Hospital Veterinário da UENF dá exemplo de como desperdiçar água num período de crise hídrica

Existem situações que me levam a ter sérias dúvidas se a UENF é um lugar em que efetivamente se prima pela racionalidade e onde pauta pelo oferecimento de bons exemplos à sociedade em que estamos inseridos. É que hoje me chegou a informação de que no período de recesso acadêmico alguém decidiu retirar a grama em torno do Hospital Veterinário devido ao seu estado de ressecamento total para substituí-lo por grama nova.  Esta decisão que provavelmente poderia ter sido evitada com estratégias de molhar a grama durante a noite para evitar desperdício em meio a seca aguda. Mas o pior é que se tirou a grama e não se colocou nada no lugar, o que transformou os arredores do Hospital Veterinário num tremendo terreiro empoeirado.

Eis que para minimizar o problema, a direção do Hospital Veterinário parece ter mandado (vejam imagens abaixo) que se molhe a terra para contornar (parcialmente é preciso que se diga) o problema causado pela poeira. 

hvet 1 hvet 2

Essa situação, além de ser um péssimo exemplo interno, acaba pegando muito mal para as dezenas de usuários do Hospital Veterinário que frequentam o local diariamente, e que estão assim vendo um enorme, e questionável, uso de água. Aliás, se era para usar essa quantidade de água, algum visitante poderá perguntar por que não usaram na grama enquanto não estava totalmente ressecada!

Aliás, nunca é nada demais lembrar que o orçamento da UENF é consumido em grandes quantidades para o pagamento de água e eletricidade. Se isso já deveria nos levar a economizar nessas áreas, o que dizer então de um momento em que a crise hídrica está mais que estabelecida?

Reitoria quebra silêncio e lança nota “oca” sobre o atraso no pagamento das bolsas dos estudantes

Após um longo e inexplicável silêncio, a reitoria da UENF acaba de ver a público para oferecer um arremedo de explicação sobre o inaceitável atraso no pagamento das bolsas de milhares de estudantes. O texto da nota é um simulacro de explicação, e não oferece qualquer garantia objetiva de que o pagamento das bolsas referentes ao mês de Dezembro de 2014 ocorrerão em breve.

Eu diria que esse texto da reitoria da UENF é um belo exemplo do que acontece com dirigentes acadêmicos que abandonam a defesa das comunidades universitárias que os elegeram para abraçar os governantes de plantão.

Mas é preciso lembrar que em Dezembro passado houve apoiador da reitoria da UENF criticou a decisão drástica do reitor da UERJ de fechar os portões da sua universidade por causa da absoluta falta de orçamento. Naquele momento, esses apoiadores saudaram uma suposta capacidade do reitor Silvério Freitas de negociar com Pezão a quitação dos débitos da UENF. 

Pois bem, essa é uma ótima hora do reitor da UENF mostrar suas habilidades de negociador, já que os estudantes que dependem das bolsas para saldar seus compromissos não podem ser deixados à mercê da própria sorte! Vamos lá, magnífico, negocia!

Eis a nota assinada pelo reitor Silvério Freitas

Nota do Reitor sobre o pagamento das bolsas UENF de dezembro

A atual conjuntura orçamentária do estado do Rio de Janeiro já foi bastante publicizada e, até mesmo, explicada pelo governador eleito que já anunciou cortes preocupantes.
A UENF tomou as medidas cabíveis para o pagamento das bolsas desde a segunda metade do mês de dezembro, todavia,o Tesouro não executou os desembolsos solicitados.
A Reitoria fez gestões junto a SEFAZ, SECT e a SEPLAG, além do próprio gabinete do Governo para que o pagamento de cada bolsista ocorra o mais rápido possível. Obtivemos a informação de que tal pagamento deverá ocorrer até meados da próxima semana.

