Portal OZK: sem receber, caminhoneiros fecham estradas de acesso ao Porto do Açu

Caminhoneiros fecham acesso ao Porto do Açu por atraso de pagamento

 Por  Leonardo Ferreira
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Caminhoneiros paralisaram os trabalhos e bloquearam o acesso ao Complexo Portuário do Açu, no 5º Distrito de São João da Barra, por causa do atraso de seus vencimentos.

De acordo com informações obtidas pelo Portalozk.com , a paralisação começou às 04h30 da manhã desta quinta-feira (12). Os Caminhoneiros prestam serviços para a empresa Tracomal e estão sem receber, de acordo com relato deles, há três meses. 

FONTE: http://www.portalozk.com/vaf/noticias/economia/caminhoneiros-fecham-acesso-ao-porto-do-acu-por-atraso-de-pagamento/774/

Vozes do Açu: Prumo Logística e sua nova categoria de atingido

Acabo de receber a imagem abaixo e que está colocada na cerca de entrada do Sítio do Birica, propriedade do casal Noêmia Magalhães e Valmir Batista que são dois estertores no processo de resistência às escabrosas desapropriações promovidas pelo (des) governo Sérgio Cabral para beneficiar o grupo econômico do ex-bilionário Eike Batista.

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A colocação dessa faixa na entrada do Sítio do Birica não me supreende. Poucas semanas atrás fui ali participar de um almoço comunitário no local, e pude ouvir a profunda decepção que dona Noêmia dizia estar tendo com a Prumo Logística em função do que ela entendia ser o mesmo padrão de desrespeito aos agricultores do V Distrito que havia durante o curto reinado de Eike Batista.  Na lista de ações que mais causavam essa decepção, a Dona Noêmia colocou a questão do fechamento do acesso aos tanques e bebedouros que causou a perda de um número desconhecido de cabeças bovinas, bem como da persistente falta de pagamento das indenizações devidas a centenas de famílias.  

O interessante é notar que a expectativa inicial era de que com a chegada de um novo operador, o Porto do Açu passaria a trazer alguns dos benefícios que foram prometidos no início de sua instalação. Com a colocação dessa faixa no Sítio do Birica fica claro que os atingidos por esse megaempreendimento acabaram se decepcionando também com a Prumo Logística. Alguém pode culpá-los?

Praia do Açu: caindo, caindo, caiu!

As imagens abaixo mostram uma construção que até ontem estava de pé e abrigava um bar na Praia do Açu, mas que desabou na manhã deste sábado (07/03). 

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Diante destas imagens de destruição, eu fico imaginando qual seria a resposta que seria dada a um jornalista que perguntasse a alguém da Prefeitura de São João da Barra, do INEA ou da Prumo Logística como está a situação na Praia do Açu.  Será que eles repetiriam os mantras “a situação voltou ao normal” e “temos estudos que mostram que não é culpa do Porto do Açu”? Difícil mesmo é convencer os moradores daquela área que é isso mesmo e que eles não têm com que se preocupar!

Terceira Via produz matéria sobre avanço do mar na Praia do Açu

Mar volta a avançar no Açu e deixa moradores apreensivos

Os moradores improvisaram um bloqueio para impedir a passagem de veículos na Avenida Atlântica


Os moradores improvisaram um bloqueio para impedir a passagem de veículos (Foto: JTV)

O avanço do mar tem preocupado moradores e empresários que vivem na praia do Açu, litoral de São João da Barra (SJB). Edificações estão comprometidas e o turismo local já sofre o reflexo da mudança no comportamento da maré, que está invadindo a costa. Esse ano, de acordo com a comunidade, a presença de turistas, comparada há outros anos, ficou abaixo da média. Desde 2013, o mar avançou 30 metros, de acordo com a Defesa Civil do município. Sem uma solução por parte do poder público, na última quarta-feira (4), os moradores improvisaram um bloqueio de pedras e móveis velhos para impedir a passagem de veículos.

