Acciona emite nota sobre última paralisação de trabalhadores do Porto do Açu

Recebi e publicizo nota recebida da Assessoria de Comunicação da Acciona sobre a última paralisação dos trabalhadores do Porto do Açu que resultou de reclamações dos trabalhadores sobre o não-pagamento de salários e outras irregularidades trabalhistas que estariam sendo cometidas na construção do complexo portuário idealizado pelo ex-bilionário Eike Batista.

Nota da  nota da Acciona sobre a notícia das manifestações no Porto do Açu

Devido a citação da Acciona nas matéria publicadas recentemente por conta da greve que aconteceu na localidade de São João da Barra no dia 27/06/2014, a empresa esclarece que seus funcionários trabalharam com normalidade e portanto, não integraram as manifestações que ocorreram no Porto do Açu.

Caderno Norte Fluminense de “O GLOBO” traz reportagem sobre legado maldito de Eike Batista no Porto do Açu

O caderno Norte Fluminense do jornal ‘O GLOBO” traz uma ampla reportagem sobre o legado maldito que o ex-bilionário Eike Batista deixou no V Distrito de São João da Barra. A reportagem traz os vários ângulos de uma situação que hoje combina injustiça social e degradação ambiental como nunca antes visto na história desse país, e em plena segunda economia da federação brasileira. O mais impressionante é que quem lê a reportagem e vê os discursos do INEA e da Prumo (sucessora da LLX) parece que tudo é céu de brigadeiro no V Distrito. Felizmente, essa reportagem deu voz a quem nunca é permitido tamanho espaço para mostrar a realidade como ela é, e não como a propaganda quer fazê-la.

Eis a reportagem logo abaixo.

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Porto do Açu: um padrão de desrespeito aos direitos dos trabalhadores

O material abaixo foi publicado pelo site jornalístico URURAU e representa uma tentativa de esclarecimento público da FCC-Tarrio sobre os problemas trabalhistas que resultaram num protesto que fechou as entradas das obras do Porto do Açu no dia de ontem (28/06). Eu só tenho um comentário a fazer sobre esta nota: o uso da desculpa de que o culpado é o mordomo (no caso a empresa terceirizada pela FCC-Tarrio) é tão velha quanto o costume de violar direitos trabalhistas.

Como essa é uma multinacional espanhola, eu lembro ainda que outra firme desse país, a Acciona, recebeu acusações semelhantes e, na época, jogou a responsabilidade também sobre uma firma terceirizada, no caso a Hispabrás (Aqui!). Como se vê, nem a saída de Eike Batista e da LL(X) e a entrada da EIG Global Partners e da Prumo serviu para queo respeito aos direitos trabalhistas garantidos pela legislação brasileira sejam respeitados.

E nisso tudo eu fico me perguntando onde andam o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o sindicato que representa a categoria, Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Mobiliários (STICONCIMO).

 

Esclarecimento da FCC-Tarrio TX-1 Construções Ltda.

Empresa foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores

 Divulgação

Empresa foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores

Informe Publicitário

A FCC-Tarrio TX-1 Construções Ltda. torna público esclarecimentos sobre o envolvimento do nome da empresa com questão trabalhista de funcionários de uma das suas terceirizadas, amplamente divulgada pela imprensa local nos meses de maio e junho deste ano.

NOTA NA ÍNTEGRA


Recentemente, a FCC TARRIO TX-1 CONSTRUÇÃO LTDA., empresa do grupo espanhol FCC Construcción, que opera no segmento de obras de infraestrutura em todos os continentes, e que hoje é a responsável pela construção do quebra-mar no terminal 1 do Porto do Açu, teve o seu nome relacionado com uma questão trabalhista, na qual foi acusada de ter deixado de honrar com o pagamento de salários e fornecedores.

O fato é que a FCC-Tarrio foi envolvida neste cenário por uma de suas terceirizadas, não sendo, assim, responsável de forma direta pelos problemas criados por esta empresa, que por sua vez, para cumprimento do escopo contratual de montagem de estruturas metálicas, teve autonomia total na administração das suas atividades, incluindo-se a contratação de pessoal e fornecedores.

Prejudicados, já que não receberam pagamentos de salários, direitos trabalhistas e multas rescisórias desta empresa, dezenas de trabalhadores realizaram manifestações e acionaram o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil e Mobiliários (STICONCIMO).

Além do transtorno causado aos funcionários, diversos fornecedores do ramo de hotelaria e restaurantes também não receberam da empresa os pagamentos pelos serviços prestados e sentiram-se no direito de também manifestarem pelo recebimento de seus débitos.

