Em meio a uma onda de ataques aos servidores, o (des) governo Pezão se vê próximo do tsunami de operações policiais

cabral pezão

Apesar de estar marchando quase que “livre, leve e solto” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro na aplicação do pacote de maldades acordado com o governo “de facto” de Michel Temer, os dias não devem estar tão amenos lá pelas bandas do Palácio Guanabara.  Para saber disso não é nem preciso escutar as fontes internas que passam informações como se a sede do executivo fluminense fosse um queijo suíço. 

Digo isso porque basta abrir as páginas dos veículos corporativos para verificar que as operações policias estão cada vez mais próximas da gestão com contas reprovadas no Tribunal de Contas do Estado das contas do (des) governo Pezão para o ano de 2016.

Um exemplo disso foi a prisão no dia de hoje em mais uma fase da interminável Operação Lava Jato do empresário da área de refeições, o Sr. Marco Antonio de Luca, que apenas em 2017 possui contratos que somam  cerca de R$ 2 bilhões com o (des) governo Pezão (Aqui!).

escandalo 2

A reportagem assinada por Hanrrikson de Andrade informa ainda que “O MPF informou que estão sendo investigados “dezenas de contratos” que continuam em vigor na gestão de Luiz Fernando Pezão (PMDB), ex-vice do hoje presidiário Sérgio Cabral.

Mas o interessante é que também no dia de hoje o site UOL publicou outra matéria relacionada a crimes cometidos por Sérgio Cabral e vários de seus (des) secretários no caso referente à construção da Linha 4 do Metrô, e que resultou no bloqueio de R$ 3,1 bilhões de patrimônios pertencentes, entre outros personagens, do ex-(des) governador  e Cabral, do ex-secretário de Transportes e deputado federal, Julio Lopes (PP),  e do ex-subsecretário de Turismo, Luiz Carlos Velloso (Aqui!).

escandalo 1

Há ainda que se notar que o (des) governador Pezão só não teve os bens também bloqueados pela juíza responsável pelo caso em questão porque ela considerou  que a ação civil pública apresentada pelo Ministério Público (MP) não inclui o período em que os três estavam no governo.   Como esse pode ser um entendimento que poderá ser rebatido pelo MP, já que Pezão não foi só foi o vice (des) governador de Sérgio Cabral, mas chefiou por vários anos a poderosa secretaria estadual de obras.

Em suma, o tsunami das operações policiais e dos pedidos de prisão por parte do MP que já tem andado bem próximos do Palácio Guanabara tem tudo para ficar ainda mais perto.

Por isso mesmo é que não é compreensível que os sindicatos e associações que representam os servidores públicos estaduais continuem tendo a posição de compasso de espera em relação aos múltiplos ataques que estão sendo desferidos pelo (des) governo Pezão contra os direitos do funcionalismo público estadual.

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