Porto do Açu: ocupação de nova área reacende conflito agrário

Tenho relatado ao longo do tempo situações conflituosas envolvendo agricultores desapropriados pelo (des) governo do Rio de Janeiro e funcionários de segurança privada que cuidam dos interesses dos controladores do Porto do Açu.

A situação  andava calma desde que o juiz  Paulo Maurício Simão Filho   decidiu dar um período de 40 dias para que houvesse algum tipo de solução negociada para a disputa criada pela reocupação de uma área por agricultores insatisfeitos com a falta de solução para os problemas criados pelas desapropriações que beneficiaram inicialmente o ex-bilionário Eike Batista (Aqui!).

Entretanto, segundo informações que começarama chegar a mim, um fato novo ocorreu nos últimos 15 dias quando um grupo de agricultores decidiu reocupar uma nova área próxima da localidade de Água Preta com a finalidade de reiniciar a prática da agricultura familiar, especificamente o cultivo de quiabo. 

Segundo fontes deste blog, esta nova  ocupação de área desapropriada pela Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (Codin) supostamente para a instalação do Distrito Industrial de São João da Barra (DISJB) gerou um novo foco de tensão, envolvendo os agricultores e equipes de segurança ligadas à Prumo Logística Global.  Esta tensão teria provocado um incidente na tarde de ontem (07/06) envolvendo um agricultor, “G”, que participa desta ocupação e um veículo dirigido por um funcionário da Prumo Logística que atenderia pelas iniciais de “L.F.” 

O incidente a que me refiro teria sido uma tentativa de abalroamento da motocicleta que estava sendo dirigida pelo agricultor “G” por um veículo pick up identificado com o logotipo da Prumo Logística, e que teria provocado uma espécie de “stand off”  entre as partes envolvidas (ver imagens abaixo que aparentemente mostram cenas do local deste incidente).

Estas informações me foram passadas por pessoas com que venho interagindo no V Distrito nos últimos 6 anos,  e reputo tanto as informações como as imagens como sendo genuínas. E. assim, tudo indica que o conflito agrário nas áreas desapropriadas no entorno Porto do Açu pode estar entrando numa nova fase de enfrentamentos.  

Resta saber a quem interessa que outros tipos de incidentes como esse venham a se repetir. É que numa próxima vez, a pessoa sendo abalroada talvez não seja tão ágil, e as consequências possam ir além das perdas materiais.

R$ 219 bilhões! Esse é o tamanho do rombo causado pela farra fiscal de Sérgio Cabral e Pezão

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Por Eliomar Coelho*

R$ 219.000.000.000 (219 bilhões de reais) é o valor que deixou de entrar nos cofres do Tesouro Estadual por causa de benefícios fiscais concedidos por Cabral, Pezão e Dornelles. Esse valor seria suficiente para pagar toda a folha de servidores do estado por quase 9 anos! É claro que incentivos fiscais são importantes quando servem para alavancar de verdade a economia do estado e quando trazem boas contrapartidas.

No caso do Rio, o que há é uma farra de distribuição fiscal sem controle, sem transparência e sem critérios. Só a H.Stern (uma das joalherias mais caras do Brasil), já teve mais de R$ 110 milhões em renúncia fiscal. Bom lembrar que essa empresa está nas lavagens de dinheiro de Sergio Cabral.

O grupo L’Oréal, “lider mundial em beleza”, já foi beneficiado em mais de R$1 bilhão de reais. Na Alerj, o PSOL pediu uma CPI para investigar e separar o joio do trigo, quais benefícios são bons e quais são frutos de negociatas que causam prejuízos ao estado.

O presidente da Alerj, e do PMDB, está impedindo a CPI pois nomeou uma Comissão praticamente toda governista, descumprindo o Regimento Interno

* Eliomar Coelho é deputado estadual pelo PSOL.

FONTE: https://www.facebook.com/eliomarcoelho/?hc_ref=PAGES_TIMELINE&fref=nf

A crise seletiva do Rio de Janeiro mostra novamente a sua cara

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Faz tempo que venho insistindo na tese de que o Rio de Janeiro vive essencialmente uma crise financeira de caráter altamente seletivo. É que de um lado ficam os servidores e beneficiários do RioPrevidência jogados à mercê da própria sorte (e junto com eles a parcela da população que depende dos serviços públicos), enquanto de outro ficam empresas e corporações que possuem como traço comum indícios de relações pouquíssimo republicanas com o (des) governo comandado pela dupla Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão (afinal esse é o mesmo grupo que controla o executivo fluminense desde 2007!).