Apesar de a FCC-Tarrio juridicamente não ser obrigada a arcar com os danos causados por esta empresa, uma vez que a responsabilidade pelos compromissos assumidos ser somente da terceirizada, decidiu, em prol do bem estar da população de São João da Barra e região, honrar com todos os pagamentos atrasados e devidos aos trabalhadores, assim como saldar débitos de grande parte dos fornecedores.

“Embora a responsabilidade dos pagamentos pertencerem a esta empresa terceirizada, nós, da FCC-Tarrio, muito mais preocupados com o bem-estar dos trabalhadores e fornecedores, resolvemos arcar com as despesas, que acumulou custos consideráveis. A nossa prioridade naquele momento foi realizar o pagamento dos funcionários e, posteriormente, baseados em lista gerada pela empresa terceirizada, acertar os débitos com os fornecedores”, explicou o gerente de Recursos Humanos da FCC-Tarrio Francisco Gandra.

Em coerência com o discurso de Gandra, Weliton da Fonseca, dono do restaurante Boi Grill, em São João da Barra, ratifica ter recebido suas pendências financeiras geradas pelo não pagamento da terceirizada: “A terceirizada, cujo nome prefiro não citar, nos contratou para fornecermos alimentação aos seus funcionários. Mas, após semanas de fornecimento, esta empresa não honrou com os compromissos. Fomos procurados por alguns representantes da FCC-Tarrio e conseguimos receber tudo aquilo que era nosso por direito. Eu só tenho elogios a fazer, pela transparência e respeito que fomos tratados. Nossas portas sempre estarão abertas para a FCC-Tarrio”, afirma Weliton.

Sobre a FCC-Tarrio


A FCC-Tarrio iniciou suas atividades no Porto do Açu terminal 1 em janeiro de 2013 com o objetivo principal de construir a estrutura de quebra-mar que possibilitará a atracação de navios de grande porte, os quais facilitarão as importações e exportações de comodities (especialmente minério de ferro e petróleo), produtos estes tão importantes para o desenvolvimento da região, do Estado e até mesmo do País.

Hoje, no Porto do Açu, a empresa conta com 650 colaboradores na sua folha de pagamento e 780 funcionários contratados pelas suas 24 terceirizadas, totalizando, assim, 1430 trabalhadores envolvidos diretamente no projeto.

“O foco principal da empresa é primeiramente honrar com todos os seus compromissos assumidos com seus colaboradores, fornecedores e cliente, priorizando a segurança no trabalho, a qualidade e o prazo de execução dos serviços. Nos sentimos honrados em poder participar de tão importante empreendimento, o qual trará inúmeros benefícios a toda região”, afirma o diretor do projeto, Antonio Piqueras.

A FCC-Tarrio está à disposição da população para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.

FONTE: http://ururau.com.br/cidades46168_Esclarecimento-da-FCC-Tarrio-TX-1-Constru%C3%A7%C3%B5es-Ltda.

Acessos ao Porto do Açu amanhecem novamente fechados pelos trabalhadores

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Acabo de receber informações vindas do V Distrito de São João da Barra que está em curso um novo trancamento das vias de acesso ao Porto do Açu. Se isto se confirmar, restará saber qual foi a razão para mais essa manifestação dos trabalhadores. Uma coisa é certa: nem tudo anda tão calmo nas obras do porto que o ex-bilionário Eike Batista seria a “Roterdã dos trópicos”. 

Por outro lado, eu não ficaria surpreso se mais esse fechamento dos acessos aos Porto do Açu envolvesse não apenas questões salariais, mas também problemas relacionados às condições em que os trabalhadores estão vivendo. 

Agora vamos esperar que as informações comecem a fluir para sabermos o que de fato causou mais este lacramento do Porto do Açu. Uma coisa é certa: a Prumo vai ter que trabalhar duro, me perdoem o trocadilho, para as coisas não saírem de vez do prumo.

Noêmia Magalhães fala da importância da luta em defesa dos agricultores desapropriados pelo Porto do Açu

Como prometido publico hoje o depoimento da Sra. Noêmia Magalhães, uma das principais lideranças da ASPRIM, sobre a importância da luta que foi travada para defender centenas de famílias que tiveram suas vidas devassadas pelas indecorosas desapropriações realizadas pelo (des) governo Cabral/Pezão no V Distrito de São João da Barra para beneficiar o conglomerado de empresas pré-operacionais do ex-bilionário Eike Batista.

Por conhecê-la praticamente desde que a ASPRIM começou essa luta contra gigantes, sei que a importância que a Dona Noêmia possui num enfrentamento total desigual, e suas palavras merecem todo crédito e respeito.

E uma pergunta que continua aparecendo e se repete nesse depoimento: o que vai ser feito com tanta terra que hoje se encontra efetivamente improdutiva?

