Declaração de voto para Senador: Eduardo Serra do PCB, sem medo de errar

A presença do professor Eduardo Serra na tarde desta 5a. feira na sede social da ADUENF me ofereceu a chance de ouvi-lo e de confirmar a correção da minha decisão de votar nele para senador nas próximas eleições. Essa decisão se deve não apenas ao meu entendimento de que as propostas que ele traz para transformação do Senado em algo mais útil às transformações sociais de que o Rio de Janeiro e o Brasil precisam, mas também por identificar no Eduardo Serra uma pessoa com um compromisso efetivo de repensar inclusive o papel da esquerda no processo de construção de uma sociedade mais justa.

Assim, para o senado, vou de Eduardo Serra do Partido Comunista Brasileiro (PCB).

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ASPRIM participa de debate com Eduardo Serra e Ney Nunes na sede da ADUENF, e entrega carta compromisso

A ASPRIM esteve representada no debate que ocorreu na tarde desta 5a. feira na sede social da ADUENF, e que contou com a presença de Eduardo Serra e Ney Nunes, respectivamente candidatos a senador e governador pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB).  A senhora Noêmia Magalhães, que falou em nome da ASPRIM, entregou a carta política preparada pela ASPRIM para cobrar de todos os candidatos a governador um compromisso com a anulação das desapropriações realizadas no V Distrito de São João da Barra, e as devidas compensações financeiras pelos prejuízos impostos a centenas de famílias de agricultores familiares que ali vivem.

Eduardo Serra e Ney Nunes fizeram de assinar conjuntamente o recebimento da carta da ASPRIM. Ney Nunes fez questão de reconhecer a importância da luta realizada pela ASPRIM, e se comprometeu a fortalecer a luta dos agricultores atingidos pelo Porto do Açu durante e após o período eleitoral.

Abaixo imagens do momento em que Eduardo Serra e Ney Nunes assinaram a cópia da carta compromisso da ASPRIM.

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Leitor do blog relata danos causados pela mineração no Alto Paranaíba, Minas Gerais

Moro no “ALTO PARANAÍBA”, região que fica entre o chamado “TRIANGULO MINEIRO”, e, o “PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA” (onde nasce o Rio São Francisco). ARAXÁ, minha cidade, embora conhecida por ser uma estância hidromineral, na verdade, sobrevive economicamente graças a mineração, em particular o “NIÓBIO” (70% da reserva mundial, explorado pela CBMM – CIA BRASILEIRO DE METALURGIA E MINERAÇÃO), e, o fosfato (hoje explorado pela VALE DO RIO DOCE, tanto em nosso município, quanto ao vizinho município de TAPIRA).

Nesse último município, TAPIRA, há um mineroduto que leva a matéria prima retiradas da mina até UBERABA, por um duto que deve ter cerca de 120 km, onde é beneficiada para os “insumos/fertilizantes” afins, e, esse, talvez seja hoje o responsável pelo desparecimento de várias nascentes e cursos de água, e, com isso, sumiram também as inúmeras cachoeiras que havia na região.

Há cerca de 10 (dez) anos atrás tentávamos e tentamos tudo, reduzir ou mitigar esse impacto ambiental, fosse por mobilização, fosse pelas vias legais, e, nada deu certo, até que um amigo que era Tabelião na cidade de TAPIRA teve a ideia de levar para os “FOROS INTERNACIONAIS” a nossa questão ambiental local, pois, na forma legal em nosso país, as grandes empresas são inatacáveis; e, como consequência disso, conseguimos chegar até a BOLSA DE VALORES em NOVA YORK, onde a empresa tinha ações no pregão. Foi uma queda acionaria grande sofrida pela mesma; e, como consequência, vieram as retaliações da empresa, fomos todos processados, e, o resultado foi quase a prisão dos denunciantes.

