(Des) governo Pezão e a crise salarial: quando o acaso é descaso

O jornal “O DIA” desta 3a. feira (16/05) traz uma matéria informando que 4.500 servidores foram “sorteados” para ficarem sem seus salários pelo (des) governo Pezão,  a maioria referente ao mês de março (Aqui!). O número de “esquecidos” cresce um pouco (“só”  40.000 mil casos a mais) na matéria produzida pelo jornal “EXTRA” (Aqui!)

As informações que eu tenho é que até o sistema de pagamentos do estado do Rio de Janeiro entrou em parafuso com a ausência de comando no Palácio Guanabara.  Tal situação já é de conhecimento corrente, mas não explica como 4.500 salários de servidores da ativa e de 40 mil aposentados do RioPrevidência foram “sorteados” ao acaso para que não recebessem salários já atrasados. 

Como no (des) governo Pezão não há muito espaço para o acaso, o que sobra mesmo é descaso. E esse descaso é uma tática que visa dividir e humilhar servidores concursados com o objetivo claro de impedir que possam exercer suas atividades, das quais a população fluminense depende diretamente.

Aos servidores em geral é preciso lembrar que este “acaso” serviu ainda para fragmentar ainda o funcionalismo estadual entre os que receberam ou não seus salários. Por isso mesmo as ações reparadoras deveriam vir mesmo dos sindicatos cujas categorias já receberam até os salários de Abril. É que sem este tipo de solidariedade não haverá como derrotar o pacote de maldades que foi preparado pela dupla Temer/Meirelles para usar o Rio de Janeiro como laboratório avançado de seu extermínio do serviço público brasileiro.

(Des) governo Pezão paga de surpresa salários de Março e confirma tese da ANAFERJ

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Os mais de 208 mil servidores que estavam sem salários foram surpreendidos no dia de ontem (11/05) com a notícia de que seus salários serão pagos no dia de hoje, o que é confirmado na edição de hoje do jornal O DIA (Aqui!).

Essa decisão vem depois de semanas de desinformação sobre quando seria possível para o estado pagar estes salários. A surpresa é ainda maior quando se verifica que também hoje deverá ser pago o salário de Abril dos servidores da educação e da segurança.

Como não anda crescendo dinheiro em árvore, a única interpretação possível é que o (des) governo do Rio de Janeiro já possuía estes recursos em caixa e estava, propositalmente, mantendo mais de 208 mil servidores na condição de reféns financeiros para agilizar suas tratativas no congresso nacional para aumentar ainda mais o já galopante processo de endividamento público.

Esse desdobramento “surpreendente” também serve para confirmar a análise da Associação de Analistas da Fazenda Estadual (Anaferj) de que a causa dos crônicos atrasos de salários não é exatamente falta de receita, mas sim de uma posição política que quer usar parte do funcionalismo estadual como bucha de canhão nas tratativas com o governo “de facto” de Michel Temer (Aqui!).

A constatação de que  o (des) governo brinca com a desgraça de milhares de servidores impõe aos sindicatos que representam as diferentes categorias do serviço público estadual a adoção de uma postura mais assertiva no trato com o (des) governador Pezão e sua base partidária na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Não é possível que se continue a mendigar direitos com um (des) governo que já perdeu completamente qualquer resquício de credibilidade para tirar o estado do atoleiro em que o PMDB e seus aliados colocaram o Rio de Janeiro. Qualquer coisa diferente de chamar os servidores para derrotarem essa política odiosa que os humilha diariamente será colaborar com um (des) governo falido. Simples assim!

(Des) governo Pezão continua sua ação divisionista contra funcionalismo estadual

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O (des) governo Pezão, consonante com a tática de que não se mexe em time que está ganhando, anunciou ontem o pagamento dos salários de Abril dos servidores da educação e da segurança, enquanto perdura o calote dos salários de Março para mais de 208 mil servidores (Aqui! Aqui!).

Essa postura de beneficiar setores que ou possuem armas ou podem levar muita gente para a rua é claramente uma ação calculada, pois vem dando certo. É que o uso desta tática divisionista vem impedindo que ocorra uma greve geral do funcionalismo estadual, além de criar inevitáveis clivagens entre os que ainda recebem salários mais ou menos em dia, e os que estão tendo suas vidas destroçadas por este (des) governo que lhes nega algo básico que são seus salários, aposentadorias e pensões.

Há que se frisar ainda o papel de cão de guarda do (des) governo Pezão que é cumprido pela mídia corporativa. É que longe de qualquer análise mais acabada das causas da crise (seletiva) que o Rio de Janeiro passa neste momento, os principais jornais apenas se comportam como passadores do “press releases” do (des) governo Pezão. Isso quando não omitem informações preciosas como é a do nível de recolhimento de impostos que, por si só, dispensariam a humilhação aos servidores que estão sendo deixados para trás.