Hoje (04/06)  o G! publicou uma matéria assinada pelo jornalista pelo jornalista Marco Antonio Martins que, mais uma vez, explicita a seletividade da crise que atravessa o Rio de Janeiro ao reportar que apenas em 2017, o (des) governo Pezão pago em torno de R$ 91 milhões a empresas na chamada Operação Lava Jato (Aqui!).

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A matéria mostra ainda que quem mais recebeu em 2017 do (des) governo Pezão foi o Grupo Prol, do empresário Arthur Cezar Menezes, que é mais conhecido como Rei Arthur.  Antes conhecido como Grupo Facility, o Prol é composto por empresas de limpeza, portaria e alimentação.  Além disso, as empresas do Grupo Prol possuem os maiores contratos de terceirização de mão de obra no RJ. 

Diante de mais essa evidência da seletividade da “crise” financeira do Rio de Janeiro, cresce a obrigação das representações sindicais de usarem todas as armas possíveis para colocarem em xeque o (des) governo Pezão. É que não se pode mais tolerar que os direitos básicos de centenas de milhares de servidores sejam pisados em prol do fluxo de caixa para empresas terceirizadas que, acima de tudo, prestam serviços de péssima qualidade para a população fluminense.

Em meio a uma onda de ataques aos servidores, o (des) governo Pezão se vê próximo do tsunami de operações policiais

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Apesar de estar marchando quase que “livre, leve e solto” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na aplicação do pacote de maldades acordado com o governo “de facto” de Michel Temer, os dias não devem estar tão amenos lá pelas bandas do Palácio Guanabara.  Para saber disso não é nem preciso escutar as fontes internas que passam informações como se a sede do executivo fluminense fosse um queijo suíço. 

Digo isso porque basta abrir as páginas dos veículos corporativos para verificar que as operações policias estão cada vez mais próximas da gestão com contas reprovadas no Tribunal de Contas do Estado das contas do (des) governo Pezão para o ano de 2016.

Um exemplo disso foi a prisão no dia de hoje em mais uma fase da interminável Operação Lava Jato do empresário da área de refeições, o Sr. Marco Antonio de Luca, que apenas em 2017 possui contratos que somam  cerca de R$ 2 bilhões com o (des) governo Pezão (Aqui!).

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A reportagem assinada por Hanrrikson de Andrade informa ainda que “O MPF informou que estão sendo investigados “dezenas de contratos” que continuam em vigor na gestão de Luiz Fernando Pezão (PMDB), ex-vice do hoje presidiário Sérgio Cabral.

Mas o interessante é que também no dia de hoje o site UOL publicou outra matéria relacionada a crimes cometidos por Sérgio Cabral e vários de seus (des) secretários no caso referente à construção da Linha 4 do Metrô, e que resultou no bloqueio de R$ 3,1 bilhões de patrimônios pertencentes, entre outros personagens, do ex-(des) governador  e Cabral, do ex-secretário de Transportes e deputado federal, Julio Lopes (PP),  e do ex-subsecretário de Turismo, Luiz Carlos Velloso (Aqui!).

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Há ainda que se notar que o (des) governador Pezão só não teve os bens também bloqueados pela juíza responsável pelo caso em questão porque ela considerou  que a ação civil pública apresentada pelo Ministério Público (MP) não inclui o período em que os três estavam no governo.   Como esse pode ser um entendimento que poderá ser rebatido pelo MP, já que Pezão não foi só foi o vice (des) governador de Sérgio Cabral, mas chefiou por vários anos a poderosa secretaria estadual de obras.

Em suma, o tsunami das operações policiais e dos pedidos de prisão por parte do MP que já tem andado bem próximos do Palácio Guanabara tem tudo para ficar ainda mais perto.

Por isso mesmo é que não é compreensível que os sindicatos e associações que representam os servidores públicos estaduais continuem tendo a posição de compasso de espera em relação aos múltiplos ataques que estão sendo desferidos pelo (des) governo Pezão contra os direitos do funcionalismo público estadual.

Por que é preciso uma auditoria independente da dívida pública e no RioPrevidência?

As tentativas do (des) governo Pezão de jogar sobre as costas dos servidores estaduais e da população fluminense o custo de uma gestão desastrosa do estado deve ser respondida com a demanda de uma auditoria independente na dívida pública e no RioPrevidência. 

É que sem isso, o (des) governo Pezão vai continuar aumentando o processo de endividamento público, apenas para beneficiar as corporações econômicos como o que já foi feito para beneficiar as empreiteiras e a JBS Friboi.

No vídeo abaixo falo mais sobre a situação de crise seletiva que está ocorrendo no Rio de Janeiro, onde perdem os servidores e a população e ganham as grandes corporações.

Bancada campista vota unida contra servidores na Alerj

As imagens abaixo expressam a votação da emenda que garantia a proteção ao emprego do servidores estaduais após a aprovação do malfadado estado de calamidade pública (financeira) requerida pelo (des) governo Pezão.