Sai de cena o CEO da EIG que comprou o Porto do Açu de Eike Batista

 

A notícia de que Kevin Korrigan, chefe do escritório brasileiro da EIG Global Partners, passou despercebida pela mídia brasileira, mas foi dada pela Bloomberg News (Aqui!). Entre os dois principais negócios de Korrigan está justamente a compra da LL(X) do ex-bilionário Eike Batista, agora rebatizada como Prumo, que se tornou detentora do Porto do Açu e das terras desapropriadas pela CODIN no V Distrito de São João da Barra.

Apesar de Korrigan ter dito na matéria que está se aposentando após cumprir mais tempo no Brasil do que havia prometido aos seus patrões, eu fico pensando se Korrigan não está seguindo o mesmo destino da ex-CEO da Anglo American, Cynthia Carroll, que pediu demissão após os prejuízos causados pelo negócio que fez também com Eike Batista para comprar as reservas de minério de ferro na região de Conceição do Mato Dentro. A ver.

Vozes do Açu: Noêmia Magalhães fala dos diferentes significados do Sítio do Birica

 

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Neste sábado (21/06), estive novamente no V Distrito de São João da Barra para gravar um depoimento da Sra. Noêmia Magalhães, uma das principais lideranças da resistência que foi colocada por centenas de famílias de agricultores familiares contra o indecoroso processo de expropriação de terras conduzido pelo (des) governo liderado por Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão para beneficiar o ex-bilionário Eike Batista e seu conglomerado de empresas pré-operacionais.

Fui colher um depoimento e colhi dois. Abaixo segue aquele onde a “Dona Noêmia”, como ela é conhecida no V Distrito, fala dos diferentes significados que sua propriedade, o Sítio do Birica, possui na sua e na vida de seu esposo, o Sr. Valmir Batista. Para quem nunca foi ao V Distrito, é importante saber que o Sítio do Birica, além de ser um símbolo da resistência contra o (des) governo do Rio de Janeiro e o Grupo EBX, se tornou um dos principais refúgios para muitas espécies que foram ecologicamente desapropriadas pelo gigantesco desmatamento que foi feito para a construção do Porto do Açu.

Abaixo segue o primeiro depoimento da Dona Noêmia, avisando que o outro irá ser postado amanhã.

 

Em graves dificuldades financeiras, Eike Batista vai entregar bens para pagar fundo árabe

Eike tenta acordo com fundo de Abu Dhabi

O empresário trava intensas negociações com o Mubadala, a quem deve quase US$ 2 bilhões

Mariana Durão e Mariana Sallowicz, do 

Douglas Engle/Bloomberg News 

O empresário Eike Batista

 Eike Batista: ele quer pagar parte da dívida com ativos que ainda possui

 Rio – Desde que a crise do império X veio à tona, há dois anos, Eike Batista já se desfez de participações nas empresas que fundou e conseguiu aprovar o plano de recuperação judicial da petroleira OGX, mas ainda enfrenta desafios para equacionar suas dívidas.O empresário trava intensas negociações com o Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, a quem deve quase US$ 2 bilhões, e com credores do estaleiro OSX.

A capacidade de levantar recursos com a venda de ações, porém, encolheu: a fatia de Eike nas companhias de capital aberto do grupo – hoje de R$ 1,42 bilhão – era 21 vezes maior às vésperas da derrocada.

As atenções hoje estão voltadas para fechar o acordo com o fundo estrangeiro no prazo de até três meses, segundo fontes envolvidas nas negociações.

Eike quer pagar parte da dívida com ativos que ainda possui. Sobre o residual, reivindica um desconto. O pagamento está parado atualmente e parte do compromisso já venceu.

O Mubadala aceitou, em 2012, aportar US$ 2 bilhões e comprar 5,6% da holding EBX. Em julho do ano passado, o negócio foi reestruturado, sem divulgação de detalhes.

“O acordo, na origem, previa investimentos na empresa, em ações, mas virou dívida”, diz uma fonte. Eike considera ter sido prejudicado na renegociação porque estava mais fragilizado naquele momento, e busca reverter o quadro pressionando o fundo a ficar com parte das suas companhias.

O Mubadala avalia os ativos que mais lhe interessam. Entre eles, estão participações de Eike na Eneva (antiga MPX) e na Prumo (antiga LLX).

A fatia na MMX e na OGX (rebatizada de Óleo e Gás Participações) também estão no radar. Falta um consenso quanto ao valor das participações. O objetivo das conversas é evitar uma briga entre as partes.

Quadro atual

O quinhão do fundador do grupo correspondia, em 31 de maio de 2012, a R$ 29,8 bilhões ou 60% do valor de mercado total de OGX, OSX, CCX, Prumo (ex-LLX) e Eneva (ex-MPX) na Bolsa.

