Negócio da China no (des) governo Pezão: depois de privatizar CEDAE, estado pega empréstimo para investir na ampliação dos serviços da empresa

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Eu iria postar aqui um comentário sobre o pronto retorno do (des) governador Luiz Fernando Pezão, depois de participar de uma reunião completamente pífia em Brasília, ao spa 5 estrelas Rituaali [Aqui!], mas resolvi deixar isto de lado para comentar a informação abaixo, a qual foi postada pela Assessoria de Comunicação de Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro no início da noite de ontem [Aqui!]

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O leitor deste blog, especialmente se ele for um dos mais de 200 mil servidores públicos ainda sem o salário de Maio, poderá ficar pasmo ao descobrir que mesmo após ter iniciado o processo de privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), o (des) governo Pezão brigou e conseguiu autorização judicial para impor a liberação por parte da Caixa Econômica Federal de um empréstimo de R$ 560 milhões para, pasmemos todos, para continuar as “as obras de ampliação do sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário da Cedae em várias regiões.”

 Em outras palavras, que comprar a Cedae de forma subvalorizada, ainda vai receber de presente uma rede de coleta mais estendida paga com recursos tomados pelo (des) governo Pezão! De quebra, desobriga os futuros donos da Cedae a terem que investir alguma coisa,  causando ainda um aumento na dívida pública estadual. Se isso não é um negócio da China, eu não sei o que seria!

Enquanto isso, o (des) governador Pezão já está de volta no spa 5 estrelas em Penedo, a população vive aterrorizada pelo caos implantado no Rio de Janeiro e, sim, os servidores e aposentados continuam tendo que se virar como podem para não morrer de doença ou de fome.

Primeiro privatiza, depois bloqueia os servidores e aposentados que se explodam

Tenho ouvido de colegas que existem servidores estaduais do Rio de Janeiro que ainda caem na conversa fiada de que a privatização da lucrativa Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) tinha como causa prioritária a normalização do pagamento dos salários atrasados. 

Pois bem,  hoje, exatas 48 horas após a Assmebleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovar em votação relâmpago a privatização da CEDAE, o governo “de facto” de Michel Temer bloqueou cerca de R$ 220 milhões pertencentes ao Rio de Janeiro, transformando em pó o calendário de parcelas estilo “Casas Bahia” com que os salários de janeiro seriam pagos (Aqui!).

Assim, os servidores da ativa e aposentados que já amargaram um final de ano melancólico em 2016 agora chegarão ao período do Carnaval sem qualquer noção de quando receberão o que lhes é devido do mês de Janeiro. Isso implicará em situações dramáticas para quem depende desses recursos, pois muitos estão doentes e endividados.

Espero que isto sirva de lição principalmente para as direções sindicais alojadas no Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (MUSPE) que parecem estar contemplando o precipício sem qualquer disposição de evitar a queda.

Enquanto isso, o (des) governador Pezão continua nomeando aliados políticas para ocupar cargos com altos salários como foi o caso de quatro ex-prefeitos no governo do estado  que foram aquinhoados com gordos vencimetnos só em fevereiro  (Aqui!).

Privatização da CEDAE: quem votou CONTRA e a FAVOR da população

Como previsto, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) sob  o comando do deputado Jorge Picciani (PMDB) aprovou a toque de caixa a privatização da CEDAE. Essa é uma votação que trará amplas repercussões políticas e econômicas para o estado do Rio de Janeiro. Afinal, a venda a preço irrisório de uma empresa estatal lucrativa trará pesadas repercussões nas contas dos cidadãos que serão transformados em consumidores, especialmente para aqueles que estão nas camadas mais pobres da população.

Abaixo seguem os votos de cada um dos deputados que estiveram presentes nessa votação vergonhosa. Aos que votaram a favor da privatização e contra a população, a minha certeza de que seus nomes estarão incluídos no panteão da vergonha que já abriga nomes como Sérgio Cabral e Eduardo Cunha. Aos que votaram contra a privatização e a favor da população, a esperança de que continuem do lado certo da luta política.