Quem se der ao trabalho de procurar os nomes dos deputados eleitos pelo muncipio de Campos dos Goytacazes (Geraldo Pudim (PMDB), Gil Vianna (PSB) e João Peixoto (PSDC)) poderá verificar que os três votaram contra a garantia de emprego aos servidores.

E posso adiantar sem preciso utilizar do Oráculo de Rhodes que os três amanhã votarão para aumentar a contribuição previdenciária dos servidores estaduais de 11%  para 14%. Com isso, Pudim, Gil Vianna e João Peixoto estarão dando o aval para uma tunga injustificada nos salários dos servidores, num momento em que o 13o. salário de 2016 não possui sequer previsão de pagamento e mais de 200 servidores ainda não receberam os salários de Abril.

Por isso é importante que a população de Campos dos Goytacazes e os servidores estaduais que aqui prestam serviços lembrem bem dos votos destes 3 deputados para negar-lhes novo mandato em 2018.

The Intercept Brasil lança o “Malta Files” e joga mais luz sobre os processos de evasão fiscal e lavagem de dinheiro por políticos e empresas brasileiros

O site The Intercept lançou hoje uma série composta por 3 artigos assinados pelos jornalistas Ruben Berta, Lúcio de Castro e Andrew Fishman sobre um  levantamento realizado pelo consórcio European Investigative Collaborations (EIC), que reúne 14 veículos de comunicação e 48 jornalistas de 16 países.  Os artigos mostram os meandros que envolvem as dezenas de milhares de firmas criadas em Malta nos últimos 20 anos, incluindo várias corporações brasileiras, e que estão envolvidas na evasão de recursos e lavagem de dinheiro.  O material também joga luz sobre a atuação de algumas figurinhas carimbadas da Lava Jato como José Dirceu e o onipresente ex (des) governador do Rio de Janeiro, o hoje presidiário Sérgio Cabral.

Para quem quiser ler este interessante material, basta clicar  (Aqui!)

Conflito agrário no Porto do Açu: entidades, lideranças políticas e pesquisadores emitem nota sobre retomada de terras

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Além da vitória parcial obtida com a decisão de que irão permanecer na área reocupada, os agricultores do V Distrito de São João da Barra receberam um importante apoio político com a divulgação de uma nota assinada por 109 entidades e 157 indíviduos que retratada de forma clara a necessidade da retorno das terras que foram expropriadas pelo (des) governo de Sérgio Cabral.

Esse amplo arco de apoios será fundamental para que se obtenha a justa e já tardia anulação dos decretos expropriatórios que tomaram mais de 7.500 hectares da agricultura familiar para que fossem entregues de mãos beijadas para o ex-bilionário Eike Batista que posteriormente as negociou com o fundo de “private equity” EIG Global Partners.

Quem desejar ler a longa lista de apoios, basta clicar  (Aqui!)

NOTA PÚBLICA SOBRE A RETOMADA DE TERRAS NO 5° DISTRITO DE SÃO JOÃO DA BARRA, RIO DE JANEIRO

Desde a manhã do dia 19 de abril de 2017, cerca de 100 agricultores e agricultoras da região do Açu, município de São João da Barra-RJ seguem com a luta pela retomada de suas terras, expropriadas pelo governo Sergio Cabral e pelo Grupo EBX, de Eike Batista. Sob a responsabilidade da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN), as terras foram tomadas dos/as agricultores/as por ato desapropriatório e entregues a empresa LLX, que tinha por interesse a implantação de um distrito industrial na área do entorno do Porto do Açu. Através de um termo precário e de pagamentos irrisórios, a CODIN autorizou a empresa de Eike a entrar e tomar a posse
destas terras.

O conflito no Açu já se arrasta por quase 10 anos, envolvendo um megaempreendimento portuário-industrial e famílias de agricultores e pescadores do 5º Distrito/Açu. Trata-se do Projeto Minas Rio, hoje da Anglo American o maior empreendimento minero-portuário do mundo, incluindo a construção de um mineroduto, com 525 km de
extensão, que integra a extração e tratamento de minério de ferro em Conceição do Mato Dentro/MG – onde gravíssimos impactos e violações também são cometidos há 10 anos – ao condomínio industrial misto com infraestrutura logística e portuária no RJ. No norte fluminense, o Projeto foi implantado sobre a maior faixa de restinga do país, desapropriando uma área de 7.200 hectares.

