-irregular-6491.html

Ato contra construção de mega-barragem do COMPERJ

GUAPIAÇU

ATO PÚBLICO

 DIGA NÃO À CONSTRUÇÃO DE MEGA-BARRAGEM DA REFINARIA DO COMPERJ EM CACHOEIRAS DE MACACU

Dia: 29 de Novembro (6a. feira), de 9 às 13 hs.

 Local: sede da FIRJAN – Rua Graça Aranha, 1 (esquina da Rua Santa Luzia) – Centro, Rio de Janeiro.

 A construção de mega-barragem no município de Cachoeiras de Macacu é um projeto do desgoverno Cabral, cuja obra será financiada pela Refinaria do COMPERJ-PETROBRAS por meio de uma Compensação Ambiental estimada em R$ 250 milhões.

Entre seus principais impactos negativos destacam-se: a REMOÇÃO E DESPEJO de mais 3 mil agricultores familiares e o alagamento de extensas terras agrícolas da região que é considerada o 2o. maior pólo agrícola fluminense.

Além de violar o Direito à Moradia, a construção da Barragem no Rio Guapiaçu provocará enorme prejuízo econômico de R$ 200 milhões por ano ao município e aos agricultores devido a redução da produção agrícola no município o que provocará o aumento dos preços dos alimentos no CEASA e feiras da Capital.

Após o ato haverá Marcha dos agricultores, pescadores artesanais, ecologistas até a sede da PETROBRAS na Av. Chile onde será protocolado pedido de informações à Presidência da empresa sobre sua responsabilidade neste Crime Ambiental e Social.

Nesta data (dia 29/11) o governo estadual estará realizando uma fraudulenta e anti-democrática tentativa de aprovação do PLANO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS SEM PARTICIPAÇÃO POPULAR. O processo de elaboração do Plano excluiu os movimentos populares, sindicatos de trabalhadores, pescadores e pequenos agricultores, universidades e a maioria das Prefeituras fluminenses. A proposta do desgoverno Cabral atende apenas os intere$$e$ econômicos das grandes indústrias que tem como objetivo PRIVATIZAR A ÁGUA. Enquanto os governos neoliberais equivocadamente tem priorizado o Uso Industrial para atender as grandes empresas, temos diariamente milhares de moradores, em especial de comunidades pobres e das periferias urbanas, que sofrem com a falta d´água o que é uma violação de Direitos Humanos.

Uma das principais críticas dos movimentos sociais à construção da Barragem é o fato gravíssimo de que não há vazão suficiente no Rio Guapiaçu para atender a enorme demanda hídrica do COMPERJ e municípios vizinhos, além dos impactos econômicos e sociais. Também não foi levado em conta pelo governo estadual a existência e outras alternativas de captação da água em pequenos reservatórios, o que evitaria a destruição da agricultura da região e o alagamento de diversos fragmentos de Mata Atlântica que serão inundados de acordo com a proposta atual.

 Até dia 29 em Defesa da ÁGUA como BEM PÚBLICO e contra a sua MERCANTILIZAÇÃO.

A NATUREZA NÃO É MERCADORIA.

Apoio:

Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cachoeiras de Macacu * Sind. Trab. Da Agricultura Familiar * Sind. dos Produtores Rurais * Associação de Produtores, Moradores e Amigos do Vecchi * Projeto Gaya Viva *Sindipetro/RJ * Associação de Geógrafos do Brasil (AGB) * Movimento Atingidos por Barragem (MAB) * SENGE/RJ * Conlutas * Consulta Popular * Frente Internacionalista dos Sem Teto (FIST) * Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense * Levante Popular da Juventude * Plenária dos Movimentos Sociais * Fórum dos Pescadores e Amigos do Mar * Fórum dos Atingidos pela Indústria do Petróleo e Petroquímica nas Cercanias da Baía de Guanabara (FAPP-BG) * Rede Brasileira de Justiça Ambiental * Movimento SemTerra (MST).

Análises da água do Quitingute mostram persistência da falta de oxigênio

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As imagens abaixo mostram visualmente a situação da concentração de oxigênio dissolvido (OD) nas águas do Canal do Quitingute a partir do início das medidas no dia 17 de Novembro até a última coleta realizada pelos pesquisadores do Laboratório de Ciências Ambientais na última segunda-feira (26/11).

E para entender que o problema permanece basta olhar os valores de OD e notar que a situação do Canal Quitingute é ruim em toda a sua extensão, mas atinge níveis de ausência de oxigênio a partir da localidade de Água Preta, se estendendo na malha amostral até Bajuru.

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O que esses resultados, espacializados e distribuídos num período de nove dias, indicam é que o problema de contaminação biológica do Quitingute não é pontual e nem cessou no momento em que o superintendente do INEA indicou que estávamos retornando a uma suposta normalidade.

Agora competiria ao próprio INEA, ou ao Ministério Público, tomaram medidas para identificar os pontos onde a contaminação por material orgânico está ocorrendo e identificar os responsáveis por isso. Afinal de contas, a trilha da anoxia está bem demonstrada pelas análises feitas pelo LCA/UENF.

Entrevista do Prof. Carlos Rezende sobre os problemas ocorridas no Canal Quitigunte

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Este vídeo não existe

Novas análises mostram que situação no Canal de Quitingute está longe da normalidade

Pesquisadores do Laboratório de Ciências Ambientais retornaram ao V Distrito de São João da Barra para realizar novas coletas de água no Canal de Quitingute e as primeiras medidas mostram que a situação da oxigenação da água continua crítico.