Reitor Silvério de Paiva Freitas

FONTE: http://www.uenf.br/dic/ascom/2015/01/20/ascom-informa-20-01-15/

O Diário: Sem bolsas, 60% dos alunos da Uenf não voltam às aulas

Clique na foto para ampliá-la

Isaías Fernandes

As aulas na Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) foram retomadas nesta segunda-feira, porém nem 40% dos alunos compareceram. O principal motivo, segundo o diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Bráulio Fontes, é o atraso no pagamento da bolsa de dezembro. Caso, o benefício não seja pago até quarta, haverá uma mobilização dos estudantes.

De acordo com Bráulio, os pagamentos de todas as modalidades de bolsas estão atrasados. Na modalidade dos estudantes cotistas de graduação ou de apoio acadêmico são cerca de 1.300 alunos que recebem R$ 300,00 por mês. Eles, segundo Bráulio, são os mais afetados, pois dependem exclusivamente desse dinheiro para arcar com os custos de alimentação e moradia. “Como o dinheiro ainda não caiu na conta, muita gente não retornou e vai continuar assim até que seja pago”, observa.

Existem ainda as modalidades de bolsas de mérito, de mestrado, doutorado, pós-doutorado e professores bolsistas de apoio ao ensino, cujos valores são diferentes. Ainda segundo Bráulio, essa situação acontece em outras universidades públicas do Estado do Rio de Janeiro, como a Universidade Estadual do Rio de Janeiro e o Centro Universitário Estadual da Zona Oestes e universidades federais, onde bolsistas são pagos com recursos do Estado.

Mobilização

Segundo Bráulio, se o dinheiro não for pago até quarta-feira, o DCE deverá organizar uma mobilização, já que a reitoria não deu informações sobre a data do pagamento. A assessoria de imprensa da universidade foi contatada, mas ainda não conseguiu um posicionamento oficial. No dia 22, quinta-feira, será realizada na Uerj, no Rio, uma assembleia estudantil em prol da regularização das bolsas e outras questões.

Em abril do ano passado, dois alunos da Uenf, acamparam no pátio da reitoria e fizeram greve de fome por três dias, que foi suspensa após o reitor da unidade, Silvério de Paiva Freitas, se comprometer a equiparar o auxílio-cota dos estudantes carentes ao mesmo que é praticado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que é de R$ 400,00, o que não aconteceu.

FONTE: http://www.odiariodecampos.com.br/sem-bolsas,-60-porcento-dos-alunos-da-uenf-nao-voltam-as-aulas-18294.html

Estresse acadêmico: estudantes da UENF ainda não viram a cor do dinheiro em 2015!

A situação financeira do tesouro fluminense é preocupante, como já anunciou o (des) governador Luiz Fernando, o Pezão. Essa realidade ocasionou, inclusive, o encerramento precoce do ano acadêmico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em dezembro passado pela absoluta incapacidade de honrar compromissos financeiros, inclusive com trabalhadores terceirizados das áreas de segurança e limpeza.

Essa situação parece que vai piorar, antes que comece a melhorar. Esta constatação não serve de qualquer forma de consolo para centenas de estudantes (ou seriam milhares) da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) que até esta sexta-feira (16/01) ainda não viram a cor do dinheiro relativo ao mês passado.

O que mais aumenta a tensão entre os bolsistas da UENF é que a reitoria da instituição sequer se deu ao trabalho de informar qual é a data esperada para que o pagamento ocorra.

Como as aulas devem retornar na segunda-feira (19/01), o que os estudantes estão esperando é que os valores devidos pela UENF sejam depositados imediatamente, já que as despesas continuam ocorrendo, especialmente no que se refere aos aluguéis! 

CAPES aprova o doutorado em Políticas Sociais na UENF

Acaba de sair o resultado da 156a. Reunião do Comitê que decide a criação de programas de pós-graduação no Brasil, e o resultado traz uma excelente novidade para todos os que ao longo dos últimos 16 anos acompanharam as pesquisas realizadas em nível de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais (PGPS) da UENF. É que a partir de 2015, o PGPS também terá seu programa de doutorado.

Como estou no PGPS desde a sua criação sei que esta aprovação resultou de um esforço hercúleo dos seus docentes, principalmente da Profa. Sílvia Martinez, atualmente coordenadora do programa, que se empenhou de forma direta na preparação de uma proposta para o curso de doutorado que agora acaba de ser aprovado pela CAPES.