A ASPRIM (Associação dos Proprietários Rurais e Imóveis de São João da Barra), com o apoio do MST, exige a devolução e retomada imediata da posse das terras, principalmente pela perda de finalidade do objeto que motivou o decreto desapropriatório, com o não uso de grande parte desta área pelo empreendimento portuário. Hoje, após quase 9 anos de publicação do decreto, quase 90 % das terras desapropriadas não foram usadas e não cumprem sua função social, nem mesmo as finalidades atribuídas ao decreto. As empresas que ocupariam a enorme área:
siderúrgicas (duas); cimenteiras; usinas termelétricas, eletro-intensivas, polo metal-mecânico, estaleiros e outras há muito já anunciaram suas desistências, desde que os negócios de Eike Batista foram ao chão. Além disso, as recentes prisões de Eike e Cabral revelaram a forma fraudulenta e criminosa das negociações e das tratativas envolvendo a desapropriação, feita a base da compra de decisões e corrupção, o que reforça a caráter ilegal do decreto. No fundo, trata-se de uma quadrilha criminosa que expropriou a vida, o trabalho e a dignidade das famílias agricultoras do Açu.

Portanto, o movimento de retomada das terras é um ato de justiça e deve ser aclamado e não pode recuar. Conclamamos toda a sociedade, sindicatos de trabalhadores, grupos de pesquisa, coletivos organizados, movimentos sociais, mídias independentes a manifestar apoio e solidariedade à ocupação e retomada de terras no 5º distrito de São João da Barra pelos agricultores e agricultoras. É hora de unir forças, multiplicar a luta e manifestar
todo apoio e solidariedade.

Nossa luta é por justiça! Nenhum direito a menos!
Pela devolução imediata das terras do Açu aos agricultores e agricultoras!
Pela anulação do decreto desapropriatório!
Pela vida, pelos alimentos e pela restinga!

São João da Barra, 12 de maio de 2017

Porto do Açu: mais de cem agricultores atingidos pelas desapropriações acionam Alerj dar andamento à CPI

Ao longo tarde desta 6a. feira (12/05) estará ocorrendo a audiência de conciliação acerca da reocupação de terras por agricultores desapropriados pelo (des) governo Sérgio Cabral na retroárea do Porto do Açu (Aqui!). Entretanto,  ontem o advogado sanjoanense Rodrigo Pessanha deu entrada na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) um pedido de ratificação para a instalação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para apurar as ilegalidades cometidas no processo de expropriação de terras comandado por Cabral em benefício do ex-bilionário Eike Batista.

O advogado Rodrigo Pessanha é provavelmente o mais envolvido na representação legal dos atingidos pelo escabroso processo de tomada de terras que ocorreu no V Distrito de São João, e este fica demonstrado neste pedido, já que são signatários do mesmo mais de 100 agricultores familiares, os quais tiveram tomados pelo estado a incrível soma de 5.277.248,00 m2 (ou algo próximo de 740 campos de futebol do tamanho do Maracanã).

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Entre as razões alegadas para a ratificação do pedido de CPI, foi a possibilidade de que o (des) governo Cabral realizou a expropriação das terras dos agricultores reclamantes sem que houvesse sido feita a programação dos recursos financeiros necessários para pagar compensações financeiras devidas aos atingidos pelo processo. Se isto se confirmar, a conclusão mais óbvia é que ficará aberto o caminho para a anulação dos decretos expropriatórios.

Desta forma, seja qual for a decisão que for tomada pela justiça de São João da Barra, tudo indica que as disputas políticas e judiciais em torno das terras expropriadas por Sérgio Cabral deverá aumentar bastante ao longo dos próximos meses.

Finalmente, vamos ver como vai agir o deputado Bruno Dauaire (PR) após receber este verdadeiro “mamão com açúcar” do seu conterrâneo. É que este pedido de ratificação dá um forte suporte ao pedido de CPI que foi feito pelo jovem parlamentar sanjoanense. A ver!

Pezão é um ex-governador em exercício

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Acompanhando os debates de hoje na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) ouvi o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) apresentar a melhor caracterização da situação do (des) governador Luiz Fernando Pezão.  

É que segundo Freixo, Pezão não passa de um ex-governador ainda exercício e que a verdadeira calamidade que aflige o Rio de Janeiro neste momento é o política.

Além disso, Freixo apontou claramente que a base do (des) governo Pezão é a mesma que deu suporte à roubalheira comandada pela quadrilha comandada pelo hoje presidiário Sérgio Cabral. E frisou ainda que a quadrilha que Cabral comandava era o próprio governo e seus secretários.

Bom, há melhor conjunto de caracterizações do que essas oferecidas por Marcelo Freixo? Me parece que não!

Ah, antes que me esqueça, ao longo fala de Freixo quem o tentava calar (felizmente sem sucesso) era André Ceciliano, presidente em exercício da Alerj, o mais “piccianista” dos deputados petistas. Durma-se com um barulho desses!