Agora resta saber como vão reagir os sindicatos daqueles setores que foram escolhidos para servirem como bucha de canhão na domesticação do Rio de Janeiro para a aplicação das receitas ultraneoliberais que estão sendo gestadas pelo governo “de facto” de Michel Temer. Se esses sindicatos escolherem continuar numa postura de expectadores da luta de classes é bem provável que brevemente fiquem sem base sindical, já que a debandada dos servidores se tornará inevitável. É que por mais que prezem seus cargos e funções, muitos já estão escolhendo outros caminhos para garantir a sobrevivência de suas famílias.

Já para aqueles que estão com seus salários em dia e vão tocando a vida como se o drama dos seus colegas não tivesse nada a ver com eles, há apenas que se lembrar que brevemente a tática de terra arrasada deverá chegar até eles. E aí quando isso acontecer, e vai acontecer, é provável que o grau de divisão reinante impeça uma resposta a altura. É isso é tudo o que o (des) Pezão deseja. Simples, porém eficiente.

Anaferj coloca o dedo na ferida: dinheiro para pagar salários existe, o que falta é vontade de fazer o certo

pezao meirelles

O blog mantido pela Associação de Analistas da Fazenda Estadual do Rio de Janeiro (Anaferj) publicou hoje uma postagem que deixa nu todo o argumento do (des) governo Pezão de que não há dinheiro para pagar os salários atrasados do servidores estaduais (Aqui!).

anaferj

Segundo a Anaferj, “a arrecadação do Estado é suficiente para pagar a folha. O governo deliberadamente opta por honrar outras despesas e rastejar no chão para a União em troca de mais endividamento.

Apesar de não ser analista de fazenda, faz tempo que eu desconfio dessa crise (seletiva) que assola o Rio de Janeiro. É que apenas nos últimos meses o governo “de facto” de Michel Temer já arrestou vários bilhões de reais para continuar pagando a misteriosa dívida acumulada pelo (des) governo do Rio de Janeiro ao arrepio da necessidade de mais de 200 mil famílias cujos cabeças são servidores estaduais.

Além disso, não me consta que haja ocorrido a suspensão de determinados pagamentos, a começar pelos bilionários contratos da área da saúde terceirizada. Quando muito ali vem ocorrendo demoras pontuais, mas nada que se compare ao que está sendo feito com os servidores públicos concursados.

Outra área para a qual venho chamando atenção é a do pagamento de debêntures, a começar pelas emitidas pelo chamado “Rio Oil Finance Trust“. Apenas para esse caso é certo que vários bilhões arrecadados por impostos foram parar nas contas bancárias dos chamados “fundos abutres” que estão se beneficiando da desastrosa operação Delaware que foi comandada pelo atual secretário estadual de Fazenda, Gustavo Barbosa. Só neste caso, a sangria é desatada, e ninguém parece se importar, já que os abutres estão sendo alimentados.

O fato é que uma parcela dos servidores estaduais e os pensionistas e aposentados do RioPrevidência estão sendo usados como bucha de canhão nas tratativas impostas por Michel Temer e Henrique Meirelles.  O problema do Rio de Janeiro é claramente político, e não financeiro.

E em outras palavras, a crise do Rio de Janeiro tem uma caráter seletivo, mas muito seletivo mesmo!

Por isso tudo é que realmente não me parece aceitável a postura da maioria dos sindicatos e associações de servidores que estão mantendo uma postura espectante frente não apenas ao drama de seus representados, mas, principalmente, diante da estratégia do (des) governo Pezão de usar o atraso no pagamento dos salários como uma ferramenta de guerra ideológica que visa mormente a desmoralizar os que estão sendo deixados, propositalmente é preciso que se diga, na rua da amargura.

Finalmente, há que se observar que há quem ainda trata o (des) governador Pezão e seus (des) secretários com a deferência que eles não merecem. Afinal de contas, nem interlocutores qualificados eles são mais.  Para tratar com esse (des) governo que seja apenas a data da renúncia ou do impeachment de Luiz Fernando Pezão. Simples assim.

Uenf: contra o descaso do (des) governo Pezão, bazar da solidariedade como instrumento de luta

Os servidores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) estão se preparando para realizar um bazar que visa obter recursos para apoiar os que estão sendo mais duramente atingidos pelo descaso programado do (des) governo Pezão. 

bazar

Essa iniciativa é organizada pela delegacia local do Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj) e conta com o apoio da ADUENF e da reitoria da Uenf. 

