Crise seletiva, a saga olímpica de Pezão

A matéria abaixo publicada pelo site UOL escancara ainda mais que a crise em que o (des) governador Pezão e seu antecessor Sérgio Cabral enfiaram o Rio de Janeiro é seletiva.

crise seletiva

É que espremidos pela crise econômica e pelas prisões de seus dirigentes, a construtora Odebrecht está saltando fora do Maracanã, deixando de cumprir obrigações contratuais para a realização de melhorias cobradas pelo Comitê Olímpico Internacional.

Mas como a crise é seletiva, o (des) governo Pezão está utilizando da estratégia de entregar recursos públicos via o mecanismo de isenções fiscais para viabilizar as obras.

Além de violar o discurso de que os Jogos Olímpicos não iriam onerar os cofres públicos (aliás, quem acreditou nesta balela), agora que a porca privada saltou para fora do chiqueiro é o Estado que vai bancar o custo do que falta das obras olímpicas, em algo que poderá alcançar a bagatela de R$ 300 milhões! Só no caso do Maracanã, o valor chegaria a R$ 44 milhões!

Enquanto isso, hospitais, escolas e universidades estão em condição crítica, acarretando perdas irreparáveis à população do Rio de Janeiro.

Para quem quiser ler a matéria completa sobre mais essa gentileza de Pezão com o dinheiro do contribuinte, basta clicar Aqui!

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