Apenas para medida de comparação, os resultados das amostras coletadas na segunda-feira indicavam que a concentração de oxigênio dissolvido era de 02, mg/l.  Já as medidas desta 5a. feira variaram entre 0,4 e 0,5 mg/l.  Essa evolução, ainda que positiva, é ainda muito pequena para que a situação da oxigenação das águas possa ser considerada normal. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, esses valores de oxigênio dissolvido estão fora de todos  limites críticos estabelecidos pela Resolução CONAMA 357/2005! Na prática, as águas do Canal Quitingute estão, neste momento, impróprias para quaisquer usos, incluindo irrigação e pesca.

O mais grave é que continuamos sem uma clara noção de como o problema foi realmente iniciado, suas causas objetivas. Isto acaba impedindo que tenhamos como oferecer um horizonte de normalização para as centenas de famílias que dependem do Canal de Quitingute para sua sobrevivência.

Canal do Quitingute: mortandade de peixes pode ser a gota final na paciência dos habitantes do V Distrito

 

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Estou recebendo nesse feriado uma série de ligações de moradores do V Distrito de São João da Barra dando conta que peixes mortos estão aparecendo em pontos mais ao norte de Água Preta. A razão disso pode ser o transporte pela corrente dos peixes mortos ou um espalhamento da onda de anoxia que causou a mortandade inicial nas proximidades da ponte que liga Água Preta a Sabonete. De toda forma, esses ligações trazem indicativos ‘in loco” de que o problema que começou na semana passada ainda não seguir o seu curso completo.

Uma informação adicional que saiu dos resultados das análises que estão sendo realizadas no Laboratório de Ciências Ambientais (LCA) da UENF indica que há uma forte contaminação biológica nas águas do Quitingute neste momento, o que desaconselha qualquer tipo de uso de suas águas se forem seguidas as determinações da RESOLUÇÃO CONAMA Nº 357, DE 17 DE MARÇO DE 2005. Como o LCA deverá continuar o monitoramento das águas do Canal Quitingute o certo é que teremos medidas confiáveis sobre a evolução do problema. Mas já parece seguro dizer que a situação está longe da normalidade.

A questão aqui é que o elemento ambiental está sendo agravado pela tensão social já existente, o que torna crítico que as autoridades responsáveis, a começar pelo Instituto Estadual do Ambiente (INEA) venham a público dar a devida publicidade sobre o que realmente aconteceu e quais são os reais prognósticos para a normalização da situação.  É bom lembrar que depois de quase cinco anos de enfrentamentos com a CODIN e o Grupo EBX, a paciência dos moradores do V Distrito está por um fio.

De qualquer forma, a indignação das pessoas estão aumentando na medida em que o fenômeno persiste e causa mais danos à população de peixes no Canal de Quitingute da qual centenas de famílias dependem para obtenção de proteína animal e geração de renda.

O DIÁRIO: Névoa de areia salgada em distrito de SJB

MARCOS PEDLOWSKI/DIVULGAÇÃO
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Uma névoa de areia salgada invade os telhados das casas das localidades de Bajuru e Mato Escuro, no 5º distrito de São João da Barra (SJB). O problema foi levantando pelo professor Marcos Antônio Pedlowski, responsável pelo setor de Estudos sobre Sociedade e Meio Ambiente da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf). Segundo ele, a areia estaria depositada no aterro hidráulico construído pela LLX, do Grupo EBX, como parte das obras do Porto do Açu. O vento Nordeste seria o responsável por levar o material às residências.

“Para construir um canal artificial, removeram a areia salgada, mas em vez de colocá-la fora do oceano, que seria o certo, fizeram o aterro hidráulico, sem mecanismo de contenção, que poderia ser uma camada de argila ou brita. Com isso, a areia se movimenta e voa em direção às casas”, disse Pedlowski, que considera o 5º distrito “um caldeirão de problemas ambientais”, acrescentando que no local existe uma “duna móvel” de sete metros de altura.

Em outubro, o professor visitou as localidades. “Em poucos minutos estava lacrimejando. Soube também que os motociclistas evitam usar seus veículos em dias com ventos fortes por causa da grande quantidade de areia no asfalto. A sensação é a de que está nevando”.

Salinização também preocupa

Além de destruir a vegetação, a areia, que estaria depositada a dois quilômetros das obras do Porto do Açu, pode causar problemas respiratórios, segundo alertou ainda o pesquisador.
“Estamos tornando o problema público, embora exista também o interesse acadêmico, onde pretendemos iniciar um estudo sobre esse material. Queremos saber, por exemplo, o teor de salinidade e se existem outros tipos de materiais depositados ali. São milhões de metros cúbicos de areia se perdendo”, informou o professor da Uenf.

Pedlowski citou o problema da salinização da água e do solo na área do 5º distrito de São João da Barra, que seria decorrente das obras do estaleiro, denunciado no final do ano passado. “Pelo jeito, os efeitos ambientais são mais amplos do que se imaginava inicialmente quando se detectou o problema”, ressaltou o pesquisador.

Em nota, a Assessoria de Imprensa da Empresa LLX informou “que há uma rede de monitoramento da qualidade do o ar na região, incluindo a localidade de Mato Escuro, no 5º distrito de São João da Barra, e não há registro de alteração nos índices desde o início da execução do aterro hidráulico. O monitoramento é realizado por empresa especializada, e os relatórios com os dados de monitoramento de qualidade do ar são encaminhados ao Inea (Instituto Estadual do Ambiente)”.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/nevoa-de-areia-salgada-em-distrito-de-sjb-6225.html