Esse bazar é um dos muitos instrumentos de luta que estão sendo utilizados para chamar tanto a comunidade universitária como a população para que participem da defesa da Uenf.  Maiores informações sobre o evento, pode ser obtidas (Aqui!)

O (des) governo Pezão agoniza, mas só terminará com os servidores nas ruas

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Com três meses de salários atrasados e sem sequer um calendário para quando os débitos com os servidores serão honrados, o (des) governador Luiz Fernando Pezão concedeu uma longa entrevista ao jornal campista “Folha da Manhã” (Aqui!).

De conjunto a leitura desta entrevista aponta que o (des) governador Pezão é completamente incapaz de fazer um balanço sincero das causas da crise econômica e social em que seu (des) governo afundou o rio de Janeiro.  É que além de uma defesa insípida do tal projeto de recuperação fiscal que se encontra tramintando no congresso nacional, as respostas oferecidas por Pezão são um testamento da sua incompetência para o cargo que ocupa. Apertando aqui e ali, a verdade é que não sobra nada de substancial, sendo as respostas um testemunho de uma grosseira incompetência e, pior, aparentemente refletem uma completa incapacidade de sequer entender o tamanho do buraco ele se meteu.

Por outro lado, toda essa incapacidade está sendo compensada, ao menos nas manifestações públicas que têm ocorrido desde o ano passado, é o aumento da virulência com a qual a Polícia Militar atua para dissipar a reação organizada da sociedade. Isto ficou especialmente claro no dia 28/04 onde até um palanque cheio de deputados de oposição foi bombardeado, enquanto um deles pedia que a PM suspendesse o ataque com bombas que fazia contra uma multidão que apenas queria se manifestar pacificamente.

Ao contrário de ser uma demonstração de força, esse tipo de ação das forças de repressão explicitam a fraqueza do (des) governo Pezão. É sempre assim, quanto mais fraco um governo se torna, mais repressiva ele tende a se tornar. E no Rio de Janeiro está máxima vem se materializando de forma bastante pedagógica.

A questão aqui é que, ao contrário do que pretende o (des) governo Pezão, a única forma de barrar seus planos de regressão social e cortes de direitos trabalhistas é exatamente ocupar as ruas, de modo a colocar um ponto final num mandato que já foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por grosseiras violações no financiamento de campanha.   O fato é que não há governo, por mais morimbundo que seja, que caia por si só. Há que haver a necessária pressão das ruas para que até as forças repressivas desistam de sustentar um (des) governante cujo maior apelo para se manter no poder é evitar o  mesmo caminho trilhado por seu antecessor e mentor político, qual seja, o da penitenciária.

Por isso tudo, não resta nada mais aos servidores do que ocupar as ruas e exigir os seus salários e o repúdio de quaisquer medidas que o inepto (des) governador Pezão queira aplicar para jogar-lhes sobre suas costas o custo de seus próprios erros.

A crise (seletiva) e o atraso salarial no Rio de Janeiro expressam a crise da direção política dos trabalhadores

Estamos caminhando rapidamente para o final do mês de Abril e até agora nada de notícias sobre o pagamento dos salários de Março de mais de 200 mil servidores da ativa, aposentados e pensionistas do falido RioPrevidência. Enquanto isso, o (des) governador Luiz Fernando Pezão parece ter acampado em Brasília em busca da aprovação de um pacote de maldades que jogará o custo do reequilíbrio temporário das contas do Rio de Janeiro nas costas do conjunto dos servidores.

A pergunta que não quer calar é a seguinte: por que ainda não temos uma greve geral do funcionalismo estadual?

Eu particularmente sempre me remeto a Leon Trostsky que dizia que ““A crise histórica da humanidade reduz-se à crise da direção revolucionária…. A crise de direção do proletariado, que se tornou a crise da civilização humana, somente pode ser resolvida pela Quarta Internacional.” 

Ainda que quase 80 anos tenham se passado desde a morte de Trotsky e que esteja mais fácil fundar a Quinta Internacional do que ter formada a quarta sonhada por ele, penso que seu vaticínio continua altamente válido, e consequentemente a saída para a crise seletiva que está sendo imposta sobre os trabalhadores públicos e à população fluminense só será possível de ser encontrada com resolução da crise de direção política que assola sindicatos e partidos de esquerda.

As razões para essa crise estão essencialmente no processo de acomodação aos ritmos do partido que dominou o Palácio Guanabara desde os tempos de Anthony Garotinho, já que foi com ele que o PMDB inicialmente colocou os pés e depois as mãos no controle político da maquina estadual.  Mas o problema nunca se resumiu ao PMDB de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, pois o controle absoluto que se alcançou nos três poderes só possível porque sindicatos e os partidos majoritários da oposição também consentiram com os métodos aplicados. Não é à toa que o PT e o PDT sempre esteve do lado de Sérgio Cabral na Assembleia Legislativa, e ainda relutam em abandonar Pezão e Jorge Picciani.