Havia, também, além da questão hídrica e geológica, a QUESTÃO ANTROPOLÓGICA, pois, com essa mineração predatória destruíram também, “sambaquis indígenas”. Alguns grupos indígenas que viviam na região os utilizavam como santuário, enterrando neles os seus mortos. Outros os escolhiam como locais especiais para construir suas malocas. Dava a maior tristeza você ver que nem os locais que muitos chamam de “sagrados” (cemitérios indígenas) as máquinas vinham e limpavam arrastando tudo.

O pior disso tudo não foi só as AÇÕES PENAIS que a empresa moveu contra os então “ambientalistas nativos”, foi o fato de que esse nosso amigo Tabelião que já era hipertenso, em razão disso tudo acabou falecendo. Enfim, uma briga, e, as mudanças de “status quo” necessitam de muita coragem e união de inúmeras pessoas focadas no lugar comum.
Em ARAXÁ, na mina de fosfato, explorada pela VALE DO RIO DOCE há uma represa vez ou outra transbordando, e, ou liberando o seu rejeito, paulatinamente, está sempre sujando e emporcalhando um rio local chamado “QUEBRA ANZOL”, até alguns anos atrás era realmente piscoso, hoje, a única coisa que se pesca por ali são itens da poluição ambiental.

Agora, acompanhando essa discussão e votação que vira do novo CÓDIGO DE MINERAÇÃO, o “lobby” até então tem sido mais forte do que as demandas ambientais de cada lugar, e, cada extrato minerário.

O Frei RODRIGO PÉRET é frade franciscano, membro da EXECUTIVA do SINFRAJUPE (SERVIÇO INTERFRANCISCANO DE JUSTIÇA, PAZ E ECOLOGIA), da AFES (AÇÃO FRANCISCANA DE ECOLOGIA E SOLIDARIEDADE), aqui na região, independentemente de questão religiosa, sob o ângulo laico, temos um respeito muito grande pelo mesmo já que, ele percorreu sozinho, caminhando, toda a margem do RIO SÃO FRANCISCO, desde a nascente (Parque da Serra da Canastra) até a sua foz (Sergipe), trata-se de um cidadão muito focado na questão e antenado com os problemas ambientais.

Em recente pronunciamento o Frei RODRIGO PERET disse que espera e está a aguardar que a proposta do novo CÓDIGO DA MINERAÇÃO contemple normas e diretrizes que imponham respeito à integridade dos povos, culturas tradicionais e ao meio ambiente. O religioso afirmou que as empresas mineradoras agem com “perversidade” sobre os povos e à natureza. “Vão fazendo com que os homens se tornem estranhos à própria terra.” FREI PERET informou que a IGREJA CATÓLICA trabalha para disseminar junto às pastorais a realidade que vem sendo praticada pelas mineradoras junto às populações. “É preciso que o povo brasileiro tome consciência dessa realidade predadora”, afirmou.

O ambientalista GUSTAVO GAZINNELLI apresentou críticas ao novo “CÓDIGO DE MINERAÇÃO” proposto em substitutivo. Para ele, é absurdo nivelar a atividade de exploração mineral como se tivesse perfil “único” no território nacional Ele propõe o controle social e a absoluta transparência sobre a AGÊNCIA NACIONAL DE MINERAÇÃO a ser criada. GUSTAVO propõe ainda que a atividade mineradora sofra redutores em ambientes já longamente explorados.

A construção de um novo modelo de mineração no país que contemple o controle social dos cidadãos das áreas afetadas e que seja sustentável ecologicamente foi proposta por sindicalistas, expositores e trabalhadores do setor em audiência pública foi promovida pelas COMISSÕES DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA E DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS. As propostas apresentadas serão encaminhadas pelas comissões para aproveitamento no processo legislativo. Além do que foi discutido na audiência, os trabalhadores querem influir sobre o que dispõe o texto substitutivo ao projeto de “CÓDIGO DA MINERAÇÃO” (PL 5807/13), que tramita na CÂMARA. Para isso, pretendem promover uma primeira CONFERÊNCIA NACIONAL DA MINERAÇÃO.