Nesta sexta-feira (6), funcionários da Prefeitura de SJB, com o auxílio de um trator, trabalhavam na retirada de um tronco de árvore que teria sido arrastado durante o avanço da maré no dia anterior (5). Eles também estavam recuperando os paralelepípedos da Avenida Atlântica que também teriam sido levados pelo mar.

 Em setembro do ano passado, pela primeira vez, o mar atingiu a Rua Principal da localidade e assustou moradores. Algumas casas, estabelecimentos comerciais e o Departamento de Polícia Ostensivo (DPO)  foram tomados pela água. Na ocasião, a comunidade ficou dividida ao apontar os possíveis responsáveis: a construção do complexo do Porto do Açu ou o fenômeno da natureza.

 Na época, em nota, o coordenador da Defesa Civil de SJB, Adriano Assis, declarou que “o ocorrido já era esperado pelo órgão, uma vez que o fato sempre acontece nesta época do ano”. No entanto, nesta sexta-feira (6), a situação na via pública era a mesma. A rua do DPO estava alagada. Segundo um policial militar que estava de plantão no posto, toda vez que a maré começa a encher, a via é tomada pela água do mar.

 Principal avenida do Açu, a Atlântica teve parte do calçamento da pista à margem da praia destruída pelo mar. Uma centena de casas da região também correm o risco de serem atingidas pela maré a qualquer momento. Segundo o pescador, Antônio Luiz de Almeida, de 47 anos, a cada ressaca, os moradores ficam apreensivos, a pista fica ainda mais estreita e repleta de areia, pedras e troncos de árvores. “A partir das 16h, a preocupação fica ainda maior porque a maré começa a subir, as ondas começam a bater mais forte e o litoral vai ficando ainda mais comprometido”, ressaltou o pescador.

 De acordo com o professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), Marcos Pedlowski, o processo de erosão na praia do Açu estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) produzido pela empresa OSX para a construção da chamada Unidade de Construção Naval (UCN), no Porto do Açu. “O que as autoridades municipais e estaduais estão esperando para iniciar um plano de contingência para minimizar os efeitos desse processo erosivo? Em breve, o fenômeno da Barra do Açu vai superar as imagens de destruição que estão ocorrendo em Atafona”, disse o professor. 

 Sempre respeitando o princípio do contraditório e buscando as diferentes versões para um mesmo fato, o jornal Terceira Via tentou contato com a assessoria de comunicação da prefeitura, sem obter respostas. Ainda assim, o jornal aguarda e publicará as versões para este fato.

FONTE: http://jornalterceiravia.com.br/noticias/norte_noroeste_fluminense/66039/mar-volta-a-avancar-no-acu-e-deixa-moradores-apreensivos

O Diário noticia destruição causada pelo avanço do mar na Praia do Açu

Mar volta a avançar no Açu

Blog do Marcos Pedlowski
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As águas do mar têm avançado cada vez mais, causando pânico e destruição

Diversas praias da região Norte Fluminense têm sofrido com a erosão em suas faixas de areia. As águas do mar têm avançado cada vez mais, causando pânico e destruição. E o município de São João da Barra é um dos mais afetados. Além do já conhecido problema na praia de Atafona, as atenções também se voltam para Barra do Açu, onde já podem ser notados rastros de destruição.

No local, a água já atingiu diversos locais. No início do mês passado, o palco montado pela prefeitura para receber shows foi atingido, assim como ruas vizinhas. Na orla da praia, duas barracas chegaram a ser destruídas no ano passado. Até a principal via da praia, a Avenida Atlântica foi tomada pelas águas, quando, na ocasião, também chegou às ruas do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e de uma escola municipal.

Em imagens divulgadas pelo professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e blogueiro Marcos Pedlowski, em pontos próximos à igreja que existe na Praia do Açu é possível ver uma perda acentuada de areia, haja vista que a rede de distribuição de água da CEDAE está exposta.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil de São João da Barra, Adriano Martins de Assis, o último avanço foi por conta da maré alta e que a situação está sob controle.