A mesma coisa se deu com a maioria dos sindicatos que escolheu adotar uma postura particularista de negociação, adotando uma postura de ignorar as grossas evidências de corrupção que escapavam por todos os lados. Pessoalmente fui testemunha de casos em que os servidores foram atraídos para a Alerj para serem notificados de ganhos miseráveis, apenas para serem convencidos por seus dirigentes de que aquilo era o melhor que poderiam conseguir. 

Então que ninguém se engane.  Não haverá saída positiva para a crise (seletiva) do Rio de Janeiro se os servidores não questionarem primeiro seus supostos líderes e as estranhas alianças que formaram ao longo da última década com Sérgio Cabral, Jorge Picciani e Pezão.

O salário como miragem: mídia corporativa apresenta pagamento de salário atrasado como dádiva adiantada

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O fato de que cerca de 200 mil servidores estaduais estão tendo a conclusão do pagamento dos salários de Fevereiro nesta segunda-feira (17/04) está sendo apresentado como uma espécie de dádiva concedida pelo (des) governo Pezão. Esse esforço de parte da mídia corporativa só pode ser explicado por uma opção de tentar salvar um (des) governo que claramente perdeu a capacidade de se manter em pé.

Abaixo posto um comentário que fiz sobre a situação salarial destes servidores e dos impactos que isto traz para a população fluminense.

Mais uma profecia: secretário veste camisa de defesa da Uenf e deve cair em breve

Após uma longa reunião na sala de reuniões da reitoria da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), o ainda secretário estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social, o deputado estadual Pedro Fernandes (PMDB), foi presenteado com uma camiseta criada pela Associação de Docentes da Uenf para simbolizar a defesa da instituição contra o desmonte promovido pelo (des) governo do qual ele faz parte.

Pois bem, o jovem secretário não apenas recebeu a camiseta, mas como a vestiu de forma voluntária, como mostra a imagem abaixo, produzindo uma ótima imagem de marketing para os enfrentamentos que certamente ainda ocorrerão entre a comunidade universitária da Uenf e o (des) governo Pezão.

pedro fernandes

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Lamentavelmente para o secretário Pedro Fernandes, esse gesto de aquiescência da justeza das reivindicações da comunidade universitária da Uenf deverá brevemente lhe custar o cargo que ele ocupa. É que desde que ocupou o cargo, sabe-se lá por quais razões, Pedro Fernandes já amealhou vários inimigos dentro da equipe mais próxima do (des) governador Pezão. Agora, ao vestir a camisa com a bela charge de Darcy Ribeiro,  Pedro Fernandes deverá balançar de vez no cargo.

Mas que ninguém se preocupe muito com o jovem secretário, pois Pedro Fernandes precisará apenas voltar para o Palácio Tiradentes para retomar seus funções parlamentares. Já a Uenf e sua comunidade universitária vão ter que continuar se virando por conta própria!

Servidora aposentada é assassinada por senhorio por atraso de aluguel

Desde que irrompeu a crise (seletiva) causada pelo caos criado pelo (des) governo comandado pelo PMDB no Rio de Janeiro já tivemos casos de servidores que se suicidaram, e de tantos outros que morreram em função da incapacidade de comprar remédios ou mesmo de depressão.

Mas agora temos mais um desdobramento dessa situação insólita que parte dos servidores estaduais (da ativa, pensionistas e aposentados) estão vivendo. É que uma servidora aposentada foi assassinada por seu senhorio pelo fato de estar com um mês de aluguel atrasado (ver reprodução abaixo de matéria publicada sobre o caso pelo jornal O DIA).

servidora aposentada

Enquanto isso, o ainda (des) governador Pezão continua seu périplo infrutífero em Brasilia onde tenta convencer deputados relutantes em engolir a pílula amarga proposta pelo presidente “de facto” Michel Temer e pelo seu ministro/banqueiro Henrique Meirelles para liberar um empréstimo que serviria para, quando muito, pagar um mês dos salários atrasados.

O mais triste é que este tipo de caso ainda vai se repetir sob os olhares cúmplices do judiciário que deveria já ter agido para impedir esta situação de barbárie.  Aliás, nunca custa lembrar que até agora o judiciário para assegurar o pagamento dos salários de seus próprios servidores no melhor estilo “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

Resta saber agora como vão se comportar os sindicatos que representam, ou deveriam representar, os servidores públicos estaduais.