LUIS GUIMARÃES e LÚCIO PIMENTA, representantes de comunidades mineiras atingidas pela atividade empresarial de extração de minérios, denunciaram a conduta “PREDATÓRIA” e “TRUCULENTA” das empresas sobre antigos moradores locais. “As negociações se dão conforme a capacidade econômica do morador”, disse Luís Guimarães.

Outra denúncia ambiental apresentada na AUDIÊNCIA PÚBLICA é referente à enorme quantidade de água empregada pelos chamados “MINERODUTOS” para o transporte dos minérios, em uma época em que há uma forte crise de gerenciamento hídrico na REGIÃO SUDESTE do país.

ASPRIM lança carta a candidatos a governador exigindo a anulação das desapropriações no Porto do Açu

Como anunciado aqui, a ASPRIM, organização social que vem liderando a defesa dos agricultores atingidos pelas desapropriações no entorno do Porto do Açu acaba de lançar um carta destinada a todos os candidatos ao governo do Rio de Janeiro contendo uma série de demandas. A principal delas é a anulação das escabrosas desapropriações que foram realizadas pelo (des) governo Cabral/Pezão para beneficiar o conglomerado de empresas do ex-bilionário Eike Batista.

Agora, a diretoria da ASPRIM deverá cobrar um compromisso público dos candidatos no sentido de que as perdas econômicas e ambientais que foram impostas aos agricultores do V Distrito de São João da Barra pelo (des) governo do Rio de Janeiro e pelo Grupo EBX e seus sucessores no Porto do Açu.

Abaixo segue o documento assinado pelo vice-presidente da ASPRIM, Rodrigo Santos Silva.

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Élio Gaspari: Trafigura, que comprou o porto Sudeste da MMX, pode estar implicada no Petrolão

sudeste

O jornalista Élio Gáspari publicou em sua coluna de hoje no jornal “O GLOBO”  que a Trafigura, empresa que comprou parte do Porto Sudeste da MM(X) do ex-bilionário Eike Batista pode estar enredada no escândalo da Petrobras (Aqui!).

O ponto de ligação entre o delator, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, e a Trafigura seriam recibos de transferência de dinheiro que beneficiavam o operador do esquema de propinas que está sendo alcunhado de Petrolão.

Élio Gáspari lembrou ainda que a Trafigura foi condenado por exportar lixo tóxico para a África, e encrencou-se com uma história de propinas para o secretário geral do governo em Zãmbia.

 

Estudantes lançam página no Facebook para questionar uso da PM no policiamento do campus da UENF

PM na UENF, pra quem?

pm uenf

No dia 26 de junho foi aprovado por ad referendum do Reitor, Silvério de Paiva Freitas um Convênio de segurança, firmado entre UENF, SESEG e PMERJ, sem consulta ou participação da comunidade acadêmica, tratando um assunto tão importante de forma arbitrária, onde os estudantes, principais afetados por tal medida, tiveram seu posicionamento ignorado.

Nesta segunda (08/09/14) os Policiais iniciaram seu trabalho na UENF.

Estes policiais vem fazendo “ronda” utilizando carro e combustível da Universidade. Interessante perceber que enquanto a verba é cortada para serviços básicos, para projetos que existem há anos (como é o caso da feira de agricultores, que corre o risco de acabar), para o pagamento do aumento das bolsas dos alunos, tem dinheiro para o combustível da constante “ronda” policial.

Hoje é o terceiro dia da ação da polícia dentro da UENF e hoje mesmo, estudantes do movimento estudantil foram “vigiados bem de perto” pelos policiais ao se deslocarem por diversas áreas de convívio da universidade. A suspeita que existia sobre a real motivação da PM na UENF se confirmou.

Por isso perguntamos: PM NA UENF, PRA QUEM?!