Esse novo doutorado é uma prova de que, apesar de toda a sabotagem imposta pelo (des) governo comandado por Luiz Fernando Pezão, o modelo criado por Darcy Ribeiro resiste até aos piores governos, e segue avançando para continuar contribuindo com um novo modelo de desenvolvimento que seja socialmente justo e ambientalmente responsável.

E o trófeu Jujuba de Ouro 2014 vai para a reitoria da UENF!

Quando cheguei na UENF em 1998 havia já instalada no Centro de Ciências do Homem uma tradição nas festividades de final de ano que era outorgar o Trófeu Jujuba de Ouro para uma série de categorias, inclusive para a frase mais inverossímil que tivesse sido proferida por algum membro da comunidade naquele período.

Pois bem, o tempo passou e essa tradição foi se apagando e outras tantas foram sendo criadas. Mas após ler a declaração abaixo do reitor Silvério Freitas, estou tomando a liberdade de retomar a tradição para outorgar à administração da UENF o Troféu Jujuba de Ouro de 2014.

Vejamos o que disse o reitor da UENF:

“..As conquistas obtidas em 2014, como a criação dos novos cursos de graduação e pós-graduação para início em 2015, aliadas a uma administração séria e consciente, fazem crer que a UENF avançará ainda mais nas próximas avaliações “.

Como assim, administração séria e consciente? Ao analisar o que tem feito essa reitoria desde que a mesma tomou posse em 2011, o que temos visto é tudo, menos seriedade e consciência! Aliás, se a UENF ainda está bem colocada no ranking do IGC do MEC, é por causa do esforço dos professores, técnicos e estudantes, e apesar da reitoria que universidade possui.

Por isso, Troféu Jujuba de Ouro, justo e merecido!

JUJUBA

 

A colocação da UENF no IGC do MEC e a venda da ilusão

A Assessoria de Comunicação da UENF acaba de abrir um lapso no recesso acadêmico para  comunicar ao mundo que recebemos novamente ótimas colocações (em nível nacional e estadual) no Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério de  Educação do Ministério da Educação e Cultura (MEC) (Aqui!). Esse ranking, um dos muitos que existem, tem sido utilizado como parâmetro para diferentes interpretações das demandas e necessidade da instituição, seja no plano institucional ou sindical. Afinal, a partir de diferentes parâmetros o MEC construiu uma hierarquia das instituições de ensino superior brasileiras que desde seu nascedouro coloca a UENF em uma colocação bastante boa.

Mas mesmo correndo o risco de ser apontado como arrivista, essa colocação no IGC/MEC deveria ser relativizada e colocada no seu devido lugar. Bons administradores usariam esse ranking para localizar deficiências e pontos que necessitam um olhar mais cuidadoso para corrigir distorções e apontar soluções. Mas, lamentavelmente, não para isso que o IGC tem servido. O fato é que a partir desse único ranking vende-se a ideia de que a UENF é uma ilha de excelência acadêmica e dotada de todo o apoio que requereria para alcançar os patamares de excelência com que sonhava Darcy Ribeiro. 

Entretanto, essa não é a realidade. Como avaliador do próprio MEC nos últimos anos tenho visitado diversas instituições de ensino superior em diferentes pontos do território nacional. Em função dessa experiência como avaliador, posso dizer sem medo de errar que a UENF não passaria incólume pelo crivo do instrumento de avaliação que tenho aplicado seguindo as diretrizes de avaliação da qualidade de cursos de graduação. Essa realidade só não apareceu ainda porque somos uma universidade estadual e, por causa disso, não temos que passar pela mesma avaliação que as universidades federais e as instituições privadas são obrigadas a passar para poderem ter seus cursos reconhecidos pelo MEC.

