
O projeto da Biofábrica da Fundação Estadual do Norte Fluminense (FENORTE) vem se arrastando por mais de uma década, sem que se comece a produzir as prometidas mudas que um dia trouxeram uma equipe de técnicos cubanos para conhecer a planície Goitacá.
Agora que a promessa se transformaria em realidade, me chega a informação que neste recesso de final de ano, os equipamentos adquiridos para fornecer eletricidade para a Biofábrica funcionar, tomaram um estranho chá de sumiço. E olha que os equipamentos em questão eram um gerador de 520 KVa e um transformador de 750 KVa, peças que não se transportam ou, muito menos se removem, com veículos leves. Como também fui informado que levaram o cabeamento, a coisa deve ter requerido tempo e destreza.
A única coisa que estou estranhando é não ter lido nada na imprensa campista sobre a situação.
De toda a forma, fica a expectativa de que alguém traga o assunto (desculpem o trocadilho infame) à luz.