FONTE: https://www.facebook.com/pmuenfpraquem?ref=profile

Mineração faz vítimas fatais em Minas Gerais

Deslizamento de terra em mina deixa vítimas e mobiliza bombeiros em Itabirito

Conforme bombeiros, ficaram soterrados um caminhão com o motorista, uma escavadeira com o operador e um Fiat Uno com o condutor. O secretário de Meio Ambiente, Antonio Marcos Generoso, confirmou esses três mortos no acidente

Por Luana Cruz

Na imagem é possível ver dois caminhões tombados na área onde houve deslocamento de terra (Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais )  
Na imagem é possível ver dois caminhões tombados na área onde houve deslocamento de terra

O deslizamento de terra em uma mina da empresa Herculano, em Itabirito, na Região Central de Minas Gerais, mobiliza bombeiros na manhã desta quarta-feira. De acordo com a corporação, pelo menos oito vítimas foram soterradas. Os militares foram acionados por volta de 7h50 e já trabalham há mais de quatro horas no resgate de funcionários. O secretário municipal de Meio Ambiente, Antonio Marcos Generoso, confirmou três mortos no acidente e uma pessoa socorrida para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, apesar de os bombeiros tratatem como um óbito e dois desaparecidos. 

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Segundo o Corpo de Bombeiros, houve o rompimento de uma barragem desativada que contém o resto de lavagem de minério. Funcionários faziam manutenção nessa barragem no início da manhã, quando aconteceu o acidente. Uma grande quantidade de rejeitos (lama com água) desceu atingindo veículos e operários em terra. 

Conforme os militares, ficaram soterrados um caminhão com o motorista, uma escavadeira com o operador e um Fiat Uno com o condutor. Essas três vítimas estavam desaparecidas e bombeiros trabalharam com escavação manual do terreno tentando encontrá-las. O secretário Generoso confirmou as mortes desses funcionários.   

Quatro operários que estavam a pé na área do acidente foram retirados com vida pelos bombeiros com apoio de colegas de trabalho. O motorista de outro caminhão ficou preso apenas pelas pernas e foi resgatado com ferimentos. 

De acordo com o secretário de meio ambiente, a preocupação agora é ter certeza de que não há mais vítimas. A empresa informou a Generoso que não há outros desaparecidos. A Defesa Civil está monitorando a descida de água na barragem onde ocorreu o deslizamento, para que o volume seja contido. Conforme os bombeiros, outra barragem da mina está interditada pelo risco no local. 

Conforme a corporação, a situação foi desesperadora na hora do deslizamento. Muitas pessoas tentaram salvar os colegas puxando com as próprias mãos debaixo da terra, mas sem sucesso. Testemunhas relataram o pânico aos bombeiros no atendimento. Estão envolvidas no trabalho equipes de três viaturas dos bombeiros de Ouro Preto, duas de Itabirito e três de Belo Horizonte. O helicóptero Arcanjo também deu apoio no socorro às vítimas. 

O secretário afirma que ainda é cedo para falar sobre o que provocu a tragédia. “Estamos trabalhando junto com a Polícia Militar Ambiental, Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Defesa Civil para saber posteriormente as causas do acidente e os impactos disso para a cidade”, afirma Generoso. 

 (Arte Soraia Piva)

A mineradora Herculano fica na região conhecida como Sítio Retiro Sapecado, perto da BR-040 em direção ao Pico de Itabirito. Os bombeiros demoraram pelo menos meia hora para chegar ao local do deslizamento por causa da distância do pelotão até a barragem. O em.com.br tentou falar com a empresa pelo telefone da mina e da sede, mas não conseguiu. A mina está completamente fechada com proibição de entrada até para prestadores de serviços. Somente viaturas têm acesso ao local. 