VOTAM A FAVOR DA PRIVATIZAÇÃO E CONTRA A POPULAÇÃO

Ana Paula Rechuan (PMDB)

André Ceciliano (PT)

André Corrêa (DEM)

Aramis Brito (PHS)

Átila Nunes (PMDB)

Benedito Alves (PRB)

Carlos Macedo (PRB)

Chiquinho da Mangueira (PTN)

CoMte Bittencourt (PPS)

Coronel Jairo (PMDB)

Daniele Guerreiro (PMDB)

Dica (PTN)

Dionísio Lins (PP)

Doutor Gotardo (PSL)

Edson Albertasse (PMDB)

Fábio Silva (PMDB)

Fatinha (Solidariedade)

Marco Figueiredo (PROS)

Filipe Soares (DEM)

Geraldo Pudim (PMDB)

Gil Vianna (PSB)

Gustavo Tutuca (PMDB)

Iranildo Campos (PSD)

Jânio Mendes (PDT)

João Peixoto (PSDC)

Jorge Picciani (PMDB)

Marcelo Simão (PMDB)

Marcia Jeovani (DEM)

Marcos Abraão (PT do B)

Marcos Muller (PHS)

Marcus Vinicius (PTB)

Milton Rangel (DEM)

Nivaldo Mulin (PR)

Paulo Melo (PMDB)

Pedro Augusto (PMDB)

Rafael Picciani (PMDB)

Renato Cozzolino (PR)

Rosenverg Reis (PMDB)

Tia Ju (PRB)

Zé Luiz Anchite (PP)

Zito (PP)

VOTARAM CONTRA A PRIVATIZAÇÃO E A FAVOR DA POPULAÇÃO

Bebeto (PDT)

Bruno Dauaire (PR)

Carlos Minc (sem partido)

Carlos Osório (PSDB)

Cidinha Campos (PDT)

Doutor Julianelli (Rede)

Eliomar Coelho (PSOL)

Enfermeira Rejane (PC do B)

Flávio Bolsonaro (PSC)

Flávio Serefini (PSOL)

Geraldo Moreira da Silva (PTN)

Gilberto Palmares (PT)

Jorge Felippe Neto (DEM)

Lucinha (PSDB)

Luiz Martins (PDT)

Luiz Paulo (PSDB)

Marcelo Freixo (PSOL)

Márcio Pacheco (PSC)

Martha Rocha (PDT)

Paulo Ramos (PSOL)

Samuel Malafaia (DEM)

Silas Bento (PSDB)

Tio Carlos (SDD)

Wagner Montes (PRB)

Waldeck Carneiro (PT)

Wanderson Nogueira (PSOL)

Zaqueu Teixeira (PDT)

Zeidan (PT)

Nova modalidade da privataria do (des) governo Pezão: privatização relâmpago da CEDAE

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Os jornais da mídia corporativa estão noticiando que a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) irá tentar aprovar a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) num procedimento relâmpago que incluirá uma diferença de apenas uma hora entre o início da reunião do chamado Colegiado de Líderes e a colocação do projeto para aprovação no plenário (Aqui! e Aqui!).

Essa pressa toda não se deve a nenhuma urgência para pagar os salários e direitos atrasados dos servidores públicos, mas para impedir uma discussão mais ampla sobre o preço para de lá irrisório que se pretende vender a CEDAE (querem vender por  R$ 3,5 bilhões uma empresa que vale algo em torno de R$ 20 bilhões!).

O interessante é que nem a motivação de vender a CEDAE para garantir um empréstimo bancário existe mais, pois esta manobra foi impedida a partir de um decisão monocrática do ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal.

A verdade é que essa privatização relâmpago é apenas mais uma face obscena da privataria que foi instalado por Sérgio Cabral e está sendo continuada por Luiz Fernando Pezão no Rio de Janeiro.

E adivinhe quem vai ficar com a parte mais salgada desta conta? Se pensou nos mais pobres, acertou.

CEDAE: 10 razões para ser contra sua privatização

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Este vídeo não existe

E não se esqueça: se o (des) governador Pezão conseguir privatizar a CEDAE, quem pagará a conta será você!

Privataria fluminense: o preço irrisório da privatização da CEDAE

O (des) governo Pezão está querendo aprovar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, o projeto Lei 2345/2017 que visa privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE) por R$ 3,5 bilhões de reais para viabilizar um empréstimo bancário que supostamente seria utilizado (não há qualquer garantia de que isso vai realmente ocorrer) para pagar os salários atrasados dos servidores públicos estaduais.

Mas além dos inevitáveis custos sociais que esta privatização trará, especialmente para os setores mais pobres da população fluminense, há uma forte controvérsia sobre qual seria o valor real da CEDAE, já que esse processo de privatização está sendo feito a toque de caixa, e sem que uma estimativa prévia do valor da empresa tenha sido feita por auditores independentes.

