Fora Temer, eleições diretas já!

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Não há outra saída para o presidente “de facto” Michel Temer que não a renúncia se não quiser enfrentar um vexaminoso processo de impeachment.

Mas a renúncia ou impeachment não poderão, sob o risco de grave convulsão social ocorrer no Brasil, ser seguidos por uma eleição indireta via um congresso que igualmente perdeu a condição de legislar, quanto mais indicar um presidente postiço.

Para evitar aventuras de gabinete não há outra saída que não a maioria da população se colocar nas ruas para exigir a imediata realização de eleições diretas para presidente. E se isso não for bastante, que seja iniciada uma greve geral por tempo indeterminado. Simples assim!

Carta renúncia do (des) governador Sérgio Cabral revela a profundidade do seu desgaste político

Abaixo segue a carta renúncia do (des) governador Sérgio Cabral e que foi lida esta tarde no plenário da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. O teor curto e grosso é revelador da profunda crise em que Cabral deixa o timão da nau desgovernada em que se transformou o seu segundo mandato. Entre farras de guardanapo em Paris e amizades mal explicadas com Fernando Cavendish e Eike Batista, só restou a Cabral ser breve e lacônico.

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De minha parte que considero Sérgio Cabral um exemplo da pior espécie de governante que temos o azar de encontrar pela frente, não lamento a sua renúncia. Aliás, acho até que ele deveria ter sofrido um impeachment tantos foram os seus malfeitos. Mas agora a população do Rio de Janeiro terá a chance de fazer justiça negando a ele qualquer mandato que seja. O fato é que de Sérgio Cabral já tivemos muito mais do que ele jamais mereceu ter.

Cabral diz que vai mesmo renunciar em março. Renuncia agora, (des) governador!

O (des) governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anda dizendo que vai renunciar ao cargo no final de março para melhorar a condição do seu pré-candidato, o vice-governador Luiz Fernando Pezão. Mas a estas alturas até o próprio Pezão sabe que suas chances para ocupar o Palácio Guanabara são mínimas, na melhor das hipóteses.

A verdade é que Sérgio Cabral, provavelmente o governador fluminense que recebeu mais verbas federais desde o final do regime militar de 1964 está numa condição desesperadora, tal é a crise de credibilidade que conseguiu amealhar junto à população fluminense em função do (des) governo em que meteu o Rio de Janeiro.

Por essas e outras é que Cabral deveria antecipar logo sua renúncia. Afinal de contas, até de ex-governador ele já foi rotulado. Melhor seria se pedisse logo o banquinho e saísse de cena de fininho. Por via das dúvidas, bem que a população do Rio de Janeiro poderia começar o movimento “Renúncia já, (des) governador!”

Sérgio Cabral anuncia renúncia para março/2014. Por que não agora?

O (des) governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou esta semana que vai renunciar ao posto que ocupa em março de 2014 para dar chance ao seu vice, Luiz Fernando Pezão, de mostrar serviço à população.

Sinceramente a única coisa que eu lamento nessa notícia é que Sérgio Cabral esteja tendo o luxo de encerrar o seu (des) governo no momento em que bem entende e da maneira que acha mais conveniente.  Na verdade, depois de tantos escândalos e situações obscuras, Sérgio Cabral devia estar cassado e preso.

Cabral deve sua sobrevivência política e liberdade aos bons serviços prestados pelo PT e pelo ex-presidente Lula que é uma espécie aval humano de todo o (des) governo que foi imposto por seu partido e pelo PMDB nos últimos governos fluminenses. Aliás, como Lula um dia já viabilizou a eleição de Anthony Garotinho, a sua folha corrida de desserviços ao povo do Rio de Janeiro é ainda maior.

O pior é que nisso tudo há a chance concreta da Igreja Universal do Reino de Deus, através do “bispo” Marcelo Crivella, assumir o primeiro governo estadual no Brasil. Com uma possibilidade dessas, haja banho de descarrego para o sofrido povo do Rio de Janeiro.