 (Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais )

ACIDENTE EM AGOSTO 

O desmoronamento de um túnel em um terreno da Vale mobilizou o Corpo de Bombeiros no dia 26 de agosto também na cidade de Itabirito. Um homem morreu soterrado no acidente. Ele estava em cima da estrutura que cedeu. Outro operário também estava junto ao colega, mas conseguiu escapar. Um caminhão também foi atingido pela terra. O motorista foi retirado por socorristas da empresa.

MEMÓRIA 

Em 2001, um grave acidente em mina parou o distrito de São Sebastião das Águas Claras (Macacos), em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde ocorreu uma avalanche de rejeitos de minério. O rompimento da cava 1 da barragem de contenção da Mineração Rio Verde causou a morte de cinco operários e deixou um rastro de destruição ao longo de quilômetros. 

Quase dois anos depois, na Indústria de Papel Cataguases, na Zona da Mata, a mesma estrutura se rompeu, despejando 1,2 bilhão de litros de material tóxico no Rio Pomba e no Ribeirão do Cágado, na Bacia do Paraíba do Sul. As lavouras ficaram contaminadas. Mais recentemente (em 2006 e 2007), em Miraí, também na Zona da Mata, o vazamento de rejeitos de bauxita da Rio Pomba Mineração interrompeu o fornecimento de água e cobriu a cidade de lama. 

(Com informações de Valquíria Lopes)

FONTE: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/09/10/interna_gerais,567542/deslizamento-de-terra-em-mina-mobiliza-bombeiros-em-itabirito.shtml

Reitoria da UENF e suas contradições: não tem gasolina para buscar agricultores, mas tem para militarizar o campus

A reitoria da UENF continua sendo um poço sem fundo quando se trata de ações contraditórias em relação ao senso comum.  Na semana passada, a comunidade universitária ficou sabendo que os agricultores que realizam a feira de produtos orgânicos que ocorre no campus Leonel Brizola há vários anos não seriam mais buscados, pois a UENF não tinha combustível para abastecer o veículo que os transportava.

Mas o que parecia razoável, afinal Pezão impôs um colossal corte de gastos na UENF, agora ganha ares bizarros e contraditórios. É que os policiais militares que fazendo a ronda interna do campus, graças à entrada da universidade no Programa Estadual de Integração da Segurança (PROEIS),  com veículos cedidos pela UENF.

Então qual é o moral dessa história da vida real? Para trazer alimentos não tem gasolina, mas para militarizar a segurança do campus, tem!?

Valor: Minério em queda pode comprometer projetos

A forte queda nos preços do minério de ferro pode comprometer os investimentos em projetos de mineradoras sem logística integrada, que não têm ferrovia e porto próprios. Entre essas empresas estão grandes siderúrgicas, como Gerdau, Usiminas e ArcelorMittal, além das mineradoras Ferrous e MMX, que juntas investiram entre R$ 4 bilhões e R$ 5 bilhões para aumentar a produção de minério de ferro em Minas Gerais. Elas poderão ser obrigadas a rever seus projetos se a cotação não se recuperar ou se não houver um ajuste nos preços dos serviços logísticos de exportação.

FONTE: http://www.valor.com.br/empresas/3689592/minerio-em-queda-pode-comprometer-projetos#ixzz3CuXeCw7f

O PT e as empreiteiras: o que Dilma esqueceu de dizer

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Em visita a obras da transposição do rio São Francisco na cidade de Floresta, em Pernambuco, nesta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff afirmou que “só não atrasa obra de engenharia quem não faz ou quem não tem a menor noção do que é uma obra de engenharia da complexidade dessa”.

O que essa afirmação  de Dilma Rousseff omite é que as empreiteiras são grandes doadoras da sua campanha e de outros candidatos do PT. Na prática, a explicação da “presidenta” torna qualquer tentativa de controle social dessas megaobras uma impossibilidade. E, pior, mantem as empreiteiras com um nível de impunidade que em nada colabora para que elas cumpram os calendários com os quais vencem as licitações.