Aí é que temos especialistas que colocam o valor da CEDAE como sendo de quase R$ 14 bilhões, aproximadamente cinco vezes mais do valor pela qual o (des) governo Pezão pretende doá-la à iniciativa privada. Um desses especialistas, o economista Gilberto Braga, ofereceu explicações claras sobre esse valor ao jornalista Fernando Molica em seu programa na CBN Rio (Aqui!).

Se os números que Gilberto Braga estão corretas, o que temos para acontecer com a eventual aprovação do projeto de Lei 2345/2017 é um ataque ao patrimônio público que foi amealhado pelo povo do Rio de Janeiro. E, pior, em troca desse “presentão”, ao que tudo indica para futuros de investimentos internacionais como o canadense Brookfield Asset Management,  o que teremos será um encarecimento nas contas de água da maioria da população, justamente num período de recessão forte e alto nível de desemprego.

E ainda por cima temos que o (des) governo que pretende fazer isso está claramente desprovido de um mínimo de legitimidade para conduzir este negócio.  Assim, não é preciso ser vidente que esta venda da CEDAE, pelo preço e nas condições políticas em que está sendo conduzida, poderá ser o estopim do mesmo tipo de revolta social que ocorreu na Bolívia em 2000 quando houve a privatização dos serviços de água em Cochamba (Aqui! e Aqui!). 

Pelo jeito,  o (des) governo Pezão e sua base política dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro estão contando com a mansidão da população para levar esse negócio a cabo. O problema é que o isolamento dentro de palácios nunca foi bom conselheiro. Que o diga a familia Romanov da Rússia. 

Michel Temer e Pezão vão colocar as Forças Armadas nas ruas para “ajudar na segurança” ou para viabilizar a privatização da CEDAE?

A mídia corporativa está informando que o presidente “de facto” Michel Temer acaba de autorizar, a pedido do (des) governador Luiz Fernando Pezão, o uso das forças armadas brasileiras para “garantir a segurança” no estado do Rio de Janeiro, inclusive na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Aqui!Aqui!, Aqui!Aqui!).

Cá entre nós, esse uso das forças armadas para garantir a segurança pública é uma bela desculpa para usar contingentes militares para sufocar pela força os inevitáveis protestos que irão ocorrer quando a base do (des) governo na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro tiver um mínimo de coesão para aprovar a privatização a lucrativa Companhia Estadual de Águas e Esgotos (CEDAE). Entretanto, essa é uma jogada que traz graves perigos não apenas para o Rio de Janeiro, mas para todo o Brasil.

Não custa lembrar que um dos episódios mais trágicos do início da chamada “Nova República se deu exatamente no estado do Rio de Janeiro em 1988, quando tropas do Exército foram enviadas pelo presidente José Sarney para reprimir uma greve que ocorria na então estatal Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e acabaram promovendo um verdadeiro massacre que ainda é lembrado de forma viva pelos habitantes da cidade de Volta Redonda  (Aqui!).

O risco que se corra com essa operação de uso de contingentes militares para garantir a privatização de uma empresa pública é justamente produzir um cadáver ou mais cadáveres que certamente faria eclodir uma grave convulsão social. É que está mais do que evidente que o (des) governador Luiz Fernando Pezão perdeu completamente a condição política de continuar à frente do executivo fluminese. E usar as Forças Armadas para garantir uma sobrevida momantânea ao seu (des) governo morimbundo trará inevitavelmente os riscos que estou apontando.

Mas como estamos diante de um (des) governo que se encontra numa encruzilhada encrencada, não me parece que devamos esperar qualquer grau de razoabilidade da parte dos seus componentes. Por outro lado, é possível que a repetição do uso de forças militares para resolver um problema que deveria ficar na esfera das decisões políticas possa apressar o final da agonizante Nova República, o que seria uma grande ironia histórica.

RJ: depois da farra fiscal bilionária, arrocho e privatização

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Alguns baluartes da mídia corporativa estão anunciando que nesta 6a. feira (04/11) o (des) governo do Rio de Janeiro vai enviar seu pacote “arrasa quarteirões” para que seja rapidamente apreciado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).  E enfatizo que não tenho dúvidas que tudo está armado dentro da Alerj para que este pacote de maldades seja aprovado no ritmo de um leilão de gado, onde a prenda maior é a entrega de bens públicos a grupo privados nacionais e multinacionais.