“A equipe da Defesa Civil monitora o local 24 horas por dia. Todo mês temos um fenômeno de maré alta e foi o que aconteceu na praia este mês, não tem nada de anormal e não existe família desabrigada”, afirmou Adriano.

O coordenador disse ainda que um estudo será feito pela prefeitura de SJB e, partir da conclusão, uma das medidas a ser tomadas possivelmente será a construção de um quebra-mar.

O professor Marcos Pedlowski, por sua vez, afirmou que a construção do quebra-mar é fundamental, mas outras medidas devem ser tomadas antes. “Hoje, a praia tem um déficit de areia, então é preciso recompensar isso. Na construção das obras do Porto, existe um canal de navegação onde é jogada a areia em alto mar. Ao em vez de jogar em alto mar, é preciso jogar na faixa de areia. Isso seria uma medida emergencial”, explica o professor.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/mar-volta-a-avancar-no-acu-19479.html

Em meio à indiferença oficial, Praia do Açu continua sua sina em direção ao desaparecimento

Hoje me foi perguntado por mais um órgão de imprensa sobre o processo de erosão que continua avançando e devorando com voracidade a Praia do Açu. Lembrei a mais este jornalista que este processo erosivo estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) que foi utilizada pela OS(X) para obter as licenças ambientais para construir a sua unidade de construção naval no Porto do Açu. 

Dai ouvi uma informação que também não é nova. Segundo me informou o jornalista, a Prefeitura de São João da Barra teria declarado que a situação tinha voltado ao “normal” na Praia do Açu, e que um projeto estaria sendo desenvolvido para controlar o processo erosivo que hoje ameaça levar boa parte da Praia do Açu! 

Pois bem, observem as imagens abaixo que foram produzidas na tarde desta 6a. feira (06/03) e me digam se algo parece “normal” no que é mostrado.

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E como pontuei numa mensagem anterior, talvez com vídeos a situação dramática que está em curso na Praia do Açu fique mais clara. E, felizmente, vídeos continuam brotando no Youtube, como o que vai abaixo.

Dai é que pergunto novamente: onde andam o INEA e a Prumo Logística Global para apresentar medidas de mitigação urgentes para este fenômeno que ocorre dentro da chamada “Área de Influência Direta” do Porto do Açu? Uma resposta antes que tudo desapareça será muito bem vinda. Especialmente pelos moradores daquela localidade!

O mar continua avançando na Praia do Açu. Onde andam o INEA e a Prumo?

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O mar segue avançando e destrói trecho inteiro da Av. Atlântica na Praia do Açu, mas fui informado por um morador daquele local que a Prefeitura Municipal de São João da Barra ainda não interditou a área, o que oferece mais risco, pois até semana passada carros passavam por ali. De forma preventiva, alguns moradores colocaram pedaços de madeira e tijolos para fechar a área.

Abaixo um vídeo foi produzido agora pouco, e que mostra a força do avanço do mar!

Mazelas ambientais em sucessão: mar avança sobre a Praia do Açu e deixa até os canos da CEDAE expostos

Em que pesem os constantes avisos sobre a situação preocupante para moradores que vivem próximos da faixa central da Praia do Açu até agora não se viu nenhuma medida de contenção do processo erosivo que ali está ocorrendo.  O problema é que a omissão dos responsáveis por gerar medidas de mitigação não impede a ação das correntes marinhas, o que não é nenhuma novidade.

Isto vem deixando os moradores da Barra do Açu bastante temerosos quanto ao seu futuro, o que é bastante compreensível. Pois bem, acabo de receber um pacote de imagens enviadas por um morador daquela localidade onde fica claro que as razões para preocupação são bastante reais. Segundo o que fui informado pelo remetente, estas imagens são da tarde desta 4a. feira (04/03) e foram tiradas em pontos próximos à igreja que existe na Praia do Açu, e mostram uma perda acentuada de areia que serviu até para expor a rede de distribuição de água da CEDAE. 