Segundo dados da Economática, essas empresas juntas valiam, na época, R$ 49,6 bilhões. Menos de um mês depois, a petroleira do grupo comunicou que o campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, produziria bem menos que o previsto, dando início à derrocada das empresas, que operavam interligadas.

De lá pra cá, Eike reduziu consideravelmente as participações nas companhias com o objetivo de pagar credores, ao mesmo tempo em que o valor de mercado delas encolheu como reflexo da crise de credibilidade e com ajuda da retração do mercado acionário doméstico.

No último dia 9, o valor de mercado das mesmas empresas somava R$ 4,5 bilhões e o porcentual do empresário era de apenas 31%.

A diluição do controlador da EBX foi a saída encontrada em negociações de empresas como a LLX e a MPX, com as estrangeiras EIG Global Energy Partners e E.ON.

As duas perderam o X do nome e foram rebatizadas de Prumo e Eneva. A MMX, empresa que Eike ainda controla com 55% do capital, seguirá o mesmo rumo.

A reestruturação da OGX prevê que a presença de Eike mingue ainda mais. Com a conversão das dívidas de US$ 5,8 bilhões e de novo empréstimo de US$ 215 milhões em ações da petroleira, sua participação cairá de 50,16% para 5,02%.

As tratativas com credores da OSX também estão no centro das atenções do empresário. Há um impasse nas negociações com a Prumo (ex-LLX), dona do Porto do Açu, em São João da Barra (RJ).

O plano de recuperação judicial apresentado em maio não é definitivo. Entre outras coisas, o grupo busca financiamento de US$ 100 milhões para viabilizar sua operação durante o processo.

Logística

Uma das principais financiadoras do estaleiro, a Caixa Econômica Federal, quer que a Prumo assuma a gestão do negócio.

Além do crédito de R$ 450 milhões incluído na recuperação judicial, o banco concedeu mais R$ 700 milhões para a unidade de construção naval e teme que a OSX não consiga levar o projeto adiante.

A instituição tenta incluir o valor na recuperação judicial, elevando seu crédito a R$ 1,2 bilhão e a dívida da OSX em juízo a R$ 6,4 bilhões.

A ideia era uma associação entre Prumo e OSX para gerenciar o aluguel das áreas do estaleiro no Açu, mas, segundo fontes, as discussões podem avançar para um empréstimo da antiga LLX à companhia de construção naval, da qual passaria a ser sócia. A presença da Prumo, controlada pelo fundo EIG, recuperaria a credibilidade do projeto na visão dos credores.

Até aqui, porém, não se chegou a um denominador comum. A Prumo estaria insatisfeita com a remuneração proposta e as negociações devem se arrastar por dois a quatro meses. Procurada, a EBX não se pronunciou sobre a atual situação do grupo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

FONTE: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/eike-tenta-acordo-com-fundo-de-abu-dhabi

Denúncia de condição de alojamento impróprios para operários da Acciona no Porto do Açu

Recebi no e-mail interno deste blog, a denúncia abaixo que me parece genuína, pois já tinha ouvido rumores de que o problema. Agora, o que me impressiona é o fato de que o denunciante diz que ninguém está indo fiscalizar as condições em que os operários estão sendo acomodados! Agora vamos que o Ministério Público do Trabalho ou o próprio Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Campos apurem essa denúncia, Mesmo porque o denunciante deu o local onde estaria hospedado.
 

Denúncia sobre más condições de alojamento de operários da Acciona

Acordei muito cedo,cheguei quase  agora do trabalho e estou tentando dormir e não consigo porque o quarto é muito abafado e apertado. Todos os amigos estão reclamando porque sou funcionário da empresa Acciona Infraestrutura, e quarta-feira(11/06) fomos obrigados a sair do alojamento em que estávamos a mais de um ano no bairro Alphaville em Campos, que  era muito bom porque tinha ar condicionado nos quartos, tudo muito novo e limpinho,refeitório com ar condicionado, quartos limpos e roupas lavadas,quartos com janelas grandes,quarto muito bom com cortina,garagem. Enfim, tudo direito.
 
Fomos pegos de surpresa sem explicação e nos levaram para uma pousada chamada W.A no inicio de Grussaí, que não tem área de lazer,quartos com umidade e tem um basculante nos quartos. Se fosse na época da OSX não ia permitir porque está tudo errado.Ficamos sabendo que o motivo foi para economizar,só que não viram como estamos ficando e nosso bem estar.
 
Peço que não divulgue meu nome porque fomos avisados que se falássemos ou reclamássemos,  a gente seria mandado embora. Ajude-nos. A empresa Acciona não está respeitando nem as normas e nem seus empregados.

Peço que venha ver o que está acontecendo porque  a Acciona está fazendo isso e ninguém fala conosco, e estou até agora sem dormir! Aqui ninguém veio fiscalizar: mandaram a gente entrar e acabou.