Outro fato que esse ranking esconde é que a UENF vem sendo gravemente sucateada pelos diferentes governos que se sucederam ao de Leonel Brizola, mas especialmente ao longo dos últimos 8 anos de (des) governos do PMDB. A forma com que a dupla Sérgio Cabral/Luiz Fernando Pezão vem tratando a UENF é lamentável e digna de repúdio.  E isso ficou claro na greve que paralisou a UENF em 2014, a qual só ocorreu porque Cabral e Pezão tripudiaram sobre as justas demandas de servidores e professores, e menosprezaram completamente as reivindicações dos estudantes. É que enquanto a comunidade e seus sindicatos imploravam por diálogo e negociação, Cabral, Pezão e seus secretários tratavam a UENF de forma truculenta e arrogante.

Como se explicam essas boas colocações alcançadas pela UENF então? É simples: pelo trabalho árduo que estudantes, servidores e professores desenvolvem apesar da política de destruição imposta pela (des) governo estadual e da completa inoperância da reitoria da UENF. Aliás, a reitoria da UENF já faria muito se não atrapalhasse, o que invariavelmente faz.

Assim, se alguém se der ao trabalho de conversar com os estudantes ouvirá histórias tenebrosas sobre como hoje é difícil conseguir coisas básicas para o funcionamento dos diferentes cursos de graduação que a UENF mantém aos trancos e barrancos. E a coisa só não fica pior porque faz algum tempo, a captação de recursos para a investigação científica está sendo também utilizada para sustentar os cursos de graduação e pós-graduação. E esta é uma distorção que cedo ou tarde vai causar sérios problemas na formação acadêmica de nossos estudantes.

Por último uma ironia. Em 2013, a reitoria da UENF tentou acabar com o regime de Dedicação Exclusiva  (DE) que todo professor da UENF é obrigado a cumprir. A explicação dada no plano interno seria que esta seria uma exigência do (des) governo estadual para remunerar a DE. Depois de muita mobilização de professores e estudantes, o então secretário de Planejamento e Gestão, Sérgio Ruy Pereira, declarou que essa teria sido uma ideia criada pela própria reitoria e se distanciou de qualquer responsabilidade sobre essa proposta que seria desastrosa para a UENF, inclusive para sua colocação no IGC. E a explicação é simples: como a UENF só contrato professores com título de doutorado para trabalhar em regime de DE acaba obtendo o grau máximo num quesito importante na forma da nota do IGC. Em suma, a reitoria tentou matar a galinha de ovos de ouro, sabe-se lá para atender quais interesses!

Assim, ainda que todos os que torcem pela UENF devam se sentir orgulhosos pela performance da instituição, o fato é que hoje pairam sobre nossa jovem universidade nuvens pesadas e ameaçadoras colocadas por um governo que tem ojeriza ao pensamento crítico e ao compromisso com os interesses da maioria do nosso povo. Assim, a unidade em torno do projeto de excelência idealizado por Darcy Ribeiro deverá ser uma tarefa a ser abraçada por todos os que desejam um futuro socialmente justo e um modelo de desenvolvimento inclusivo e distributivo no Rio de Janeiro. Estejam  eles dentro da UENF ou não. 

Futuros cientistas sociais da UENF fazem trabalho de campo na Praia do Açu e vêem o avanço da erosão

Estive hoje na Praia do Açu com um grupo de estudantes de Ciências Sociais da UENF como parte de um trabalho de campo da disciplina Geografia I que sempre ministro no segundo semestre letivo. Tradicionalmente o final do percurso que se inicia na localidade de Barcelos e termina no Pontal de Atafona, hoje terminou nas areias da Praia do Açu, pois decidi mostrar a evolução do processo de erosão que hoje consome uma área considerável da parte central da faixa de areia.

Numa das etapas da visita, os estudantes ouviram relatos de um morador da Barra do Açu que lhes narrou as crescentes dificuldades sendo vivenciadas na localidade em função das mudanças causadas pela construção do Porto do Açu. Em uma explanação rápida, o morador traçou um panorama da situação que os pouco mais de 2.000 habitantes da Barra do Açu vivem atualmente, onde as promessas de futuro dourado estão sendo substituídas por um panorama de estagnação social e degradação ambiental.

Essa exposição à realidade fora das paredes e muros da UENF é sempre uma coisa que me motiva, pois acredito que todo o conhecimento teórico que é ministrado fica fora de contexto se os nossos estudantes não virem as repercussões objetivas de, por exemplo, políticas macroeconômicas sobre a realidade do cidadão comum.