A questão que fica é a seguinte: o que estão esperando as autoridades municipais e estaduais para iniciar m plano de contingência que sirva para minimizar os efeitos desse processo erosivo? No ritmo que vai, eu temo que daqui a pouco o fenômeno da Barra do Açu acabe superando as imagens de destruição que estão ocorrendo em Atafona. E nunca é demais lembrar que tal processo estava previsto no Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) produzido pela OS(X) para a construção da chamada Unidade de Construção Naval (UCN).

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 E depois que nenhum dos responsáveis por produzir soluções venha dizer que não foi avisado! Afinal, as imagens acima falam por si mesmas.

Mazelas ambientais: O Diário aborda problema da salinização no entorno do Porto do Açu

Salinização volta a afetar área rural sanjoanense

Divulgação
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Agricultura pode ter sido comprometida por salinização causada pela Porto do Açu

Agricultores de localidades da zona rural de São João da Barra voltaram a sofrer com a salinização. Uma família produtora de hortaliças afirma ter perdido diversos produtos, que apresentavam “queimaduras nas folhas”. O problema foi confirmado pelo professor Marcos Pedlowski, da Universidade Estadual do Norte Fluminense.

O problema de salinização na água na região rural de SJB havia sido detectado em agosto do ano passado, pelo próprio Marcos Pedlowski. Na época, ele coletou uma amostra da água no entorno do aterro hidráulico construído pela LLX no Porto, e encontrou água salobra. Agora, pouco mais de seis meses depois, o problema voltou. “Agricultores da região alegaram que estavam perdendo plantações e desconfiaram que a água que irriga os alimentos estaria com problema salinização. Estivemos no último final de semana e, após coletas, confirmamos que o nível de salinidade estava acima do aceitável”, afirmou Pedlowski, explicando o que pode estar causando a salinização. “Estamos trabalhando com duas possibilidades. Uma é que com a crise hídrica os poços podem ter chegado à exaustão, já que as pessoas continuam usando, mas não tem água em nível suficiente. A segunda possibilidade é a contaminação do lençol freático por conta dos aterros hidráulicos construídos no Porto do Açu”, apontou o professor.

O agricultor José Almeida, de 50 anos, afirmou que tem perdido produções e está com medo de ser mais prejudicado. “Desde o final de 2014 percebi que as folhas de alface, depois de grande, apresentavam queimadura. Também perdi salsinha e pimentão. Eu não posso afirmar que é salinização, mas tudo indica que sim. Um pessoal veio fazer análise e agora é esperar. Mas estou com medo, pois já perdi algumas plantações e se isso acontecer não vou conseguir vender”, lamentou José Almeida. Sobre o problema, a Prumo, responsável pelas obras no Porto do Açu, informou que não há relação entre a implantação do Porto e a ocorrência de aumento dos índices de salinidade na comunidade. 

A empresa mantém um amplo monitoramento das condições ambientais na área de influência do empreendimento cujos dados são enviados periodicamente ao Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro. Caso em algum momento seja identificada qualquer situação que possa acarretar prejuízos à comunidade em decorrência da implantação do empreendimento, as devidas providências serão tomadas.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/salinizacao-volta-a-afetar-area-rural-sanjoanense-19377.html

Porto do Açu e suas múltiplas mazelas ambientais: G1 noticia incêndio atinge área da RPPN Fazenda Caruara

Incêndio ambiental atinge área em São João da Barra, RJ

Fogo começou na última quinta-feira (26) na Fazenda Caruara. Cerca de 10 bombeiros trabalham no local para conter os focos.

 Do G1 Norte Fluminense
FOGO

Um incêndio atinge a vegetação de uma fazenda no distrito do Açu, em São João da Barra, no Norte Fluminense neste sábado (28). Os bombeiros estão no local desde a manhã e tentam conter os focos. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o fogo atinge o local desde a última quinta-feira (26).