Eu, aliás, já anunciei a implantação desse script neoliberal do “precarizar para depois privatizar” no dia 28/02/2016 quando abordei a asfixia financeira que já estava comprometendo o funcionamento das três universidades estaduais existentes no Rio de Janeiro (Aqui!).

Essa intenção explícita de diminuir a participação do Estado em áreas estratégicas está materializada na farra fiscal que já retirou dos cofres estaduais algo em torno de R$ 200 bilhões na forma de protelações e renúncias fiscais. E está também na decisão firme do (des) governador Pezão de continuar com esse verdadeiro suicídio fiscal que colocou as financeiras do Rio de Janeiro na lama.

Mas esse projeto Neoliberal de rapina que está sendo aplicado no Rio de Janeiro não se contenta com as generosidades fiscais, pois o objetivo é ainda mais amplo e passa por privatizar quase tudo o que for possível e no tempo mais curto possível.

Bom, essa disposição de privatizar tudo que ainda está sob o controle público é colocada de forma escancarada por diferentes personagens como Júlio Bueno, Francisco Dornelles, Luiz Fernando Pezão e, não nos esqueçamos dele, o ex (des) governador Sérgio Cabral.

Diante deste cenário, eu não me iludo com a Alerj e quase veleidade que se possa ter em relação ao receituário do Neoliberalismo de rapina do PMDB e de seus sócios no (des) governo do Rio de Janeiro.

Como eu já apontei várias vezes aqui neste blog, a única possibilidade de barrar esse projeto anti-estatal que chegará na Alerj nos próximos dias está nos sindicatos e nos movimentos socias. Mas para isso eles sindicatos e movimentos sociais terão de superar os seus interesses particulares e agendas que giram em torno do “farinha pouco, meu pirão primeiro”.  Do contrário, não haverá como impedir o golpe que está sendo engendrado pelo (des) governador Luiz Fernando Pezão.

Na surdina, (des) governo Pezão/Dornelles privatiza gestão do meio ambiente

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Em meio ao caos e a ansiedade que estão sendo propositalmente criados para manter a população e os servidores públicos distraídos das reais causas da crise financeira que assola o estado do Rio de Janeiro, o (des) governo Pezão/Dornelles privatizou as ações de proteção e conservação ambiental no território fluminense por meio do Decreto 45.792 de 18 de Outubro de 2016 e que foi publicado pelo Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro (DOERJ) no dia de ontem (20/10) (ver reprodução do caput do decreto abaixo).

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Ainda que o objeto do decreto seja criar disposições para qualificar “entidades sem fins lucrativos como organizações sociais (OSs) “, o conjunto dos artigos que o compõe implicam na expansão do modelo falido de gestão privada do estado que já causou danos incomensuráveis na área da saúde onde a expansão exponencial do custo teve como contrapartida a precarização de serviços e direitos trabalhistas.

A transferência de recursos públicos para as chamadas fica clara no artigo 53 (ver reprodução abaixo) onde está dito que “os recursos necessários ao desenvolvimento das ações previstas nos contratos de gestão firmados com as organizações sociais, serão consignados no orçamento do INEA..

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Mas um elemento adicional escancara a natureza privatista deste decreto. É que o decreto 45.792/2016 também prevê a cessão de servidores públicos para atuarem nas OSs para que estas executem os serviços pelas quais sejam contratadas. E a cereja no bolo, a cessão de servidores serão com ônus para o estado!  Como pode parecer que tanta benesse só possa ser intriga da oposição, mostro abaixo o treco do decreto que contém o artigo 61. 

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A verdade é que enquanto o (des) governo Pezão/Dornelles espalha o terror entre os servidores e aposentados, o que está em marcha no estado do Rio de Janeiro é o avanço do processo de privatização do estado com a entrega de áreas importantes dos bens públicos a empresas privadas que operam sob o manto da alcunha de “Organização Social’.  E, mais, com um modelo que deve ser inédito de tão “bozinho” que é com a iniciativa privada, pois não apenas se entreguem recursos financeiros, mas também o capital humano acumulado nos órgãos públicos.

Então que ninguém se engane, quaisquer enxugamentos em números de secretarias e ameaças de cortes de salários visam apenas ampliar, sem maiores resistências, o modelo caro e de baixa qualidade que as OSs oferecem.  Que o digam os milhares de cidadãos que acorrem hoje às unidades da Secretaria de Saúde que são geridas por  essas empresas (quer dizer, organizações).

Para quem quiser ler o Decreto 45.792/2016, basta clicar Aqui!