SBT/Rio mostra como miséria e mordomias convivem no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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Aproveitando a onda de indignação que circula no Brasil neste momento em relação aos polpudos penduricalhos que a alta burocracia do sistema judiciário brasileiro tem acesso, enquanto milhões de brasileiros não possuem sequer um teto sobre suas cabeças, o SBT do Rio produziu a matéria abaixo mostrando as várias vantagens gozadas por juízes e desembargadores no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ/RJ)

A matéria é recheada de informações sobre as múltiplas mordomias a que juízes e desembargadores do TJ/RJ gozam do lado de dentro do edíficio cuja construção está envolta em acusações de superfaturamento, enquanto do lado de fora sem teto não possuem sequer o chamado “auxílio papelão”.

Uma coisa é certa: mesmo que a matéria não tenha a capacidade de mudar essa realidade, a sua veiculação certamente aumentará a pressão para que algumas das inexplicáveis vantagens gozadas pela alta burocracia do judiciário fluminense sejam questionadas e, quiçá, removidas.

SBT/Rio oferece rara imersão nas múltiplas mordomias existentes no Tribunal de Justiça 

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Enquanto milhares de servidores do executivo sofrem com a falta de pagamentos de seus salários, pensões e aposentadorias, a crise parece estar longe de atingir as mordomias que o alto escalão do judiciário continuam desfrutando no Rio de Janeiro.  Isso fica claro na reportagem que o SBT/RIO levou ao ar com material colhido no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, onde as mordomias estão espalhadas por todos os andares, e que surgem no acesso diferenciado a elevadores e restaurantes exclusivos.

Depois ainda que querem que engulamos o discurso de uma crise que é seletiva, mas muito seletiva mesmo! Nessa reportagem fica explicitado que a crise mesmo só sentem os servidores que não são considerados “especiais”, independente do ramo de governo em que estejam localizados.

Enfim, será que depois de ver esse vídeo, algum servidor ainda não entenderá porque certos juízes indeferiram processos que demandavam o pagamento de salários atrasados, afirmando que a ausência dos recursos seria apenas “mero aborrecimento”?