Em relação à Praia do Açu, a situação me pareceu estabilizada em relação à minha última visita dentro de um quadro claro de encurtamento da faixa de areia. Agora vamos ver o que acontece nas próximas semanas para ver aquela área terá algum uso turístico no verão que se inicia.

 IMG_1388IMG_1402IMG_1406 IMG_1407

Movimento estudantil se antecipa e coloca nome de líder sem terra assassinado no restaurante universitário da UENF

A tarde desta sexta-feira (19/12/2014) está servindo para que o movimento estudantil da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) dê um prova de maturidade política ao se antecipar à cerimônia oficial de inauguração do restaurante universitário e colocar uma placa simbólica dando o nome do líder sem terra Cícero Guedes.  Cícero Guedes foi covardemente assassinado em janeiro de 2013 enquanto organizava a luta pela desapropriação das terras da Usina Cambaíba em Campos dos Goytacazes.. 

Essa é um justo reconhecimento à memória de Cícero Guedes que participou de forma solidária de várias mobilizações realizadas pelos estudantes da UENF visando a conclusão da obra que permitisse o início do funcionamento do restaurante universitário que foi iniciada em novembro de 2008. Eu só espero que o Conselho Universitário da UENF siga esse excelente sugestão em sua próxima reunião, mas certamente o movimento estudantil da UENF vai trabalhar para que sua sugestão prevaleça.

Abaixo imagens dos estudantes em torno da placa que o Diretório Central dos Estudantes da UENF confeccionou para homenagear Cícero Guedes. Ele com certeza estaria muito feliz ao ver a luta frutificando na forma de refeições para os estudantes da universidade a que tanto admirou e serviu com sua sabedoria e capacidade de liderança.

IMG_1421 IMG_1411 IMG_1418 IMG_1443

Cícero Guedes, presente!

mst2

Pezão asfixia universidades estaduais, e reitoria da UENF promove inauguração “beija mão” do bandejão para recepcionar o algoz

A matéria abaixo dá conta da manutenção do vero do (des) governador Pezão a uma emenda proposta pela Comissão de Educação da ALERJ que tiraria as três universidades estaduais do Rio de Janeiro do estado quase insolvência em que se encontram neste momento.

Esse veto como mostra a matéria assinada pelo jornalista Djalma Oliveira representará uma perda de 917 milhões de reais que poderiam alavancar a recuperação da condição de coma em que o (des) governo comandado por Sérgio Cabral e Pezão colocaram a UENF, a UERJ e a UEZO.

Mas quem pensa que este tapa na cara serviu para colocar um pouco de brio na reitoria da UENF, tire o cavalo da chuva. É que mesmo após essa veto, a reitoria comandada por Silvério Freitas vai promover uma inauguração “beija mão” do restaurante universitário que já começou a funcionar nesta 3a. feira (16/12). 

Como uma postura submissa como essa apresentada pela reitoria, não será de se surpreender que 2015 seja um ano ainda mais difícil para  o funcionamento básico da UENF. Mas, convenhamos, aprenderam a beijar a mão com o Sérgio Cabral. Que mais poderíamos esperar?

Veto deixará as universidades estaduais com menos recursos em 2015

Veto do governador foi mantido pelos deputados
Veto do governador foi mantido pelos deputados Foto: Urbano Erbiste / Urbano Erbiste
Djalma Oliveira

A Assembleia Legislativa do Rio manteve o veto do governador Luiz Fernando Pezão à emenda, de autoria do deputado Comte Bittencourt (PPS), à Lei de Diretrizes Orçamentárias, que garantia 6% da receita líquida para as quatro universidades estaduais (Uerj, Uezo, Uenf e Cecierj). Se ele tivesse sido derrubado, as instituições de ensino ganhariam, no próximo ano, mais R$ 917 milhões.

FONTE: http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/veto-deixara-as-universidades-estaduais-com-menos-recursos-em-2015-14825088.html#ixzz3M5szk4mk